terça-feira, 10 de novembro de 2009

Bradesco assume gestão
do banco ibi com demissões
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O Bradesco assumiu na semana passada a gestão do banco ibi promovendo demissões. Entre elas está a troca de praticamente toda a diretoria do ibi.
O jornal Valor Econômico apurou que na alta cúpula do ibi, banco da C&A que foi comprado pelo Bradesco em junho por R$ 1,4 bilhão, só três executivos ficaram.
Três foram demitidos, dois superintendentes foram para a C&A e outros três optaram por deixar a empresa.
O setor de cartões de crédito, que passou imune pela crise, já se transformou no principal produto de serviços dos bancos, com volume de transações que avança em cerca de 20%.
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CUT inicia mês da igualdade racial
com debate e atividades culturais
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Com o tema "Consciência negra, uma história de luta", CUT Nacional e CUT/SP promoveram um debate que abordou a luta da central no combate ao racismo e os avanços e conquistas nas políticas de promoção de igualdade.
A secretária de combate ao racismo da CUT, Maria Júlia Nogueira, coordenou a primeira mesa que tratou do papel da central na luta contra a discriminação e também tratou da aprovação do documento.
"O estatuto não responde a todos os anseios do movimento negro, mas é um grande passo para diminuir o processo de marginalização para a qual foi lançado o negro com o fim da escravidão".
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Banco público amplia fatia
de 28,4% para 33,9% no crédito
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Os bancos públicos ganharam espaço no mercado de crédito neste ano em relação ao ano passado. Segundo levantamento da Austin Rating, em junho de 2008 os bancos públicos tinham uma participação no mercado de 28,4%, contra 71,6% dos privados.
No mesmo mês deste ano, os públicos passaram a deter 33,9% da oferta de crédito, e os privados perderam espaço, ficando com 66,1%.
"Os bancos públicos desempenharam um papel muito importante de irrigar o mercado com crédito no período da crise", avalia Erivelto Rodrigues, presidente da Austin.Já os bancos privados "pisaram no freio".
Em junho do ano passado, eles foram responsáveis por emprestar R$ 721,376 bilhões, ante R$ 286,134 bilhões dos bancos públicos.
Já neste ano, a cifra dos bancos privados ficou em R$ 783,462 bilhões, ao passo que o volume emprestado pelos bancos públicos pulou para R$ 401,986 bilhões.
Contraf/CUT

TENTATIVA DE GOLPES EM
CAIXA ELETRÔNICOS DE LAVRAS

Representantes dos sindicatos para os comitês do
Saúde Caixa devem ser indicados até 20 de novembro
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Lista com os nomes dos indicados deve ser
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Até o dia 20 de novembro, impreterivelmente, os sindicatos de bancários filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) devem indicar seus representantes para os comitês de acompanhamento da rede credenciada do Saúde Caixa, com igual número de titulares e suplentes.
A lista com os nomes dos indicados deve ser remetida para contrafcut@contrafcut.org.br.
A recomendação é para que seja observada a área de abrangência das bases sindicais de cada federação e de cada Gerência de Filiais de Pessoas (Gipes).
No entanto, há a exigência de que todos os indicados sejam empregados ativos ou aposentados da Caixa, além de usuários do Saúde Caixa, obrigatoriamente.
Do empregado da ativa deverá ser informado nome completo, matrícula na empresa e lotação, enquanto no caso dos aposentados será preciso informar nome completo e número do CPF. Como conquista importante da campanha salarial deste ano, a criação e implantação dos comitês de acompanhamento da rede credenciada do Saúde Caixa é um passo decisivo para a melhoria das condições de saúde na Caixa Econômica Federal.
Trabalhadores se mobilizam
para 6ª Marcha à BrasíliaCentrais sindicais promovem amanhã uma manifestação
na Capital Federal para apresentar reivindicações conjuntas
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A classe trabalhadora se preparar para mais uma edição da Marcha à Brasília.
A manifestação reúne as centrais sindicais CUT, CGTB, CTB, Força Sindical, NCST e UGT através de uma pauta conjunta de reivindicações.
O primeiro eixo da Marcha deste ano é a redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais.
De acordo com as informações da CUT Nacional, um dos exemplos de país que adotou a redução da jornada de trabalho é a França, cujas horas trabalhadas por semana somam 38.
A medida entrou em vigor a partir de junho de 1998, com a lei Aubry - referência à então ministra do Trabalho do governo socialista de Lionel Jospin, Martine Aubry. Na primeira fase, foi implementada por adesão em empresas que fechavam acordos coletivos com seus trabalhadores.
Havia incentivo fiscal para as corporações que gerassem emprego. Segundo o cronograma original, no ano 2000 a lei entrou em vigor em empresas com 2 mil ou mais funcionários. Em 2002, passou a valer também para as micro e pequenas, com 20 ou menos funcionários.
Os sindicatos franceses afirmam que nesse período de implementação, especialmente no governo Jospin, foram gerados mais de 2 milhões de empregos, sendo no mínimo 400 mil deles como resultado direto da redução da jornada.
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Veja as demais reivindicações da pauta conjunta:
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Política de Valorização do salário mínimo
- aprovação do PL 01/07;
Ratificação das convenções 151 da OIT
- negociação no serviço público;
Ratificação da convenção 158 da OIT
- contra a demissão imotivada;
Não a precarização
- retirada dos PLS de terceirização
- 4302/98 e 4330/04;
Contra o trabalho análogo à escravidão
- aprovação da PEC 438/01.
Em Brasília, CUT fará manifestação
amanhã, contra Interdito Proibitório
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Amanhã, dia 11, durante a Marcha à Brasília, a CUT vai realizar uma manifestação diante do Supremo Tribunal Federal em protesto contra o interdito proibitório.
"O abuso das empresas no uso do interdito cria um clima de ditadura patronal que impede as manifestações legítimas dos trabalhadores", denuncia Adi dos Santos, presidente da CUT São Paulo.
Interdito proibitório é uma ação jurídica preventiva que um proprietário pode usar desde que prove ter informações seguras sobre o risco a que estaria exposto.
Dos anos 1990 para cá, a ação tem sido usada seguidamente por empresas para inviabilizar as mobilizações dos trabalhadores e das entidades sindicais.
Desnecessário - Os interditos têm impedido a colocação de faixas ou carros de som num raio de 500 metros do evento e a apreensão de pessoas ou objetos por meio de força policial. O não cumprimento das determinações pode levar a multas de R$ 1 milhão.
Adriana Terra, coordenadora do Departamento Jurídico do Sindicato, entende que o interdito proibitório coloca uma mordaça nos trabalhadores e sindicatos e é desnecessário.
"A lei de greve já disciplina as questões ligadas ao movimento e prevê a apuração de eventuais abusos e ilícitos", explica.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Febraban confirma ao MPT denúncias
de insegurança no transporte de valores
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Os bancos confirmaram denúncias dos bancários e vigilantes sobre a insegurança no transporte de valores e na vigilância dos estabelecimentos.
Em documento enviado ao procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Otávio Brito Lopes, a Febraban reconhece a existência de problemas no abastecimento de caixas eletrônicos, no estacionamento de carros fortes e na vigilância de agências, o que comprova o descumprimento da portaria nº 387, do Departamento de Polícia Federal (DPF), e da lei federal nº 7.102/83.
O texto dos bancos foi disponibilizado nesta segunda-feira, dia 9, para a Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), durante nova reunião entre as partes no MPT, em Brasília.
Abastecimento de caixas eletrônicos
Os bancos informaram que estão em funcionamento 4.681 ATMs instalados em locais expostos (fora do ambiente das agências, de quiosques e de outras instalações). Para esses equipamentos, a Febraban apresentou um calendário de transição para fazer a troca total de carga até março de 2010.
"Esse cronograma estabelece apenas a troca de numerário e não garante a troca de cassetes/gavetas na operação de abastecimento dos caixas eletrônicos.
Mais: trata apenas de ATMs em locais expostos, ignorando os demais que também precisam ser contemplados. Além disso, a portaria nº 387, da DPF, proíbe a contagem e o manuseio de numerário no abastecimento de dinheiro", destaca o presidente da CNTV, José Boaventura dos Santos.
CLIQUE E LEIA
PETRÔNIO ALVES, EX-PRESIDENTE
DO SEEB-MA NA MIRA DOS BLOGUEIROS

Justiça manda HSBC
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reintegrar bancário
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A Justiça reconhece mais uma vez a péssima situação em que se encontram muitos bancários.
A vitória desta vez foi contra o HSBC de Belo Horizonte que foi obrigado a reintegrar um bancário, demitido enquanto estava em tratamento médico por causa de transtornos mentais devido a dois assaltos sofridos no banco onde trabalhou.
A ação de reintegração foi julgada na 23ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte e a sentença favorável saiu no dia 9 de outubro.
No dia 04 de novembro, o funcionário voltou à mesma agência.
O bancário era funcionário há 20 anos, mas isso não foi levado em conta pela direção do HSBC, o que prova a insensibilidade geral dos banqueiros que descartam o funcionário quando ele mais precisa do emprego.
DIRETOR DA FETEC-NE, ELVES
SENA, PARABENIZA BANCÁRIOS

Parabéns a todos os bancários que acreditam na luta, valorizam suas entidades de representação de classes e respeitam seus dirigentes.
Há alguns que perseguem dirigentes sindicais.
Que usam artifícios de retaliação.
Que fazem jogo duplo.
Mas, apesar de tudo isso a luta realmente continua.
Agora, o reajuste do Unibanco é o maior da campanha salarial, no total chega a 12,21%, superando o Banco do Brasil.
Se ficássemos na ilha que a direção do Sindicato dos Bancários do Maranhão deseja, estaríamos fora desse reajuste.
Parabéns à Contraf-cut e à Comissão de Empresa do Itaú-Unibanco.
É lamentável que o Maranhão insista em não participar das comissões de empresa dos bancos.
Mas, novamente felicitações à Contraf/Cut, a comissão de empresa do Itaú-Unibanco e aos bancários do Unibanco.
Assim é que se luta!
Elves de Sena
Diretor da Fetec-Ne é funcionário do Unibanco
Jornalista revela os bastidores da
baderna no Sindicato dos Bancários
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“HONORÁVEIS BANDIDOS”
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Marcos Nogueira diz que sabotagem ao livro de Palmério
Dória foi ação fascista de jovens do PMDB do Maranhão
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O jornalista Marcos Nogueira escreveu ontem, em seu blog, que a baderna que ocorreu em São Luís, no lançamento do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”, realizado no Sindicato dos Bancários, foi um ataque fascista de pseudoestudantes secundaristas ligados ao PMDB do Maranhão.
Para Nogueira, a ação nefasta de um bando de estudantes ditos secundaristas foi organizada diretamente pelo vice-governador João Alberto e financiada por Ricardo Murad, secretário estadual de Saúde e cunhado da governadora Roseana Sarney.
De acordo com o jornalista, o agenciador da bagunça foi o ex-líder secundarista Ruy Pires. “Ele recebeu a missão de tentar empastelar o lançamento do livro HB, a mando de João Alberto e com financiamento de Ricardo Murad. Pires contatou Islane Vieira, presidente da União Municipal de Estudantes Secundaristas de São Luís, UMES, que arregimentou outros secundaristas ligados à UMES; e Ana Paula Ribeiro, ex-presidente da Fesma (Federação de Estudantes do Maranhão), que arregimentou alguns jovens moradores do bairro do São Raimundo”, afirma Marcos Nogueira.
Para ele, o que aconteceu foi uma ação organizada a pedido de João Alberto e financiada por Ricardo Murad, tendo cinco viaturas da Polícia Militar estrategicamente estacionadas numa rua
próxima à Rua do Sindicato dos Bancários.
“Está na cara que foi uma ação planejada dentro do Palácio dos Leões com o objetivo fascista de impedir a liberdade de expressão e calar dois jornalistas sexagenários que escreveram uma obra-prima sobre esses Honoráveis Bandidos que saqueiam sem dó o Maranhão”, declarou Nogueira.
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Audiência pública na Câmara cobra
Santander para retomar negociações
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Parlamentares e dirigentes de entidades sindicais e representativas dos bancários da ativa e aposentados cobraram da direção do Santander Brasil a retomada imediata das negociações, durante audiência pública pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa, da Câmara dos Deputados, em Brasília.
A sessão foi presidida pela deputada federal e ex-senadora Emilia Fernandes (PT-RS), que havia requerido a reunião, em junho, após ter recebido carta da Contraf-CUT denunciando a ocorrência de demissões, o pagamento de bônus para executivos e de PLR rebaixada para os trabalhadores, e o desrespeito com os aposentados.
A deputada também anunciou que na próxima reunião das comissões apresentará requerimentos para marcar nova audiência pública dentro de 60 dias para acompanhar os encaminhamentos, convidando também o Banco Central.A parlamentar lembrou que, na recente greve nacional da categoria, o Banco do Brasil negociou com o movimento sindical a abertura de 10 mil novos empregos em 2010 e 2011 e a Caixa Econômica Federal, 5 mil em 2010.
"Qual é a contribuição do Santander para melhorar as condições de trabalho dos bancários e das bancárias e o atendimento aos clientes e à população? Por que não avançam as negociações com os aposentados e as aposentadas, cujo enorme passivo trabalhista exige uma resposta concreta do banco?", questionou Emília.
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Itaú Unibanco descarta aumentar
provisões no quarto trimestre
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O Itaú Unibanco já passou pelo pior momento da inadimplência e não pretende aumentar as provisões no quarto trimestre, disse o presidente do conselho da instituição, Pedro Moreira Salles, em entrevista à Reuters.
Ele afirmou que o pico da inadimplência ocorreu alguns meses atrás e que não espera surpresas ruins no balanço do banco no fim do ano.
"Nós acreditamos que vimos o pico da inadimplência entre os segundo e terceiro trimestres", disse ele na capital dos Emirados Arábes Unidos, Abu Dabhi.
"As condições para bons crédito e portfólios estão aí e vemos a inadimplência diminuindo e revertendo para onde ela estava antes de setembro de 2008."Moreira Salles não fez previsão para o lucro no quarto trimestre, mas afirmou que o período será "muito positivo".
"O fim do ano normalmente é um bom momento para a atividade econômica e normalmente é o mais forte para os bancos.""O portfólio de crédito está melhorando e os negócios estão se recuperando. Estamos vendo volumes recordes... A tendência é muito boa.Quando questionado sobre se haveria um aumento das provisões neste último trimestre, ele disse que não.
Fonte: Agência Reuters Brasil
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Bancos centrais reafirmam sinais de
estabilização em reunião na Basileia
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Os maiores bancos centrais do mundo concluíram hoje, na Basileia, que a economia mundial já dá "claros sinais de estabilização".
O encontro ainda concluiu que as medidas excepcionais tomadas por governos de todo o mundo "evitaram uma depressão".
A reunião dos BCs, que contou com a presença de Henrique Meirelles e do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), Ben Bernanke, estimou também que os riscos ainda não foram totalmente superados, apesar da conclusão positiva.
"Confirmamos o fim da queda livre das economias. Vimos uma melhoria nos mercados e uma série de elementos confirmando que evitamos uma depressão", afirmou o Presidente do Banco Central Europeu Jean Claude Trichet, que atua como porta-voz dos BCs.
"O risco de depressão foi uma ameaça real", completou Trichet.
Fonte: Agência Estado
Sindicato dos Bancários de São Paulo
Momento Bancário 16

Vale a Pena Ver de Novo
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Talentos da Maturidade
Concurso do Banco Real.


Banrisulenses discutem pendências com
a Fundação Banrisul na segunda-feira
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O Comando dos Banrisulenses se reunirá hoje, segunda-feira (9), com a direção da Fundação Banrisul. O encontro será às 10h30, na sede da Fundação, na rua Siqueira Campos, 736, Centro de Porto Alegre.
A reunião foi acertada durante negociação específica com a direção do banco pela Campanha Salarial 2009. O objetivo dos banrisulenses é discutir e resolver pendências do funcionalismo do banco junto à Fundação.
Além disso, os trabalhadores também possuem uma série de reivindicações que já foram repassadas à direção da Fundação, mas ainda não foram debatidas. Segundo a diretora da Federação dos Bancários RS, Denise Corrêa, os banrisulenses tem grandes expectativas quando a possíveis mudanças na gestão da Fundação Banrisul. "Queremos a democratização da gestão, através da realização de eleições diretas para as áreas de Seguridade e Financeira", destaca a dirigente sindical.
Veja algumas das deliberações do 17º Encontro Nacional dos Banrisulenses em relação à Fundação Banrisul:
:: Fim das faixas etárias: recebimento do beneficio a partir da concessão da previdência oficial; Hoje são 3 faixas: Os pré-23 de janeiro de 1978, sem limite de idade; os admitidos a partir dessa data e até junho de 82 e os que entraram após essa data que terão de trabalhar ou contribuir até os 60 anos.
:: Aumento do benefício mínimo para 50% do salário real de benefício (hoje 10%). :: Cobertura do redutor "Fator Previdenciário".
:: Democratização da Entidade - Realização de eleições diretas para diretor de seguridade e financeiro.
:: Fim do voto de qualidade que dá total poder aos representantes das patrocinadoras.
:: Pagamento integral das pensões (100%), sem reduções.
:: Paridade de contribuição na Fundação entre patrocinador e participante.
:: Extensão do valor do ADI e Cesta Alimentação ao valor da complementação, inclusive nas pensões, com o devido custeio das patrocinadoras e participantes.
:: Realização de seminário sobre a Fundação Banrisul para aprofundamento e democratização do debate sobre a situação atual e perspectivas futuras do nosso fundo de pensão.
Filme de José Padilha sobre o
mensalão terá R$ 1 milhão do BNDES

Diretor de 'Tropa de Elite' deve começar a gravar no 2º semestre de 2010. Filme fala de relações políticas e problemas sociais, diz especialista. José Padilha é diretor do filme "Nunca antes na história deste país".

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Uma história de ficção, que se passa em Brasília e tem como pano de fundo o maior escândalo político do governo Lula: o mensalão, suposto esquema de compra de apoio ao governo no Congresso. “Nunca antes na história deste país”, filme de José Padilha, o mesmo diretor de "Tropa de Elite", tem previsão de ser filmado no segundo semestre de 2010 e deve chegar às salas de cinema do país em 2011. O filme foi um dos escolhidos no edital de seleção pública de projetos cinematográficos 2009 do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco vai liberar R$ 1 milhão para a produção da trama.
O G1 conversou com um dos integrantes da comissão avaliadora dos projetos patrocinados pelo BNDES neste ano. Responsável pelo Cine PE, o produtor Alfredo Bertini foi um dos profissionais encarregados pela análise do projeto. Ele conta que o filme de Padilha se passa em Brasília, relata o esquema de caixa dois em campanhas e de compra de votos de parlamentares - batizado de mensalão - e conta com sequências paralelas que relatam problemas sociais do país. “O filme fala dessa história do mensalão. É uma ficção que envolve a relação entre o poder Legislativo e o poder Executivo, fala dos patrocinadores de campanha dos políticos. A trama se passa em Brasília e é intercalada por uma história paralela que fala um pouco dos problemas sociais do país”, relata Bertini.
Justiça
Os nomes dos personagens da trama são todos fictícios. Na vida real, o esquema do mensalão foi revelado em 2005 e é a maior causa em julgamento nos 200 anos de existência do Supremo Tribunal Federal (STF). Sem previsão de ser levado ao plenário da Suprema Corte, o processo está prestes a completar dois anos tramitando no STF e já acumula quase 100 volumes e mais de 170 anexos – um calhamaço superior a 30 mil páginas e 150 quilos que exige três carrinhos elétricos para ser transportado.
Desde 12 de novembro do ano passado, quando foi protocolado, todos os 40 réus - alguns deles personagens ilustres da política nacional - e as 41 testemunhas de acusação já prestaram depoimento. Pelo menos 34 advogados atuam na defesa dos réus do mensalão. Na fase atual, o STF está concentrado sobre as testemunhas de defesa, cerca de 600.

domingo, 8 de novembro de 2009

Lucro da Caixa comprova que greve dos
empregados acertou quando exigiu mais
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Os números do balanço do terceiro trimestre da Caixa Econômica Federal comprovam que a Contraf-CUT, as entidades sindicais e os empregados tinham razão quando decidiram permanecer em greve nacional para avançar nas reivindicações específicas e, assim, conquistaram um abono de R$ 700 e cinco mil de contratações, dentre outros avanços.
A Caixa fechou o terceiro trimestre de 2009, com lucro de R$ 869,9 milhões, uma alta de 20,4% sobre igual período do ano passado e acima das previsões conservadoras da direção da empresa.
"Não foram poucas as tentativas da Caixa, durante as negociações com o Comando Nacional dos Bancários, em criar dificuldades para o pagamento da PLR e atender outras demandas dos empregados", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
"Ao longo de todas as discussões, nós enfatizávamos que a Caixa podia mais e o balanço do terceiro trimestre revela que, mesmo não tenho acesso aos números, estávamos cobertos de razão", salienta.Com esse resultado, fruto do empenho e dedicação dos trabalhadores da Caixa, o lucro acumulado até setembro atingiu R$ 2,027 bilhões.
"Esse número representa quase a totalidade do valor projetado pela empresa para todo o exercício de 2009, que é de R$ 2,13 bilhões, o que nos leva a crer com o desempenho do último trimestre que o resultado será bem superior das previsões feitas pela instituição", aponta Plínio. "Além disso, esse desempenho favorece a retomada do processo de negociação permanente, onde buscaremos novas conquistas para os trabalhadores", ressalta o diretor da Contraf-CUT.
Outros números do balanço
As receitas com intermediação financeira do banco atingiram no trimestre o montante de R$ 8,252 bilhões, o que representa um crescimento de 5,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Porém, na comparação com o segundo trimestre, ocorreu uma queda de 5,12%.
Já as despesas com intermediação financeira foram de R$ 5,592 bilhões.
Durante o período, a Caixa foi, ao lado do Banco do Brasil, uma das armas usadas pelo governo federal para ativar o crédito no país, que no final do ano passado foi duramente castigado pela crise financeira global.
Essa agressividade na cessão de crédito pode ser notada na evolução da carteira do banco, que saltou de R$ 70,7 bilhões no final do terceiro trimestre de 2008 para R$ 113,8 bilhões em setembro deste ano, uma alta de 61%.
Fonte: Contraf-CUT
PANCADÃO - PARTE 2
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Baderna Criminosa no Lançamento do Livro
"Honoráveis Bandidos" em São Luís-Maranhão.


Especialização em Gestão de Agências Bancárias

Quadrilha rouba único caixa
eletrônico de Carnaubais-RN
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Cerca de 25 homens arrancaram o Caixa Eletrônico do Banco do Brasil, único caixa de Carnaubais, com mais de 100 mil reais e o abandonaram numa região salineira de Porto do Mangue, Rio Grande do Norte.


Com quase 30 milhões fora da pobreza

hoje classe média é maioria no Brasil

Em entrevista para o programa Bom Dia Ministro, transmitido ao vivo via satélite para emissoras de rádio de todo o Brasil, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, analisou o andamento das obras do PAC, que já totaliza mais de 33% de ações concluídas e 58% em ritmo adequado de andamento. Também abordou o conjunto de medidas do governo federal para a Copa de 2014, o Pré-sal e a crise econômica mundial. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.
Desigualdades
As desigualdades no País estão sendo reduzidas de forma muito significativa. Consideramos que uma nova classe média surgiu no governo Lula, vinda daquelas pessoas que estavam em uma situação de pobreza. Então, quase 30 milhões de pessoas saíram de uma situação de pobreza e chegaram à condição atual, com a classe média sendo a grande majoritária no Brasil. Para a gente lembrar, em 2003 algo como 49,4% do Brasil era de classe média.

Hoje, temos uma situação completamente diferente: quase 53% é classe média. Isso significa que o País está numa nova situação. Ele criou um mercado interno poderoso, responsável por termos sido o país que por último entrou na crise e estamos sendo os primeiros a sair dela. O mercado interno funcionou como uma espécie de âncora. Garantindo que não se tivesse uma queda no emprego como os Estado Unidos e Europa. O número de empregos está aumentando. Vamos criar algo como um milhão de novos empregos em 2009.
Crise Econômica Internacional
Eu avalio de uma maneira muito otimista. E acho que não sou só eu não. Pelo menos as grandes revistas e jornais internacionais, como o The Economist, o Financial Times, o Le Monde, todos eles reconhecem que o Brasil é um país diferenciado. E eu acho que conseguimos isso pela política que o presidente Lula encaminhou para o País. Tivemos um sucesso extraordinário. Primeiro, nas medidas anticíclicas que tomamos.

No passado, quando havia uma crise internacional lá fora o Brasil quebrava e recorria ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que impunha uma lista de condições. Primeiro, parar de investir. Tudo que não fizemos foi parar de investir. Primeiro porque não dependemos do FMI mais. Acabamos com essa dependência que era nefasta, porque só ampliava a crise. Eles receitavam isso para nós, mas deste remédio eles definitivamente não tomavam. Então, passamos a investir. Definimos que a Petrobras manteria seus investimentos.

Passamos 100 bilhões para o BNDES, fizemos um programa habitacional de magnitude, que é o "Minha Casa, Minha Vida", com o objetivo de construir um milhão de moradias, e colocamos nossos bancos públicos - Banco do Brasil e Caixa Econômica - para garantir o crédito para as empresas. No meio da crise reduzimos juros. Hoje o Brasil pode dizer que estávamos certos: fomos os últimos a entrar e somos os primeiros a sair da crise. No ano que vem, vamos fechar esse último trimestre com uma taxa projetada de crescimento de quase 6%. O Brasil acelerou outra vez.
Fonte: Em Questão

sábado, 7 de novembro de 2009

CAIXA ALTA
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Lucro da Caixa cresce no 3º trimestre
e atinge R$ 2,027 bilhões até setembro
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Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre do ano. Com isso, o seu resultado superou em 20% o registrado em igual período no ano passado, que foi de R$ 722 milhões, enquanto os principais bancos privados que divulgaram balanços até agora registram queda no resultado.
No acumulado do ano, no entanto, o resultado da instituição caiu 38%, de R$ 3,265 bilhões para R$ 2,027 bilhões, sob impacto do aumento das provisões para créditos em atraso.
O desempenho do trimestre refletiu aumento do volume de crédito, que compensou os agressivos cortes nos juros cobrados nos empréstimos feitos pelo banco federal. Mas o lucro foi definitivamente impactado por uma "reversão de outras provisões operacionais" da ordem de R$ 800 milhões.
As notas explicativas não informam que provisões eram essas.Os juros médios cobrados pela Caixa caíram 10,7 pontos percentuais no período de 12 meses encerrado em setembro. Parte disso (4,7 pontos) é o simples repasse da queda dos custos de captação, que se tornaram menores em virtude dos cortes feitos pelo Banco Central na taxa básica de juros.
O resto (6 pontos) é o corte no "spread" bancário da Caixa.
Apesar dos juros menores, a receita da Caixa com operações de crédito aumentou 33,7% no período. A equação teve resultado positivo porque, no período, a carteira de crédito teve uma expansão de 61,9%.

25 assaltos em 2009

Números assaltitantes




Mudança no BB Jaracaty
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O Banco do Brasil vai deixar de funcionar no espaço atual que fica ao lado do Shopping São Luís, no Jaracati, e vai se instalar no Jaracati Shopping.
Detalhe: o Jaracati Shopping vai ganhar ainda um posto do Viva Cidadão e adquiriu recentemente o terreno ao lado onde deverá ampliar suas lojas. Estão previstas a C&A, Renner, Riachuelo e Marisa.
O Superintendente do Jaracati Shopping, Eduardo Aquino, comemora os bons resultados: “Somos um espaço cheio de opções para todas as idades”.
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(Jornal Pequeno/Kátia Persovisan)
Itaú Unibanco apresenta esboço
do novo plano de saúde
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Os bancários do Itaú Unibanco estiveram reunidos com a direção do banco para discutir a unificação do plano de saúde e cobrar, mais uma vez, a igualdade de direitos entre os trabalhadores no processo de fusão. A empresa apresentou um esboço do que será o novo plano, denominado Plano de Saúde Itaú.
Entre as principais características do projeto apresentado pelo banco estão: o plano procurará manter a autogestão quando possível, será individual e não mais familiar, com cobertura nacional, possível implantação em 1° de março de 2010 e período de adesão de 30 de novembro a 29 de janeiro.
Regras
Diante das regras estabelecidas pelo Itaú Unibanco, os representantes dos trabalhadores questionaram sobre a participação dos aposentados nas discussões e a redução no direito por morte por acidente, além de pedir pela continuidade da vinculação do plano odontológico (com a opção de três operadoras para que o associado escolha) e propor a redução do teto da co-participação.
“Embora as regras tenham sido criadas pelo banco, o movimento sindical tem conseguido espaço para dialogar e expor as necessidades dos trabalhadores”, acrescenta Márcio Kieller, dirigente que representou o Sindicato dos Bancários de Curitiba e região na reunião.
“Embora esse esboço não seja de um plano ideal, a intervenção qualificada dos trabalhadores já conseguiu garantir melhorias, como a continuação do comitê de acompanhamento, a CAPS, e a não co-participação em casos de doenças crônicas e diversos exames”, completa.
A proposta final do novo plano de saúde deve ser elaborada conjuntamente e depois apreciada pelos trabalhadores em assembleias para a construção de um acordo coletivo sobre o tema. Uma nova reunião entre os representantes do Itaú Unibanco e dos bancários já está agendada para o dia 16 de novembro.
Outros pontos
Com relação à isonomia, diante da pressão dos trabalhadores, a empresa anunciou a equiparação salarial (o que representa um reajuste de 6,15% salário inicial dos escriturários do Unibanco e 6,21% no piso dos caixas).
Além disso, o Itaú Unibanco também se pronunciou sobre a isenção das tarifas, que será estendida aos bancários originários do Unibanco.
No caso dos juros do cheque especial, será adotada a taxa praticada hoje no Itaú, a mais baixa entre as duas. Já as taxas de crédito imobiliário seguirão os valores vigentes no Unibanco, também os mais baixos.
Aproveitando a oportunidade, os trabalhadores cobraram explicações sobre as declarações do presidente da empresa, Roberto Setúbal, de que seriam contratados entre 13 mil e 14 mil novos funcionários.
Diante do balanço trimestral, que anunciou um lucro de R$ 6,853 bilhões (15,5% maior em relação ao ano passado) e a redução de 6.062 postos de trabalho desde o início da fusão, o banco se limitou a descartar a existência de qualquer processo de demissão em massa e de fechamento de agências.
Licença-maternidade
Após a artimanha utilizada pela Fenaban, vinculando a extensão da licença-maternidade à adesão ao Programa Empresa Cidadã do Governo Federal, a Contraf-CUT enviou uma carta aos representantes dos bancos privados cobrando que a medida fosse posta em prática.
O Itaú Unibanco informou ao movimento sindical que já está aceitando os pedidos de prorrogação do benefício. De acordo com a lei, para ter direito aos seis meses de licença, as trabalhadoras devem fazer a solicitação no primeiro mês após o nascimento do bebê.
Por: Renata Ortega
SEEB Curitiba
HONORÁVEIS DAS SAIDINHAS
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Presos acusados de cometer
''saidinhas bancárias'' em ITZ
Os irmãos Leonardo Fialho de Araújo, e Henrique Fialho de
Araújo, foram presos em uma casa, na periferia de Imperatriz.
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Graças a uma denúncia anônima à Central de Operações a Polícia Militar prendeu na tarde desta sexta-feira (6) dois homens acusados de participação em assaltos contra clientes bancários.
Os irmãos Leonardo Fialho de Araújo (19 anos), e Henrique Fialho de Araújo (23 anos), foram presos em uma casa situada à rua João Lisboa, 903, na Vila Redenção, na periferia.
No local foram apreendidos dois revólveres calibre 38 municiados, duas motocicletas (Yamaha XTZ de placa HPR-4360 e uma Honda Biz NHG-9332, ambas de Imperatriz) várias peças de roupas, três capacetes, a descarga de uma terceira motocicleta e pouco mais de R$ 600.00.
O capitão da PM que comandou a operação, Janilson Lindoso, informou que há suspeitas de que a dupla tenha sido a mesma que perseguiu e tomou de assalto a importância de R$ 7.000.00 de Adão Milton Quadro na manhã de hoje. A vítima ainda arrancou pela contramão com o carro até ser dominada pelos motoqueiros na Avenida Bernardo Sayão, na Nova Imperatriz.
O delegado Lúcio Reis disse que recentemente concluiu um inquérito em que enviou à Justiça com pedido de prisão preventiva dos irmãos sobre quem pesam acusações de vários assaltos conhecidos por “Saidinha de Banco” e em comércios.
Reis revelou que Leonardo e Henrique são acusados de pertencer a uma quadrilha formada por sete pessoas que vem agindo na cidade há vários dias.
Os acusados não quiseram comentar sobre as prisões e nem sobre a festa que estava sendo realizada na casa em que estavam antes da chegada da PM. (Imirante)
Audiência pública na Câmara cobra
Santander para retomar negociações
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Parlamentares e dirigentes de entidades sindicais e representativas dos bancários da ativa e aposentados cobraram da direção do Santander Brasil a retomada imediata das negociações, durante audiência pública pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa, da Câmara dos Deputados, em Brasília.
A sessão foi presidida pela deputada federal e ex-senadora Emilia Fernandes (PT-RS), que havia requerido a reunião, em junho, após ter recebido carta da Contraf-CUT denunciando a ocorrência de demissões, o pagamento de bônus para executivos e de PLR rebaixada para os trabalhadores, e o desrespeito com os aposentados.
Convidado, o presidente do banco espanhol, Fábio Barbosa, não compareceu, mandando para representá-lo o superintendente de Relações Sindicais, Jerônimo dos Anjos.
Também foram ouvidos os presidentes da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, da Afubesp, Paulo Salvador, da Afabesp, Yoshimi Onishi, e o coordenador da Comissão Nacional dos Aposentados do Banespa, Herbert Muniz. Comparecem vários deputados, como Nelson Marquezelli (PTB-SP), Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Paulo Bornhausen (DEM-SC), o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), os presidentes dos Sindicatos dos Bancários de Brasília, Rodrigo Brito, e do Rio de Janeiro, Almir Aguiar, o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr, o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Mário Raia, e a diretora do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rosane Alaby.
Ainda participaram outros dirigentes sindicais e diretores de Afabans.Emília disse que vai pedir cópia dos dados enviados pelo Santander ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, como forma de verificar a evolução do emprego e garantir transparência.
A deputada também anunciou que na próxima reunião das comissões apresentará requerimentos para marcar nova audiência pública dentro de 60 dias para acompanhar os encaminhamentos, convidando também o Banco Central.
A parlamentar lembrou que, na recente greve nacional da categoria, o Banco do Brasil negociou com o movimento sindical a abertura de 10 mil novos empregos em 2010 e 2011 e a Caixa Econômica Federal, 5 mil em 2010.
"Qual é a contribuição do Santander para melhorar as condições de trabalho dos bancários e das bancárias e o atendimento aos clientes e à população?
Por que não avançam as negociações com os aposentados e as aposentadas, cujo enorme passivo trabalhista exige uma resposta concreta do banco?", questionou Emília.
Apesar do lucro, corte de 2.301 empregos
Carlos Cordeiro apresentou levantamento da Subseção do Dieese da Contraf-CUT, mostrando dados comparativos entre o balanço do primeiro semestre de 2009 e o de igual período do ano passado.
"Houve crescimento em ativos, operações de crédito e tesouraria, receitas de prestação de serviços, patrimônio líquido e lucro líquido" apontou."Se os ganhos aumentaram, por que o mesmo não ocorreu em relação aos empregos?", indagou.
"Apesar do lucro estratosférico, ocorreu redução de 2.301 postos de trabalho, na comparação do balanço do terceiro trimestre de 2009 com o dos primeiros nove meses de 2008", denunciou.
"Só no Rio o banco dispensou 568 funcionários em 2008 e 2009, além de 149 pedidos de demissão.
Houve apenas sete aposentadorias, totalizando 743 desligamentos", destacou. "Qual é a contrapartida dos bancos europeus que vêm para o Brasil?
"Para o presidente da Contraf-CUT, "essa fusão só foi boa para o Santander e está sendo nefasta para os trabalhadores e a sociedade".
Ele defendeu a regulamentação do sistema financeiro e cobrou negociações sérias e respeito aos bancários.
"É inaceitável que um aposentado tenha que entrar na Justiça para exigir seus direitos e, muitas vezes, morre sem receber o que lhe é devido", disparou.
Garantia de emprego nos processos de fusão
Marcolino pediu a suspensão imediata das demissões e a manutenção dos direitos.
"Queremos negociações sem perdas para os trabalhadores e a sociedade. Nas fusões e aquisições só quem está ganhando são os bancos. Precisamos de garantia de emprego durante essa transição", frisou o presidente do Sindicato de São Paulo.
Ele também defendeu a construção de um projeto de lei com mecanismos de proteção dos empregos nos processos de fusões.
O sindicalista denunciou que o Santander possui cerca 40 mil processos trabalhistas, e a dispensa de funcionários está em 11,5% no ano de 2009, contra 6% no Itaú Unibanco, também em processo de fusão.
"Não é por acaso que as maiores reclamações são contra o Santander e isso se reflete nos serviços, que são realizados de forma precária, sem valorização dos bancários", disse.Santander, respeite o Brasil e os brasileiros!
O presidente da Afubesp ressaltou que a política de bancarização só trará resultados se houver respeito para o Brasil e os brasileiros. Ele também reclamou das demissões de trabalhadores e do descaso com os direitos dos aposentados.
"Queremos negociações sérias e transparentes", apontou.
Paulo Salvador ainda denunciou aos deputados o recente pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) pelo balanço com menor lucro, prejudicando os funcionários.
Enquanto isso, superintendentes e diretores executivos do banco ganham bônus milionários.
Aditivo e PPR: negociação travada
Vários representantes também se manifestaram.
O secretário de imprensa da Contraf-CUT lembrou que o banco fechou o terceiro trimestre deste ano com lucro de R$ 3,9 bilhões e cobrou a retomada imediata das negociações do Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2009/2010 e do Programa de Participação nos Resultados (PPR) referente ao exercício de 2009. A rodada marcada para o dia 22 de outubro foi cancelada pelo banco na véspera e, passadas duas semanas, nenhuma nova data foi agendada..
Ademir também pediu a prorrogação dos aditivos do Santander e Real, vencidos no dia 30 de outubro, até a assinatura do novo instrumento coletivo, reiterando teor da carta enviada ao Santander no último dia 28 de outubro pela Contraf-CUT e entidades sindicais.
Aposentados cobram negociações do passivo
Os aposentados admitidos pelo Banespa até 22.05.75 também exigiram a retomada das negociações, visando discutir o passivo trabalhista.
O coordenador da Comissão Nacional dos Aposentados do Banespa lembrou que, antes da privatização do banco, foram emitidos títulos públicos federais para pagar aposentadorias e pensões, mas acabaram sendo desbloqueados pelo Santander.
"O dinheiro entrou no caixa, foi utilizado pelo banco, mas durante cinco anos não houve reajuste e os vencimentos estão achatados. Classifico isso como a apropriação indébita do pagamento de aposentados e pensionistas", salientou Herbert.
O presidente da Afabesp também lembrou a emissão dos títulos e criticou a falta de seriedade do banco nas negociações do passivo.
CPI para investigar títulos federais
O deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) disse que já colheu assinaturas suficientes e pode apresentar até o fim de novembro um requerimento para que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) investigue esses títulos federais. Para ele, a questão é o reajuste de 15 mil aposentadorias e pensões, que ficaram congeladas entre 2001 e 2007.
"Estou segurando a CPI, mas é preciso cumprir o ato de privatização do Banespa, quando foram emitidos R$ 4,9 bilhões em títulos para saldar compromissos da época e futuros com os aposentados do banco", disse. Marquezelli afirmou que ainda não apresentou o requerimento a pedido de presidentes de Comissões da Câmara, que estão insistindo com o banco para reabrir as negociações. Segundo ele, há mais de 60 dias o banco se retirou das discussões e não procura uma solução para as perdas.
Conforme Herbert, os aposentados perderam mais de 50% de seus vencimentos, se tivessem sido corrigidos pelos reajustes da categoria.
Apesar de ressaltar que não é contrário à CPI, o deputado Paulo Bornhausen alertou que a investigação pode acirrar os ânimos, o que pode inviabilizar uma solução dialogada e mais rápida.
"Vamos analisar a legislação para ver o que deve ser feito, e queremos ouvir da autoridade monetária qual a regulamentação sobre esse assunto", disse.
Emilia concordou que ouvir a posição do governo será importante.
"Nada melhor que a negociação, eu sei por que venho do movimento sindical, mas medidas extremas [como a CPI] também fazem parte da luta", explicou.
Carta para Fábio BarbosaO senador Eduardo Suplicy registrou que enviou ontem uma carta ao presidente do Santander Brasil, reiterando as suas preocupações com as demissões e o descaso com os aposentados. Ele também defendeu a volta das negociações para a busca de soluções.
Santander não traz propostas
Jerônimo não apresentou propostas para as preocupações dos trabalhadores e aposentados. "Estamos dispostos a negociar", sinalizou, mas não agendou datas de reuniões com as entidades sindicais e representativas.
Ele lembrou o processo exaustivo de oito meses de negociações que resultou nos aditivos, onde estão previstos incentivos para aposentadoria, como o abono indenizatório e o "pijama".
Também citou o programa de realocação "Venha trabalhar na rede", que remanejou 530 dos 1.000 trabalhadores que se inscreveram."O Santander vai abrir 600 agências nos próximos três anos e pretende ser o melhor banco para se trabalhar", informou.
Em relação à proposta de CPI, Jerônimo respondeu que se trata de uma prerrogativa do Legislativo. "Se a CPI for instalada, o banco vai colaborar com os seus trabalhos", disse.
Encaminhamentos
Ao final, Emília apresentou os encaminhamentos da audiência pública, apontando as propostas formuladas pelos deputados e representantes das entidades
:- pedido de retomada das negociações pelo Santander com as entidades sindicais e representativas dos trabalhadores e aposentados;
- solicitação ao Santander para envio de cópia dos dados enviados ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, como forma de verificar a evolução do emprego e garantir transparência.
- pedido de fiscalização dos balanços do Santander pelo Banco Central;
- realização de nova audiência pública dentro de 60 dias para acompanhar os encaminhamentos, convidando também o Banco Central.
"Não vamos acirrar confrontos, mas buscar entendimentos e alternativas.
Que as negociações sejam retomadas", concluiu a deputada gaúcha.
Fonte: Contraf-CUT

HOJE, EM PINHEIRO - MARANHÃO
Bancários da Nossa Caixa aprovam
acordo sobre horas extras
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Depois de mais de vinte anos de briga na Justiça, finalmente os funcionários da Nossa Caixa vão receber as horas extras que o banco não pagou entre setembro de 1985 e outubro de 1986.
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Em assembleia realizada na quinta-feira (29) pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, os bancários aprovaram um acordo em que receberão 80% dos R$ 14 milhões que a empresa deve. Ao todo, serão mais de R$ 11 milhões distribuídos entre 3.700 bancários.
Para a diretora do Sindicato e funcionária da Nossa Caixa Raquel Kacelnikas, a decisão dos bancários foi acertada, pois do contrário o banco poderia continuar aproveitando-se das brechas da Justiça para protelar ainda mais o pagamento.
"Nosso processo tramita há mais de 20 anos e nesse período todo a Nossa Caixa usou de todo expediente protelatório que a Justiça permite para atrasar o andamento do processo. Cada funcionário que estava na ação e morria, por exemplo, o banco pedia na Justiça para o Sindicato habilitar o herdeiro legal. Só com isso perdemos muitos anos", explica.
Segundo Raquel, embora a decisão da Justiça em favor dos bancários já tenha sido tomada em última instância, a Nossa Caixa ainda pode recorrer dos valores da correção monetária, o que poderia atrasar em pelo menos mais três anos o pagamento da dívida com os funcionários.
"Por isso buscamos um entendimento com a instituição financeira para encerrar a ação. O banco fez uma proposta de pagar 80% dos valores devidos. Os bancários acharam um bom acordo e aprovaram".
Prêmio - O bancário Maurício Silva é um dos funcionários da Nossa Caixa que receberá as horas extras que o banco lhe deve desde 1985. Prestes a se aposentar, ele ficou feliz com o acordo. "Estou no final da carreira e esse dinheiro será uma espécie de prêmio para mim. Durante toda minha vida no banco, sempre acompanhei o trabalho do Sindicato e só tenho a agradecer à entidade", diz Maurício.
Seu colega Luiz Ângelo Mazzaro destaca que o acordo com o banco foi muito bom. "Para quem tem dívidas, os 80% que vamos receber agora é melhor do que os 100% que receberíamos daqui a alguns anos. Além disso, podemos ficar doentes ou até morrer, é melhor receber enquanto ainda temos saúde", ressalta.
O bancário aposentado Cláudio Roberto Cecotti também considera o acordo bom. "Se não aceitássemos, o processo não se finalizaria nunca. É assim que funciona nossa Justiça", diz. Para Cecotti, o Sindicato atuou bem durante a tramitação da ação e na negociação para o acordo.
"Acompanho o trabalho do Sindicato há décadas. Eu fui o segundo bancário da Nossa Caixa a me filiar à entidade, em 1977, quando os funcionários do banco paulista eram proibidos de se sindicalizar", lembra.
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CUT INTENSIFICA CAMPANHA PELAS 40 HORAS
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

TERCEIRIZADOS TAMBÉM
SOFREM COM VIOLÊNCIA
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ASSALTO AO BANCO PANAMERICANO
EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO