quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Carta ao I Seminário Estadual de
Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho A organização “Bancários e Bancárias pela Vida”,
solidariza-se com todas as vítimas de assédio moral no
trabalho, que sofrem diariamente uma violência
invisível aos olhos, mas muito concreta contra
sua dignidade de pessoa humana.
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Vimos por meio desta, solicitar ao Ministério do Trabalho e Emprego, ao Ministério Público do Trabalho, á todas as Centrais Sindicais e aos demais participantes do I Seminário Estadual de Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho, o apoio e mobilização visando a aprovação em caráter de urgência do Projeto de Lei n.2369/03, de autoria do ex-Deputado Federal Mauro Passos (PT/SC), que dispõe sobre o assédio moral nas relações de trabalho.
O Projeto encontra-se na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara Federal, já com parecer favorável do relator, o Deputado Vicentinho (PT/SP) e com prazo para inclusão de emendas e substitutivos até o mês de agosto.
O Ministério do Trabalho já se manifestou, através de uma Nota Técnica onde demonstrou seu apoio ao Projeto, referendado na plenária da III Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador, em Novembro de 2005, reafirmando as dezenas de moções de apoio aprovadas no decorrer das Conferências Estaduais e Municipais.
Em audiência publica, realizada em junho de 2009, o presidente da ANAMATRA (Associação Nacional de Magistrados do Trabalho), Luciano Athayde Chaves, destacou que muitas vezes os princípios constitucionais são difíceis de serem concretizados e analisou que "o projeto tem uma missão primordial: o efeito pedagógico que uma legislação produz na sociedade.
A Constituição Brasileira já garante a penalização através das indenizações por danos morais. Uma legislação que venha regulamentar é muito importante, principalmente para o amparo de todos os trabalhadores atingidos.
Assim teremos uma situação mais clara e pedagogicamente mais eficiente".
Propomos:
1. Ao Ministério Trabalho, via Comissão de igualdade de oportunidade de gênero, raça, etnia, de pessoas com deficiências e de combate a discriminação; ao Ministério Público do Trabalho; os Fóruns Estaduais de Saúde do Trabalhador; as Centrais Sindicais através de suas Federações e Confederações; as Universidades; os Centros Acadêmicos e outras organizações interessadas, a elaboração de uma carta de apoio á aprovação do PL 2369/03, encaminhando a mesma para a Presidência da Mesa da Câmara Federal, bem como para os integrantes da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), para a aprovação deste PL em caráter de urgência.
2. Que ao determinar as metas de fiscalização para as superintendências estaduais, o Ministério do Trabalho reconheça que há prioridades distintas regionalizadas e estabeleça melhores critérios quando determinar os setores a serem priorizados. É inaceitável que setores como o dos bancários e de teleatendimento, não sejam prioridades nas metas de fiscalização do MTE.
3. Aos componentes da Comissão Interministerial, que participam da construção da Política Nacional de Atenção a Saúde do Trabalhador, que exijam a inclusão da atenção à saúde mental junto à rede básica de saúde com a implantação urgente de Centros de Referencia em Saúde do Trabalhador e com o funcionamento das unidades sentinelas para execução da atenção á saúde dos trabalhadores em todos os municípios da Federação, e ainda, a urgente implementação de equipes multiprofissionais para o atendimento médico pericial junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social, para um atendimento mais humanizado dos segurados e sefuradas adoecidos no trabalho.
Que o assédio moral no trabalho seja incluído no Nexo Tecnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), para todas as atividades econõmicas, como agente causador de transtornos mentais e de comportamento relacionados ao trabalho. http://bancariosfloripapelavida.blogspot.com/
Juro real abaixo das metas acelera
mudanças nos fundos de pensão
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Os próximos anos serão de intensas movimentações para os fundos de pensão. Com o juro real na casa dos 5% ao ano, abaixo das metas atuariais (6%) as entidades terão de rever suas políticas de investimentos e realocar boa parte de seus ativos.
Segundo levantamento da consultoria RiskOffice, em até três anos, os investimentos em ações terão de passar de pouco mais de 12% das carteiras para cerca de 35% do patrimônio das fundações (essa estatística não inclui a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, que tem mais de 50% em ações, o que distorceria os dados).
Os fundos também terão de ampliar os investimentos em títulos públicos atrelados à inflação, como as NTNs. O ideal, diz Marcelo Rabbat, diretor da RiskOffice, é subir dos atuais 30% para algo próximo a 50%.
Por outro lado, deverá haver uma grande migração de mais da metade dos ativos, hoje alocados em papéis públicos vinculados ao CDI, para outras modalidades, mantendo apenas um caixa mínimo da ordem de 5% do total, para garantia de liquidez.
"Muitos fundos estão impedidos de aplicar recursos em ativos com retorno menor do que sua meta atuarial, mas os títulos públicos hoje já pagam menos do que 6%. O mais importante é que precisa haver uma mudança de cultura", afirma Rabbat.
Além da busca por renda variável e por ativos de inflação, as entidades terão de ampliar a participação em títulos de maior risco, como crédito corporativo e fundos de "private equity". Mas Rabbat alerta que esses mercados ainda apresentam desafios, como os problemas de precificação, de formalização e de gestão de garantias dos ativos de crédito, por exemplo.
Segundo Fernando Lovisotto, diretor da RiskOffice, essa mudança nos investimentos terá de ser feita no curto prazo, pois a alternativa, que seria a redução das metas atuariais é muito cara e mais lenta.
Os fundos já fizeram pequenas reduções, já que conseguiram acumular superávit desde 2002 por conta de um excelente desempenho em bolsa. Mas esse cenário positivo para os investimentos dificilmente vai se repetir nos próximos anos.
Desde 2006, a meta foi reduzida, em um cálculo médio ponderado por patrimônio, de 6% para 5,8%.
Para isso foram gastos entre R$ 10 e 20 bilhões, estima Lovisotto. Nesse ritmo, o sistema precisaria de algo entre R$ 40 bilhões e R$ 80 bilhões para atingir uma meta atuarial de 5% ao ano.
Apesar desses desafios, neste ano o desempenho das entidades tem sido positivo, aponta Guilherme Benites, gerente da consultoria.
De acordo com levantamento da RiskOffice, que acompanha uma amostra de 139 planos de benefícios, até junho o retorno global foi de 8,79%.
No primeiro semestre, o Ibovespa marcou 37,06% e o CDI acumulou 5,35%.
Ainda segundo estatísticas da consultoria, em junho, a mediana da rentabilidade global dos planos ficou abaixo das principais metas atuariais e do CDI. A rentabilidade foi de 0,3% no último mês.
Apenas 3% dos planos obtiveram retorno real acima de 6% e somente 7% conseguiram ganhos superiores a 5%, já descontada a inflação medida pelo INPC. Pouco mais de 30% tiveram rentabilidade negativa no mês. Fonte: Valor Econômico
FENAE AGORA Edição: 59
A Revista está no formato PDF
Bradesco 'acha' 9 milhões de
clientes sem conta em banco
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O Bradesco ainda não assumiu o Banco ibi, à espera das autorizações legais, mas está fazendo descobertas surpreendentes, que tornaram a nova aquisição ainda mais atraente.
O achado mais impressionante é que cerca de 9 milhões de clientes que possuem o cartão da loja do grupo, a C&A, não têm conta corrente em nenhum banco.
O número é equivalente a quase metade dos 20 milhões de correntistas que o Bradesco possui e representa um mercado virgem apreciável que o banco pode explorar.
"Já sabíamos que o ibi ia acrescentar escala para os negócios do Bradesco na área de cartões. Mas há também uma extensa base de clientes, com alto potencial para bancarização, para os quais o banco pode oferecer conta corrente. O Bradesco já tem a estratégia de abordagem segmentada para esses clientes", disse o diretor geral da área de cartões do banco, Marcelo Noronha.
O Bradesco fechou a compra do Banco ibi, há quase dois meses, por R$ 1,4 bilhão.
O acordo inclui a compra da corretora de seguros, da promotora de vendas e da empresa de participações, além da parceria por 20 anos para a comercialização de produtos e serviços financeiros do banco, com exclusividade, junto aos clientes da rede de lojas C&A.
Embora a operação ainda não tenha passado pelo crivo das autoridades, os dois lados estão se conhecendo melhor.
Segundo Noronha, "a intenção é deixar tudo tudo pronto para fazer a integração no menor espaço de tempo, quando o sinal verde for dado. O que é bom fica. Não há paradigma".
O ibi rendeu para o Bradesco uma carteira de 31 milhões de cartões, dos quais 20,8 milhões da loja (private label), 6,4 milhões com bandeira MasterCard - é o quarto maior emissor - e 3,4 milhões com a bandeira Visa.
Esses cartões, excluindo os de dependentes, estão nas mãos de 22 milhões de clientes, dos quais 40% não são bancarizados, distribuídos por todos os segmentos de renda. "O cartão será usado para atrair esse cliente para a conta corrente", disse Noronha
Cada cliente consome em média 1,4 produto de crédito do ibi, cujo portfólio inclui crédito pessoal, consignado, parcelado com e sem juros.
A carteira de crédito do ibi era de R$ 5,6 bilhões no fim de 2008. Com o funding mais barato do Bradesco, Noronha espera que os volumes aumentem. O faturamento total com cartões do ibi foi de R$ 9,9 bilhões, entre os private label e com bandeira.
O ibi praticamente dobrou a carteira de cartões de crédito do Bradesco que tem 35,3 milhões de plásticos emitidos. O Bradesco tem também 48 milhões de cartões de débito.
O faturamento do banco com os cartões foi de R$ 46,6 bilhões em 2008. A aquisição elevou a participação do Bradesco no volume negociado com cartões no mercado de 19% para cerca de 22%. Mas há outros ganhos só agora visíveis.
O ibi agregou parcerias com empresas de varejo como o Makro, supermercados Angeloni e Arco-Íris e lojas Colombo às 14 que o Bradesco possui (Casas Bahia, Leader Magazine e G. Barbosa, entre outros), totalizando 32.
Outra consequência disso foi o aumento dos pontos de atendimento: o ibi tem 742, incluindo lojas ibi (147), C&A (173) e estabelecimentos de parceiros (422).
O Bradesco tem 4,1 mil pontos no país. "Distribuição também é um atrativo", disse Noronha.O ibi é também um balcão eficiente na venda de produtos de seguros.
Com 12 produtos de seguros e assistência, faturou R$ 250 milhões em prêmios no ano passado e tem 5,6 milhões de apólices ativas e 350 mil acordos de assistência.
Há ainda outros ganhos não necessariamente mensuráveis mas igualmente importantes. Segundo Noronha, alguns deles são derivados da ampla experiência do ibi no financiamento e venda de produtos para clientes do varejo.
Desde 1984, o ibi tem cartão private label. Em 2001 começou a oferecer crédito pessoal no cartão. Um dos conhecimentos nascidos dessa experiência é como medir a renda de clientes informais usando 24 formas alternativas de comprovação, como fatura de cartão, carnê ou conta de pagamento de serviço público.
Outra prática elogiada por Noronha é a abordagem dos clientes nas lojas até a finalização dos negócios. Os funcionários das lojas são treinados para oferecer os produtos financeiros. Noronha também prevê ganhos importantes de sinergia.
Ele lembra que os custos de postagem e de fabricação dos cartões são mais baixos para o Bradesco em função dos volumes envolvidos.
Com a carteira do ibi, a escala crescerá mais, ampliando o poder de barganha do banco junto a fornecedores. Os cartões do ibi deverão passar a ser processados pela Fidelity, a mesma empresa que realiza o trabalho para os do Bradesco, que é um de seus controladores.
Fonte: Valor Econômico
Campanha Salarial:
Bancários do Maranhão aprovam
minuta de reivindicações
Em assembleia realizada ontem à noite(04), no Sindicato, os bancários do Maranhão aprovaram a minuta de reivindicações definida durante o Encontro Estadual, em junho.
No documento, que será entregue na próxima segunda-feira(10) à Fenaban, em São Paulo:
· Piso salarial do DIEESE - R$ 2.047,00
· PLR de 25% do lucro líquido, distribuída linearmente
· Reajuste salarial de 30%, repondo as perdas da Fenaban, além de buscar as perdas dos bancos públicos, de modo escalonado
· Mesa única de bancos privados, com a Fenaban, e mesa única para bancos públicos, com o governo
· Estabilidade no emprego na forma do artigo 158 da OIT/ONU
· Isonomia de direitos
· Fim do assédio moral e das metas abusivas

Durante a assembleia a categoria aprovou a ida do presidente do Sindicato, David Sá Barros, a São Paulo para entregar a minuta. O diretor Raimundo Targino foi eleito como suplente.
(Fonte:SEEBMA)

"MINUTOS DE SABEDORIA"
POR
David Sá Barros

"Bom mesmo é aguardar para assistir de cátedra, em horário nobre,
o dia em que os vermes brasileiros se engalfinharão
uns nas tripas dos outros em confronto de morte.
Logo eles que sempre triunfaram ao repetir que
“a esquerda só se une na prisão”, agora os vemos
partidos e armados até os dentes nas brigas
da politicalha pelo poder. Que se matem, todos!"
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Do Artigo Guerra de Vermes
(Com informações do Site do SEEB-MA)
Acredite se Quiser, mas esta
"denúncia " está no Site do SEEBMA
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Denúncia
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"Regina Sanches, Secretária de Saúde e Segurança do Trabalho da atual gestão, Unidade, Resistência e Luta, fez uma denúncia grave.
Procurando dados sobre documentação nos arquivos do Sindicato para se informar sobre questões relativas à saúde dos bancários do Maranhão, ela descobriu um fato lamentável.
“A Secretária anterior simplesmente deletou do computador do Sindicato, no último dia 18 de junho, todos os arquivos de extrema importância para a continuidade do trabalho relativo à saúde dos bancários; por sorte consegui recuperar na lixeira a maior parte dos dados, que possuem documentos importantes como processos, ofícios encaminhados ao DRT, INSS, fundamentais para o desenvolvimento do nosso trabalho.
Agindo de má fé, pois ela sabe que precisamos de tais informações, ela prejudica a todos, de tal forma que vimos a público denunciar tal atitude diante da categoria”, informou a Secretária Regina Sanches". http://www.seebma.org.br/ExibirNoticia.aspx?id=6858
COM A PALAVRA,
O EX-PRESIDENTE,
RAIMUNDO COSTA!
Bancos são multados em R$ 887 mil na
82ª reunião da CCASP na Polícia Federal
Os bancos foram outra vez multados por descumprimento das leis de segurança ontem, durante a 82ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), coordenada pela Polícia Federal (PF), em Brasília.
O campeão foi o Banco do Brasil, com R$ 317 mil, seguido da Caixa Econômica Federal com R$ 270 mil e Itaú Unibanco com R$ 140 mil.
Três agências foram interditadas por falta de plano de segurança:
Banco do Brasil (2) e Bradesco (1).
Houve o julgamento de 98 processos envolvendo bancos, dos quais 19 foram arquivados por falhas técnicas na autuação da PF. Além disso, outros 19 processos acabaram sendo retirados de pauta pela Febraban para vistas e apresentação de novos recursos.
Veja os bancos multados:
Banco do Brasil - R$ 317.011,00
Caixa Econômica Federal - R$ 270.009,00
Itaú Unibanco - R$ 140.001,00
Santander e Real - R$ 110.001,00
Bradesco - R$ 40.002,00
HSBC - R$ 10.001,00
A CCASP é um fórum tripartite.
Conta com representantes do governo e entidades dos patrões e dos trabalhadores e se reúne, em média, a cada dois meses para julgar os processos abertos pela fiscalização das delegacias estaduais da PF.
A Contraf-CUT representa os bancários e atua em conjunto com o Coletivo Nacional de Segurança Bancária, integrado por dirigentes das federações, e em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV).
Avaliação
"As principais irregularidades dos bancos foram mais uma vez o funcionamento sem plano de segurança devidamente aprovado pela PF e a existência de alarmes inoperantes", afirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.
"Essa postura dos banqueiros aumenta o risco, precariza as condições de segurança e atinge a integridade física e psicológica dos trabalhadores", acrescenta.
"Os bancos continuam abusando e descumprindo as normas de segurança, apesar dos lucros astronômicos de seus balanços, mesmo com a crise mundial. Não se justifica esse tremendo descaso com os planos de segurança, cujo cumprimento deveria ser prioridade. Isso mostra que muitos bancos seguem colocando a defesa do patrimônio acima da vida, o que é abominável", destaca o diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, Leonardo Fonseca.
"A porta de segurança foi mais uma vez tema de debates. Embora não haja previsão na legislação federal, ela pode ser incluída no plano de segurança como equipamento opcional", ressalta o diretor da Fetec-SP, Valdir Machado.
"Graças à defesa da Contraf-CUT e da CNTV, foi definido por maioria que essa porta, quando colocada antes da sala de autoatendimento, deve ser instalada com recuo e não nos limites da fachada", frisa.
"Outro assunto debatido foi a proibição ao manuseio e à contagem de numerário no abastecimento de caixas eletrônicos, uma antiga reivindicação dos vigilantes e dos bancários, que foi atendida pela nova portaria nº 387 da PF", salienta o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região e da Federação dos Bancários do RS, Lúcio Mauro Paz.
"Entretanto, várias empresas de transporte de valores continuam manuseando o dinheiro, ao invés de fazerem simplesmente a troca de cassetes. O que agora falta é os bancos e as empresas definirem quem paga a conta e implantar esse procedimento, que reduz os riscos e traz segurança para os trabalhadores e a população", aponta.
"Esperamos que os bancos paguem logo as multas, cumpram a legislação e destinem mais recursos para a segurança das agências e postos. Além do mais, segundo a PF, os bancos terão agora um prazo de até 60 dias para o pagamento das multas, caso contrário serão incluídas na dívida ativa", conclui o diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Raimundo Dantas.
Fonte: Contraf-CUT
Contraf-CUT e CNTV discutem hoje
segurança no Ministério da Justiça
O Ministério da Justiça, através da Secretaria de Assuntos Legislativos, promove hoje, quinta-fera, dia 6, às 9h, uma reunião com representantes da Contraf-CUT e da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), em Brasília.
encontro também contará com a presença da Polícia Federal (PF)."Vamos continuar os debates acerca da legislação federal que trata de segurança privada. Já fomos recebidos em audiência pelo ministro Tarso Genro, quando entregamos um documento assinado pelas duas confederações, apontando pelo menos sete erros no projeto de estatuto de segurança privada, apresentado pelo coordenador-geral da CCASP na Comissão Especial de Segurança Privada da Câmara dos Deputados", afirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr."No diálogo com Tarso, além das críticas, também entregamos um projeto de lei de segurança privada, com as propostas dos trabalhadores para a proteção da vida de bancários, vigilantes, clientes e usuários das instituições financeiras", acrescenta o dirigente sindical.
Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Bradesco prevê que inadimplência ainda vai aumentar
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Os indicadores de inadimplência já começam a sinalizar estabilidade, mas ainda devem apresentar pequena alta no terceiro trimestre deste ano em relação ao final de junho.
A projeção é do presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Após atingir o patamar de 4,6% no segundo trimestre, o índice de atrasos nos pagamentos acima de 90 dias deve atingir o pico de 4,9% até setembro e começar a cair nos últimos três meses do ano, de acordo com o executivo.
"Estamos confiantes que o pior já passou", ressaltou Trabuco, em teleconferência com a imprensa para comentar os resultados do segundo trimestre.
Questionado sobre a redução nas projeções de crescimento para o crédito neste ano, Trabuco argumentou que o fraco desempenho e retração da demanda no primeiro semestre deste ano motivaram a revisão. O Bradesco reduziu a projeção de crescimento da carteira de crédito em 2009 para 8% a 12%. A estimativa anterior era de uma expansão entre 13% e 17%.
O vice-presidente executivo da instituição, Domingos Abreu, afirmou que as linhas voltadas a pessoas físicas devem puxar a alta do crédito no segundo semestre. Já o crédito às grandes empresas deve apresentar um crescimento menor, por conta da recuperação do mercado de capitais, que leva as companhias de maior porte a buscar recursos via captações, afirmou.
O crédito consignado, cuja projeção de crescimento neste ano foi elevada de 18% a 27% para 20% a 30%, deve ser um dos destaques do Bradesco no segundo semestre, segundo Abreu. Ele atribui o melhor desempenho esperado para o consignado à flexibilização dos limites de endividamento dos aposentados e pensionistas do INSS, de 20% para 30% da renda.
Os executivos preferiram não revelar se o Bradesco participará do leilão da folha de pagamentos do INSS, previsto para acontecer na próxima quarta-feira.
"Estamos examinando o edital", limitou-se a dizer Trabuco. Ele afirmou, contudo, que o crescimento esperado para o desempenho do crédito consignado independe do resultado do leilão.
Liderança
O Bradesco quer fazer da presença nacional e da escala suas principais armas para enfrentar a concorrência no setor financeiro, que ficou ainda mais acirrada após a fusão entre Itaú e Unibanco e o movimento de aquisições do Banco do Brasil.
"A liderança não é uma obsessão", assegurou o presidente-executivo do Bradesco, ao ser questionado se tem planos de voltar a ser o maior banco privado do País em ativos, posição perdida no final do ano passado com a união dos dois principais concorrentes nacionais.
Trabuco destacou a presença do Bradesco em 93% dos municípios brasileiros e os investimentos de R$ 3,016 bilhões realizados apenas no primeiro semestre, dos quais R$ 1,6 bilhão foram destinados à infraestrutura e tecnologia e os demais R$ 1,4 bilhão na aquisição do Banco Ibi.
"Estamos preparados para absorver o que deverão ser os melhores anos da economia brasileira." O executivo afirmou, contudo, que o Bradesco continuará trabalhando para elevar a fatia de mercado. Questionado se o banco analisa alguma aquisição no mercado, Trabuco afirmou que nenhum negócio deverá ser anunciado no curto prazo.
"Não há nada no radar", disse, durante a teleconferência. Segundo o presidente do Bradesco, o novo cenário esperado para a economia, com juros e margens menores, deverá exigir escala dos bancos de varejo para poder oferecer serviços a um custo relativo menor. Dentro dessa estratégia, ele afirmou que, com a aquisição do Ibi, o Bradesco ganhou uma rede de atendimento que permitirá o aumento da presença da instituição.
Outra aposta do banco é o setor de seguros, que no segundo trimestre respondeu por 36% do lucro total, excluindo os ganhos com a venda de participação na VisaNet.
"A penetração dos seguros em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) nacional ainda é muito baixa", disse o vice-presidente executivo da Bradesco Seguros e Previdência, Samuel Monteiro. No Brasil, esse porcentual deverá fechar este ano em 4%, a metade de países como a Espanha e abaixo de todos os integrantes do chamado BRIC, grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China. Com um índice de Basileia em 17%, patamar considerado confortável, o Bradesco não deverá seguir o exemplo do concorrente espanhol Santander, que prepara uma oferta de ações no mercado brasileiro.
"Não vemos a necessidade de capital novo", disse o vice-presidente executivo do Bradesco, Domingos Abreu. Para ele, o próprio crescimento dos resultados será suficiente para financiar a expansão esperada para o crédito nos próximos anos.
O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,297 bilhões no segundo trimestre de 2009, uma alta de 14,7% sobre os R$ 2,002 bilhões de igual período de 2008. A margem financeira foi de R$ 7,56 bilhões, com crescimento de 26,9%, e as despesas com provisão para devedores duvidosos aumentaram 152,3%, para R$ 4,421 bilhões.
A receita de prestação de serviços cresceu 9,6%, para R$ 2,911 bilhões, e as despesas administrativas e de pessoal também aumentaram 9,6%, para R$ 4,141 bilhões. Os ativos totais em junho de 2009 registraram saldo de R$ 482,478 bilhões, crescimento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2008.
O retorno anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,7%, enquanto no mesmo período do ano anterior chegou a 2,1%.
A carteira de crédito total em junho de 2009 atingiu R$ 212,768 bilhões, evolução de 18,1%. Já as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 74,288 bilhões (crescimento de 13,2%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 138,480 bilhões (crescimento de 20,9%). Agência Estado.
José Olívio é homenageado na
cerimônia de abertura do 10º CONCUT
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Uma retrospectiva histórica dos melhores momentos dos Congressos Nacionais da CUT deu boas vindas à 10ª edição.
Delegados e delegadas vindos de todo Brasil participaram do ato político que reverenciou o histórico sindicalista, José Olívio, falecido em 2008, um dos fundadores da CUT e integrante da primeira Direção Nacional.
Para falar sobre o saudoso companheiro o 1º presidente da CUT, Jair Meneguelli, relembrou as histórias de luta. "Não estou como ex-presidente estou como convidado para falar algumas palavras sobre o companheiro José Olívio. No início da CUT tínhamos os companheiros do PCdoB na executiva e direção da Central, e não tínhamos paciência para contra-argumentar o discurso ideológico então pedíamos ao Zé que fizesse, pois ele sabia de todas as artimanhas".
O ex-secretário de Relações Internacionais da CUT, Kjeld Jakobsen, falou sobre a contribuição do amigo fora do país. "Ele foi o primeiro trabalhador a ocupar um cargo no exterior, talvez esta tenha sido a maior contribuição da CUT internacionalmente. A participação de José Olívio na construção do movimento sindical é inegável e foi fundamental para a construção da Central. Cabe a nós, recordar o sindicalista e valorizar o imenso legado deixado em prol da classe trabalhadora".
A família de José Olívio presente no evento foi homenageada com uma placa e flores. O filho Emiliano agradeceu em nome do pai. "Tenho certeza que ele está presente entre nós nesta noite. Estamos orgulhosos do homem político que ele foi, muitas vezes, abdicando de sua família mas tudo em nome de uma causa".
Emiliano contou também uma história que seu pai sempre relembrava. "Ele estava na Itália e pegou um táxi, ao perceber que ele era brasileiro o motorista perguntou. São brasileiros? Pensávamos que todos no Brasil eram travestis. Meu pai respondeu . Não, eles estão todos na Itália, onde estão os clientes. Esse humor define bem quem era o meu pai".
A viúva, Ângela Brasileiro, emocionada, agradeceu e ressaltou o orgulho que seu marido tinha de ser sindicalista. "Ele dizia: querem me transformar em um burocrata mas não vão conseguir eu sou um sindicalista cutista".
Veja alguns dos principais momentos dos nove Congressos Nacionais que a CUT já realizou:
1984 - 1º Congresso Nacional da CUT
Realizado de 24 a 26 de agosto, reuniu cerca de 5 delegados (as).
O Congresso deliberou pela campanha nacional pelas Diretas Já e definiu a greve geral como principal instrumento de luta da classe trabalhadora. O Congresso elegeu Jair Meneguelli, metalúrgico do ABC, como o 1º presidente da Central.
1986 - 2º Congresso Nacional da CUT
Realizado de 1º a 3 de agosto, no Maracanazinho, Rio de Janeiro, 5.564 delegados debateram a recuperação das perdas salariais impostas pelo Plano Cruzado, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, direito de greve, reforma agrária e participação popular na Constituinte . Jair Meneguelli é reeleito.
1988- 3º Congresso Nacional da CUT
Realizada de 7 a 11 de setembro, no Mineirinho, em Belo Horizonte, foi o maior da história em número de delegados. Cerca de 6.244 trabalhadores aprovaram, entre outras resoluções, uma apresentada pelo seringueiro Chico Mendes, intitulada "Em Defesa dos Povos da Floresta". Jair Meneguelli assume seu terceiro mandato.
2006 - 9º Congresso Nacional da CUT
Realizado de 5 a 9 de junho, em São Paulo, com a participação de 2.491 delegados.
Aprovados os eixos do emprego, salário, desenvolvimento e inclusão social; democratização do estado, políticas públicas e universialização de direitos; fortalecimento da estrutura e organização de direitos; fortalecimento da estrutura e organização da CUT e estreitamento de relações com os movimentos sociais. O eletricitário Artur Henrique é eleito presidente da CUT. Fonte: CUT
NORDESTE ENSINA
A FAZER RENDA
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Banco do Nordeste cresce 40,5%
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em cenário de crise financeira
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As aplicações do Banco somaram R$ 8,4
bilhões no primeiro semestre de 2009.
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Neste primeiro semestre, o Banco do Nordeste contratou R$ 8,4 bilhões, para um total de 957 mil operações, registrando crescimento de 40,5% em comparação aos valores aplicados no mesmo período do ano passado.
Segundo o presidente da Instituição, Roberto Smith, os resultados operacionais demonstram o papel estratégico do Banco do Nordeste, que contribuiu de forma expressiva no combate aos efeitos da crise financeira mundial no Nordeste, junto aos demais bancos públicos brasileiros.
Para Smith, o desempenho positivo das operações de curto prazo e de crédito comercial está vinculado às políticas públicas contra-cíclicas que foram fundamentais para minimizar os efeitos da crise econômica na Região. Essas operações cresceram, respectivamente, 100,8% e 124%, em relação ao mesmo período do ano passado.
“Os investidores perceberam que este era um bom momento para pular a crise, aproveitando-se das boas condições de financiamento oferecidas pelo BNB, que conquistou parte do mercado deixado pelos bancos privados”, explica Smith.
FNE
Do montante contratado, R$ 3,9 bilhões, relativos a 172 mil empréstimos, correspondem a contratações no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte de recursos do BNB. O incremento foi da ordem de 12,4% em relação a igual período de 2008.
Os contratos de longo prazo, abrangendo financiamentos aos setores rural, industrial, infraestrutura, comércio e serviços, representam a maior parte dos recursos contratados, totalizando R$ 5,1 bilhões, distribuídos em 177 mil operações.
De acordo com o presidente do BNB, Roberto Smith, os resultados decorrem do esforço do BNB para incremento da concessão de crédito na Região, por exemplo, para setor comercial, bem como da crescente demanda por financiamentos de longo prazo. Ele informou que para atender a tais necessidades, o Banco aguarda a concretização de repasse de R$ 4 bilhões, junto ao Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Microfinanças e crédito para MPE’s
No primeiro semestre de 2009, as contratações do Crediamigo, Programa de Microcrédito Produtivo Orientado do BNB, atingiram R$ 663,8 milhões, para um total de 572,2 mil operações, apresentando aumento de 43,5% em relação ao valor contratado nos seis primeiros meses do exercício anterior.
As aplicações destinadas a micro e pequenas empresas (MPE’s) alcançaram, de janeiro a junho de 2009, o montante de R$ 765,4 milhões para um total de 38 mil operações contratadas, resultado que eleva em 55% o desempenho do Banco nesta área, em termos de valores contratados, comparando-se a igual período do 2008.
Para Roberto Smith a evolução dos empréstimos para o segmento de MPEs é estratégica, e o BNB tem atuado de maneira a tornar o crédito para o segmento mais ágil e simplificado. Entre as ações citadas pelo presidente nesse sentido, está a junção das áreas de microcrédito, considerada a mais tecnificada do Banco, com a de MPEs dentro da mesma Superintendência. “O Banco tem primado por melhorar o atendimento às micro e pequenas empresas, porque vislumbramos significativa ampliação desse mercado. Estamos crescendo, mas devemos crescer muito mais”, declarou.
Com relação ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o BNB contratou o volume de R$ 373,1 milhões no primeiro semestre de 2009, para um total de 158 mil operações contratadas.
Do montante total contratado no Pronaf, o valor de R$ 172,4 milhões foi aplicado no Programa de Microcrédito Rural do BNB (Agroamigo), com aproximadamente 123 mil operações realizadas, resultando no acréscimo de 65,4%, no valor contratado quando comparado ao primeiro semestre de 2008.
Nos seis primeiros meses do ano, o Banco regularizou operações que estavam em situação de atraso no total de R$ 489,4 milhões, valor que será reinvestido na economia regional. (BNB)
BNB E ITAÚ
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O Banco do Nordeste divulgou, hoje, no auditório da Presidência do BNB, em Fortaleza (Avenida Pedro Ramalho, 5.700, Passaré), os resultados operacionais relativos ao primeiro semestre de 2009.
- Na ocasião, o presidente Roberto Smith e o superintendente do BNB no Ceará, Isidro Moraes de Siqueira, concederam entrevista coletiva, na qual analisaram o desempenho do Banco, as aplicações do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e os resultados de programas como o Crediamigo.
- Já o Itaú anuncia na próxima semana mais um benefício para os clientes do banco e da Itaucard e desta vez, a vantagem atinge os cinéfilos de plantão, com desconto de 50% no valor do ingresso inteiro para cerca de 300 salas de cinema em diversas regiões do País.
- Com isso, o Itaú fortalece seu posicionamento de incentivo à cultura e amplia os benefícios diretos e exclusivos aos seus clientes, já que o desconto no valor do ingresso inteiro vale para compras com os cartões Itaucard, titulares e adicionais, ou com os cartões de débito Itaú e Itaú Personnalité. (Blog do Aquiles Emir - O Imparcial)
BNB aumenta em 40% operações
de crédito, para R$ 8,4 bilhões
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O volume de operações de crédito fechadas pelo Banco do Nordeste (BNB) cresceu 40,5%, para R$ 8,4 bilhões, no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2008.
O aumento das operações foi puxado principalmente pelas transações de curto prazo e de crédito comercial, que foram ampliadas em mais de 100%.Segundo comunicado divulgado ontem pela instituição, a intenção do Banco do Nordeste ao longo dos primeiros seis meses de 2009 foi amenizar a carência de outras fontes de recursos que as empresas encontraram com a contração do crédito em meio à crise econômica internacional.
Já as operações de mais longo prazo, que sinalizam investimentos mais pesados, tiveram um crescimento mais modesto no período, de 18,3%, com um total de R$ 5,1 bilhão. É o caso, por exemplo, das contratações do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que tiveram um aumento de 12,4%, somando R$ 3,9 bilhões no primeiro semestre.
Apesar de representar uma pequena parcela dos contratos de empréstimo fechados pelo Banco do Nordeste, o crédito para as micro e pequenas empresas teve um incremento de 55%, fechando o primeiro semestre em R$ 765,4 milhões. ]
É o caso também do programa de microcrédito Crediamigo, que teve um crescimento de 43,5%, o que representou um total de R$ R$ 663,8 milhões.
A única operação de empréstimo que encerrou o semestre em queda foi o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com uma redução de 1,5%, para R$ 373,1 milhões. Fonte: Valor Econômico
COM PATROCÍNIO DA CAIXA.
MARANHENSE PAPETE FAZ
SHOW HOJE EM BELÉM.
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Papete está em Belém, com patrocínio da Caixa,
e se apresenta hoje à noite no Margarida
Schivasappa, no Centur, às 9 da noite.
Ingressos apenas dez reais, mais um quilo de
alimentos, que vai para o Lar Fabiano de Cristo.
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Maranhão, Cores e Tambores mostra a
musicalidade e a percussão da música maranhense.
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"A percussão, simplesmente divina, toma conta do teatro. Éramos umas 50 pessoas privilegiadas assistindo ao espetáculo, dançando, cantando as belas músicas e como que sentindo negros e índios dançando seus rituais no palco, quanto Carlos Pial apresentou Água, um instrumental maravilhoso. E arrebatou o teatro quando apresentou um tambor de crioula (de novo, Pial) que encheu a casa de uma brasilidade única, com o DNA africano presente. Lin
do!
Papete contou histórias. Singelas, simples, emocionantes e gostosas. Assim como a vida.
As vibrações da percussão ainda me balançam hoje. Papete e banda passearam pelo Trem do Caipira, com muitas inovações e gritos. Mostrou Marquinho com um timbal único, cheio de energia e sintonia. E terminou com Boi da Lua, o teatro dançando. E já com saudade do grande músico, da excelente equipe que ria o tempo inteiro, feliz em tocar, cantar e se apresentar em Belém, numa terça à noite bem despretensiosa.
Depois, Papete e Pial autografaram seus cds e tiraram fotos com os tietes, riram, conversaram. Batia meia noite e a conversa rolava ainda. O encanto tava na alma, renovada.
Nem parecia que fizeram 1 hora e 50 minutos de um show belíssimo. A banda (6 grandes músicos) alegre, rindo, feliz no palco, sintonizada por som da melhor qualidade e uma afetividade de muita batalha vivida juntos. Papete, todo sajica, com seus 61 anos desta vida e a vitalidade de um garoto de 18 anos.
Papete, ele sozinho um show na percussão, nos passeios no palco, na brincadeira de sons com os músicos.
O show se gruda na memória da nossa pele. Portanto, quem está em Belém, não perca.
Hoje, 9 da noite. E quem não está, se ligue na agenda cultural. Papete vai a todas as capitais".
VERA PAOLONI
Abertura do 10º CONCUT reúne
ampla diversidade de forças populares Um palco de sessenta metros de frente e um auditório de 3.000 m2
até que foram pouco diante da representatividade e da diversidade
da platéia e das bandeiras presentes ao ato de abertura política do
10º Congresso Nacional da CUT, na noite desta terça, em São Paulo.
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"Muitos já comentaram hoje sobre a grandiosidade desse plenário. Mas quero dizer que grande é o orgulho de organizarmos um Congresso de tamanha representatividade. É o 10º Congresso, um momento histórico que marca uma vez mais nossa característica de poderoso instrumento de organização dos trabalhadores e trabalhadoras e de suas lutas", saudou o presidente da Central, Artur Henrique, ao falar após as várias lideranças sindicais, de governo, de partidos e de movimentos sociais que compareceram ao ato de abertura e que manifestaram seu apoio, admiração e companheirismo à CUT e a cada um dos delegados e delegadas de todas as regiões do País.
Na noite de abertura, o CONCUT já havia recebido o cadastro de 2.461 delegados, sendo que 40% são mulheres.Artur pautou sua fala pelos desafios imediatos que a conjuntura traz para a CUT.
"Podem ter certeza de que desse Congresso sairão decisões como a ação política de nossa Central em defesa da democracia e do governo eleito de Honduras, uma moção de repúdio à repressão que o governo da Coréia do Sul tem feito sobre os movimentos grevistas e, sem dúvida, iremos às ruas já no próximo dia 14, na Jornada Nacional Unificada de Lutas, em várias cidades do País, para exigir a aprovação da redução da jornada de trabalho", garantiu, em referência à mobilização com as centrais e os movimentos sociais na próxima semana, no mesmo dia em que a projeto de redução da jornada deve ir à voto na Câmara dos Deputados.
Artur destacou ainda a luta por um novo modelo agrário no Brasil, que combata o latifúndio e o agronegócio e fortaleça a agricultura familiar, e a luta imediata pelo fim dos leilões das jazidas de petróleo, em defesa da Petrobrás e de uma nova lei que garanta a soberania nacional sobre o pré-sal, como exemplos de ações para o próximo período.
Antes de Artur encerrar o ato, coube ao ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, transmitir as palavras do presidente Lula aos trabalhadores: "O presidente me pediu para dizer a vocês que ele tem um reconhecimento imenso por tudo que a CUT fez e faz por este país, não só na defesa dos direitos dos trabalhadores, mas de toda a nação. Se a CUT não tivesse lutado para impedir a privatização do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da Petrobrás, não estaríamos enfrentando a crise como agora. Não fossem os bancos públicos, o país teria quebrado."
Dulci destacou ainda o papel propositivo da Central. "A política de valorização do salário mínimo, de financiamento da agricultura familiar, de reajuste da tabela do imposto de renda para os assalariados e do crédito consignado foram propostas da CUT. A Central manteve a autonomia e a independência durante o governo Lula, criticando quando achava necessário, mas também apontando caminhos para o país".
A Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não compareceu por problemas de agenda, mas enviou um vídeo onde saldava o eixo do 10º CECUT. "O desenvolvimento com trabalho, renda e direitos são também os princípios empregados pelo governo Lula para estabelecer uma política de transferência de renda que permitiu a criação de 10 milhões de empregos."
Terminou aplaudida de pé e sob gritos de "olé, olé, olé, olá, Dilma, Dilma.
"Ex presidente da CUT-SP e atual deputado federal pelo PT-SP, Vicentinho, citou memoráveis ações da Central Única dos Trabalhadores, entre elas, a recente mobilização em favor da redução da jornada sem redução de salário. "Tenho certeza que no próximo dia 14 de agosto veremos mais manifestações que ressoarão no parlamento e permitirão ao trabalhador brasileiro ter direito ao lazer, à vida e à dignidade", acredita. Aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a PEC 231/95 precisa ser aprovada nos plenários da Câmara e do Senado para diminuir a jornada de 44 para 40 horas semanais.
Um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que a simples redução seria capaz de criar 2,5 milhões de novos empregos no país. O também ex-presidente da CUT-SP e atual vice-presidente nacional do PT, Jorge Coelho, alertou que as conquistas da CUT nos últimos 26 anos, resultam em maiores responsabilidades. "Daqui para frente temos muito mais motivos para lutar. Ano que vem avançaremos no projeto político de formação de uma sociedade mais igualitária e socialista. Precisamos continuar sonhando e construindo essa nação", afirmou.
Coordenador do 10º CONCUT, o secretário geral da Central, Quintino Severo, lembrou que dos 2.461 delegados eleitos em todo o país, 40% são mulheres, que se somam para fortalecer a luta por um novo modelo de desenvolvimento e um Brasil mais justo.
"Com expressiva representatividade e participação, este será o Congresso da reafirmação da unidade da nossa Central, que é a maior do Brasil e a quinta maior do mundo", acrescentou Quintino.
João Pedro Stédile, da direção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), saudou "a solidariedade da classe trabalhadora urbana, sem o que o movimento, nascido no processo de luta e mobilizações de massa, não existiria".
"Mais do que irmãos de berço, somos companheiros de longa trajetória de luta", lembrou Stédile, frisando que a hora é de somar contra o colonialismo do século 21.
"Aqui estão reunidas as forças populares mais representativas, que precisam estar mobilizadas contra os que querem continuar mamando nas tetas do dinheiro público para recompor as suas taxas de lucro, contra os que querem se apropriar dos nossos recursos naturais, que estão de olho no nosso pré-sal", acrescentou.
Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, 'a unidade das centrais sindicais, que tem sido determinante para enfrentar a crise mundial, precisa ser ainda mais fortalecida. Não podemos brincar em serviço: ou reelegemos o projeto ou pagaremos caro pelo retrocesso".
O presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antonio Neto, lembrou o conjunto de ações unitárias desenvolvidas pelas centrais, como a luta pela ratificação das Convenções 151 e 158 da OIT, pela redução da jornada de trabalho e contra a terceirização. "Agora, vamos à luta para que as riquezas do pré-sal fiquem com o povo brasileiro", frisou.
Segundo o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, ao unificarem suas ações, "as centrais têm dado sustentação a políticas de inclusão social, dando o seu apoio à construção de um Brasil para os brasileiros, para uma verdadeira revolução dos trabalhadores".
Na avaliação do secretário geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), "a unidade de ação demonstrada pelas centrais, acima das diferentes ideologias de cada uma, aponta que este é um caminho acertado". "Comprometidos com as causas populares, garantimos mais investimentos nas questões sociais", acrescentou.
Em nome da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), Edson França, da Unegro, sublinhou que a CUT vem jogando um papel fundamental no desenvolvimento e crescimento da articulação das entidades populares, "que tem protagonizado avanços mais profundos na sociedade brasileira a partir da mobilização por soberania, democracia, desenvolvimento e mais direitos".
O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, denunciou que os mesmos meios de comunicação que serviram aos adoradores do deus mercado e do neoliberalismo, agora se voltam contra os movimentos sociais, "pois querem acabar com as políticas sociais e os direitos".
"A mídia sabe que somos uma força mobilizadora, que não estará à disposição da direita", frisou.A dirigente da Marcha Mundial de Mulheres, Sônia Coelho, defendeu a urgência da "sustentabilidade da vida humana, com o fim da miséria e da desigualdade".
O coordenador da Central Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA), Victor Báez, lembrou aos presentes que o Brasil, quando ratificar as Convenções 151 e 158 da OIT "dará importante exemplo para o mundo no combate à crise".
O secretário-geral adjunto da Central Geral dos Trabalhadores (CGT) de Honduras, Jose Maldonado, agradeceu o calor da solidariedade dos congressistas, do povo e do governo brasileiro contra os golpistas, e destacou que a somatória de manifestações "representa forte estímulo" para que seu povo continue mobilizado para garantir o retorno do presidente eleito, Manuel Zelaya.
A abertura do evento terminou ao som da Internacional, entoada pelos milhares de delegados e por representações de mais de 40 países.
Fonte: CUT
10º CONCUT
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Brasil caminha na contramão da
sustentabilidade, diz debatedor
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A atual situação mundial é absurda e inviável quando analisada pelos pontos de vista da sustentabilidade e de questões sociais, humanas e econômicas.
Foi com esta constatação que iniciaram os debates do seminário internacional na 10ª edição do CONCUT.
O apontamento foi feito pelo economista Theotonio dos Santos, que também culpou as divergências entre teoria e prática na política neolibertal como a principal causa do atual desequilíbrio econômico mundial.
Segundo ele, ao mesmo tempo em que os teóricos neoliberais defendiam a diminuição gradativa da intervenção do Estado na economia, houve um movimento, liderado pelos EUA, de canalização de recursos para controle político e econômico mundial.
"Hoje, o Estado atua como organizador da dívida pública e da atividade comercial em todo o mundo", afirmou.
"É o Estado que remunera o atual setor financeiro, e acabamos contribuindo para uma economia desequilibrada, que financia o consumismo norte-americano, onde se importa mais do que se exporta, consomem mais do que produzem", criticou.
O economista defendeu, ainda, que cabe aos movimentos sindicais e sociais a luta pela igualdade na distribuição de renda e na geração de empregos.
Para ele, é necessário que haja maior participação desses movimentos na mudança da atual política internacional a fim de se garantir o repasse de recursos para setores fundamentais para a sociedade, como saúde e educação.
"A concentração de renda no setor financeiro é inaceitável para a classe trabalhadora, que sempre acaba pagando pelo consumismo", afirmou. "A atual política neoliberalista pode até recuperar a economia em um curto prazo, mas em cinco ou dez anos, se não mudarmos as políticas estatais, a conseqüência será uma crise ainda maior que a atual", alertou. Desenvolvimento X Sustentabilidade
Assim como o desequilíbrio macroeconômico tende a se agravar se não acontecerem mudanças nas políticas mundiais, a busca pelo desenvolvimento e pelo crescimento econômico tende a entrar em conflito com questões básicas da sustentabilidade.
O alerta foi dado pelo professor da Faculdade de Economia e Administração da USP, Ricardo Abramovay. Segundo ele, há uma grande lacuna ambiental que não é considerada quando as sociedades desenvolvem planos de crescimento econômico.
Exemplo desta falha está no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no Brasil, que, para Abramovay, "não é uma solução, mas um profundo agravamento dos nossos problemas ambientais".
"O Brasil está atrasado no sentido de não levar em conta a relação entre economia e ecossistemas em seu planejamento. Essa relação deve estar no coração do planejamento, mas acontece que primeiro se pensa o projeto e só depois se pensa no meio ambiente", lamentou.
Para o professor, também cabe aos trabalhadores e aos movimentos sindicais a reflexão sobre como a busca desenfreada pelo crescimento pode afetar cenários futuros.
"Os trabalhadores devem ter posição decisiva para alterar a concepção do que é riqueza e a maneira com que a sociedade se relaciona com os recursos dos quais dependem", afirmou.
"Os trabalhadores precisam saber se o seu país vai desenvolver sua inteligência e sua capacidade para explorar de maneira sustentável seus recursos naturais, como a Amazônia, que sofre com a escassez de tecnologias que preservem nossa biodiversidade", completou.
Fonte: Paola Bello - Instituto Observatório Social
Bancos pressionam e dólar tem
4ª queda seguida ante real
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O dólar marcou a quarta baixa seguida frente ao real nesta terça-feira, devido a uma pressão dos bancos por cotações menores.
Mas um movimento de ajuste à recente queda impediu uma desvalorização maior.
A moeda dos Estados Unidos exibiu volatilidade durante a sessão e no fechamento caiu 0,55 por cento, a 1,824 real na venda.

Na máxima, a divisa subiu 0,38 por cento, a 1,841 real, enquanto na mínima recuou 0,93 por cento, valendo 1,817 real.
"Você tem duas frentes no mercado interno: os que querem um ajuste ante (a queda de) ontem e aqueles que buscam a continuidade da baixa do dólar. Prevaleceu a pressão de queda", avaliou o gerente de câmbio do Banco Prosper, Jorge Knauer, no Rio de Janeiro.
Em relação ao grupo que pressionava pela baixa da moeda norte-americana, Knauer se referiu aos bancos, que estão "vendidos" em dólar tanto no mercado à vista quanto no futuro.
Na véspera, segundo dados da BMF&Bovespa, os bancos sustentavam 2,652 bilhões de dólares em posições vendidas no mercado futuro --o que revela, na prática, uma aposta na queda da moeda norte-americana.
O dólar acompanhou a volatilidade das bolsas de valores dos EUA, que operavam no final da tarde perto da estabilidade após a divulgação de dados econômicos contraditórios.
Uma pesquisa da Associação Nacional de Corretores dos Estados Unidos informou que as vendas pendentes de moradias nos EUA subiram em ritmo mais rápido que o esperado em junho, no quinto mês seguido de alta pela primeira vez em seis anos.
Os gastos pessoais dos consumidores também tiveram alta em junho. Por outro lado, o Departamento de Comércio informou que a renda pessoal declinou 1,3 por cento em junho.
A queda foi a maior desde janeiro de 2005.
Nesse contexto ainda de indefinição, Knauer ponderou que um ajuste técnico da divisa dos EUA frente às recentes baixas não está descartado. "Não me surpreenderia se um movimento de ajuste ganhasse força, visto que a moeda já caiu bastante. Seria algo saudável para o mercado (de câmbio)."
Na BM&
FBovespa, o volume de dólar negociado no segmento à vista somava cerca de 1,8 bilhão de dólares por volta das 16h30. (Reportagem de José de Castro; Edição de Vanessa Stelzer)
DE TERESINA À SÃO LUÍS DO MARANHÃO...
Teresina estende lei das filas nos bancos
para lotéricas e correspondentes
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Você sabia que as filas nas agências
bancárias de Teresina devem durar
no máximo 30 minutos para cada pessoa?
Isso é lei. A de número 2.743 de 1998.
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Alterações foram propostas pela vereadora Rosário Bezerra e sancionadas ainda no primeiro semestre pela Prefeitura de Teresina.
Como essa Lei não estava sendo respeitada e suas multas eram praticamente insignificantes para os bancos, a vereadora Rosário Bezerra (PT) entrou com um projeto de alteração para que o consumidor seja respeitado.
O tempo continua o mesmo - de até 30 minutos nos dias normais e de até 45 minutos nos dias considerado de "pico", véspera e após feriados prolongados e finais de semana
Confira o que mudou:
- Além das agências bancárias, casas lotéricas e correspondentes bancários devem obedecer a Lei;
- As multas que antes eram de 400 a no máximo 800 UFIRs passaram a variar de 200 a três milhões de Ufirs, conforme o artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor;
- Para comprovar o tempo que cada pessoa passa na fila, foi obrigado a disponibilizar senhas numeradas com hora de entrada e saída na fila, par que o consumidor possa fazer a fiscalização da Lei;
- Caso não cumpram a Lei, os estabelecimentos serão penalizados com uma advertência por escrito; depois multa e após a terceira penalidade, a suspensão de Alvará de Funcionamento. Antes os bancos eram notificados somente a partir da 5ª vez;
- As denúncias, devidamente comprovadas, deverão ser encaminhadas à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo - SEMDEC, órgão municipal responsável pela fiscalização e o cumprimento desta Lei, juntamente com os órgãos de fiscalização como o Procon.
Caso você seja desrespeitado, procure o Procon ou a Semdec e faça valer os seus direitos. Denuncie. Fonte: Assessoria da vereadora Rosário Bezerra
QUARTA-FEIRA NA AGENDA
Audiência pública nesta quarta discute
direito de reaver perdas dos poupadores
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Nesta quarta-feira, dia 5, às 14h30, a Câmara dos Deputados realiza audiência pública para discutir o direito dos poupadores em reaver as perdas ocasionadas pela aplicação inadequada que os bancos deram aos Planos Bresser e Verão.
A audiência foi convocada pela Comissão de Defesa do Consumidor, demonstrando preocupação com o impacto da ADPF nº 165 (leia abaixo)na confiança que a população deposita na caderneta de poupança e nas medidas econômicas tomadas pelo governo e aprovadas pelo Legislativo, além do impacto na autoridade do Poder Judiciário.
As manifestações do Banco Central do Brasil e do Ministério da Fazenda contra os poupadores brasileiros e o posicionamento definido pela Justiça também motivaram a audiência.
Entre os que foram convidados para a audiência estão:
representantes da Consif - Confederação Nacional do Sistema Financeiro;
Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil;
Guido Mantega, ministro da Fazenda;
Marilena Lazzarini, assessora de relações institucionais do Idec;
Marcela Oliboni, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro,
Walter Faiad, secretário geral do Brasilcon - Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor;
Roberto Luís Troster, ex-economista chefe da Febraban - Federação Brasileira do Bancos;
Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
O que é a ADPF nº 165
Em 5 de março de 2009, a Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro) ingressou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (a ADPF nº165), no STF, pleiteando a suspensão de todas as ações judiciais que discutem o comportamento dos bancos em relação às cadernetas de poupança quando do advento dos Planos Cruzado, Bresser, Collor I e II.
Os bancos pretendem também que o STF reveja o posicionamento unânime do Poder Judiciário, inclusive dos ministros da própria Corte Suprema, que já determinou o ressarcimento dos poupadores no caso dos Planos Bresser e Verão.
Segundo o pedido de liminar da Consif, que conta com o apoio do Banco Central (BC), o pagamento das perdas representa um risco para o sistema financeiro. Eles argumentam que o custo potencial das decisões judiciais é de R$ 105,9 bilhões, números astronômicos e bem distantes dos R$ 8,8 bilhões provisionados nos balanços financeiros dos sete maiores bancos do País em 2008, para todas as ações cíveis (que incluem as das perdas da poupança).
As provisões, ao invés de serem a referência adotada pelo BC, Ministério da Fazenda e Febraban para projetar as estimativas das perdas em questão, estão longe dos cálculos dessas instituições.
Os números apresentados ao STF pela Consif e BC partem de uma premissa falsa, pois projetam o pagamento de todos os poupadores em relação a todos os planos econômicos.
Logo, não refletem a real situação dos processos em andamento, o que reitera o argumento do Idec de que os números que vêm sendo divulgados estão propositadamente superestimados, para alarmar os ministros do STF.
INOVAÇÃO & CRIATIVIDADE
À TODA PROVA
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Quadrilha usa guarda-sol para se
esconder de câmera em roubo a banco
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Grupo abriu buraco em duas paredes antes
de chegar ao dinheiro.Na segunda, ocorreram
três ataques a agências bancárias no RS.
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Um banco foi assaltado na madrugada de segunda-feira (3), em Cachoeirinha (RS).
Para chegar ao dinheiro, a quadrilha quebrou duas paredes a marretadas e abriu o cofre com um maçarico. Para se esconder das câmeras de vigilância, o grupo usou um guarda-sol.
Os criminosos conseguiram fugir.
O crime foi descoberto de manhã. No início, a polícia desconfiou do uso de explosivos durante a ação, porque havia fumaça saindo da agência. Mas, durante a perícia, não foram encontrados resquícios de bombas ou similares.
Os bombeiros chegaram a quebrar a porta de vidro na frente do banco, quando foram chamados para conter o princípio de incêndio.
Depois, perceberam que o prédio havia sido arrombado pelos fundos.
O grupo abriu um buraco em um muro protegido por cerca elétrica, passaram pelo pátio e fizeram outra abertura em uma parede que dá acesso à agência.
"Antes de entrar, o grupo usou um guarda-sol preto para se proteger das câmeras, que depois foram viradas para a parede. As imagens ficaram muito nebulosas.
Foi uma ação de cinema", disse o chefe de investigação da 1ª DP, Ademar Pio.
Na segunda, foram registrados três ataques a banco em cidades gaúchas, confirmando uma tendência que vem sendo observada pelos bancários nos últimos anos: as quadrilhas estão buscando pequenas localidades, que têm poucos policiais. (Com informações do Zero Hora)
UNIBANCO, CADÊ VOCÊ?
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Contraf-CUT cobra do Itaú Unibanco
discussão sobre antecipação do PCR
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A Contraf-CUT está cobrando da direção do Itaú Unibanco uma negociação para discutir a antecipação, ainda em agosto, do pagamento do Plano Complementar de Remuneração (PCR) para 2009, assim como dos indicadores que vão compor o valor a ser pago.
Os representantes dos trabalhadores reivindicam do banco a antecipação de 50% do valor pago em 2008, que foi de R$ 1.800.
Na última reunião, em junho, o banco tentou desqualificar a reivindicação afirmando que o tema depende das negociações em curso entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban a respeito do modelo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
"Mas deixamos claro que não tem nada a ver uma coisa com a outra.
A PLR está prevista na Convenção Coletiva e é para toda a categoria e o PCR é um programa próprio do banco. São dois debates diferentes, que não podem se misturar", diz Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco.
Os bancários exigem também a desvinculação do auxílio-educação do PCR.
Além do PCR, a Contraf-CUT quer ainda continuar a discussão com o Itaú Unibanco das outras questões pendentes, como a garantia de emprego, o PCS, o convênio médico, a central de realocação e a aposentadoria.
"Queremos estender o programa de incentivo à aposentadoria aos bancários que trabalham na rede de agências e diminuir a idade de 50 anos para 48 dos que têm direito à opção", acrescenta Jair. Fonte: Contraf-CUT
FEBRABAN EM ALERTA...
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Bancos elevam projeção de
inadimplência para este ano
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As previsões dos bancos para a inadimplência no país neste ano tiveram aumento na mais recente pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), feita nos dois últimos dias de julho. A previsão, que antes era de 5,6% para 2009, agora é de 5,8%.
Já as estimativas para 2010 apontaram retração da taxa de inadimplência, de 5% em pesquisa de junho, para 4,9% no levantamento atual. A previsão, colhida entre 37 instituições bancárias que atuam no Brasil, leva em conta atrasos de mais de 90 dias.
Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban, não esperava pela piora da estimativa para este ano, mas ele acredita que trata-se de uma mudança marginal.
"A taxa está próxima do pico", pondera. Na avaliação dele, a taxa de inadimplência para pessoa física já parou de subir, mas a de pessoa jurídica ainda tende a avançar por algum tempo.
Ele destacou que, embora a taxa não tenha subido tanto quanto o mercado temia com a crise econômica, houve uma expansão importante, pois estava em 4% em setembro do ano passado.
(Valor Online)
Apesar da chiadeira dos bancos, leilão
da folha do INSS começa nesta quarta
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Está marcado para começar hoje, quarta-feira, dia 5, o leilão da folha de pagamento dos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O pregão causa revolta dos banqueiros, pois enterra de uma vez a grande mamata que eles tinham de cobrar o governo federal para ter todos os aposentados e pensionistas do Brasil como clientes em potencial.
A chiadeira dos banqueiros começou quando o governo federal, seguindo determinação do Tribunal de Contas da União, decidiu inverter a lógica e passar a cobrar dos bancos em vez de pagar cerca de R$ 250 milhões anuais para manter a folha de pagamento do INSS, uma das maiores do país.
O Ministério da Previdência deu o primeiro passo e acordou com os bancos a isenção do pagamento.
O próximo é o leilão.Como reação, os bancos querem esvaziar o leilão, apesar de já pagarem fortunas para folhas de pagamentos de outros órgãos públicos, como estados e municípios.
Em 2007, por exemplo, a Nossa Caixa pagou a bagatela de R$ 2,1 bilhões pelo direito de administrar o pagamento dos servidores paulistas, mesmo tendo, por lei, o direito a administrá-la. Apesar dos rumores de boicote, os bancos públicos federais e o HSBC deram sinais de que vão participar.
As instituições financeiras lucram alto com as folhas, pois, na prática, é como se fossem agregados novos correntistas, para os quais podem vender produtos e oferecer crédito, duas das fontes de capital mais rentáveis para as instituições financeiras.
No caso do INSS, os bancos terão ainda mais uma vantagem - o crédito consignado - fonte de lucros com risco zero.
No caso do leilão do INSS, quem vencer fica com a administração pelos próximos 20 anos do pagamento dos benefícios que forem concedidos em cinco anos.
Segundo o INSS, em média são concedidos 377 mil benefícios por mês.
Ou seja, quase 400 mil contas a mais todo o mês. Vale ressaltar que nada muda para os atuais 26,6 milhões de aposentados e pensionistas.
Modelo
O leilão, segundo o jornal Valor Econômico, terá um modelo semelhante ao adotado pelos governos estaduais e municípios.
O INSS dividiu a disputa em 26 lotes e ganha o banco que oferecer o maior preço para cada uma delas. A expectativa é que os leilões das regiões Sul e Sudeste sejam mais disputados, pois é onde os benefícios tendem a ser mais altos. Fonte: Seeb São Paulo com Valor Econômico

terça-feira, 4 de agosto de 2009

ATENTADO À DEMOCRACIA
TRT/DF fere direito de greve dos bancários
ao derrubar liminar sobre pagamento
das horas paradas na Caixa
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Despacho judicial corrobora com o descumprimento
do acordo que possibilitou o fim da greve. Seeb/DF
impetrará recurso contra essa grave decisão.
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O exercício pelos trabalhadores do seu livre direito de organização e de manifestação sofreu um duro golpe na última sexta-feira (31 de julho), devido à decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal (TRT/DF) de derrubar a liminar impetrada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília contra a aplicação da circular interna Suape/Surse nº 107/08 da Caixa, que trata da compensação das ausências decorrentes da greve da campanha salarial de 2008.
A CI 107 prevê o desconto na folha de pagamento de eventual saldo de horas remanescentes da paralisação, sobretudo as que não foram compensadas durante o período estabelecido pela empresa.
No entanto, a liminar obtida pelo Seeb/DF impedia que a Caixa efetuasse o desconto dos dias não-compensados.
Só que agora a decisão do TRT/DF agrava essa situação, pois fere o direito dos bancários e corrobora com o descumprimento do acordo que possibilitou o fim da greve.
O Seeb/DF decidiu impetrar recurso contra esse despacho.