Você sabe quanto gasta no banco em pequenos serviços, como tirar um extrato da conta,transferir dinheiro? O Banco Central comprovou: quem prefere entrar na fila do banco não perde só tempo. Perde dinheiro. O mesmo serviço pode ter taxas bem mais baixas nos caixas, na internet, no telefone, nas lotéricas. A diferença é grande. Durante a greve dos bancários, que terminou na semana passada, muitos clientes de bancos foram obrigados a se virar para pagar as contas. Depois, conferindo os extratos, descobriram onde as tarifas bancárias pesam mais.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Você sabe quanto gasta no banco em pequenos serviços, como tirar um extrato da conta,transferir dinheiro? O Banco Central comprovou: quem prefere entrar na fila do banco não perde só tempo. Perde dinheiro. O mesmo serviço pode ter taxas bem mais baixas nos caixas, na internet, no telefone, nas lotéricas. A diferença é grande. Durante a greve dos bancários, que terminou na semana passada, muitos clientes de bancos foram obrigados a se virar para pagar as contas. Depois, conferindo os extratos, descobriram onde as tarifas bancárias pesam mais.
21 dias de greve no Banco da Amazônia.
A Matriz parou por inteiro.
Todo mundo indignado com a falta de boa vontade da diretoria em negociar a PLR.
Mas teve toda boa vontade pra pagar a si mesma altos valores e em plena campanha salarial! (Artban)
ContrafCUT, Sindicato do Pará e Amapá, a valorosa AEBA, FETEC e grevistas da Caixa acompanharam de perto o velório da diretoria do Banco da Amazônia.
Fonte: Artban, com fotos de Alan Rodrigues.)
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O Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste
No estado existem cerca de 3.350 bancários, destes, quase 1.500 continuam em greve, sendo pelo menos 947 na Caixa Econômica, 203 no Basa e 445 no BNB. Nacionalmente, os números de funcionários nos três bancos é de aproximadamente 80 mil, 4 mil e 6 mil, respectivamente.
Na Caixa Econômica, assim como no BNB, das 12 agências, 15 estão com serviços parados, no Basa; 9, das 13, não estão funcionando. Neste, entre as que estão em atividade, uma é em São Luís, na Avenida Guajajaras. Nos outros dois casos a paralisação na capital é de 100%.
Fenaban
A proposta inicial aprovada pela Fenaban aos bancos privados, que não permaneceram em greve, incluía reajuste de 6%, participação dos lucros e resultados (Prl) em 90% do salário, mais R$ 1.024 fixos, com teto distribuído de R$ 6.680 e 2% de lucro líquido distribuído de forma linear, com teto de R$ 2.100, ticket-refeição de R$ 16,88/dia, cesta-alimentação de R$ 289,31/mês, 13ª cesta-alimentação de R$ 289,3, auxílio-creche/babá de R$ 207,95/mês e pisos de portaria em R$ 748,59, escritório em R$ 1.074,46, caixa em R$ 1.501,49.
A proposta do Banco do Brasil foi aprovada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), apesar de alguns estados, como o Maranhão, a ter rejeitado. Fora as proposições iniciais, o banco propôs um reajuste de 9%, em vez de 6%, e se comprometeu em contratar mais 10 mil funcionários, sendo 5 mil em 2010 e mais 5 mil em 2011. (Imirante)
A diretoria do Banco da Amazônia pagou a si mesma altos valores de PLR em plena campanha salarial,em agosto deste ano.
E para os empregados, quer jogar o debate da distribuição da PLR só para 2010. E sequer quer debater a regra da Fenaban.
Não importa se a PLR é relativa a 2008. Não importa. Como diz a Bíblia, "tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Ou como diz o movimento sindical combativo: nem tudo que é legal, é justo.
O movimento sindical e os grevistas repudiam essa atitude da diretoria do Banco da Amazônia e continuarão firmes na greve.
Até arrancar uma PLR justa e maior. E nossas demais reivindicações.
Continuemos firmes na luta, companheirada! Com muita unidade!
Nota de rodapé - O presidente da Aeba, Sérgito Trindade (na foto acima) e o presidente do Sindicato do Pará e Amapá, Alberto Cunha, vão a Brasília hoje à tarde. Lá, se encontrarão com Carlos Cordeiro, presidente da ContrafCUT, em busca de uma saída para a greve do Banco da Amazônia, Caixa e BNB. (Arteban e Aeba)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
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Os bancários da Caixa em Londrina (PR), em greve desde o último dia 24 de setembro, aproveitaram a visita da presidenta Maria Fernanda Ramos Coelho à cidade, para entregar-lhe um documento no qual reivindicam mais contratações, para a empresa levar adiante a política de expansão dos programas sociais do governo federal.
sábado, 10 de outubro de 2009
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Artigo
Adeus à Mercedes Sosa,
a Pachamama cantora
Carlos Pronzato*
Tinha que ser um domingo, quando tudo parece se deter e por algumas horas o mundo fica mais reconcentrado no que realmente importa: os afetos, os que estão e os que se já se foram. E um domingo se foi a voz da América Latina, a voz que sustentou punhos em alto, que acompanhou levantes, que impulsionou esperanças, que balançou as faixas nas passeatas, que empunhou as armas da libertação deste continente dolorido. “La Negra Sosa”, como era carinhosamente conhecida, foi muito mais do que uma cantora única, com um timbre de voz inconfundível e uma interpretação que a elevava a co-autoria das músicas que apresentava mundo afora, foi o ícone, a assinatura melodiosa de uma época que sem a sua voz, perderia muito do seu significado histórico/político.
Sabemos que o Che Guevara carregava na mochila nos seus últimos dias na Bolívia, um exemplar do Canto General de Pablo Neruda. Sabemos de estudantes, operários, e intelectuais que iam para as lutas ou para os calientes debates dos anos 60, 70 e 80 munidos dos seus livros “de combate” e as suas músicas de vanguarda revolucionária.
Pois bem, a voz de Mercedes Sosa acompanhou, como um espírito constante e eficaz, como um anjo da guarda mestiço, uma Virgem dolorosa do sul, uma mãe dos humildes, uma necessária Pachamama cantora, cada momento, cada caída e cada alegria nessa persistente luta pelos direitos humanos, impulsionando sempre a História através do seu canto de outra dimensão que quando tomava o microfone baixava à terra para fazermos sentir que éramos algo mais que simples homens, motores da máquina capitalista.
O prodígio da sua voz e seu escolhido repertório do melhor que o continente produziu em termos de composições que afundaram suas raízes na terra americana, continuará ressoando em cada recanto do mundo e especialmente, nesta nossa Abya Yala, do Atlântico ao Pacífico, do rio Bravo à Terra do Fogo, até o fim dos tempos, porque essa voz, esse som do âmbito do inexplicável, só pode vir de algum lugar de onde agora Mercedes Sosa, continuará cantando assim: “Tantas vezes me mataron, tantas me morí, sin embargo estoy aqui, resucitando...”.
*Carlos Pronzato é poeta e cineasta/documentarista
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
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Depois de 14 dias de greve os bancos fizeram uma nova proposta de 6% de reajuste. Porém este valor é menor que as perdas mínimas da categoria que somam 24%. Este reajuste está abaixo dos 10% conquistados no ano passado e muito aquém dos bilionários lucros dos bancos.
A força da greve fez os banqueiros recuarem da proposta inicial de oferecer apenas a inflação e PLR menor, mas a nova proposta também é inaceitável diante das necessidades da categoria.
O setor que, mesmo com a crise, foi o que mais lucrou na economia e que paga a folha de pagamento somente com 60% das tarifas, tem condições de repor as reais perdas dos bancários. Além disso, não existe nenhuma garantia de emprego neste momento de fusões como o Itaú/Unibanco, ABN/Santander e bancos estaduais adquiridos pelo Banco do Brasil.
Também não há qualquer dispositivo que estabeleça o fim das metas, o assédio moral e melhores condições de saúde e trabalho. A categoria está adoecendo e, na greve, deve pautar estes pontos que são cruciais para quem batalha no dia a dia sob pressão.
As categorias em greve neste semestre tiveram reajustes que variaram de 8,65% a 10%, além de abonos em setores como metalúrgicos e construção civil que tiveram uma lucratividade bem menor que o sistema financeiro.
Bancos públicos precisam avançar nas reivindicações específicas
Além das perdas salariais que nos bancos públicos representam em média 90%, os bancários do setor têm reivindicações específicas como PCS, PCC, isonomia como a licença-prêmio e ATS, o fim da trava de dois anos e a lateralidade e a garantia de direitos dos bancos incorporados pelo Banco do Brasil, nas fusões como o Banco do Estado de Santa Catarina, Nossa Caixa e Banco do Estado de Piauí.
A mesa única da Fenaban não pode ser o parâmetro rebaixado, pois devemos exigir que Lula atenda as reivindicações específicas deste setor.
Proposta do Banco do Brasil precisa avançar
Na negociação desta madrugada, o banco avançou em relação às propostas da Mesa Única, mas a força da greve pode arrancar mais. Além das perdas salariais serem maiores que a dos privados, 80,49%, os funcionários do Banco do Brasil tem pontos centrais que precisam ser resolvidos com os funcionários em greve.
Defendemos que na agenda de negociações conste o fim da lateralidade plena - para todos os cargos comissionados; equiparação ao piso salarial da Caixa Econômica Federal já rumo ao salário mínimo do Dieese (hoje R$ 2.047,00); apresentação da proposta de PCS já - não confiamos nas promessas e mesas permanentes; abono total dos dias de greve; licença-prêmio para todos; resgate da proporcionalidade na Cassi ( de 2 x 1 ). (Conlutas).
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Como a Caixa Econômica Federal não avançou na proposta que já havia apresentada nas rodadas anteriores, para as reivindicações específicas da campanha salarial deste ano, os trabalhadores da empresa realizaram assembleias ontem e decidiram manter a greve por tempo indeterminado em todo o país, seguindo assim orientação do Comando Nacional dos Bancários. Na Caixa, o processo de negociação das questões específicas foi retomado ontem entre o Comando Nacional e os representantes da empresa, durante reunião realizada em São Paulo.

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A força da greve dos bancários em todo o país arrancou uma negociação na última quarta-feira (07/10), em São Paulo, entre a representação dos bancários e a Fenaban. O resultado da negociação foi levado ontem a debate para a Assembleia dos bancários do Maranhão.
Rejeição
Diante da proposta pífia apresentada pela Fenaban e pelo BB, e diante da intransigência de outros bancos, como BNB, Caixa e BASA, que não apresentaram proposta alguma, os bancários do Maranhão, em esmagadora maioria, resolveram rejeitar ontem todas as propostas apresentadas, decidindo pela continuidade da greve.
Sem a CUT
O Maranhão rejeitou a proposta, mas se submete à decisão da maioria das Assembleias. Também por esmagadora maioria, os bancários do Maranhão decidiram suspender o pagamento mensal de R$ 7.146,00 para a CUT. Hoje haverá nova Assembleia às 17h30.
Bancários
Fiquem atentos para as demais Assembleias pelo país inteiro!
Fonte: Seebma
No último dia 22, os delegados sindicais do Banco do Brasil de São Paulo (das regionais Oeste, Sul e Av. Paulista) pediram formalmente a saída de Marcel Barros, secretário geral e coordenador da comissão de negociação da Contraf/CUT.
No último mês, a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ana Paula Domeniconi (deixou o Sindicato e hoje assessora diretoria na Nossa Caixa), também ascendeu meteoricamente na carreira, passando de caixa executivo a assessora sênior da Diretoria de Mercados e Capitais, com o mesmo salário de R$ 7,6 mil.
Caso semelhante de comissionamento ocorreu no Rio de Janeiro em novembro de 2008, quando Sérgio Farias, diretor geral de finanças da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e Espírito Santo, escriturário do BB, retornou ao banco por um dia para receber uma comissão AP-10, em seguida sendo liberado novamente para ocupar o cargo na Federação.













