quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Entendemos que os danos na relação de trabalho da vítima podem ser causados com relativa rapidez pelo assediador.
Porém, uma vez detectado o processo, a empresa reage – quando o faz – geralmente com muita morosidade. Isso é tanto mais certo quanto mais a estrutura da empresa é rigidamente hierárquica e burocrática.
E que tipo de pessoa se sente, vamos dizer, “à vontade”, numa estrutura rigidamente desumana? Hirigoyen diz que o assediador é um perverso narcisista. Uma pessoa que não conseguiu superar traumas de infância e que não consegue enxergar o outro como ser humano. A perversidade consiste na utilização, e depois destruição do outro, sem a menor culpa. No narcisismo, a outra pessoa só existe como espelho dele, narcisista.
Entendemos que o assediador instaura a violência, com uma rotina de dominação, perseguição e controle, tentando fazer com que a vítima reaja de determinada maneira, igualando-se, assim, de certa forma, a ele, seu algoz. Uma vez no jogo, a vítima pode ser manipulada e, depois, descartada, supostamente por culpa de seus próprios atos.
O assédio moral acontece em contextos e ambientes propícios ao poder tirânico e à agressão moral. Que ensejam, como exemplificou o Dr. Manoel Jorge, do MPT/BA, mistificações como a da “qualidade total”: exigência total em todos os domínios da existência, e práticas como as de invasão moral: questionários onde constam perguntas como: “Já brigou com o vizinho?”, “Bebe?”, “Já teve desilusão amorosa?”.
Abaixo o assédio moral!
*José Carlos dos Santos é empregado da Caixa

O cidadão rondoniense que quiser ir a uma casa lotérica para pagar contas como água, luz, telefone, ou então fazer depósitos ou saques, desde ontem, (17/3) não pode mais usufruir deste benefício.
É que o Juiz Federal do Trabalho, Afrânio Viana Gonçalves, acatou requerimento de nulidade destes serviços por força do processo VTPVH/RO n. 00489, do ano de 2001, do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro no Estado de Rondônia (Seeb-RO).O sindicato entrou com ação contra a Caixa Econômica Federal no ano de 2001, quando o banco pretendia expandir os serviços bancários de forma terceirizada - através das lotéricas - na tentativa de 'enxugar a máquina' e diminuir o número de funcionários nas agências.
Além disso, o sindicato reclamava a questão da segurança que não existia nas casas lotéricas.Na sentença expedida há dois dias, o magistrado entendeu que nestes quase nove anos desde o início do processo do sindicato, a Caixa Econômica não implementou as medidas de segurança necessárias para uma unidade que funciona como uma extensão do próprio banco e que, por conseqüência, atua com um volume gigantesco de dinheiro e com uma demanda mais volumosa de pessoas.
Assim, o juiz determinou à Caixa a imediata suspensão dos serviços bancários executados nas lotéricas, até que haja a implantação dos sistemas rígidos de segurança nas casas lotéricas, sob pena de multa diária de até R$ 50 mil."É uma luta antiga, para garantir não somente a segurança dos funcionários e da sociedade em geral, mas também dos empresários, donos das lotéricas, que também são vítimas dos assaltos", disse o presidente do SEEB, Cleiton dos Santos.
Ele explica ainda que agora o problema dos lotéricos é procurar a Caixa Econômica Federal e o Sindicato das Loterias.Rondônia conta com 62 casas lotéricas, sendo que só em Porto Velho são 14. As estatísticas sobre assaltos não são precisas, mas somente numa casa lotérica, que fica exatamente em frente à Superintendência da Caixa, na Capital, foi assaltada duas vezes em 2009.
APOSTAS
19/03 - Presidente da Contraf-CUT é também presidente da UNI Américas Finanças
19/03 - Contraf-CUT disponibiliza os novos acordos assinados com o Santander
19/03 - Bancos comemoram número de cadastrados no DDA maior que o esperado
19/03 - Conveniados da CASSI são descredenciados no norte e noroeste do RJ
19/03 - Policial da UPP é preso ao tentar roubar agência do Itaú em Niterói
19/03 - União Européia precisa de órgão para lidar com bancos em colapso, diz FMI
19/03 - Santander usa cartão para elevar quadro de clientes pessoas jurídicas
19/03 - JPMorgan Chase pode ter imitado Lehman Brothers em contabilidade duvidosa
19/03 - Fundos de pensão e Bradesco contestam avanço de Dantas na Vale
19/03 - Banco britânico Lloyds diz que voltará ao azul em 2010
19/03 - Comitê de Basileia exige que bancos simplifiquem atividades para evitar quebras
18/03 - Santander paga metade do 13º salário e do prêmio-antiguidade nesta sexta
18/03 - Ato encerra Marcha Mundial das Mulheres no Pacaembu, em São Paulo
18/03 - UNI e entidades sindicais discutem acordo marco global com o HSBC no Brasil
18/03 - Crise mundial não afetou reajustes salariais em 2009, conclui Dieese
18/03 - Encontro histórico reúne bancários do Santander de diversos países no Casa 3
18/03 - Pesquisa do Idec aponta que bancos escondem taxas cobradas de clientes
18/03 - Bancos estrangeiros não melhoraram sistema financeiro no Brasil, diz IPEA
18/03 - Definida estratégia mundial da campanha por acordo global com HSBC e Santander
18/03 - Conselho de Usuários do Saúde Caixa avalia credenciamentos nesta sexta

Os bancos não estão para brincadeira. Apesar de a taxa básica de juros (Selic) ter permanecido estável nos primeiros meses do ano — e continuar em 8,75% pelos próximos 45 dias, conforme decidiu ontem o Comitê de Política Monetária (Copom) —, a maior parte das instituições financeiras encareceu o crédito aos consumidores. Para espanto do Banco Central, o movimento foi puxado pelas instituições públicas.
A Caixa Econômica Federal não ficou atrás. A clientela foi punida em três linhas. A taxa média dos empréstimos pessoais subiu, no mesmo período, de 2,17% para 2,23% mensais. Nos financiamentos de veículos, os juros saíram de 1,50% para 1,58% ao mês. Já no crédito para bens de consumo, o custo médio pulou de 4,56% para 4,68% mensais. Nesta última linha, por sinal, a Caixa cobra a os maiores juros n,a comparação com os principais bancos do país.
Compulsórios
Entre as instituições privadas, a alta foi puxada pelo HSBC, também com juros maiores em três das quatro linhas a pessoas físicas que têm as taxas divulgadas pelo BC em seu site. No cheque especial, o custo médio subiu de 8,59% para 8,95% ao mês. Nos financiamentos de carros, a taxa foi de 1,42% para 1,43% mensais. Para os bens de consumo, os juros passaram de 3,97% para 4,05% ao mês.
Questionados pelo blog, os bancos unificaram o discurso e negaram a alta dos juros. Tanto o Banco do Brasil quanto a Caixa e o HSBC atribuíram as taxas maiores divulgadas pelo BC à mudança no perfil da clientela. Como, nos últimos meses, conquistaram novos clientes, que têm perfil mais arriscado, os juros pagos por eles são mais elevados, puxando a média para cima.



