. Ações estreiam nesta quarta-feira na Bolsa de Valores de São Paulo.
Se todos os papeis forem vendidos, banco pode levantar R$ 14,1 bilhões.
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As units do banco Santander serão vendidas por R$ 23,50 cada na oferta pública que a instituição financeira está realizando no Brasil e no exterior. As units são "pacotes" de ações da filial brasileira do banco espanhol. Cada unit será formada por 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais. O preço de R$ 23,50 é o ponto médio do intervalo apresentado no prospecto, que ia de R$ 22 a R$ 25. A informação sobre eventual rateio na oferta de varejo só será conhecida nesta quarta-feira (7), quando os papéis estreiam na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). As units também serão negociadas como American Depositary Receipts (ADRs) em Nova York. Na bolsa brasileira, os papéis estarão listados no Nível 2, sob o código SANB11. Maior IPO Com base no valor de R$ 23,50 e na venda inicial de 525 milhões de units, o banco captará R$ 12,337 bilhões na operação. No entanto, já foi registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a colocação de mais 75 milhões de units, que equivale ao lote suplementar, que será exercido em caso de excesso de demanda. Com base no total de 600 milhões de units que podem ser vendidas, a operação poderá render até R$ 14,1 bilhões para a filial brasileira do banco espanhol. O lote adicional de 25 milhões de units não foi registrado. Se esses números se confirmarem, será a maior oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da história da Bovespa. A maior operação de estreia no mercado acionário brasileiro até então tinha sido a da VisaNet, de R$ 8,4 bilhões, no final de junho.Com essas condições, o valor de mercado do banco pode ser estimado em R$ 90,3 bilhões. Horário A negociação das units do Santander vai começar às 10h30 desta quarta-feira, meia hora depois da abertura regular do pregão.
De acordo com comunicado divulgado pela Bovespa, tal medida foi tomada visando "melhor formação de preço e organização do mercado".
(Com informações do Valor OnLine e da Reuters)
Bancários protestam contra
desrespeito do BRB.
Nova negociação nesta quarta
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Mobilização total no Distrito Federal.
Uma das atividades da Campanha Nacional dos Bancários de 2009, ocorridas na segunda-feira, dia 5, em Brasília, foi o ato em frente ao edifício Brasília, no Setor Bancário Sul, para passar os informes aos funcionários sobre as negociações específicas com o Banco Regional de Brasília (BRB).
E para reforçar os protestos contra a falta de avanço e de respeito do BRB com os empregados. "O BRB, além de abusar, ainda provoca a gente. Na única negociação que aconteceu até agora durante a greve, o banco não falou nada sobre a PLR e ainda negou aos funcionários a isenção de tarifas", afirmou Antônio Eustáquio, diretor do Sindicato.
O secretário-geral do Sindicato, André Nepomuceno, também mostrou indignação. "O tipo de negociação que eles estão fazendo não condiz com o discurso que eles têm de modernidade, de governança corporativa. Mesmo com a força da greve, que demonstra o alto grau de insatisfação dos funcionários, nada avançou", desabafou lembrando também que os trabalhadores do BRB exigirão diretrizes transparentes de promoção durante as negociações.
Uma nova reunião de negociação específica foi marcada para esta quarta-feira (7), às 11h, quando a diretoria do Sindicato espera que o BRB pare com as enrolações e as provocações e apresente melhorias na proposta de PLR e atenda as demais reivindicações específicas da categoria.
Fonte: Seeb Brasília
BNDES assume gastos da
Copa do Mundo e da Olimpíada . O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) vai ser o principal financiador
das duas maiores competições esportivas do mundo, a Copa de 2014 e a Olimpíada do Rio, em 2016.
O banco deve oferecer ao menos R$ 15 bilhões para os eventos.
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Mais do que bancar diretamente os custos das empreitadas bilionárias, o governo federal vai passar ao BNDES a tarefa de custear com empréstimos os principais gastos de infraestrutura urbana, os mais custosos, para os dois eventos.
O banco de desenvolvimento foi a saída escolhida pela União para honrar os principais gastos com os projetos esportivos, com menos riscos de perder dinheiro. Caberá ao governo federal investir em portos, aeroportos e paisagismo.Uma pista disso foi o recado que a ministra Dilma Rousseff deu ao diretor de Inclusão Social e de Crédito do BNDES, Élvio Gaspar, sexta-feira, uma hora antes do anúncio da vitória do Rio para 2016.
"Prepare-se, você terá muito trabalho!".Entre os futuros financiadores, o BNDES aparece como o principal. O banco vai disponibilizar inicialmente R$ 5 bilhões para o PAC da Mobilidade, programa que prevê a construção de vias, criação de corredores de ônibus articulados e a expansão com criação de outras linhas do metrô carioca.
Segundo o ministro Márcio Fortes, o valor pode aumentar.Os investimentos na área são os mais vultosos, segundo projeto executivo de 2016. Só o valor para infraestrutura pode chegar a R$ 20 bilhões.
O diretor do banco Élvio Gaspar afirmou que vai disponibilizar R$ 4,8 bilhões para a reforma/construção de estádios para a Copa, mais do que os R$ 3,6 bilhões previstos.
Esse montante já prevê o teto de R$ 400 milhões por estádio, limite de financiamento de 75% e inclui recursos para três instalações privadas -Morumbi, do São Paulo, Beira-Rio, do Internacional, e Arena da Baixada, do Atlético Paranaense.
Os investimentos para a Copa e os Jogos coincidem. O que é gasto para 2014 já serve como herança para dois anos depois.
A Olimpíada deve custar R$ 25,9 bilhões, sete vezes o valor do Pan-07, de R$ 3,7 bilhões.O BNDES também abrirá uma linha para reforma de hotéis para a Copa, que Gaspar estima ser de R$ 1 bilhão -e variar de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões, em média, por imóvel.Com a Olimpíada, o montante deve subir para até R$ 5 bilhões, porque é necessária a construção de mais 10 mil a 12 mil quartos no Rio, para atender os parâmetros olímpicos.
Anteontem, segunda-feira, o governador do Rio, Sérgio Cabral, afirmou que um empresário do setor hoteleiro prometera construir três hotéis na Barra da Tijuca, epicentro da Olimpíada, caso o Rio conquistasse o direito a ser sede.
O BNDES viabilizaria empreendimentos como esses.
Os financiamentos não se restringirão aos entes públicos. Entidades privadas também poderão receber recursos, porém o banco será mais exigente nas garantias requeridas.Governos e prefeituras são melhores devedores porque podem ser cobrados no fundo de participação de Estados e municípios, além da possibilidade de usar terrenos públicos.
O modelo é diferente do adotado no Pan, quando a prefeitura não contou com recursos do BNDES, segundo o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia. De acordo com Maia, a prefeitura não usou recursos de arrecadação, concessões e troca por gabarito (caso da Vila do Pan). FolhaPress
ArtigoInterdito proibitório Sílvio Daltro*
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Este instrumento está no código civil desde o início do século 20 e já foi muito utilizado por latifundiários para evitar ocupações de terras.
Dos anos 90 para cá, tem sido usado indevidamente pelos bancos para inviabilizar os movimentos grevistas clássicos e as próprias entidades sindicais. Entre as principais razões dos bancos usarem o interdito com tanta freqüência, instrumento ágil e rápido; legitima a ação da PM, que resulta no uso da violência contra os trabalhadores; confunde e assusta o bancário, que acaba tendo a impressão errada de estar proibido de fazer greve. Decisões favoráveis aos trabalhadores: vários juízes apontam nas decisões que os Interditos Proibitórios não devem ser usados para barrar manifestações de trabalhadores.
Em julho de 2008, o juiz Roberto Norris, da 78ª Vara do Trabalho (RJ), acolheu a contestação do Sindicato dos Bancários local de que o Bradesco teria agido de má fé “ao ajuizar em outras varas e juízos demandas idênticas” e condenou o banco a pagar indenização de R$ 50 mil reais mais as custas judiciais. O presidente da OAB nacional, Cezar Brito, disse que o abuso do Interdito Proibitório por partes dos bancos e da justiça deve-se à visão patrimonialista que ainda impera nas classes dominantes brasileiras e, por extensão, no judiciário.
“A OAB está muito preocupada com as tentativas de criminalização com os movimentos sociais no Brasil e com a visão policialesca e conservadora que ganha cada vez mais força, inclusive no primeiro mundo”. O direito de greve está garantido na CF em seu artigo 9º da Lei 7.783/89.
”Independente da lei, ninguém pode tirar nossos direitos”.
A função da PM é trabalhar na segurança da população, e não na defesa de interesses particulares, como é o caso dos banqueiros. *Sílvio Daltro é diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia e funcionário do Bradesco
HSBC PRA INGLÊS VER
Para pagar uma menor PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a empresa guarda no cofre quase 90% do lucro obtido no primeiro semestre deste ano.
Com lucro de R$ 2,1 bilhões, o HSBC prejudica apenas os bancários ao deixar R$ 1,9 bilhão presos para supostas despesas e deixa apenas R$ 250 milhões como a base de cálculo para a PLR dos bancários. Mas, a distribuição do lucro para altos executivos e acionistas é feita da forma que o HSBC quer, porque nesses casos não há teto, apenas piso.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
BALANÇO DA TERÇA-FEIRA
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Greve dos bancários fecha
7.063 agências, diz confederação
. Paralisação teve seu 13º dia nesta terça-feira.
Novas negociações com bancos ainda não foram marcadas.
A greve dos bancários fechou 7.063 agências nesta terça-feira (6), o 13º dia de paralisação da categoria, segundo a confederação nacional dos trabalhadores. Foram nove agências a mais do que o registrado nesta segunda-feira (5). No primeiro dia da greve, dia 24 de setembro, foram 2.881 agências fechadas. No país, são cerca de 19 mil postos de atendimento, que incluem outros tipos de estabelecimentos além de agências. Segundo a confederação, após as negociações na quinta (1º) e sexta-feira (2), quando não houve acordo, a Fenaban, entidade que representa os bancos, disse que nesta segunda-feira faria reunião com os presidentes dos bancos. Uma nova reunião entre trabalhadores e bancos ainda não foi marcada.
Na capital paulista, segundo o sindicato da cidade, mais de 32 mil bancários ficaram parados nesta terça, em 700 locais de trabalho, incluindo agências e centros administrativos. As áreas das agências bancárias que concentram os caixas eletrônicos e outros terminais de autoatendimento estão sendo mantidas abertas, para que os clientes possam usá-las, segundo o sindicato dos bancários em São Paulo.
Mercedes Sosa Eterna .
FIM DE EXPEDIENTE DESTA TERÇA
Greve nacional dos bancários continua
crescendo e exige proposta dos bancos
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O 12º dia da greve nacional dos bancários terminou com novas adesões em todo o país, nesta segunda-feira, 5, apesar dos interditos proibitórios e da repressão dos bancos.
O número de agências fechadas manteve-se elevado em todos os 26 estados e no Distrito Federal (aumentando de 7.053 para 7.054) e a participação dos bancários se ampliou com a paralisação de grandes centros administrativos, como a Cidade de Deus, sede do Bradesco em Osasco, e o Centro Empresarial Itaú Conceição (CEIC), do Itaú, na Zona Sul de São Paulo.
"A paralisação dos centros administrativos é fundamental e demonstra que a insatisfação atinge trabalhadores de todos os setores dos bancos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
"Foi importante o movimento na Cidade de Deus, do Bradesco, onde os trabalhadores paralisaram as atividades mesmo com a pressão da Polícia Militar e de um interdito proibitório conseguido pelo banco", sustenta.
Sem resposta dos bancos
Os negociadores da Fenaban ainda não deram resposta ao Comando Nacional a respeito da reunião dos presidentes dos bancos, que seria realizada nesta segunda-feira.
O anuncio desse encontro havia sido feito na última rodada de negociação, realizada na sexta-feira, 2, quando os representantes dos banqueiros mais uma vez frustraram os trabalhadores ao não apresentarem nova proposta.
"A enrolação em fazer uma proposta satisfatória para os bancários contrasta com a velocidade que os bancos demonstraram ao lançarem no fim de semana uma enorme campanha de marketing para surfar na onda da escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas 2016, aproveitando-se do sucesso alheio", afirma Carlos Cordeiro. "Essa lentidão em negociar e a insistência numa proposta rebaixada são provas do descaso e da falta de responsabilidade social dos bancos com seus funcionários. Não aceitaremos proposta que não contemple aumento real, PLR maior, garantias de proteção ao emprego e mais contratações, valorização dos pisos salariais e melhorias das condições de saúde, de segurança e de trabalho", conclui.
Os bancários vão continuar a greve para conquistar:
- Reajuste de 10% do salário. Os bancos ofereceram 4,5%, apenas a reposição da inflação dos últimos doze meses, enquanto outras categorias de trabalhadores de setores econômicos menos lucrativos estão conquistando aumento real de salário.
- PLR maior.
Os bancos querem reduzir PLR para aumentar lucros. Os bancários querem uma PLR simplificada, equivalente a três salários mais R$ 3.850 fixos. Os banqueiros propuseram 1,5 salário limitado a R$ 10.000 e a 4% do lucro líquido (o que ocorrer primeiro) mais 1,5% do lucro líquido distribuído linearmente, com limite de R$ 1.500.
Essa fórmula reduz o valor da PLR paga no ano passado.
Em 2008, os bancos distribuíram de PLR até 15% do lucro líquido, com limite de R$ 13.862 mais parcela adicional relativa ao aumento da lucratividade que chegou a R$ 1.980.
Neste ano querem limitar a PLR a 5,5% do lucro líquido e a R$ 11.500.
- Valorização dos pisos salariais.
A categoria reivindica pisos de R$ 1.432 para portaria, R$ 2.047 (salário mínimo do Dieese) para escriturário, R$ 2.763,45 para caixa, R$ 3.477,00 para primeiro comissionado e R$ 4.605,73 para primeiro gerente.
Os bancos rejeitam a valorização dos pisos e propõem 4,5% de reajuste para todas as faixas salariais.
- Preservação dos empregos e mais contratações.
Seis dos maiores bancos do país estão passando por processos de fusão.
Os bancários querem garantias de que não perderão postos de trabalho e exigem mais contratações para dar conta da crescente demanda. Os bancos se recusam a discutir o emprego e aplicar a Convenção 158 da OIT, que inibe demissões imotivadas.
- Mais saúde e melhores condições de trabalho.
A enorme pressão por metas e o assédio moral são os piores problemas que a categoria enfrenta hoje, provocando sérios impactos na saúde física e psíquica.
A Fenaban não fez proposta para combater essa situação e melhorar as condições de saúde e trabalho.
- Auxílio-creche/babá.
A categoria quer R$ 465 (um salário mínimo) para filhos até 83 meses (idade prevista no acordo em vigor). Os bancos oferecem R$ 205 e querem reduzir a idade para 71 meses.
- Auxílio-refeição.
Os bancários reivindicam R$ 19,25 ao dia e as empresas propõem R$ 16,63.
- Cesta-alimentação.
Os trabalhadores querem R$ 465, inclusive para a 13ª cesta-alimentação. Os bancos oferecem R$ 285,21 tanto para a cesta mensal quanto para a 13ª.
- Segurança.
Os bancários querem instalações seguras e medidas como a proibição ao transporte de numerário, malotes e guarda das chaves.
Também reivindicam adicional de risco de vida de 40% do salário para quem trabalha em agências e postos. A categoria defende proteção da vida dos trabalhadores e clientes.
- Previdência complementar para todos.
Os bancários reivindicam planos de previdência complementar para todos os trabalhadores, com patrocínio dos bancos e participação na gestão dos fundos de pensão.
Fonte: Contraf-CUT
Bancários cobram responsabilidade social
dos presidentes dos maiores bancos
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Após a última e frustrada rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, ocorrida na última sexta-feira, dia 2, sem nenhuma nova proposta trazida pelas empresas, os negociadores da entidade patronal informaram aos trabalhadores que se reuniriam ontem, segunda, 5, com os presidentes dos bancos para discutir o impasse.
. Veja quem está à frente das seis maiores instituições do país:
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Fábio Barbosa, presidente do Santander e da Fenaban, Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Roberto Setúbal, do Itaú Unibanco, Conrado Engel, do HSBC, Aldemir Bendine, do Banco do Brasil, e Fernanda Ramos Coelho, presidenta da Caixa.
As empresas comandadas por estes seis mandatários têm algumas coisas em comum.
Todas, cada qual dentro de seu perfil, trilham caminhos de sucesso e lucratividade crescente. Outro ponto em comum é o discurso adotado em suas (muitas) ações de marketing: responsabilidade social. Nenhum setor da economia se utiliza tanto dessas palavras quanto o financeiro.
No entanto, se olharmos as ações de fato das empresas no trato com seus funcionários, veremos que o significado adotado pelos bancos para essa tal responsabilidade é, no mínimo, estranho.
Enquanto dividem lucros enormes com seus acionistas, se recusam a criar uma regra mais clara e justa para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos bancários e, mesmo na regra atual, fazem malabarismos contábeis para diminuir o valor pago aos trabalhadores.
Compram outras instituições em fusões bilionárias, mas não aceitam contratar mais bancários para diminuir o stress e as doenças ocupacionais da categoria e melhorar o atendimento dos clientes e da população.
Gastam milhões de reais em publicidade e patrocínios, mas apresentam aos bancários uma proposta rebaixada de reajuste salarial, sem aumento real.
"Os bancos precisam aprender que responsabilidade social começa em casa, na relação cotidiana com os seus trabalhadores. Não basta usar belas palavras em comerciais caríssimos no horário nobre sem colocar em prática esse discurso politicamente correto", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.
A Contraf-CUT reproduziu em seu site as seis matérias divulgadas pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, denunciando a falta de responsabilidade social desses bancos e cobrando uma posição dos presidentes dessas instituições. (Arteban)
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DEU NO BLOG DA ARTBAN
Banco da Amazônia está no
rumo do retrocesso. Lamentável!
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Enquanto todos os outros bancos públicos estão procurando um caminho mais sensato em busca de um acordo nesta Campanha Salarial, é de se lamentar que o Banco da Amazônia seja o único banco a suspender as negociações específicas com as entidades representativas de seus empregados. Antes de interromper o processo de negociação, o Banco da Amazônia se resumiu a garantir apenas que vai seguir as “cláusulas eminentemente econômicas” acordadas com a Fenaban e negou todos os novos pleitos dos empregados, sem dar maiores explicações às entidades sobre as negativas. Temos essas e mais outras boas razões para continuar com a greve forte e ampliada nas agências do Banco da Amazônia nos quatro cantos do país. Essa postura intransigente é condenável, quando o caminho mais sensato é o exercício do processo de negociação até a exaustão, em busca de melhorias para os empregados! Todos os trabalhadores têm o maior interesse em encerrar a greve, mas isso só vai acontecer quando terminar a economia que os banqueiros querem fazer com os bancários.
A responsabilidade está nas mãos dos donos dos bancos. Aos bancários cabe a indignação. Quanto maior a greve, maiores serão as conquistas dos trabalhadores. (Arteban).
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Faltam investimentos para a categoria bancária
. Os investimentos feitos em vários segmentos pelos bancos não é direcionado para os funcionários.
Enquanto as reivindicações da categoria não são atendidas, o lucro bilionário adquirido a partir do trabalho dos bancários é direcionado para patrocínios, publicidades, fusões e tecnologia, entre outros itens. Apenas este ano, no Santander, U$ 20 milhões foram destinados para a Copa Libertadores.
No BB, foram gastos R$ 5,3 bilhões na compra da Nossa Caixa e R$ 4,2 bilhões em metade do banco Votorantim.
Os gastos com tecnologia na Caixa chegaram a R$ 2 bilhões no ano passado. (SeebBA)
TV Online Bancários pedem aumento de 10% e mantêm greve
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Mesmo após várias rodadas de negociações, banqueiros e bancários ainda não chegaram a um acordo.
No Piauí, a categoria dos bancários está de braços cruzados e reivindica entre outras coisas, o aumento salarial em torno de 10%.
Ontem, segunda, 7.054 agências fecharam, segundo confederação.
Sem novas conversas, greve continua nesta terça-feira.
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Os bancários seguem em greve nesta terça-feira (6), já que nesta segunda (5) não houve negociação entre trabalhadores e bancos.
Segundo a confederação nacional dos bancários, 7.054 agências em todo o país ficaram fechadas nesta segunda, que foi o 12º dia de paralisação. Segundo a confederação, após as negociações na quinta (1º) e sexta-feira (2), quando não houve acordo, a Fenaban, entidade que representa os bancos, disse que nesta segunda-feira faria reunião com os presidentes dos bancos.
Uma nova reunião entre trabalhadores e bancos ainda não foi marcada. Na capital paulista, segundo o sindicato da cidade, cerca de 46,6 mil bancários ficaram parados nesta segunda, em 554 locais de trabalho, incluindo agências e centros administrativos da Nossa Caixa, Unibanco, Banco do Brasil, e Caixa Econômica Federal. As áreas das agências bancárias que concentram os caixas eletrônicos e outros terminais de autoatendimento estão sendo mantidas abertas, para que os clientes possam usá-las, segundo o sindicato dos bancários em São Paulo.
Clique em cima da matéria e leia
VIAS DE FATOS
A contragosto filiado a CUT, o atual comando do Sindicato dos Bancários do Maranhão carrega a bandeira da Conlutas (PSTU e PSOL) na campanha salarial 2009. Ainda com a derrota do último plebíscito entalada na garganta, a atual diretoria bate forte na proposta da Contraf/CUT, que é maioria nos sindicatos do país. No lançamento do Jornal Vias de Fatos, mais uma vez a diretoria usa a campanha salarial para detonar a ContrafCUT. Façam os seus julgamentos e comentem.
TERÇA-FEIRA, 13... Dias de greve
Greve mostra força, cresce e paralisa
mais de 7.500 agências no Brasil inteiroMaioria das bases sindicais vinculadas à Contraf/CUT realizou assembleias de caráter organizativo.
Greve por tempo indeterminado continua nesta terça-feira, dia 6 de outubro .
Por unanimidade, as assembleias de bancários realizadas pela maioria das bases sindicais vinculadas à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) aprovaram a continuidade da greve por tempo indeterminado nesta terça-feira, dia 6 de outubro.
Há o registro de que mais de 7.500 agências de todos os bancos (públicos e privados) continuaram paradas no dia de hoje (segunda-feira), apesar da truculência das instituições financeiras com pedido de interdito proibitório e das ameaças aos trabalhadores, na tentativa de impedir o direito constitucional de greve.
A orientação do Comando Nacional dos Bancários é de que a paralisação fica mantida até que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente uma proposta que contemple as reivindicações da categoria bancária.
Portanto, a greve continuará forte e coesa no Brasil inteiro, numa demonstração de que os bancários exigem aumento real de salário, PLR maior e mais justa, valorização dos pisos salariais, proteção aos postos de trabalho e mais contratações e implantação de políticas que melhorem as condições de trabalho, de saúde e de segurança, apontando ainda para o fim do assédio moral e das metas abusivas.
A paralisação na Caixa também cresce em todo o país.
Os trabalhadores da empresa lutam não só por reivindicações econômicas gerais, mas também por condições dignas de trabalho, mudanças no Plano de Cargos Comissionados (PCC), ampliação do quadro de pessoal, isonomia de direitos entre novos e antigos bancários, respeito à jornada de trabalho de seis horas, tíquete e cesta-alimentação para todos os aposentados e pensionistas, garantia de sustentabilidade ao plano REG/Replan não-saldado da Funcef e fim das discriminações a seus participantes, superação dos problemas do Saúde Caixa e democratização da gestão.
Contraf/CUT pede apoio do Congresso Nacional à greve dos bancários
Em correspondência remetida ontem, segunda-feira (5 de outubro) a todos os deputados federais e senadores, a Contraf/CUT denunciou a intransigência dos bancos nas rodadas de negociações da campanha nacional salarial da categoria bancária.
O documento também pede apoio à greve e solicita que os parlamentares intercedam junto às instituições financeiras, “a fim de que a Fenaban e as direções dos bancos públicos federais, a exemplo da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, retomem imediatamente as negociações e apresentem uma proposta decente aos trabalhadores para resolver o impasse”.
A carta da Contraf/CUT ao Congresso Nacional representa mais um esforço para buscar o apoio político de todos os setores da sociedade brasileira à justa greve nacional dos bancários.
O documento afirma, inclusive, que o sistema financeiro, “o setor mais lucrativo da economia brasileira, que lucrou R$ 19,3 milhões no primeiro semestre deste ano, não pode desrespeitar quem produziu esses resultados gigantescos, às custas da pressão por metas abusivas e assédio moral”.
Para a mensagem da Contraf/CUT, a intransigência da Fenaban em mesa de negociações com o Comando Nacional dos Bancários “revela falta de responsabilidade social dos bancos não somente para com seus trabalhadores, mas também para com os clientes e a sociedade, que sofrem igualmente com a cobrança de altas taxas de juros, tarifas exorbitantes, filas intermináveis e insegurança nas agências e postos de atendimento”. .
Contra a intransigência do
Banco da Amazônia,
o remédio é manter a greve
. Enquanto outros bancos públicos estão procurando um caminho mais sensato em busca de um acordo nesta Campanha Salarial, é de se lamentar que o Banco da Amazônia seja o único banco a suspender as negociações específicas com as entidades representativas de seus empregados. Antes de interromper o processo de negociação, o Banco da Amazônia se resumiu a garantir apenas que vai seguir as "cláusulas eminentemente econômicas" acordadas com a Fenaban e negou todos os novos pleitos dos empregados, sem dar maiores explicações às entidades sobre as negativas.
Temos essas e mais outras boas razões para continuar com a greve forte e ampliada nas agências do Banco da Amazônia nos quatro cantos do país. Essa postura intransigente é condenável, quando o caminho mais sensato é o exercício do processo de negociação até a exaustão, em busca de melhorias para os empregados!
Todos os trabalhadores têm o maior interesse em encerrar a greve, mas isso só vai acontecer quando terminar a economia que os banqueiros querem fazer com os bancários. A responsabilidade está nas mãos dos donos dos bancos. Aos bancários cabe a indignação. Quanto maior a greve, maiores serão as conquistas dos trabalhadores.
Veja como está a negociação nos outros bancos públicos:
BNB - o banco propõem seguir o que for acordado na mesa da Fenaban. No capítulo da PLR - Participação nos Lucros e Resultados, entretanto, vai repetir o modelo adotado em 2008, ainda que o benefício acertado na mesa geral seja inferior, ou seja: distribuir 9% do lucro líquido de 2009, linearmente, entre todos os funcionários.
CAIXA - os trabalhadores já alcançaram a garantia de alguns avanços, como a criação de comitês para a discussão e resolução de casos de assédio moral.
BB - Na retomada das negociações das questões específicas do BB, a empresa avançou em algumas reivindicações do funcionalismo: anunciou a contratação de três mil novos funcionários até 2010 e a criação de comitês de ética nos 27 Estados e no Distrito Federal com representação eleita pelos bancários, visando combater o assédio moral e "outros desvios comportamentais".
O BB também propôs manter o modelo de PLR em vigor. Nova rodada de conversação com o BB será mantida pelo Comando Nacional dos Bancários após a reunião com a Fenaban.
BANPARÁ - As negociações estão em pleno andamento. Hoje, à tarde, está sendo realizada mais uma rodada. Como se vê, a disposição de negociar está vigorando em todos os bancos públicos, com exceção do Banco da Amazônia. Mas, a intransigência do Banco só faz aumentar o movimento grevista. A cada dia cresce o número de agências que aderem a greve.
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Mais de 46 mil bancários param em São Paulo.
Nesta terça tem passeata.
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Os bancários entraram ontem, segunda-feira, 5 de outubro, em seu 12º dia de greve nacional por tempo indeterminado parando, além das agências bancárias da região central de São Paulo e da região da Avenida Paulista, concentrações dos principais bancos onde se localizam os seus respectivos presidentes. Cerca de 46,6 mil bancários, somadas as agências, foram abrangidos pela paralisação em 554 locais.
As mobilizações foram concentradas em prédios administrativos onde trabalham os presidentes dos bancos: Roberto Setubal, do Itaú Unibanco, no Centro Empresarial Itaú Conceição (Ceic), na estação Conceição do metrô; Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, na Cidade de Deus, em Osasco; Fábio Barbosa, do Santander na matriz do banco Real (adquirido pelo banco espanhol) nas proximidades da estação Trianon, na Avenida Paulista; J. Safra no Safra da Paulista, nas proximidades da estação Consolação.
Passeata
Os bancários vão fazer uma passeata na tarde de terça-feira 6, pelas ruas do Centro Velho de São Paulo. A concentração será a partir das 16h30 em frente ao Complexo São João do Banco do Brasil, na esquina da Avenida São João com a Rua Libero Badaró.
"Venha participar e cobrar dos banqueiros uma nova negociação com proposta decente", convoca a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira. "Vamos fazer um ato pra marcar a greve deste ano e provocar uma reação dos bancos".
Reivindicações
A categoria reivindica 10% de reajuste salarial (sendo 5% de aumento real), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) composta pelo pagamento de três salários, acrescidos de valor fixo de R$ 3.850.
Os trabalhadores também querem a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de uma cláusula de proteção ao emprego em caso de fusão.
Os bancários exigem ainda o fim do assédio moral e das metas abusivas, práticas que provocam o adoecimento dos trabalhadores.
A greve dos bancários, que atinge os 26 Estados e o Distrito Federal, vem crescendo a cada dia desde quando foi iniciada, no último dia 24. De lá para cá, o número de agências e postos de trabalho paralisados aumentou de 2.881 para 7.053, segundo balanço da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), o que representa mais de 35% do total do país. Afetada pela greve, a população se divide entre os que apoiam e os que criticam os bancários.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Confira o quadro da greve
(segunda-feira, 05.10)
Em São Luís
- BB: todas as agências fechadas - BNB: todas as agências fechadas - BASA: Centro - Caixa: todas fechadas
Outros municípios:
Agências Fechadas
Açailândia: BB, CEF, BNB e BASA Araioses: BB Balsas: Caixa e BB Buriti: BB Bacabal: BB, Caixa, BNB e BASA Barra do Corda: BB, BNB e CEF Barreirinhas: BB Brejo: BB Bom Jardim: BB Carolina: BB e BASA Caxias: BB, CEF e BASA Chapadinha: BB e BNB Coelho Neto: BB Colinas: BB Codó: BB, CEF e BNB Coroatá: BB Cururupu: BB Dom Pedro: BB Esperantinópolis: BB Grajaú: BB Gonçalves Dias: BB Governador Eugênio Barros: BB Igarapé Grande: BB Imperatriz: BB, Caixa, BNB e BASA Itapecuru Mirim: BB Lago da Pedra: BB Lima Campos: BB Loreto: BB Mirador: BB Olho D'Água das Cunhãs: BB Passagem Franca: BB Paulo Ramos: BB Pinheiro: BB, BNB, CEF e BASA Pindaré- Mirim: BB Pedreiras: BB e CEF Pio XII: BB Poção de Pedras: BB Porto Franco: BB Presidente Dutra: BB e CEF Riachão: BB Rosário: BB Santa Inês: BB, BASA e CEF Santa Helena: BB Santa Luzia: BB Santo Antônio dos Lopes: BB São Bento: BB São Bernardo: BB São Domingos: BB São João dos Patos: BB São José de Ribamar: BB São Luiz Gonzaga: BB São Mateus: BB São Raimundo das Mangabeiras: BB Tasso Fragoso: BB Timbiras: BB Tuntum: BB Tutóia: BB Viana: BB Vitorino Freire: BB Zé Doca: CEF e BNB
(Seebma)
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E a Vida Continua
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CEF libera R$ 20 bilhões em crédito
para micro e pequenas empresas .
Em homenagem ao Dia da Micro e Pequena Empresa, comemorado hoje (5), a Caixa Econômica Federal disponibilizará R$ 20 bilhões para investimento no setor. Os recursos estão disponíveis a partir de hoje e poderão ser usados em linhas de capital de giro e antecipação de receitas até o final de dezembro deste ano. Segundo a Caixa, até agosto deste ano, foram investidos R$ 18,24 bilhões em crédito para o setor, o que representa um crescimento de 16,85% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa, portanto, é chegar aos R$ 38,24 bilhões até o fim de dezembro, 56% a mais que em 2008.(Ag. Brasil)
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Real fica sem home broker para
operar ações do Santander no 1º dia
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SÃO PAULO - Os clientes da ABN Amro Real Corretora que fizeram pedidos de reserva para participar da oferta de ações do Banco Santander não poderão negociar os ativos via home broker no primeiro dia de negociação do papel na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).Segundo Nota de Esclarecimento publicada pela corretora, por questões " puramente sistêmicas " o sistema de negociação que permite o envio de ordens via internet não foi disponibilizado aos clientes do Banco Real e Real Corretora.
Com isso, os investidores que desejarem negociar seus papéis do Santander no dia de 7 de outubro, primeiro dia de operação nos ativos na Bovespa, devem enviar suas ordens por telefone. Os números disponibilizados são: São Paulo 11 3553-4279; Rio de Janeiro 21 3460-7379 e 0800 723-5008 para as demais localidades.
Ainda de acordo com a nota de esclarecimento, a Real Corretora ampliou a capacidade de atendimento, somando 24 posições para atender os clientes que desejarem negociar seus ativos.Só quando as units (recibos de ações) do Santander passarem à custódia da Real Corretora, ou seja, dia 08 de outubro, os clientes poderão utilizar o home broker para realizar suas operações."
A sistemática acima é a mesma utilizada em todas as ofertas públicas em que a Real Corretora Participou, e é prática usual de outras corretoras do mercado, não tendo por objetivo qualquer estabelecer barreiras ou restrições à venda das units pelos clientes correntistas do Banco ABN Amro Real e demais clientes da Real Corretora " , ressaltou a Real Corretora em sua Nota.
Tal restrição não atinge os clientes do Santander já cadastrados na Santander Corretora. Esses investidores poderão fazer o pedido de reserva e a negociação dos ativos via home broker.
(Valor)
Rapidez para faturar com as Olimpíadas,
lentidão e desrespeito com os bancários
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Os bancos brasileiros foram outra vez rápidos no seu marketing, que é o que eles melhor sabem fazer. No fim de semana, as TVs e os jornais estavam repletos de publicidade dos bancos saudando a vitória do Rio de Janeiro, e do Brasil, para sediar as Olimpíadas de 2016.
Gastaram milhões e milhões de reais para surfar na onda do sucesso alheio.
Já com os bancários, eles agem com uma lentidão irresponsável. A categoria está em greve há 12 dias em todo o país, mas os bancos enrolam e não apresentam uma proposta condizente com as reivindicações dos trabalhadores.
Eles estão batendo novo recorde de lucratividade, mas se recusam a conceder aumento real de salário e a valorizar os pisos salariais. Ganham com as fusões e incorporações, mas não querem dar garantias de proteção ao emprego e fazer mais contratações. E se negam a assumir compromissos de melhorar as condições de trabalho, de saúde e de segurança e coibir o assédio moral e as metas abusivas, responsáveis pelo adoecimento crescente de trabalhadores.
Os bancos são o setor da economia brasileira que mais lucrou este ano, mas querem reduzir a PLR de quem com seu trabalho e esforço ajudou a produzir esses resultados. Antes de a campanha salarial começar, o Comando Nacional dos Bancários fez inúmeras rodadas de negociação com a Fenaban e propôs várias alternativas para simplificar e melhorar a distribuição da PLR. Mas os bancos apresentaram uma proposta que rebaixa os valores pagos no ano passado - recusada pela categoria.
Enquanto isso, os banqueiros pagam bônus milionários para seus diretores e altos executivos.Na retomada das negociações depois da deflagração da greve nacional, na quinta e sexta-feira da semana passada, o Comando Nacional passou mais dois dias discutindo a PLR com os negociadores dos bancos, mas eles não apresentaram nova proposta. Disseram que precisavam consultar os presidentes dos bancos, adiando mais uma vez uma decisão.
"Essa lentidão e essa enrolação dos bancos desrespeitam os bancários, que são chamados de colaboradores, mas são tratados com descaso. Cadê a responsabilidade social que aparece nas propagandas milionárias dos bancos? Mas se os banqueiros pensam que, com essa protelação vão nos vencer pelo cansaço, estão muito enganados", adverte Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Os bancários já deram muitas demonstrações na história da sua capacidade de luta e da sua força. Foi assim, com mobilizações e greves, que a categoria obteve todas as suas conquistas - conquistas que os bancos apresentam em sua propaganda mentirosa como benefícios concedidos. Os bancários, tanto de bancos públicos como privados, estão fazendo este ano a maior greve dos últimos anos. Estão mostrando aos banqueiros que não adianta enrolação e, por isso, não aceitarão proposta que não contemple aumento real, PLR maior, garantias de proteção ao emprego e mais contratações, valorização dos pisos salariais e melhorias das condições de saúde, de segurança e de trabalho", conclui o dirigente sindical.
Fonte: Contraf-CUT
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Greve chega ao 12º dia e atinge
concentrações dos bancos em São Paulo
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Bancários entraram nesta segunda-feira, 5, em seu 12º dia de greve nacional por tempo indeterminado parando, além das agências bancárias da região central de São Paulo e da região da Avenida Paulista, concentrações dos principais bancos onde se localizam os seus respectivos presidentes.
Foram atingidos o Centro Empresarial Itaú Conceição (Ceic), zona sul, onde fica Roberto Setubal; a Cidade de Deus do Bradesco, em Osasco, local do escritório de Luiz Carlos Trabuco; matriz do Real (Santander), na Avenida Paulista, escritório de Fábio Barbosa; e o Safra da Paulista, onde está J.Safra.
Também estão no roteiro os complexos Verbo Divino, São João e Ipiranga do Banco do Brasil.
Mais de 20 mil bancários trabalham nestes locais.
"As negociações terminaram sem proposta por parte dos banqueiros.
A greve só termina quando os bancários puderem deliberar sobre uma proposta que preveja aumento real de salários, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) maior e mais justa, proteção aos empregos, fim do assédio moral e das metas abusivas", disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
"A greve continua e será ampliada. As negociações têm de render ganhos aos trabalhadores.
O fim da greve está nas mãos dos banqueiros."
Assembleia
Os bancários de São Paulo realizam nova assembleia nesta segunda-feira 5, às 17h, na quadra da categoria (Rua Tabatinguera, 192 - Sé) para decidir os rumos do movimento.
Reivindicações
A categoria reivindica 10% de reajuste salarial (inflação mais aumento real), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) composta pelo pagamento de três salários, acrescidos de valor fixo de R$ 3.850. Os trabalhadores também querem a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de uma cláusula de proteção ao emprego em caso de fusão.
Os bancários exigem ainda o fim do assédio moral e das metas abusivas, práticas que provocam o adoecimento dos trabalhadores.
Fonte: Seeb/SP
sábado, 3 de outubro de 2009
Bancários negociam com Itaú Unibanco
hoje e cobram emprego e isonomia
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Contraf-CUT e as entidades sindicais retomam nesta terça-feira, dia 3, às 14h, as negociações permanentes com o Itaú Unibanco, em São Paulo.
Uma série de demandas dos trabalhadores será debatida com o banco, como a geração de empregos e a igualdade de tratamento para os funcionários diante do processo de fusão.EmpregoNa recente campanha salarial, os bancários reivindicaram mais contratações para acabar a sobrecarga de trabalho, prevenir o adoecimento de funcionários e melhorar o atendimento aos clientes.
"A Fenaban não aceitou incluir uma cláusula na convenção coletiva e apontou que o caminho é discutir o assunto com cada banco", lembra o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.
"Nas negociações específicas com o BB conquistamos 10 mil empregos até 2011 e com a Caixa, 5 mil novos postos de trabalho até 2010. Agora chegou a vez do Itaú Unibanco fazer a sua parte", destaca o dirigente sindical.O presidente da Contraf-CUT destaca ainda que no início desta semana o blog do jornalista Guilherme Barros, no site Último Segundo, informou que "segundo Roberto Setúbal, presidente do banco, o Itaú Unibanco se prepara para fazer entre 13 mil e 14 mil contratações no ano que vem. Isto significa um volume de 6 a 7 contratações por hora, ou uma a cada 10 minutos.
Do total, o saldo entre novas contratações e reposição de vagas deverá ser positivo em cerca de 8 mil postos de trabalho". Isonomia de direitos"Vamos buscar a isonomia de direitos, mas queremos nivelar por cima", afirma o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, que participa das negociações com o banco.
"Queremos manter o que há de melhor nas duas empresas para todos os trabalhadores", destaca Marcolino.Como exemplo, o presidente do Sindicato cita a situação do crédito imobiliário, que deve preservar a melhor taxa possível de financiamento para os trabalhadores.
Outro ponto é a isenção de tarifas, que já existia no Itaú e que deve ser estendida aos funcionários do Unibanco. "Também nos planos de saúde vamos buscar o que há de melhor para todos os empregados. Queremos igualar jornadas e salários das centrais de atendimento, preservando a melhor situação", conta Marcolino.
A reunião deve tratar, ainda, da conclusão da situação do IAPP, o instituto de assistência do Unibanco.Reunião da COEAntes da negociação, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco se reúne às 9h30, na sede da Contraf-CUT, no centro da capital paulista, para preparar os debates com o banco.
Fonte: Contraf-CUT
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Suspensa a negociação em SP.
Greve continua!!! .
Foi suspensa há pouco a negociação entre o Comando Nacional e os bancos. Banqueiros não apresentaram proposta. Comando Nacional apresentou ontem e hoje uma série de formulações que eleve o valor dos trabalhadores na distribuição dos lucros.Mas Fenaban insiste em reduzir a PLR dos bancários. (Artban) .
BANCOS ABUSAM E GREVE ESTICA
Fenaban desrespeita bancários e não faz proposta.
Resposta é ampliar a greve.
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Depois de dois dias de negociações com o Comando Nacional dos Bancários, realizadas em São Paulo nesta quinta e sexta-feira, os bancos mais uma vez frustraram as expectativas dos trabalhadores e não apresentaram proposta.
Eles insistem em reduzir a PLR, não querem conceder aumento real e se recusam a dar garantias de emprego, e se negam a valorizar os pisos salariais e a melhorar as condições de saúde, segurança e trabalho. Em razão da intransigência dos banqueiros, o Comando Nacional orienta os sindicatos a fortalecerem ainda mais o movimento a partir de segunda-feira, 5, 12º dia de greve.
"Reiteramos aos bancos que a categoria bancária não aceitará a redução da PLR, como as empresas estão propondo, e insistimos na reivindicação de três salários mais R$ 3.850. Também não aceitaremos nenhuma proposta que não contemple aumento real de salário, valorização dos pisos salariais, proteção aos postos de trabalho e mais contratações, além da implementação de políticas que melhorem as condições de trabalho, de saúde e de segurança e apontem para o fim do assédio moral", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Os bancos estão abusando e desrespeitando os bancários e a sociedade e mais uma vez mostram sua ganância e sua falta de responsabilidade social. Apesar de não terem sido afetados pela crise, apesar de continuarem apresentando a maior lucratividade de toda a economia brasileira, os banqueiros negam as reivindicações justas de seus trabalhadores, que já demonstraram sua indignação com a postura intransigente das empresas. À categoria não resta outra alternativa a não ser continuar e ampliar a greve em todo o país", acrescenta Carlos Cordeiro.
A comissão de negociação da Fenaban informou que os presidentes dos bancos vão se reunir, provavelmente na segunda-feira, para avaliar a possibilidade de formular uma nova proposta. Após a reunião, haverá contato com o Comando Nacional para marcar uma nova rodada de negociação.
Os bancários vão continuar a greve por:
- Reajuste de 10% do salário.
Os bancos ofereceram 4,5%, apenas a reposição da inflação dos últimos doze meses, enquanto outras categorias de trabalhadores de setores econômicos menos lucrativos estão conquistando aumento real de salário.
- PLR maior.
Os bancos querem reduzir PLR para aumentar lucros.
Os bancários querem uma PLR simplificada, equivalente a três salários mais R$ 3.850 fixos.
Os banqueiros propuseram 1,5 salário limitado a 4% do lucro líquido mais 1,5% do lucro líquido distribuído linearmente, com limite de R$ 1.500.
Essa fórmula reduz o valor da PLR paga no ano passado.
Em 2008, os bancos distribuíram de PLR até 15% do lucro líquidomais parcela adicional relativa ao aumento da lucratividade que chegou a R$ 1.980.
Neste ano querem limitar o total da PLR distrubuida aos bancários a 5,5% do lucro líquido e a R$ 11.500.
- Valorização dos pisos salariais.
A categoria reivindica pisos de R$ 1.432 para portaria, R$ 2.047 (salário mínimo do Dieese) para escriturário, R$ 2.763,45 para caixa, R$ 3.477,00 para primeiro comissionado e R$ 4.605,73 para primeiro gerente.
Os bancos rejeitam a valorização dos pisos e propõem 4,5% de reajuste para todas as faixas salariais.
- Preservação dos empregos e mais contratações.
Seis dos maiores bancos do país estão passando por processos de fusão.
Os bancários querem garantias de que não perderão postos de trabalho e exigem mais contratações para dar conta da crescente demanda.
Os bancos se recusam a discutir o emprego e aplicar a Convenção 158 da OIT, que inibe demissões imotivadas.
- Mais saúde e melhores condições de trabalho.
A enorme pressão por metas e o assédio moral são os piores problemas que a categoria enfrenta hoje, provocando sérios impactos na saúde física e psíquica.
A Fenaban não fez proposta para combater essa situação e melhorar as condições de saúde e trabalho.
- Auxílio-creche/babá.
A categoria quer R$ 465 (um salário mínimo) para filhos até 83 meses (idade prevista no acordo em vigor). Os bancos oferecem R$ 205 e querem reduzir a idade para 71 meses.
- Auxílio-refeição.
Os bancários reivindicam R$ 19,25 ao dia e as empresas propõem R$ 16,63.
- Cesta-alimentação.
Os trabalhadores querem R$ 465, inclusive para a 13ª cesta-alimentação.
Os bancos oferecem R$ 285,21 tanto para a cesta mensal quanto para a 13ª.
- Segurança.
Os bancários querem instalações seguras e medidas como a proibição ao transporte de numerário, malotes e guarda das chaves.
Também reivindicam adicional de risco de vida de 40% do salário para quem trabalha em agências e postos.
A categoria defende proteção da vida dos trabalhadores e clientes.
- Previdência complementar para todos.
Os bancários reivindicam planos de previdência complementar para todos os trabalhadores, com patrocínico dos bancos e participação na gestão dos fundos de pensão.
Fonte: Contraf-CUT.
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BOM FIM DE SEMANA
A TODOS E ATÉ SEGUNDA!
BNB
Comissão Nacional reivindica extensão da
Licença-Prêmio para todos os funcionários
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A Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/Contraf-CUT) esteve reunida ontem, quinta-feira, dia 1º/10, com a Superintendência de Desenvolvimento Humano (SDH) do Banco para mais uma rodada de negociação específica da Campanha Salarial 2009.
Fechado o acordo da ação da licença-prêmio no Ceará, a CNFBNB/Contraf-CUT aproveitou para entregar ao Banco um documento reivindicando a isonomia de tratamento para todo o funcionalismo, independente de constarem ou não em ação judicial ou de terem possuído o benefício no passado ( novos funcionários) .
A superintendente da SDH, Eliane Brasil, se comprometeu em apresentar um posicionamento na próxima reunião da mesa específica, que deve acontecer semanalmente às quintas-feiras enquanto durar a greve.
O Banco se comprometeu também em apresentar, no prazo de oito a dez dias, uma proposta de minuta de revisão do Plano de Cargos e Remuneração (PCR).
“Nós estamos cobrando mais celeridade por parte do Banco porque o PCR é uma oportunidade importante de debatermos a questão do piso do funcionalismo, um dos pontos fundamentais da nossa Campanha 2009”, afirmou o Coordenador da CNFBNB/Contraf-CUT, Tomaz de Aquino.
Com relação à PLR, o BNB garantiu o mesmo modelo de distribuição do ano passado, respeitando o limite de 9% do lucro líquido do Banco (limite imposto pelo DEST), mesmo que o modelo oferecido pela Fenaban seja inferior.
Entretanto, Tomaz de Aquino ressaltou que a CNFBNB/Contraf-CUT continuará reivindicando o fim do limite do DEST.
A Comissão denunciou ainda a prática de assédio moral, caracterizada principalmente no Ceará, como forma de pressionar os bancários a não aderirem à greve. PLANO DE FUNÇÕES – O Banco informou que está esperando o final de um estudo sobre a reestruturação das agências para divulgar a proposta para análise das entidades sindicais e posterior debate com a base. PLANO CV CAPEF – O plano se encontra na Secretaria do Tesouro Nacional (STN e SPC) e, em seguida, voltará para o Banco para posterior implantação.
Fonte: SEEB-CE / CNFBNB
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Chegamos bem no nono dia da greve.
Em São Paulo, recomeça a negociação
entre Comando e Fenaban
. Como diz o jornalista e radialista Edgar Augusto, sexta-feira é o dia internacional da gelada.
O dia de refrescar a garganta e relaxar, pois tá chegando mais um final de semana pra curtir com a família, pôr a conversa em dia com os amigos, dançar, namorar, visitar queridos e queridas, enfim, se voltar pra si mesmo e pros seus. Belém está em festa, com a preparação da cidade para receber Nossa Senhora de Nazaré e o Círio. Arquibancadas estão sendo erguidas na avenida Presidente Vargas, percurso da procissão. 9o. dia da greve - É nesse clima que chegamos de luta e alegria que chegamos ao nono dia da greve. Daqui a pouco, em São Paulo, recomeça a negociação com a Fenaban que, ontem frustrou as expectativas da categoria. Aguardem novas informações (Da Redação da Artban)
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Banco do Brasil aceita combater
assédio moral e contratar
três mil funcionários
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Na retomada das negociações das questões específicas do Banco do Brasil realizadas nesta quarta-feira 30, no sétimo dia da greve nacional dos bancários, a empresa avançou em algumas reivindicações do funcionalismo: anunciou a contratação de três mil novos funcionários até 2010 e a criação de comitês de ética nos 27 Estados e no Distrito Federal com representação eleita pelos bancários, visando combater o assédio moral e "outros desvios comportamentais".
O BB também propôs, na reunião realizada em São Paulo, manter o modelo de PLR em vigor e condicionou a discussão de outras reivindicações ao resultado da rodada de negociação que será realizada com a Fenaban nesta quinta-feira 1º de outubro.
Nova rodada de conversação com o BB será mantida pelo Comando Nacional dos Bancários após a reunião com a Fenaban."Consideramos um avanço importante o banco aceitar essa antiga reivindicação do funcionalismo de que é preciso implementar uma política efetiva de combate ao assédio moral", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Também é positivo o BB contratar mais funcionários para melhorar as condições de trabalho, mas achamos que os três mil são um número muito baixo. E esperamos que o banco avance nas propostas sobre PCCS, na valorização dos pisos salariais, no fim da lateralidade e na PLR dos bancários da Nossa Caixa."
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Bradesco lançará planos
de previdência para classe C
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Bradesco Seguros pretende lançar, a partir do ano que vem, planos de previdência que atendam às necessidades da classe C, a que mais cresceu nos últimos anos.
"Vamos ter novos produtos para as novas classes de consumo. E queremos entrar em 2010 já com algum lançamento", afirmou Lúcio Flávio de Oliveira, diretor-geral da Bradesco Vida & Previdência, uma das empresas do grupo segurador.
O executivo lembra que a adesão ao seguro de vida é incipiente no Brasil e que os planos de previdência privada ainda têm muito espaço para crescer no País. Para que isso aconteça, Oliveira defende a disseminação de uma cultura de poupança.
Hoje, cerca de 60% dos participantes de planos de previdência da Bradesco Vida & Previdência são de alta renda, mas Oliveira acredita que aos poucos esse perfil irá mudar.
Já o diretor executivo da empresa, Jorge P. Nasser, lembra que a classe C será um grande divisor de águas no mercado de seguros, e por isso a importância de aperfeiçoar os produtos para esse público.
A Bradesco Vida & Previdência lidera o mercado de planos de previdência no Brasil e pretende manter essa posição no momento em que os concorrentes avançam na área de seguros. Oliveira justifica que o diferencial da companhia é o pioneirismo e a importância dada ao grupo segurador.Hoje, a companhia divulgou o lançamento de um programa para melhorar o relacionamento da sociedade com o idoso.
Para o médico e pesquisador Alexandre Kalache, pensar em soluções para melhorar a qualidade de vida dessa população é urgente, já que a população no Brasil envelhecerá de forma rápida devido à maior expectativa de vida da população e queda na taxa de fecundidade.
Em 1980, a expectativa de vida do brasileiro era de 62,6 anos e apenas 6% da população era idosa. (Estado)
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Proposta da Fenaban
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A FENABAN (Federação Nacional dos Bancos) apresentou proposta para a Convenção Coletiva 2009/2010 no dia 17 de setembro de 2009 Uma das mudanças é quanto às regras de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Nessa proposta o pagamento é composto pela soma de duas partes da PLR, que são calculadas sobre o lucro do banco e não dependem mais do crescimento do lucro em relação ao ano anterior. A primeira parte é de 1,5 salário limitada até R$ 10 mil e a 4% do Lucro Líquido do ano de 2009. A outra será de 1,5% do lucro líquido, distribuído, igualmente, entre os empregados, até R$ 1.500,00. Os salários serão reajustados em 4,5% sobre os valores pagos em 31 de agosto de 2009. Entre outros itens com reajuste estão: • Auxílio-refeição – R$ 16,63 • Auxílio Cesta alimentação – R$ 285,21 • 13ª Cesta alimentação – R$ 285,21 • Auxílio-creche/babá – R$ 205,00, por mês e por filho, com idade até 71 meses • Requalificação profissional – R$ 819,52 A Convenção 2009-2010 também amplia o prazo da licença-maternidade por 60 dias, passando de 120 para 180 dias. Além disso, reconhecimento de casais do mesmo sexo para efeitos de benefícios.
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Bancários querem garantia de emprego,
mais contratações e fim da terceirização
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A luta pela preservação dos empregos e ampliação das contratações nos bancos .
O que os bancários querem
- Inclusão na Convenção Coletiva de cláusula com garantia de emprego.
- Contratação de novos funcionários.
- Fim das terceirizações.
- Garantia de emprego nos processos de fusão de bancos.
- Ratificação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe dispensas imotivadas.
- Acabar com as demissões por justa causa em função de endividamento
- Respeito à jornada de 6 horas.
- Ampliação do horário de atendimento ao público com criação de dois turnos de trabalho nas agências.
Fonte: Contraf-CUT
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Caixa avança em questões de saúde,
mas proposta ainda é insuficiente
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Ontem, quinta-feira, dia 1º de outubro, o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal (CEE Caixa) retomaram o processo de negociações específicas com o banco.
A reunião aconteceu às 15h, em São Paulo, e teve como foco principal questões relativas a saúde e condições de trabalho.Os trabalhadores conquistaram alguns avanços, como a criação de comitês para a discussão e resolução de casos de assédio moral.
A Caixa, no entanto, não trouxe proposta relativa aos demais temas da pauta e afirmou que precisa aguardar o desfecho das discussões da mesa geral de negociação entre o Comando Nacional e a Fenaban para dar prosseguimento ao debate específico.Assédio moralO banco assumiu a importância do combate ao assédio moral dentro da empresa e anunciou a criação de comitês de ética regionais para apurar e resolver questões relativas ao tema.
Os comitês serão criados no âmbito das Superintendências de Atendimento (SUATEs). Serão cinco no Brasil, um para cada superintendência.
O formato ainda não está fechado e será definido em negociações entre Caixa e a representação dos empregados.
No entanto, o banco garantiu que os comitês terão representantes dos trabalhadores, escolhidos por meio de eleição.O banco atendeu também a uma reivindicação histórica dos trabalhadores e anunciou que passará a realizar eleições para a escolha de todos os cipeiros.
Nos locais de trabalho onde a lei obriga a criação de Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), todos os membros da comissão serão eleitos pelos trabalhadores, em lugar de apenas a metade como é feito hoje, nos termos previstos pela lei.
O presidente da Cipa será escolhido pelo banco dentre os cipeiros eleitos. Nos locais em que o número de funcionários não alcança o mínimo previsto na legislação para a criação de uma comissão, o cipeiro, que hoje é indicado pela empresa, também passará a ser eleito
Fim do polêmico fator previdenciário
pode ser votado em novembro
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O projeto de lei do senador Paulo Paim que acaba com o fator previdenciário, aprovado por unanimidade pelo Senado, pode ir à votação no plenário da Câmara Federal em novembro, segundo o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). O parlamentar foi designado relator do projeto que muda os cálculos de concessão de aposentadorias (PL-03299/2008) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e informou nesta segunda-feira (26) ao “Diário Net” que vai propor em seu relatório o fim do fator previdenciário, que reduz em até cerca de 50% o valor das aposentadorias, ignorando o substitutivo proposto pelo deputado petista Pepe Vargas, que cria o fator 85-95. Fora do prazo ”Espero que no começo de novembro o projeto já esteja em condições de ser votado no plenário da Câmara. Vou propor simplesmente o fim do fator previdenciário, conforme projeto do Senado, para que a proposta não tenha de voltar àquela casa”, esclareceu Faria de Sá. De acordo com o deputado, as propostas negociadas pelo deputado Pepe Vargas não serão consideradas porque foram apresentadas fora do prazo. Faria de Sá foi designado relator na Comissão de Constituição e Justiça na sexta-feira. Posição da CTB O projeto original, de autoria do senador Paulo Paim ( PT/RS), extingue o fator previdenciário para que o salário de benefício (aposentadoria) volte a ser calculado de acordo com a média aritmética simples até o máximo dos últimos 36 salários de contribuição, apurados em período não superior a 48 meses. Além disto, estende a todas as aposentadorias e pensões o mesmo reajuste que será concedido ao salário mínimo nos próximos anos. A proposta de Arnaldo Farias de Sá está em sintonia com a posição e a expectativa da CTB, que rechaçou a ideia de um novo fator (85-95) proposto por Pepe Vargas e pelo governo e reiterou o apoio ao projeto do senador Paulo Paim. Se as coisas na Câmara Federal caminharem na direção desejada pelo novo relator, o acordão fechado pelo governo Lula com três centrais sindicais (CUT, Força Sindical e CGTB) em torno do fator 85-95 e do reajuste das aposentadorias e pensões terá o destino que merece: a lata do lixo do Congresso Nacional. (Portal CTB, com Diário Net)