sábado, 5 de setembro de 2009

Banco do Brasil amplia em R$ 17,8 bi
limite de crédito para pessoa física
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Além de medidas para aumentar a concessão de crédito para micro e pequenas empresas, o Banco do Brasil anunciou ontem que também irá ampliar em R$ 17,8 bilhões o limite de endividamento de seus clientes pessoas físicas em três de suas linhas, sendo R$ 12,7 bilhões para o financiamento de material de construção.
Isso não significa liberação imediata de recursos, e sim que o BB elevou o total de empréstimos que alguns de seus clientes podem, se quiserem, contrair.
A mudança vai atingir um grupo de 1,2 milhão de correntistas que, segundo a análise feita pelo banco, têm o hábito de pagar em dia suas dívidas.
Em junho, de acordo com os dados mais recentes divulgados, o saldo de empréstimos concedidos pelo BB a pessoas físicas era de R$ 68,5 bilhões, o que corresponde a 27% do total de sua carteira de crédito.
Em maio, o BB já havia anunciado medida semelhante, quando o limite de crédito de 10 milhões de clientes foi elevado em R$ 13 bilhões. Desse total, R$ 1,4 bilhão se transformou efetivamente em novos empréstimos até agora.
Na sua linha de financiamento de material de construção, o BB liberou R$ 2,5 bilhões desde 2003. Os juros praticados variam de 1,66% ao mês a 2,85%, dependendo do prazo -quanto maior, mais alta a taxa.
Além de aumentar o limite de endividamento para pessoas físicas, o mesmo foi feito para micro e pequenas empresas. Outros dois grupos foram contemplados por medidas similares: agricultores e prefeituras. (Folha)
Agropecuária
Parque da Independência é preparado
para receber a 53ª Expoema

Nas atrações culturais, os shows das bandas Aviões do
Forró (dia 5) e Forró do Muído (dia 6) agitam o público
logo os primeiros dias da festa.
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A Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema/2009) será aberta neste sábado (5) e O movimento de operários na montagem dos estandes já é intenso no Parque da Independência.
É a primeira vez que os agricultores familiares e os artesãos dos municípios maranhenses vão poder expor seus produtos (mel, derivados do leite, artefatos do coco babaçu, etc) na Expoema.
O evento que acontece de 5 a 13 de setembro é considerado, para a pecuária maranhense expor o seu rebanho, o segundo maior do nordeste, com sete milhões de cabeça de gado.
A Sagrima vai montar um estande onde serão apresentadas as principais ações da Secretaria e órgãos vinculados.
Os projetos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão/Serviço nacional de Aprendizagem Rural (Faema/Senar), Sebrae/MA e da Fundação de Apoio à Pesquisa Corredor de Exportação Norte (Fapcen) também ficarão a disposição dos visitantes.
Nas atrações culturais, os shows das bandas Aviões do Forró (dia 5) e Forró do Muído (dia 6) agitam o público logo os primeiros dias da festa. (Imparcial)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Nossa Caixa garante assistência da Cassi

para quem mora fora de São Paulo

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A partir de agora, os bancários da Nossa Caixa que trabalham fora do estado de São Paulo poderão utilizar a assistência médica da Cassi na região.

Até então, esses funcionários estavam sem a cobertura do plano de saúde por conta do compartilhamento incompleto entre as assistências médicas da Nossa Caixa (Economus) e do Banco do Brasil (Cassi).

"As duas instituições fizeram um contrato de reciprocidade entre os planos, mas ele só valia dentro do estado de São Paulo. Ou seja, quem está fora não conseguia ser assistido. O Sindicato cobrou e o BB corrigiu essa falha que decepcionou e muito os bancários.

São detalhes que o banco poderia ter resolvido no processo de compartilhamento e evitado esses retalhos", comenta o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Antonio Sabóia.

Fonte: Carlos Fernandes - Seeb São Paulo
Nossa Caixa garante assistência da Cassi
para quem mora fora de São Paulo
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A partir de agora, os bancários da Nossa Caixa que trabalham fora do estado de São Paulo poderão utilizar a assistência médica da Cassi na região.
Até então, esses funcionários estavam sem a cobertura do plano de saúde por conta do compartilhamento incompleto entre as assistências médicas da Nossa Caixa (Economus) e do Banco do Brasil (Cassi).
"As duas instituições fizeram um contrato de reciprocidade entre os planos, mas ele só valia dentro do estado de São Paulo. Ou seja, quem está fora não conseguia ser assistido. O Sindicato cobrou e o BB corrigiu essa falha que decepcionou e muito os bancários.
São detalhes que o banco poderia ter resolvido no processo de compartilhamento e evitado esses retalhos", comenta o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Antonio Sabóia.
Fonte: Carlos Fernandes - Seeb São Paulo
Mobilização da Campanha Nacional nas
concentrações do HSBC em São Paulo
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A Superliga dos Bancários e Os Irresponsáveis foram bem cedo para as ruas na quinta-feira, dia 3, ao lado dos diretores do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
O destino foi o Centro Administrativo São Paulo (Casp) e o Tower Faria Lima, do HSBC.
O ato começou às 7h no Casp, com distribuição da edição da Folha Bancária que aborda as negociações que ocorreram na quarta-feira, dia 2.
Os bancários tiraram suas dúvidas sobre a campanha salarial e também receberam o gibi da Superliga.
"O material atraiu a atenção dos trabalhadores, que fizeram fotos ao lado dos heróis e vilões, personagens criados para a campanha, e aproveitaram para receber esclarecimentos sobre a última negociação", diz o diretor do Sindicato e funcionário do HSBC Valdir Fernandes, o Tafarel.
BB compra fatia dos minoritários da
Nossa Caixa por R$ 2,3 bilhões
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O Banco do Brasil obteve sucesso na oferta pública de aquisição (OPA) de ações dos minoritários do Banco Nossa Caixa.
O BB vai pagar, ao todo, R$ 2,306 bilhões, por 30.064.154 ações, o equivalente a 97,7% dos papéis objeto da oferta, ou 28% do capital total do banco.
A maioria dos investidores optou por receber o valor de forma parcelada, assim como ocorreu com o governo de São Paulo, controlador da instituição.
Do total, 29.189.517 ações ordinárias foram vendidas de forma parcelada - em 18 vezes -, a R$ 76,82 por ação, no valor total de R$ 2,24 bilhões.
Uma fatia bem menor, de 874.637 ações, foi vendida à vista, a R$ 73,59 por ação, com um valor total de R$ 64,36 milhões.
A compra do controle da Nossa Caixa pelo BB foi anunciada em novembro do ano passado. Na época, o banco federal acordou pagar R$ 5,386 bilhões por 71,25% do capital da instituição, em 18 pagamentos mensais de R$ 299,24 milhões a partir de março deste ano.
O preço por ação foi de R$ 70,63. Fonte: Valor Online
Comando Nacional e Caixa discutem saúde,
segurança e condições de trabalho
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O Comando Nacional dos Bancários, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Caixa Econômica Federal realizam nesta sexta-feira, dia 4 de setembro, às 10h, em Brasília, mais uma rodada específica de negociação. Em pauta o Saúde Caixa, Segurança, Saúde e Condições de Trabalho.
Essa negociação foi acertada durante reunião ocorrida em 26 de agosto, dedicada à discussão de pendências do acordo do ano passado, quando a empresa comunicou às representações dos empregados sua decisão de oferecer aos aposentados a opção de receberem indenização pelo fim do direito ao auxílio-alimentação.
Saúde
CaixaO Saúde Caixa que passou por um período de mais de dois anos sem processamento das informações, fazendo com que a Caixa apresentasse números estimados para o Conselho de Usuários, mostrou-se altamente superavitário no fechamento do exercício de 2008.
Até hoje a Caixa não cumpriu o compromisso de fazer na mesa de negociação uma avaliação do sistema de custeio e do funcionamento geral do plano. Por outro lado, os problemas de credenciamento e outras deficiências se agravam di-a-dia.
Para Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE Caixa), que assessora o Comando Nacional nas negociações com o banco, há a necessidade de que os comitês de acompanhamento de credenciamento e descredenciamento, acertados na penúltima rodada de negociação, sejam implementados de imediato e o caráter do Conselho de Usuários modificado. "Hoje ele é consultivo e necessita ser transformado em deliberativo", diz Jair.
Ato no Bradesco marca mobilização dos
bancários do Ceará em dia de negociação
.f
"Os banqueiros são farinha do mesmo saco" com esse mote foi realizada uma manifestação pelos dirigentes do Sindicato dos Bancários do Ceará (Seeb/CE), na agência Bradesco Parangaba, em Fortaleza.
O ato marcou o calendário de luta dos bancários neste dia de rodada com a Fenaban, quando cláusulas econômicas da Campanha Salarial 2009 estão sendo negociadas com os banqueiros. Os sindicalistas lembraram a história de luta da categoria e denunciaram à população que os bancos abusam e não têm responsabilidade social.
"Nas rodadas de negociação com a Fenaban, os bancos usam a desculpa de que não têm dinheiro. Não queremos greve, mas já avisamos que vamos continuar a mobilização e parar se for preciso", afirma Alex Citó, diretor do SEEB/CE e funcionário do Unibanco, fazendo uma alusão a uma possível greve.
Durante a manifestação, os bancários demonstraram indignação com o resultado das negociações. Gabriel Motta, funcionário do Bradesco e diretor do SEEB/CE denunciou as práticas dos banqueiros contra os trabalhadores, com metas abusivas, extrapolação de jornada, que traz o adoecimento dos bancários.
"Eles, banqueiros, são os verdadeiros responsáveis pela falta de distribuição de renda . O Bradesco é o pior deles, pois é um dos mais rentáveis do setor financeiro e não garante nem os empregos dos seus funcionários. O Bradesco é campeão de demissões", disse.
Depois de muita pressão, Itaú
Unibanco pagará R$ 700 de PCR
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Antecipação do Programa Complementar de Remuneração
(PCR) será creditada aos funcionários hoje, sexta-feira, 04
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Em negociação realizada nesta segunda-feira 31 com o movimento sindical, o banco também melhorou o valor do benefício, que poderá ser de até R$ 2.000. Isto vai depender do crescimento do lucro que será registrado pela instituição em 2009.
No dia 26 de agosto o banco havia proposto R$ 1.100, mas o valor considerado insuficiente pelos bancários. Na avaliação do movimento sindical outra grande conquista foi a extensão do pagamento a todos os funcionários do Itaú Unibanco.
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Valor da PCR de acordo com o lucro do banco:
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Lucro líquido de R$ 10,800 bi - PCR de R$ 1.500,00
Lucro líquido de R$ 12,660 bi - PCR de R$ 1.750,00
Lucro líquido de R$ 13,900 bi - PCR de R$ 2.000,00
*Contraf com edição da Feeb/RS
Hoje tem rodada de negociações
Hoje, sexta, 4 de setembro, às 10h, em Brasília (DF), o Comando Nacional dos Bancários, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Caixa Econômica Federal realizam mais uma rodada específica de negociações da campanha salarial de 2009.
Essa negociação foi acertada durante reunião ocorrida em 26 de agosto, dedicada à discussão de pendências do acordo do ano passado, quando a empresa comunicou às representações dos empregados sua decisão de oferecer aos aposentados a opção de receberem indenização pelo fim do direito ao auxílio-alimentação.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Insatisfação dos funcionários marca
aniversário de 43 anos do BRB
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Na terça-feira, dia 1º de setembro, o Banco Regional de Brasília (BRB) comemorou 43 anos.
O banco tem demonstrado pujança financeira, fruto do empenho e do profissionalismo de todos os seus funcionários, tendo - conforme o Sindicato dos Bancários de Brasília sempre afirmou - todas as condições de permanecer como instituição pública do DF, fato que o GDF parece ter percebido somente agora.
Por ocasião da data, a diretoria do BRB enviou a cada um dos funcionários um informativo, enaltecendo os resultados e deixando transparecer que está tudo excelente dentro do banco e que os bancários estão absolutamente satisfeitos.
O BRB chega mesmo ao absurdo de exaltar como grande conquista a implantação, na direção geral, da famigerada lateralidade. É bem provável que a pesquisa realizada pelo BRB (cuja conclusão levou o banco a crer que as coisas estão correndo bem) não tenha feito as perguntas corretas, pois o que se constata no dia a dia dos funcionários destoa, de forma incontestável, do que o banco afirma e, se na sua visão, está tão bom assim, o que dizer, por exemplo, da campanha salarial 2009, cuja pauta específica foi entregue no dia 17 de agosto, mas até agora nenhuma negociação foi marcada?
O que dizer também da negativa do banco em estender a licença-maternidade para 180 dias, ou da forma injusta como foram tratados os gerentes de negócio no novo PCS (os que estão na gradação de 2 a 5), que não tiveram incorporados os 65% do PPR ao VR?
Isso mostra que há muitas questões de interesse dos funcionários ainda em aberto, calando o discurso do banco de que a instituição está ótima. Fonte: Seeb Brasília
Presidente mundial do Santander envia carta
e reafirma compromisso com diálogo
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O presidente mundial do Santander, Emilio Botín, disse que está acompanhando as negociações entre os representantes dos bancários e do banco no Brasil e que está convencido de que os debates "conduzirão a melhores soluções para as preocupações manifestadas".
Em resposta a duas cartas enviadas pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, o executivo reafirmou que a empresa aposta na negociação como forma de resolver os problemas dos funcionários.
"É o desejo e a intenção do banco manter uma comunicação aberta e fluída com as organizações sindicais em todos os países em que estamos presentes, tal como vem ocorrendo nos últimos dias de agosto em São Paulo", afirmou Botín.
O dirigente do Santander também disse que está aberto a receber os representantes dos bancários brasileiros em Madri, conforme solicitado pelo movimento sindical. (Contraf)
Novo modelo de PLR
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Houve um único avanço na última rodada de negociação.
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Os bancos aceitaram negociar um novo modelo de PLR, cujos parâmetros, no entanto, eles não apresentaram, limitando-se a dizer que o pagamento deve ter como base de cálculo o lucro do exercício.
Eles concordaram com os bancários de que a PLR não pode ter como premissa a variação de crescimento do lucro em relação ao ano anterior.
Os bancários reforçaram a necessidade de não-desconto na PLR dos programas próprios de renda variável e de que seja simples, transparente, segura e perene.
A categoria reivindica PLR de três salários mais R$ 3.850 fixos para cada trabalhador.
Cadê a proposta?
O Comando Nacional cobrou com insistência que os bancos apresentem propostas às reivindicações da categoria, inclusive sobre emprego, que foi tema da segunda rodada de negociação, ocorrida no dia 27 de agosto, mas a Fenaban se recusou.
Os banqueiros afirmaram que pretendem formular uma proposta econômica somente após a quarta rodada, marcada para a próxima quarta-feira, dia 9 de setembro, sobre saúde, condições de trabalho e cláusulas sociais.
"Nós exigimos uma proposta global para os bancários sobre todos os temas em negociação, que envolve questões como emprego, aumento real, valorização dos pisos, PLR maior, saúde, segurança e condições de trabalho", cobrou o presidente da Contraf-CUT.
Mobilização
Após a avaliação da negociação, o Comando Nacional orientou os sindicatos e federações a intensificarem a mobilização da categoria, promovendo também atividades junto aos clientes e à população que sofrem igualmente com os abusos dos bancos.
Calendário de negociações
Sexta - dia 4 - Negociação específica com a Caixa
Quarta - dia 9 - Quarta rodada com a Fenaban (saúde, condições de trabalho e cláusulas sociais)Sexta - dia 11 - Negociações específicas com o BB e a Caixa
O que os bancários querem
 Reajuste salarial de 10% (o que significa aumento real de cerca de 6%).
 PLR de três salários mais R$ 3.850.
 Valorização dos pisos salariais
- portaria: R$ 1.432,90
- escriturário: R$ 2.047,00
- caixa: R$ 2.763,45
- primeiro comissionado: R$ 3.447,80
- primeiro gerente: R$ 4.605,73
 Plano de cargos salários em todos os bancos.
 Inclusão na Convenção Coletiva também da parte variável da remuneração.
 Tíquete-refeição: R$ 19,25.
 Cesta-alimentação: R$ 465 (um salário mínimo)
 13ª cesta-alimentação
 Auxílio-creche/babá: R$ 465
Fonte: Contraf-CUT
Após três rodadas de negociação,
nenhuma proposta dos banqueiros
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A Fenaban mais uma vez frustrou a expectativa da categoria, na terceira rodada de negociação da campanha salarial realizada com o Comando Nacional dos Bancários nesta quarta-feira 2, em São Paulo.
Os banqueiros não apresentaram proposta de índice de reajuste nem valores para tíquete-refeição, auxílio-creche/babá e cesta-alimentação.
Apenas sinalizaram com a disposição de formatar um novo modelo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Apesar dos lucros de R$ 14,3 bilhões obtidos pelos 21 maiores bancos no primeiro semestre deste ano, os bancos se negaram até mesmo a garantir a reposição da inflação dos últimos 12 meses.
Mais: a Fenaban disse que "a tendência de aumento real é muito pequena".
Desde 2004, com mobilizações e greves, os bancários vêm conquistando reajustes acima da inflação. "Não abrimos mão de aumento real nesta campanha e queremos discutir a recomposição do poder de compra de salários", destaca o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro.
Os bancários reafirmaram a necessidade de valorizar os pisos salariais. Defenderam também que, além dos escriturários e caixas, sejam criados pisos para o primeiro comissionado e o primeiro gerente.
Mas a Fenaban não apresentou proposta, desrespeitando os trabalhadores.Os banqueiros também se recusaram a discutir Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), auxílio-educação e remuneração variável para inclusão na convenção coletiva, alegando que são assuntos de cada instituição. Além disso, não fizeram proposta para o aumento das verbas de alimentação e da gratificação de caixa. (ContrafCUT)
Assédio moral
O tema do assédio moral também foi debatido
na mesa de negociação na última segunda-feira.
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Os representantes do Banco do Brasil afirmaram saber que existem "problemas comportamentais" e informaram que, ainda no mês de setembro, será encaminhada para todos os funcionários uma cartilha sobre assédio moral.
Além disso, o banco assumiu compromisso de instalar comitês de ética até dezembro e solicitou que os bancários denunciem à ouvidoria interna sempre que tomarem conhecimento ou sofrerem assédio moral, para que os casos fiquem registrados e sejam investigados.
Com relação às outras cláusulas da minuta específica, o BB afirmou que ainda não possui respostas para algumas demandas por não haver concluído estudos a respeito.
Entre elas, estão:
Cláusula de VCP/LER
Ponto Eletrônico
Regulamentação de Folgas
Jornada de Trabalho em Atividades Ininterruptas
Política de Saúde
Para os representantes dos trabalhadores, a negociação demonstra contradições da empresa. "Foi uma rodada dentro do que temos como padrão no processo negocial.
O banco não fechou questão em nada, mas quando se entra no debate das cláusulas, fica evidenciada a contradição da empresa", afirma Marcel.
"Um caso claro é a discussão do fim da lateralidade, em que o banco reviu parcialmente sua posição, mas não admite que o fim das substituições é impraticável", acrescenta.A próxima rodada de negociação acontecerá no próximo dia 11, sexta-feira, em Brasília.
Estarão na mesa para discussão as cláusulas sociais (como licença-maternidade, auxílio-creche, auxílio educação, previdência suplementar, vale transporte, e outras) e sindicais (como Plano de Carreira, Cargos e Salários, negociação permanente, entre outras).
Fonte: Contraf-CUT
Comando Nacional dos Bancários e Caixa
fazem rodada de negociações nesta sexta
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Amanhã, sexta-feira, dia 4 de setembro, às 10h, em Brasília (DF), o Comando Nacional dos Bancários, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Caixa Econômica Federal realizarão mais uma rodada específica de negociações da campanha salarial de 2009.
Essa negociação foi acertada durante reunião ocorrida em 26 de agosto, dedicada à discussão de pendências do acordo do ano passado, quando a empresa comunicou às representações dos empregados sua decisão de oferecer aos aposentados a opção de receberem indenização pelo fim do direito ao auxílio-alimentação.
Por não contemplar a cláusula 35 do acordo coletivo 2008/2009, a proposta unilateral de indenização apresentada pela Caixa foi rechaçada pela CEE/Caixa.
Na ocasião, a representação nacional dos empregados anunciou ainda sua intenção de manter a reivindicação de restabelecimento do auxílio-alimentação na aposentadoria para todos, como benefício mensal continuo e extensivo a pensionistas. (Fenae)
Folha: maiores bancos brasileiros
crescem com estratégias diferentes
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Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco, na ordem os três maiores bancos brasileiros, falaram ontem em estratégias diferentes para crescer no mesmo mercado.
O BB apresentou sua entrada no varejo americano, com negócio de remessa de dinheiro de estrangeiros que moram nos EUA.
Já o Bradesco aposta no crescimento orgânico, e o Itaú prefere parcerias estratégicas, como as fechadas com a Porto Seguro e o Pão de Açúcar.
Acompanhado na plateia pelo presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, discorreu para estudantes de administração da FGV sobre o desapego habitual do banco na hora de fechar parcerias estratégicas com concorrentes, como a fusão na área de seguro de veículos com a Porto Seguro.
Na parceria com a Porto Seguro, o Itaú cedeu sua própria carteira de clientes e ficou com uma participação minoritária na seguradora.
Já o Bradesco perdeu o negócio por insistir em ter uma participação compartilhada na gestão da empresa.
"As principais transações que fizemos nos últimos dez anos foram todas em parceria. Na fusão com o Unibanco, muita gente se surpreendeu em ver que o Itaú, que era muito maior que o Unibanco, topou fazer um negocio fifty-fifty [50% cada].
"Segundo o presidente do Itaú, a primeira transação do tipo foi a compra do banco de investimento BBA, em 2002.
Na época, o banco acabou ficando com 95% do capital, mas deixou no comando o antigo presidente do BBA, Fernão Bracher.
Questionado sobre o negócio com a Porto Seguro, Trabuco disse que não iria mais comentar o assunto.
O banco sustenta que a área de seguro é muito importante para ter uma participação secundária. Para Trabuco, não ha necessidade de o Bradesco disputar novas aquisições neste momento.
"O Bradesco tem escala suficiente para competir nesse mercado com os concorrentes. Nós vamos continuar fazendo mais do mesmo. Somos um banco brasileiro por excelência, presente em 93% dos municípios. Temos capilaridade de distribuição e vamos continuar crescendo organicamente", disse.
Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Oito homens assaltam banco
em São Francisco do Maranhão
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Cerca de oito homens armados de escopetas e fuzis assaltaram, ontem à tarde, a agência do Banco do Brasil, no município de São Francisco do Maranhão (Sertão Maranhense), a 606 km de São Luís. Segundo a população local, a quadrilha teria atacado a agência por volta das 15h15, a bordo de uma caminhonete L 200 azul, levando o dinheiro de dois caixas eletrônicos, e fazendo sete pessoas como reféns, entre elas o gerente do banco.
A ação dos bandidos, conforme testemunhas, teria durado cerca de trinta minutos. Os assaltantes teriam realizado um tiroteio intenso, o que acabou provocando um grande estrago na agência, que ficou com as vidraças todas estilhaçadas.
Conforme algumas pessoas que estavam na agência, o bando só não arrombou o cofre, porque o mesmo estava programado eletronicamente para abrir somente hoje pela manhã.Depois da ação, os assaltantes abandonaram a caminhonete na porta da agência, e fugiram em outra pick-up do mesmo modelo, porém, de cor branca, de propriedade da Companhia Energética do Maranhão (Cemar).
O veículo utilizado na fuga teria sido tomado de assalto minutos antes do assalto ao banco. Durante essa atuação prévia, os bandidos também roubaram outra caminhonete, uma D20, que transportava idosos da sede para outros povoados.
A rota de fuga utilizada pelos assaltantes, segundo a polícia, teria sido uma estrada que dá acesso ao município de Barão de Grajaú.
Durante a evasão, os bandidos mantiveram como reféns dois vigilantes da agência e mais quatro aposentados. Todos, inclusive o gerente do banco, foram liberados a cerca de 15 km da sede do município.
Esta foi a terceira vez que a agência do BB foi atacada. As últimas ocorrências foram registradas em 2006 e no ano passado.A polícia acredita que essa tenha sido a mesma quadrilha que, na tarde de ontem, 1°, também assaltou, horas antes, a agência do Banco do Brasil do município piauiense de Amarante.
Até o fechamento desta edição, informações vindas do município garantiam que as policias das duas cidades ainda se empenhavam nas buscas dos envolvidos.
(Por Saulo Maclean/Jornal Pequeno)
Bancos ficam com a maior fatia dos
ganhos de R$ 9 bi com cartões
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Apesar da crise internacional, o mercado de cartões continuou crescendo. As operações com cartões proporcionaram um lucro líquido de R$ 9 bilhões no ano passado, de acordo com análise da Boarnerges & Cia. Consultoria em Varejo Financeiro.
A estimativa embute uma expansão de 27% sobre o lucro de R$ 7,1 bilhões obtido em 2007, calculado pelo Banco Central (BC).
É o maior índice de crescimento desde os 45,7% registrados entre 2004 e 2005 no recente estudo do BC que fundamentou as críticas de concentração do setor e fundamentou as pressões para uma abertura maior e redução dos custos dos usuários desse serviço financeiro.
O estudo esteve em audiência pública no início do ano. O BC deve se pronunciar no fim deste mês sobre as mudanças propostas para o setor.
A parte do leão desse bolo é dos bancos que emitem os cartões. Mas os credenciadores, empresas que habilitam os estabelecimentos comerciais para aceitar os plásticos e capturam e liquidam financeiramente as transações, têm ficando com uma fatia crescente dos resultados. Talvez por isso as baterias do BC e dos organismos de defesa do consumidor têm sido dirigidas para os credenciadores. (Valor)
SINTES repudia demissões e retaliações
da nova diretoria do Sindicato dos Bancários.
do Maranhão. Nota foi publicada nos jornais
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O Sindicato dos Trabalhadores Em Entidades Sindicais, Órgãos Classistas, Entidades Não Governamentais e Partidos Politicos do Maranhão repudia a retaliação política adotada pela nova diretoria do Sindicato dos Bancários do Maranhão.
Em nota publicada no Jornal Pequeno e em outros veículos de comunicação, o Sintes afirma que a atitide da direção do SEEBMA é a mesma praticada pelos banqueiros, que é combatida pelo Sistema.
Vale lembrar que a temporada de caça aos perseguidos políticos foi aberta pela atual diretoria do Sindicato dos Bancários do Maranhão foi aberta na regional de Bacabal.
Será que vai ser estendida para todo o Estado? Eis a nota do SINTES.
Os Bancários do Maranhão leais à CUT e a CTB também já se posicionaram contra a perseguição política que vem sendo praticada pela atual diretoria do Sindicato dos Bancários do Maranhão. Reveja a nota.
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NOTA OFICIAL
O TERROR NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS
SE ESTENDE AOS FUNCIONÁRIOS
Toda solidariedade aos perseguidos e demitidos no Sindicato
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O clima de perseguição no Sindicato dos Bancários chegou aos funcionários. Depois da tentativa de macular a honra da companheira Carla, agora, passaram ao ataque aos funcionários.
Tiraram a função e ainda queriam rebaixar o salário de Paulinho, administrador do Sindicato há dez anos; e, em plena crise, demitiram um funcionário e uma funcionária, ambos com quase dez anos de valiosos serviços prestados a nossa categoria.
Os demitidos são a Cláudia e o Edson, este, lotado na Regional Bacabal.
Como podem os “combativos” companheiros atacar os direitos mais elementares dos trabalhadores de sua própria entidade?
O funcionário Edson é membro do Conselho Fiscal do Sindicato de Funcionários de Entidades Sindicais, mas nem isso foi respeitado.
Tanto ele como a Cláudia portam graves problemas de saúde, sendo que a Cláudia é acidentada do trabalho por LER/DORT adquirida no próprio Sindicato.
Como poderão agora defender os direitos dos bancários e bancárias, se já não respeitam os que adoeceram na própria entidade e nem mesmo a estabilidade de um dirigente sindical?
As razões das demissões não foram explicitadas, porém a raridade com que o fato ocorre no sindicato, além da coincidência com o recente processo eleitoral não deixa dúvida de que se trata de perseguição política.
Na verdade, trata-se da continuidade de um violento processo de perseguição e assédio moral contra diretores e funcionários que se instalou no sindicato desde o resultado do plebiscito que deliberou pela permanência do Sindicato filiado à CUT.
Esperava-se, no entanto, que com o resultado da eleição, os atuais dirigentes se dedicassem a conduzir a luta na perspectiva de unificar a todos os seguimentos envolvidos, porém o espírito autoritário, rancoroso, truculento, perseguidor e patronal falou mais alto, deixando cair a máscara dos radicais do MNOB/ CONLUTAS.
Diante dos lastimáveis fatos, nós, bancários e bancárias da CUT e da CTB vimos a público hipotecar nossa mais profunda solidariedade aos funcionários do Sindicato, vítimas da cruel perseguição de que estão sendo vítima, ao mesmo tempo em que reiteramos nossa disposição de estar na luta em defesa de seus direitos violados.
Estamos acompanhando de perto para vê a que ponto são capazes de chegar os pseudo-revolucionários.
BANCÁRIOS E BANCÁRIAS DA CUT/CTB
Assaltada a agência do BB de
São Francisco do Maranhão
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Segundo a polícia, a mesma quadrilha teria assaltado outra agência do BB no Piauí. Oito homens armados assaltaram a agência do Banco do Brasil da cidade de São Francisco do Maranhão, que fica a 606 km de São Luís.
Os bandidos chegaram à cidade em uma caminhonete roubada que foi abandonada na estrada logo depois do assalto. Em seguida, eles tomaram de assalto outra caminhonete de propriedade da Cemar.
A polícia desconfia de que essa seja a mesma quadrilha que, na tarde desta terça-feira (1), também assaltou a agência do Banco do Brasil do município piauiense de Amarante. (Imirante)
Bancários negociam nesta quarta aumento
real, PLR maior e valorização dos pisos
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Aumento real de salário, valorização dos pisos, simplificação e aumento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), elevação das verbas de alimentação, Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) em todos os bancos e contratação da remuneração total dos trabalhadores, incluindo a parcela variável, estarão na mesa na terceira rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, nesta quarta-feira, dia 2, às 15 horas, em São Paulo.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 10% (índice aprovado na Conferência Nacional dos Bancários).
Como a inflação projetada pelo Dieese para o período deve ficar em 3,65%, o reajuste representa um aumento real de mais de 6%."Os bancos não têm qualquer justificativa para não conceder aos bancários os reajustes que reivindicamos.
Os lucros continuam elevados. O 21 maiores bancos brasileiros somaram lucro líquido de R$ 14,3 bilhões no primeiro semestre deste ano, a maior rentabilidade da economia brasileira no período. Vamos à luta para conseguir arrancar essas conquistas", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando.
Calendário de negociações
Hoje - dia 2
Terceira rodada com a Fenaban (remuneração)
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Sexta - dia 4
Segunda rodada específica com a Caixa
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Quarta - dia 9
Quarta rodada com a Fenaban (saúde, condições de trabalho e cláusulas sociais)
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Sexta - dia 11
Terceira rodada específica com a Caixa
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Fonte: Contraf-CUT
Contraf-CUT lança Jornal do Cliente
para denunciar abusos dos bancos
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A Contraf-CUT lançou ontem, segunda-feira, dia 31 de agosto, o Jornal do Cliente para denunciar os abusos dos bancos para a sociedade e cobrar responsabilidade social.
A publicação foi definida na última reunião do Comando Nacional dos Bancários e visa reforçar as atividades de mobilização dos sindicatos e federações em todo país.
Clique aqui para ler o informativo.


Banco do Brasil amplia oferta
de crédito em R$ 36,7 bilhões
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O Banco do Brasil anunciou ontem, terça-feira, 1, a ampliação do limite de crédito de diversos clientes, num total de R$ 36,7 bilhões.
A medida vai beneficiar pessoas físicas, micro e pequenas empresas, produtores rurais e municípios.
Essa foi a terceira iniciativa do banco federal em ampliar a oferta de empréstimos a seus clientes, medida alinhada à política do governo federal de reduzir os efeitos da crise financeira sobre a economia.
Para a pessoa física, 1,2 milhão de clientes terá ampliação do limite de crédito pré-aprovado em R$ 12,7 bilhões.
Esse aumento vai beneficiar, principalmente, a linha de crédito destinada à compra de material de construção. Para as micro e pequenas empresas, a ampliação da oferta de financiamentos somou R$ 13,9 bilhões, medida que vai beneficiar 240 mil clientes, principalmente nas operações para o financiamento de investimentos.
No segmento rural, 10,6 mil produtores terão limite pré-aprovado adicional de R$ 1,4 bilhão, destinado, sobretudo, ao financiamento do estoque da safra colhida recentemente.
Por fim, 4 mil prefeituras terão R$ 3,1 bilhões para o financiamento de intervenções viárias (Provias) e para o Programa "Caminho da Escola" destinado à compra de veículos para transporte de estudantes. Fonte: Agência Estado
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BB lança serviço próprio de remessa
de dinheiro por brasileiros nos EUA
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O Banco do Brasil (BB) lançou ontem um serviço próprio de remessa de dinheiro por brasileiros residentes nos Estados Unidos e prevê estrear como banco de varejo no país em 2010.
O objetivo é alcançar uma população de 1,4 milhão de moradores nos EUA, das quais cerca de 70% enviam recursos para familiares no Brasil todo ano, explicou o vice-presidente de Negócios Internacionais e Atacado do BB, Allan Toledo.
Como atrativo, o banco oferece tarifas mais baixas do que as praticadas pelo mercado - em uma faixa de US$ 4,90 a US$ 20 por transação - e o crédito imediato em conta corrente, inclusive nos finais de semana.
O serviço vale apenas para correntistas do banco.
"No serviço tradicional, o crédito do dinheiro enviado entra na conta corrente em três e quatro dias úteis", afirmou Toledo. Batizado de BB Money Transfers, o serviço será oferecido em lojas que atuam como uma espécie de correspondente bancário nos Estados dos EUA com maior concentração de brasileiros.
De saída, 10 lojas em Connecticut, Flórida, Nova Jersey e Nova York estão habilitados a realizar a operação. "Até junho de 2010, deverão ser 100 estabelecimentos", disse Toledo.
Anualmente, remessas de brasileiros residentes em terras americanas para seu país natal movimentam cerca de US$ 3 bilhões, segundo o executivo. Este é o primeiro passo de uma ofensiva nos EUA do BB, que aguarda aprovação regulatória local para estrear no mercado de varejo bancário americano. (Reuters)
TRT mantém plano de saúde gratuito
aos bancários do Itaú em Catanduva
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A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso do Banco Itaú contra decisão que garantiu aos seus empregados em Catanduva (SP) o direito ao plano de saúde gratuito. Ficou mantido, assim, entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), segundo a qual o fornecimento gratuito de plano de saúde pelo empregador por vários anos representa condição contratual benéfica, que se incorpora ao contrato de trabalho, e não pode ser suprimida.
De acordo com o relator do recurso do Itaú no TST, Ministro Alberto Bresciani, o motivo que ensejou o acolhimento da ação ajuizada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Catanduva foi a supressão do fornecimento gratuito do serviço médico, mediante convênio firmado entre o Itaú e a Unimed, quando benefício já havia se incorporado ao contrato de trabalho dos empregados, diante do caráter de continuidade da vantagem recebida.
De acordo com o TRT, até fevereiro de 1989, o banco concedia plano de assistência médica a seus empregados de forma integral.
Após essa data, passou a descontar dos salários os valores correspondentes.
O banco alegou impossibilidade de continuar arcando com os custos do plano de saúde, em razão dos reajustes qualificados como "abusivos, decorrentes do processo inflacionário".
Para o TRT, tal declaração, partindo de um banco, beirava a má-fé, em função do notório crescimento do Itaú nos últimos anos e dos sucessivos recordes de lucratividade. "Comparando-se com as taxas de serviços e juros cobrados dos seus clientes (também notórios), os valores das mensalidades dos planos de saúde não podem ser considerados exorbitantes ou insuportáveis", afirmou o Regional.
TCU julgará compra da Nossa
Caixa pelo Banco do Brasil
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O Tribunal de Contas da União (TCU) deverá julgar, neste mês de setembro, a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil (BB).
O negócio foi fechado em novembro de 2008, por R$ 5,3 bilhões, e está sendo auditado pelo TCU por envolver dinheiro público.
O relatório sobre a compra da Nossa Caixa está sendo concluído pela equipe técnica, antes de ser remetido para um ministro-relator que deverá levá-lo ao plenário do tribunal para julgamento final.
A princípio, não foi feita nenhuma denúncia com relação a esse negócio junto ao TCU e, por isso, a expectativa é que não surjam problemas.
O TCU julga aquisições no setor bancário sempre que esses negócios envolvam dinheiro público. O tribunal também julga aportes de capital de bancos públicos em empresas privadas, caso do empréstimo de R$ 4,3 bilhões dados pelo BB para que a Oi adquirisse a Brasil Telecom, operação cujo relatório também está em fase de confecção pela equipe técnica do tribunal. (Valor)
Calendário Nacional de
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Rodada de Negociação
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Proposto pelo Comando Nacional e aceito pela Fenaban
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Tema de Hoje, 2 de Setembro
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Remuneração e cláusulas econômicas

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Bancários levam minuta específica de
reivindicações ao Santander nesta terça
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A Contraf-CUT, sindicatos e federações de bancários entregam ao Santander Brasil a minuta específica de reivindicações da Campanha Nacional 2009 nesta terça-feira, dia 1º de setembro, às 16 horas, no Salão Nobre, no 5º andar do prédio do Banespa, no centro de São Paulo.
A pauta foi aprovada nas assembléias dos sindicatos realizadas na última semana em todo o País. Os aditivos do Santander e Real à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2008/2009 foram prorrogados até o próximo dia 30 de setembro.
A vigência dos acordos era até o dia 31 de agosto.Junto com a minuta, será levada a proposta de renovação do acordo coletivo do Programa de Participação nos Resultados (PPR) do Santander Brasil de 2009. A reivindicação é o pagamento de R$ 3 mil para cada trabalhador do banco.
Reunião das COEs do Santande e Real
Antes da entrega da minuta específica, a Contraf-CUT realiza uma reunião das COEs do Santander e Real, às 14 horas, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Os dirigentes sindicais irão discutir a Campanha Nacional 2009 e o processo de negociações com o Santander Brasil.
"O Santander é o único banco privado que firma aditivo à convenção coletiva. Neste ano, queremos avançar buscando agregar melhorias para valorizar o empenho e a dedicação dos trabalhadores brasileiros. Queremos também a inclusão de cláusulas sociais já conquistadas pelos trabalhadores espanhóis", destaca a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenadora da mesa de negociações, Rita Berlofa.
BANCO DO BRASIL
Empréstimo consignado será reativado
amanhã, garantiu Luciano Moreira
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O secretário de Estado de Administração e Previdência Social (Seaps), Luciano Moreira, confirmou que o sistema de consignação será reativado nesta quarta-feira, dia 2.
Em entrevista ao programa Ponto Final, apresentado pelo jornalista Roberto Fernandes, na rádio Mirante AM, Moreira informou que o sistema esteve paralisado para ajustes necessários à implantação do Programa de Refinanciamento de Empréstimo Consignado em folha de pagamento.
O secretário disse que esteve reunido na noite de ontem com a Superintendência do Banco do Brasil e ficou garantido que, a partir dessa data, os servidores públicos estaduais da ativa poderão se dirigir a qualquer agência do Banco do Brasil na capital ou interior para adquirir uma senha de acesso ao sistema e renegociar suas dívidas ou mesmo fazer novo empréstimo.
Os aposentados e pensionistas também têm a opção de obter a senha no Banco do Brasil a partir de quarta-feira (2), ou se preferir, a partir de sexta-feira (4), na Superintendência de Benefícios Previdenciários da Seaps, localizado no Anexo 5 do Centro Administrativo do Estado, no Calhau.
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Trabalhadores e BB discutem saúde
e condições de trabalho nesta terça
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Nesta terça-feira, dia 1º, o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) realizarão mais uma rodada de negociação com a direção do banco sobre as questões específicas dos funcionários da empresa na Campanha Nacional 2009.
Neste encontro, que acontecerá em Brasília, serão debatidas questões relativas a saúde e condições de trabalho.Entre as principais demandas dos trabalhadores na área, está o fim da sobrecarga de trabalho, que aumenta o stress e as doenças ocupacionais dos funcionários do banco, e do assédio moral, que tem sido uma constante na empresa, especialmente nas agências.
Para isso, os trabalhadores cobram a contratação de novos bancários.
"Nos últimos tempos, a quantidade de trabalhadores não cresceu na mesma proporção que o número de contas do banco. Isso tem gerado grande concentração de trabalho, principalmente nas agências. Está mais do que na hora do banco contratar mais trabalhadores", afirma Marcel Barros, coordenador da CEBB e secretário-geral da Contraf-CUT.
Na última negociação, ocorrida no último dia 24, os trabalhadores conquistaram um avanço, com a revisão anunciada pelo BB, aceitando reivindicação do movimento sindical, da situação dos gerentes de módulo que tiveram sua classificação alterada de Avançado para Básico por falta de certificações.
Os bancários voltarão a receber a comissão de gerente de módulo avançado até que haja novo processo de certificação, que está previsto para o mês de novembro, quando então esses gerentes terão que cumprir a exigência. O acerto será feito na folha de pagamento de setembro.
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Folha
Banco do Brasil lança pacote de
R$ 14 bilhões a microempresas
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O Banco do Brasil lançará hoje mais um pacote com linhas de crédito para micro e pequenas empresas. Valor: R$ 14,5 bilhões.
É mais um lance agressivo do BB para ganhar mercado dos bancos privados sob a avaliação de que o pior da crise econômica já passou e que há espaço para aumentar a sua carteira de crédito.Depois de perder em novembro de 2008 a liderança para a fusão Itaú-Unibanco, o BB recuperou o título de maior banco do país no mês passado.
A estratégia é consolidar a dianteira, aproveitando a melhora do cenário econômico internacional e doméstico.
O BB pretende emprestar mais R$ 13,9 bilhões para micro e pequenas empresas que queiram fazer investimentos em compra de equipamentos.
São bens que permitem aumentar a produção. Esse volume ficará disponível para 240 mil clientes tradicionais do banco e com histórico de bom pagador.
É uma operação considerada de baixo risco pela direção do BB.
Outra medida será a ampliação do prazo para as pequenas empresas que queiram antecipar a venda futura com cartões de crédito. O novo prazo saltará de 12 meses para 24 meses. O valor adicional para a operação será de R$ 570 milhões.
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Nova diretoria do Sindicato do Ceará
denuncia demissões arbitrárias no Bradesco
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Como parte da Jornada Nacional Unificada de Lutas e seguindo orientação da Contraf/CUT, dirigentes do Sindicato dos Bancários do Ceará realizaram, na última sexta 28 uma manifestação em frente ao Bradesco dos peixinhos, localizado na Rua Barão do Rio Branco, em Fortaleza.
Este foi o primeiro ato da nova diretoria do Sindicato dos Bancários do Ceará, que, na ocasião, denunciou os abusos dos bancos e cobrou responsabilidade social.
Os novos dirigentes sindicais exigiram respeito aos empregos, aumento real de salários, maior participação nos lucros dos bancos, além da redução dos juros, ampliação do crédito e redução da jornada de trabalho (de 44 horas semanais para 40 horas semanais) para a criação de mais empregos e renda.
"Essas são ações consideradas essenciais para o desenvolvimento sustentável do Brasil", segundo o presidente Carlos Eduardo. Fonte: Seeb/CE
Para especialistas, interdito proibitório
fere direito constitucional de greve
A Contraf-CUT, o Sindicato dos Bancários de São Paulo e a Fetec São Paulo, realizaram o Seminário "Interdito Proibitório x Direito de Greve", que reuniu dirigentes sindicais de várias categorias de trabalhadores, o presidente da OAB nacional e representantes do Tribunal Superior do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e Anamatra, além de parlamentares - que foram unânimes em condenar o uso do interdito proibitório contra as mobilizações dos trabalhadores, considerado uma afronta ao direito constitucional de greve.
Após as palestra e os debates, o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, informou que a entidade irá intensificar a luta para garantir o direito de greve, imprescindível para a defesa dos direitos dos trabalhadores.
"Vamos formalizar denúncia sobre o abuso dos interditos proibitórios por parte dos bancos e da Justiça junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT)", afirmou.
"Além disso, vamos articular junto com a CUT a realização de um seminário em Brasília dirigido aos ministros do TST para esclarecer a posição dos trabalhadores a respeito desse recurso jurídico que está sendo empregado para tolher o direito constitucional de greve", acrescentou.
Em sua fala no seminário, Cordeiro ressaltou o "abuso" dos bancos, tema da Campanha Salarial 2009, somando o uso do Interdito Proibitório como mais uma das irresponsabilidades cometidas para impedir a adesão dos trabalhadores ao direito de greve.
"Este Seminário tem por objetivo cobrar do poder judiciário que os trabalhadores tenham seu direito de greve garantido. Para isto, estamos organizando documentos para fazer uma denúncia junto a Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre as práticas anti-sindicais dos bancos", afirmou.
Luiz Cláudio Marcolino lembrou do primeiro interdito proibitório realizado junto ao então Banco Bandeirantes com a tese de que o movimento sindical estava ocupando e destruindo o patrimônio privado da instituição financeira.
Porém, a ação gravada e registrada deixou claro que o objetivo dos dirigentes sindicais era estabelecer o diálogo com os trabalhadores e informar sobre a Campanha Salarial.
"A tese foi derrubada, mas é um fato que deixa claro o conflito existente entre patrões e empregados", diz.Segundo Marcolino, as discussões sobre o tema iniciadas em 1994 eram mais de caráter reflexivo, o que precisou ser revisto após a ação deste primeiro interdito.
"Os bancos vêm se aperfeiçoando nas técnicas do interdito proibitório, fazendo uso do aparato policial e do oficial de justiça. Nas últimas decisões, nem mesmo ficar em frente às empresas está sendo permitido", diz.
"Estamos amparados sobre uma decisão legal que é a do direito de greve, por isso que este seminário está sendo feito com o judiciário e os trabalhadores para que a lei valha em todo o país e para todas as pessoas", complementa.
Para Sebastião Cardozo, o que preocupa é o poder judiciário conceder liminares por meio de interditos preventivos e outros para bancos em locais em que não há nenhuma agência.
"Há todo um aparato contra os trabalhadores, com alvarás desta natureza, mas continuaremos lutando para que seja cumprido o direito de greve", afirma Cardozo.
Fonte: Contraf-CUT, com Seeb SP