Bancários de Curitiba acionam Ministério
Público do Trabalho sobre Influenza A
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O presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Otávio Dias, esteve na manhã de quinta-feira, dia 6, com uma delegação de dirigentes que representam os trabalhadores, no Ministério Público do Paraná, protocolando ofício.
O documento informou à Procuradoria do Trabalho quais as ações realizadas pelo Sindicato, nos últimos dias, visando que os bancos adotem medidas de prevenção da Influenza A em agências e departamentos bancários.
Os bancários também solicitaram ao Ministério a mediação entre a entidade dos trabalhadores e a patronal, exigindo que os bancos privados adotem medidas de prevenção que possam inibir a contaminação da Influenza A nas unidades bancárias.
Caso os bancos se neguem a adotar estas precauções, o Sindicato pede que o Ministério do Trabalho tome providências jurídicas. Outros órgãos competentes já foram acionados Através da Secretaria de Assuntos Jurídicos, o Sindicato procurou a Vigilância Sanitária e a Superintendência Regional do Trabalho com intuito de garantir a saúde dos trabalhadores bancários. O Sindicato esclarece que não há orientação para fechamento das agências. Fonte: SEEB Curitiba
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Leilão do INSS
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Bradescompleto arremata o
maior número de lotes
O Bradesco foi o banco que mais lotes arrematou no leilão de pagamento de benefícios do INSS concluído ontem: foram oito com o equivalente a 26% do volume de benefícios ofertados.
Apesar de ser um dos bancos privados que hesitava em participar do leilão, o Bradesco concluiu que não poderia ficar fora da disputa e perder participação de mercado.
O Bradesco é atualmente o segundo maior pagador do INSS depois do Banco do Brasil (BB), responsável por 5 milhões do total de 24 milhões de benefícios distribuídos mensalmente. "Estamos no mercado e vamos nos adaptar à regra.
O Bradesco tem vocação de varejo. Não poderíamos deixar essa clientela sem nossa presença. Vamos buscar agora cobrir as despesas. Teremos que ser criativos e desenvolver produtos para esses novos clientes. Do limão vamos fazer uma limonada", disse o diretor executivo do Bradesco, Ademir Cossielo.
Os oito lotes arrematados pelo Bradesco compreendem 100.252 benefícios mensais concedidos. Em um ano, serão 1,2 milhão de novos clientes e, nos cinco anos do contrato, 6 milhões.
Para isso, o Bradesco pagou uma média de R$ 0,96 por benefício, o que significa R$ 96,2 mil em um mês. O Bradesco pode acabar com mais benefícios porque ficou em segundo lugar na disputa por sete lotes.
A regra do leilão estabeleceu que se o banco que ficou em primeiro lugar não tiver condições de atender os clientes em determinadas cidades, o segundo colocado assumirá a tarefa.
Esses benefícios incluem aposentadorias mas também pagamentos temporários como auxílio-doença, maternidade e reclusão.
Cossielo calcula que, do total de benefícios concedidos, 30% a 35% são definitivos, que são os com maior probabilidade de se transformarem em clientes fidelizados pelo banco.
Essa será a batalha do Bradesco. A estratégia, segundo Cossielo, será "olhar o beneficiário como um todo, não só como possuidor de renda do INSS".
O principal produto a ser oferecido é o crédito consignado. Mas, o professor Celso Grisi, da consultoria Fractal, afirma que o beneficiário do INSS pode também se interessar por um cheque especial, financiamento de automóvel, crédito direto ao consumidor (CDC); produtos de investimento como poupança e fundos; além de seguro, consórcio e capitalização.
Para isso, disse, são necessárias rede de distribuição e base tecnológica - dois fatores que o Bradesco possui.
O banco tem 3,4 mil agências, 1,2 mil postos de atendimento bancário (PABs), 17,7 mil pontos Bradesco Expresso e mais 6 mil agências do Banco Postal. Os lotes abocanhados pelo Bradesco englobam desde localidades do Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, Alagoas, Sergipe, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul à cidade de São Paulo.
A atuação do banco no leilão é coerente com o objetivo de ganhar espaço no varejo para reduzir a distância aberta pelo Itaú que, ao se fundir com o Unibanco, deslocou o Bradesco do primeiro lugar entre os privados.
A estratégia de conquistar especialmente a clientela de baixa renda foi salientada pelo presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, ao apresentar os resultados do primeiro semestre, no início desta semana.
Trabuco disse querer capturar o efeito positivo da melhor distribuição de renda no país. Segundo o professor Grisi, é exatamente nesse espaço que estão as melhores oportunidades de crescimento para os bancos de varejo. Fonte: Valor Econômico
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Contraf faz segunda tiragem do Jornal
dos Bancários e Vigilantes do Brasil
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A Contraf-CUT fará uma segunda tiragem na próxima semana do Jornal dos Bancários e Vigilantes do Brasil, elaborado pela entidade em conjunto com Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV) e lançado durante o Encontro Temático de Segurança na 11ª Conferência Nacional dos Bancários, no dia 17 de julho.
O objetivo é atender todos os sindicatos e federações, a fim de levar esse novo instrumento de comunicação acerca da segurança para bancários e vigilantes, a Contraf-CUT fará uma segunda tiragem na próxima semana.
A primeira tiragem de 30 mil exemplares esgotou e novos pedidos chegam diariamente.Os novos pedidos deverão ser feitos impreterivelmente até terça-feira, dia 11, às 18 horas, pelo e-mail analucia@contrafcut.org.br informando a quantidade, que será enviado via Sedex pelo correio. Mais detalhes na seção de comunicados, área restrita, no site da Contraf-CUT. Clique aqui:
Fonte: Contraf-CUT
.Ministério Público do Rio processa
bancos por omitir taxas em empréstimos
.A falta de transparência dos bancos com as taxas de financiamento levou o Ministério Público do Rio de Janeiro a ingressar com uma ação na Justiça contra Bradesco, Unibanco, Santander e Banrisul.
Essas instituições são acusadas de desrespeitar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) por não deixarem evidente, em contratos de financiamento, o valor que será gasto pelos consumidores.
Segundo a ação, que corre na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, os bancos descumprem, há quase dez anos, o artigo 52 do CDC que, dentre outros itens, obriga a informação da soma total a pagar, o montante dos juros de mora e da taxa efetiva anual de juros, além da periodicidade das prestações.
"Os bancos deixam de colocar isso nos contratos porque, com essa informação, salta aos olhos o excesso de encargos que incidem nos empréstimos", explica o promotor de justiça Julio Machado de Teixeira Costa, que assina a ação.
Para ele, esta atitude deixa evidente que os bancos não se importam com os seus clientes. "Quem contrata financiamento com juros pré-fixados tem o direito a todas as informações", ressalta.
A ação contra o Bradesco, Santander, Banrisul e Unibanco também usa, como referência, uma outra ação movida pelo mesmo promotor contra a Losango, o HSBC, Banco Múltiplo, Itaú e Cia Itauleasing de arrendamento mercantil, em processos movidos nos anos de 2005 e 2007.
O promotor explica que, nestes casos, as empresas foram condenadas a reajustarem os contratos dos clientes.
"Usamos a mesma base de pedido nesta última ação contra o Itaú e Losango. Todos tiveram de fazer alterações nos contratos", conta Teixeira Costa.A ação contra os quatro bancos pede a condenação das instituições tanto em caráter individual, como coletivo, ambas por danos morais. O Ministério Público também pede indenização para a reparação dos danos de caráter transindividual de R$ 800 mil.
.NOVA EDIÇÃO DA
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Destaque da Edição
Trabalho
A casta inferior
A casta inferior
Não se trata, ainda, da admissão pela sociedade e pelo Estado de uma classe subjugada, como na Índia. Mas é o que pode acontecer se o Brasil não proteger seus trabalhadores dos porões da terceirização.
João dos Reis foi demitido do Unibanco e
João dos Reis foi demitido do Unibanco econtratado por terceirizadas para fazer o
mesmo serviço (Foto: Gerardo Lazzari)
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Todas as manhãs ele sai de casa, no ABC paulista, e toma o ônibus fretado pela Ford para, às 6h48, estar a postos na fábrica de São Bernardo do Campo.
Ao seu lado, no ônibus, estão dezenas de metalúrgicos como ele.
A diferença é que é funcionário da DHL, empresa que tem 500 empregados “prestando serviços” de logística para aquela unidade da Ford.
Prática que ganhou impulso a partir dos anos 1990, a terceirização está disseminada em todos os setores da economia e sem legislação que a regule. Sondagem feita este ano pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) revela que 54% das fábricas brasileiras utilizam esse expediente, que absorve 14% da mão-de-obra do setor.
Prática que ganhou impulso a partir dos anos 1990, a terceirização está disseminada em todos os setores da economia e sem legislação que a regule. Sondagem feita este ano pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) revela que 54% das fábricas brasileiras utilizam esse expediente, que absorve 14% da mão-de-obra do setor.
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http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/38
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Contraf-CUT critica renovação
de contrato com Bradesco
para Banco Postal
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A Contraf-CUT critica a renovação do contrato entre a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e o Bradesco.
Na terça-feira, 4, foi divulgada a assinatura de um quinto aditivo ao contrato que garante a exclusividade na operação do Banco Postal.O Bradesco pagou aos Correios a quantia de R$ 168 milhões.
O aditivo define, pela primeira vez, uma data para o fim da vigência do contrato - dia 31 de dezembro de 2011. Hoje, mais de 5,5 mil agências dos Correios são dotadas dos serviços do banco postal em todo o país.
A notícia chega poucos dias após a Contraf-CUT entregar à Procuradoria Geral do Trabalho (PGT) pedido de instauração de inquérito civil público para averiguação dos efeitos precarizantes dos correspondentes bancários.
"O Banco Postal é um entre vários mecanismos desse tipo. Se o Bradesco tem essa parceria com os Correios, o BB tem o Banco Popular do Brasil, a Caixa tem as lotéricas e os outros bancos usam suas financeiras como correspondentes", afirma Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
"Os funcionários desses locais realizam serviços de bancário sem receber os mesmo salários e direitos conquistados pela categoria. Trata-se de uma forma de precarização do trabalho que aumenta a margem de lucro dos bancos", acrescenta.Constituídos através da resolução 2.640 do BC, os correspondentes bancários tinham inicialmente limitações nos serviços que poderiam prestar.
Alguns deles, como abertura e movimentação de contas correntes, somente poderiam ser realizados em praças onde não houvesse agência bancaria, com intenção de levar a bancarização à população.
No entanto, nos últimos anos, o Banco Central promoveu diversas alterações nessas regras, chegando até à edição das resoluções 3.110 e 3.156, liberando os correspondentes para realizar praticamente todas as operações bancárias, chegando ao ponto inclusive de um banco ser correspondente de outro. (ContrafCUT).

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