terça-feira, 11 de agosto de 2009

O Globo publica artigo do presidente da
Contraf-CUT sobre emprego bancário
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O Jornal O Globo publicou nesta segunda-feira, dia 10, artigo do presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, revelando os prejuízos aos clientes e trabalhadores com a diminuição dos postos de trabalho, ilustrado pelo problema da fila nos bancos.
O documento tem por base a recente publicação lançada pela entidade, em conjunto com o Dieese.
Leia abaixo o artigo na íntegra:
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O que escondem as filas dos bancos
Estão cobertos de razão os clientes e a população quando reclamam das filas intermináveis nos bancos.
Elas não somente escondem a falta de funcionários para agilizar o atendimento, como também refletem o fechamento de centenas de postos de trabalho, apesar dos altos lucros dos bancos, mesmo com a crise mundial.
Conforme pesquisa de emprego no sistema financeiro, lançada recentemente pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em conjunto com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os bancos fecharam 1.364 postos de trabalho no primeiro trimestre deste ano.
Eles desligaram 8.236 bancários e contrataram apenas 6.882.
No ano passado, ao contrário, houve um aumento de 3.139 vagas no mesmo período. Esse primeiro levantamento trimestral se baseia nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
As dispensas estão concentradas nos grandes bancos privados, demonstrando os efeitos das fusões do Itaú-Unibanco e Santander-Real e contrariando os compromissos assumidos publicamente pelos presidentes dessas empresas de que não haveria fechamento de postos de trabalho.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) do Ministério da Justiça, que aprovou essas fusões, precisa dizer para a nação quais foram as contrapartidas sociais.
O corte de empregos não foi maior porque houve mais contratações nos bancos públicos, sobretudo no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal.
Mas ainda existe carência de pessoal para acabar com as filas.
A Contraf-CUT e os sindicatos, junto com outras entidades representativas, têm feito mobilizações, como a campanha "Mais empregados para a Caixa, mais Caixa para o Brasil".
Além de fechar vagas, a pesquisa aponta que os bancos reduziram a remuneração média dos bancários. Os desligados no primeiro trimestre recebiam renda média de R$ 3.939,84. Já os admitidos têm salários médios de R$ 1.794,46, uma diferença de menos 54,45%.
É a tradicional política da rotatividade para achatar salários e turbinar lucros.Essa facilidade dos bancos em dispensar, sobretudo os que têm mais tempo de casa e salários mais elevados, o que envolve o pagamento de indenizações maiores, rasga o discurso patronal de flexibilizar a legislação trabalhista para enxugar os encargos rescisórios.
Além disso, nenhuma medida foi tomada para reduzir os bônus dos executivos, ao contrário de outros países.Os dados mostram também que cresceu a discriminação contra as bancárias. Os bancos pagaram às mulheres contratadas menos do que aos homens.
O salário médio das trabalhadoras admitidas nos três primeiros meses de 2009 foi de R$ 1.535,34, enquanto a remuneração média dos homens no mesmo período chegou a R$ 2.022,56 - uma diferença de 24,09% em prejuízo das bancárias.
Os bancos evidenciam, assim, que não fizeram a lição de casa, dando um mau exemplo para o país. E recursos não lhes faltam. Apesar da crise, os 50 maiores bancos lucraram R$ 7,5 bilhões no primeiro trimestre, segundos dados do Banco Central.
Por isso, os trabalhadores defendem a ratificação do Brasil à Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que dificulta a demissão imotivada. Está na hora de os bancos pararem de esconder essa realidade atrás de propagandas milionárias.
Responsabilidade social se faz com geração de empregos, melhores salários, redução das filas, queda de juros, tarifas e spread, mais segurança e condições dignas de trabalho. Um outro sistema financeiro é urgente e necessário para o Brasil e o mundo!
Carlos Cordeiro da Silva
Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)

Fonte: Contraf-CUT, com O Globo
Bancos querem criar
central de risco privada
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A discussão sobre a criação de bases de dados que ajudem a reduzir o risco dos bancos na concessão do crédito e a baratear o custo para os tomadores finais tem movimentado o setor financeiro.
Insatisfeitos com o projeto, em tramitação no Congresso, que cria o cadastro positivo (um sistema com informações que mapeiam o perfil de renda e a capacidade de endividamento das pessoas), os bancos retomaram um projeto antigo.
Articulam, nos bastidores, com o BC, a criação de uma central de risco privada, voltada apenas para o sistema financeiro.O modelo é diferente do cadastro positivo e segue o da central que já existe e é operada pelo BC desde 1997, com algumas alterações de lá para cá.
O SCR (Sistema de Informações de Crédito do BC) foi criado como uma ferramenta de fiscalização, permitindo análise mais detalhada das carteiras dos bancos. Com o tempo, tornou-se importante também para o mercado verificar a situação de endividamento dos clientes.
O problema é que o sistema do BC no formato atual consolida apenas informações de clientes bancários com dívidas superiores a R$ 5.000.
No total são 22 milhões de clientes bancários e 61 milhões de operações, no valor de R$ 1,2 trilhão.
A proposta da Febraban (federação de bancos) reduz esse valor para R$ 100. Isso faria o SCR englobar praticamente a totalidade dos clientes que têm alguma operação de crédito.
A ampliação é desejo antigo do BC, mas a instituição alega que não tem orçamento disponível para isso. Os bancos se propõem a resolver a questão, mas o novo formato do SCR ainda não está definido.Segundo José Berenguer, diretor da Febraban, não "há um desenho fechado" nem decisão tomada.
Já se falou em uma espécie de parceria público-privada, em que os bancos ficariam só com o processamento das informações, e o BC continuaria controlando a central.Outra ideia prevê a terceirização completa do banco de dados, que poderia ser operado por uma nova empresa, e o processamento entregue à Serasa (companhia que reúne dados sobre o crédito no país e é controlada por um grupo estrangeiro com participação minoritária dos bancos brasileiros).
Ambas as propostas geram polêmica por causa da transferência de toda a base de dados sobre o crédito para uma empresa estrangeira e privada.
Berenguer diz que a empresa que processar a informação não terá nenhum acesso aos dados e há formas de garantir isso.Mas a garantia não convence opositores da ideia dentro do governo. O debate sobre a quebra do sigilo bancário é outro ponto que fez empacar a proposta.
Nos últimos meses, a Febraban vem se cercando de pareceres jurídicos que derrubem essa tese e abram caminho para a criação da central, antes da aprovação do cadastro positivo.
A avaliação de pessoas do governo é que essa articulação visa esvaziar o novo cadastro, que ainda é promessa no papel.Isso porque, a prevalecer o desenho do Congresso, ele impõe custos aos bancos.
Aliás, a proposta desagradou até ao comércio, que deveria ser o maior beneficiado. "O texto transformou o cadastro positivo num Frankenstein", diz Roque Pellizzaro, da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.
Um dos pontos criticados é o que obriga a comunicação do cliente por aviso de recebimento sobre a inclusão do seu nome no cadastro. No SCR é preciso a autorização do cliente, mas isso é feito automaticamente quando o crédito é concedido.
Fonte: Folha de São Paulo
Apcef/PR prorroga campanha “Top 500”
e, agora, faltam duas adesões para
atingir meta da primeira fase
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Para possibilitar mais tempo para filiação aos candidatos a sócios, a Apcef/PR prorrogou o prazo de encerramento da campanha “Top 500”, inicialmente previsto para ontem.
O número de novas adesões chega a 98, faltando apenas duas para atingir a meta de mais 100 filiados, estabelecida para a primeira fase.
O objetivo dessa campanha é ampliar o quadro associativo da Apcef/PR em 500 novos sócios efetivos. Os recém-associados vão participar do sorteio do prêmio de R$ 1.500,00.
Eis algumas das vantagens:
Quem ingressa na associação paranaense garante a isenção da jóia de admissão, adquire uma bolsa da campanha e concorre a prêmios. No total, a campanha “Top 500” foi dividida em cinco fases: 100, 200, 300, 400 e 500 novos filiados.
Cada vez que a meta de uma delas é atingida, há sorteio de premiações. Os filiados que indicarem proponentes a sócios também podem ser premiados, independentemente de sorteio. Há outros benefícios além de prêmios. Os associados da Apcef/PR usufruem de excelente estrutura patrimonial, composta de sede social em Curitiba, sede pesqueira em Porto Rico, sede balneária em Caiobá, 19 sedes regionais no interior do Paraná e sala central no edifício Brasil 500 em Curitiba. E mais: a oportunidade de utilização das dependências das Apcefs dos demais estados.
O regulamento da campanha “Top 500” e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Apcef/PR na internet: www.apcefpr.org.br – ícone “Campanha Top 500”.
Diretoria e CDN da Fenae fazem reunião em
Brasília de hoje, terça, 11, até quinta, dia 13

Pauta inclui assuntos como CEE/Caixa, Funcef, apoio
às Apcefs, planejamento estratégico, Música Fenae e
Jogos Fenae, Jogos Regionais e Jogos dos Aposentados
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A Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo Nacional (CDN) da Fenae estarão reunidos na próxima semana, em Brasília (DF).
O encontro dos diretores está agendado para o dia 10 de agosto (segunda-feira), enquanto os conselheiros se reúnem dias 11, 12 e 13 de agosto.
A pauta desses encontros é a mesma.
Os pontos em destaque são gerência de comunicação, integração tecnológica, Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Funcef, apoio às Apcefs, Fenae Corretora, Gerência de Responsabilidade Empresarial (Gerse), programa PAR, planejamento estratégico, campanha novos associados, Música Fenae, Jogos Fenae/Jogos Regionais/Jogos dos Aposentados, palestra sobre novo Refis (lei 11.491/09) com adequação do estatuto ao novo Código Civil brasileiro e palestra sobre escrituração contábil (regime de caixa e regime de competência).
AI QUE VIDA
Mais de 500 mil brasileiros saíram da pobreza

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou que, apesar dos efeitos nocivos da crise mundial iniciada há um ano, 503 mil pessoas deixaram a condição de pobreza nas seis principais regiões metropolitanas do país. O levantamento do Ipea comparou o número de pobres existentes, no Brasil, antes e durante a crise financeira internacional.
“De 2002 para cá, temos 4 milhões de pessoas a menos vivendo em condições de pobreza no conjunto dessas seis regiões. Na comparação do período atual com o período anterior à crise, verificamos que 503 mil pessoas saíram da pobreza”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, no lançamento do estudo Desigualdade e Pobreza no Brasil Metropolitano Durante a Crise Internacional: Primeiros Resultados.
O estudo abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre. Segundo Pochmann, parte da redução se deve às políticas nacionais que visaram proteger a base da pirâmide social.
“Houve uma série de decisões que ajudaram a criar uma rede de proteção social àqueles segmentos mais vulneráveis da população brasileira”, afirmou o presidente do Ipea. “Entre elas, houve a elevação do salário mínimo e a ampliação do programa Bolsa Família, que impediram que o Brasil aumentasse a pobreza, como havíamos observado em outros momentos de crise”, completou. O estudo comparou o número de pobres entre outubro de 2007 e junho de 2008 com o do período entre outubro de 2008 e junho de 2009. Das 503 mil pessoas que saíram da condição de pobreza – cuja renda per capita da família é de meio salário mínimo –, quase 63% localizavam-se na região metropolitana de São Paulo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

VITAMINADOS
Bancos brasileiros têm
força para superar crises
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Os bancos brasileiros passaram com louvor por um "teste de estresse" realizado pela Moody's.
A agência de classificação de risco considerou os balanços publicados em março por uma amostra de 37 instituições, incluindo as maiores em operação no país.
Segundo reportagem de Aguinaldo Novo na edição desta segunda-feira do jornal O GLOBO, dessa amostra, 25 continuaram a apresentar um índice de Basiléia - indicador de solvência dos bancos, resultado da relação entre o capital da instituição e o volume de empréstimos concedidos - acima de 11%, patamar mínimo exigido pelo Banco Central (BC).
Mesmo no caso dos outros 12, o resultado foi positivo: eles terminaram com índices ainda acima dos 8% recomendados internacionalmente.
A reportagem explica que o que a Moody's fez foi medir o comportamento desses bancos num cenário de mudança radical das condições econômicas.
O "cenário extremo" traçado foi de perda de até 5% dos empréstimos e de queda da receita por quatro trimestres seguidos. Teste semelhante foi feito em maio pelo governo dos Estados Unidos - de onde surgiu o termo "teste de estresse" - e o resultado foi muito ruim: em caso de agravamento do quadro, com retração da economia de 3,3% este ano, desemprego de 10,3% e queda de 22% nos preços de imóveis, os 19 maiores bancos americanos terão perdas de US$ 600 bilhões em 2009 e 2010, o equivalente a 9,1% de sua carteira total de empréstimos.
O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) determinou que, do total, dez instituições elevassem seu capital em US$ 74,6 bilhões.
Fonte: O Globo
Banco Central compra
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dólares a R$ 1,851
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O Banco Central (BC) mantém as atuações diárias no câmbio e voltou a comprar hoje moeda americana em leilão no mercado à vista.
De acordo com comunicado do Departamento de Operações de Reservas Internacionais (Depin), a operação teve início às 15h01 e terminou às 15h11. A taxa aceita ficou em R$ 1,851.
Há pouco, a moeda era transacionada a R$ 1,851 na compra e R$ 1,853 na venda, valorização de 1,70%. Já no mercado futuro, o contrato de setembro, negociado na BM & F, subia 1,64% a R$ 1,858. (Valor Online)
Retomada do crédito
é maior no Nordeste
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Aos poucos o mercado de crédito começa a se aproximar dos níveis de crescimento pré-crise, mas o desempenho guarda diferenças de acordo com o grau de recuperação de cada Estado. Algumas regiões sofreram mais com a queda das exportações e da desaceleração da PIB, como São Paulo e Rio Grande de Sul.
Já economias como a do Rio de Janeiro tem se beneficiado dos investimentos do setor petrolífero. Em comum, todos registram a forte retomada dos empréstimos para pessoas físicas, puxada pela manutenção do consumo.
O Ceará aparece na frente, de acordo com dados do Banco Central, com uma expansão da carteira de empréstimos da ordem de 30,6% nos últimos doze meses, encerrado em maio. Pernambuco (27,7%) e Bahia (25,2%) também estão acima da média brasileira, que é de 22% (menor que os 33,2% de 2008), em levantamento apresentado pelo diretor de Política Monetária do BC, Mário Mesquita, em evento realizado em Fortaleza.
Os números mostram que o Nordeste foi uma das regiões menos atingidas pela crise financeira internacional, mas, a exemplo da média nacional, a recuperação se mostra mais fraca nas liberações para empresas.
O saldo das operações de empréstimos acima de R$ 5 mil atingiu R$ 128,5 bilhões em maio, sendo R$ 70,1 bilhões no segmento de pessoas jurídicas e R$ 58,4 bilhões para modalidades de pessoas físicas.
Em segundo lugar no ranking está o Rio de Janeiro, beneficiado por desembolsos do BNDES e pelo crescimento do setor de petróleo e gás. O Estado é um dos únicos que tem desempenho superior entre as empresas.
O saldo dos financiamentos a pessoas físicas teve expansão 25,5% nos últimos doze meses, contra 30,9% das concessões para pessoas jurídicas (que representam 69,8% do total das operações de crédito).
Amazonas aparece em terceiro, com expansão de 28% nos últimos doze meses. Parte do comércio da região foi beneficiado com a redução temporária no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e pela expansão das operações de crédito, segundo o relatório do Banco Central.Por outro lado, o Rio Grande do Sul apresentou o pior desempenho do ano até maio, com avanço de 17,3% em doze meses do saldo de empréstimos.
De acordo com o BC, as contratações de empréstimos por parte das empresas atingiram R$ 41,2 bilhões, registrando variações de -2,1% no trimestre e de 12,3% em doze meses. A autoridade destaca que houve reduções das operações contratadas pelas indústrias de máquinas e equipamentos, de refino de petróleo e química, mas também registrou aumentos nas relacionadas às indústrias extrativas e de moda - vestuário, acessórios, calçados e bolsas.
O BC também apontou que a evolução recente da economia da região tem sido caracterizada pela recuperação das atividades industrial e varejista, favorecidas tanto pelos estímulos das políticas fiscal e monetária quanto pelo efeito da estabilidade dos preços sobre a massa salarial real.
"A demanda por crédito na região Sul está aquecida, especialmente nos setores da indústria e de infraestrutura. Os números apontam para a superação, já no primeiro semestre do ano, da meta anual, estabelecida em R$ 1,12 bilhão", afirma Mario Bernd, presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
Vale destacar também a economia paulista, a segunda que menos demandou crédito. À parte seu estoque ser bem maior, na casa dos R$ 375 bilhões em maio, um terço de todo o crédito do país, seu crescimento nos últimos doze meses foi de 18,9%, puxando a média nacional para baixo.
"A economia do Estado de São Paulo, após apresentar retração acentuada no período que sucedeu a intensificação da crise internacional, vem, impulsionada pelo maior dinamismo do setor automotivo e pelo processo de normalização das operações de crédito, registrando relativa recuperação nos últimos meses", diz o relatório do BC.
Todos os Estados apresentam boa retomada dos empréstimos ao consumo. O desempenho dos últimos dois meses elevou o otimismo da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), que subiu de 10% para 15% a expectativa de expansão do crédito para este ano.
"Só não vamos crescer 20% porque até abril foi muito ruim", disse o presidente da instituição, Adalberto Savioli. Os destaques foram o crédito consignado e o financiamento imobiliário.
Fonte: Valor Econômico
Comando Nacional entrega minuta
específica ao BB no próximo dia 17
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O Comando Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil definiram para o dia 17, às 15h, em Brasília, a entrega da pauta de reivindicações específicas dos funcionários do banco.
Entre as prioridades dos trabalhadores, está a abertura de negociações para a criação de um Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), o fim da lateralidade e a volta do pagamento de substituições, o fim do voto de Minerva na Previ e o fim do assédio moral.
A lista de reivindicações foi definida pelos trabalhadores durante o 20º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, no dias 25 e 26 de abril.
Parte dos temas já está sendo discutida com o banco na mesa de negociação permanente. "Agora vamos intensificar nossa mobilização para tentar avançar nos temas mais importantes para os funcionários do banco", diz Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que assessora o Comando Nacional nas negociações com o banco.
Fonte: Contraf-CUT
40 horas semanais
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Centrais pedem votação
da PEC que reduz jornada
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A pedido das centrais sindicais, a Câmara dos Deputados estuda a possibilidade de votar, na primeira quinzena de setembro, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 231/95, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem reduzir salários e aumenta o valor da hora extra de 50 para 75%.
Os líderes sindicais argumentam que a votação na Câmara deve acontecer em breve, pois o rito processual do projeto é longo - a PEC ainda será votada no Senado e, posteriormente, em segundo turno na Câmara.
A confirmação da data dependerá do resultado dos debates na reunião da Comissão Geral da Câmara dos Deputados para debater a jornada de trabalho, que acontecerá provavelmente no dia 18 de agosto.
As centrais também exigem que a votação seja exibida em telões do lado de fora do Congresso Nacional, para que o trabalhador possa acompanhar o desfecho da luta.
As centrais defendem que com a redução da jornada, haverá geração de empregos, medida importante neste momento de incertezas econômicas.
Segundo o Dieese, a medida tem o potencial de criar, em uma primeira etapa, cerca de 2 milhões de novas vagas. A última redução na jornada de trabalho ocorreu em 1988 com a nova Constituição.
Imposto de Renda:
Receita libera nesta segunda-feira
consulta a terceiro lote de restituição
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SÃO PAULO - A Receita Federal libera para consulta nesta segunda-feira (10) o terceiro lote de restituições multiexercício, que incluirá declarações do Imposto de Renda Pessoa Física dos exercícios 2009 (ano-base 2008) e 2008 (ano-base 2007).
Para saber se tem direito à restituição, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o 146, bastando informar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física).
Nesse lote, estão incluídos 626.118 contribuintes, totalizando R$ 650 milhões. O dinheiro será liberado no dia 17 de agosto.
Exercícios
Para o exercício de 2009, serão creditados R$ 636,4 milhões a 620.792 contribuintes. O dinheiro será acrescido da taxa Selic de 3,32% (maio a agosto de 2009). Do total de pessoas com saldo a receber, 15.396 são idosos com mais de 60 anos, que têm prioridade no recebimento, que totalizará R$ 35,4 milhões.
Em relação ao lote residual de 2008, serão creditadas restituições no valor total de R$ 13,5 milhões, para 5.326 contribuintes. Haverá atualização de 15,39%, referente ao período de maio de 2008 a agosto de 2009.
Os pagamentos dos demais contribuintes serão feitos de acordo com a data de entrega da declaração do respectivo exercício.
Pelo celular
Neste ano, a RF ainda disponibiliza a informação de restituição via mensagem em celular. Desde a criação do serviço, em junho deste ano, 120 mil aparelhos já foram cadastrados para receber o comunicado. Para esse lote, serão enviados 17 mil torpedos.
O contribuinte que desejar ativar o recurso deverá fazer um cadastro no site da Receita, informando o número do telefone. Após a habilitação, será enviado ao celular um código de ativação. Depois disso, o contribuinte deve acessar a página eletrônica da Receita e informar o código, confirmando o celular habilitado.
Regras gerais
Quem não informou o número da conta para crédito da restituição deverá se dirigir a uma das agências do Banco do Brasil, ligar para qualquer agência do banco ou para o "BB responde" - 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais localidades) -, sendo que a ligação é gratuita.
A restituição ficará disponível no banco por um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la mediante o Formulário Eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), disponível na internet.
Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a importância disponível no banco e reclamar a diferença na unidade local da Receita.
BNDES pode financiar modernização
de hotéis para Copa de 2014
SOBROU PRO BNDES
O Ministério do Turismo negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a criação de uma linha de financiamento para a reforma e a ampliação da rede hoteleira nas regiões Sul e Sudeste para a Copa do Mundo de 2014.
De acordo com o ministro Luiz Barreto, a linha poderá atingir R$ 300 milhões e deverá estar pronta no fim do ano.
"Pensamos em engenharia financeira que possa ter juro barato, prazos mais longos e algum fundo que dê garantia", frisou Barreto, que participou da conferência anual da International Association of Schools and Institutes of Administration (Iasia), no Rio de Janeiro.
"Estamos trabalhando com o BNDES e acho que em dois meses lançaremos um programa", acrescentou.
Para as demais regiões do país, o ministro explicou que os fundos constitucionais poderão apresentar condições de financiamento competitivas para a construção, reforma e ampliação da rede hoteleira até 2014.
Barreto revelou ainda que o ministério já negocia com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a renovação da linha do Prodetur Nacional.
A linha original, com financiamento de US$ 1 bilhão do BID e contrapartida de US$ 660 milhões, está disponível para Estados, Distrito Federal e municípios com mais de 1 milhão de habitantes. O objetivo de Barreto é de obtenção de mais US$ 1 bilhão, atendendo as 12 cidades que serão sedes na Copa de 2014, independentemente do número de habitantes.
O ministro revelou ainda que espera um crescimento de 3% a 4% do PIB do setor de turismo no Brasil.
Segundo Barreto, o mercado interno deverá ser o principal motor do avanço do setor em 2009, já que espera-se um recuo de cerca de 10% na movimentação de estrangeiros no país, por conta da crise financeira internacional.
No primeiro semestre, os gastos de estrangeiros no país atingiram US$ 2,567 bilhões, 11,4% abaixo dos US$ 2,899 bilhões gastos em igual período do ano passado.
Já os gastos de brasileiros no exterior caíram 19,5%, passando de US$ 5,534 bilhões para US$ 4,454 bilhões em igual período comparativo. (Rafael Rosas Valor Online)
Pauta específica dos empregados
da CAIXA será entregue hoje, 10A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/CAIXA) decidiu
em reunião que a pauta específica será entregue para a
direção da CAIXA na próxima segunda-feira, dia 10 de agosto,
mesma data da entrega da pauta geral unificada para a Fenaban.
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As reivindicações específicas foram definidas no 25º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado em abril.
Durante a reunião também foram reafirmados os temas prioritários da campanha específica, tais como: novo Plano de Cargos Comissionados (PCC), isonomia de direitos entre novos e antigos empregados, ampliação dos direitos dos aposentados, contratação de novos empregados e melhoria das condições de trabalho, respeito à jornada de seis horas e democratização da gestão.
No caso do PCC, havia a expectativa de que a questão relativa ao novo Plano de Cargos Comissionados já estivesse resolvida antes da deflagração da Campanha Nacional deste ano, conforme compromisso assumido pelo banco. Como a CAIXA não mostrou disposição em cumprir o que foi acertado, os empregados decidiram desenvolver uma campanha específica para o tema.
Comando Nacional dos Bancários entrega
HOJE pauta de reinvidicações à FenabanA pauta de reivindicações aprovada na
11ª Conferência Nacional dos Bancários
foi referendada pelos bancários.
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A categoria vai lutar por aumento real de salários, tendo como reivindicação o índice de 10% (inflação projetada mais aumento real de 5%) e valorização dos pisos salariais (R$ 2.047,00 para escriturário).
Vai buscar também participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários mais R$ 3.850. Confira, ao final, a síntese da minuta que o Comando Nacional dos Bancários entregará à Fenaban no dia 10 de agosto, às 15h, em São Paulo,
A assembléia de Brasília ainda aprovou a mídia para a campanha nacional 2009 e definiu a estratégia de mobilização.
No dia 14 de agosto, serão realizadas atividades públicas de lançamento da campanha no Distrito Federal. Na mesma data, as centrais sindicais realizam manifestação em Brasília, para exigir a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e para defender os direitos e dos trabalhadores.
As centrais sindicais farão uma caminhada entre a Torre de TV e Banco Central. Os bancários vão se concentrar às 9h na sede do Sindicato e sairão também em caminhada até a região central, onde se encontrarão com os demais manifestantes.
A caminhada dos bancários fará a denúncia dos abusos praticados pelos bancos contra seus empregados, os clientes e a sociedade em geral.
A mídia da campanha nacional dos bancários tem como slogan “Bancos abusam. Cadê a responsabilidade social?”.
A intenção é dialogar com a sociedade, mostrando o outro lado da imagem dos bancos que não aparece nas suas propagandas milionárias: filas intermináveis nas agências, cobrança de tarifas e juros altos, demissões e insegurança. Concomitantemente a isso, as peças de divulgação buscam ainda questionar a responsabilidade social do setor financeiro no país.
Outro foco é o diálogo direto com os trabalhadores dos bancos públicos e privados. O objetivo é mostrar o abuso dos bancos nas relações de trabalho, como as metas abusivas, o assédio moral, as demissões, a carência de pessoal, a falta de segurança e o descaso com a saúde.
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Veja, a seguir, a síntese da minuta de reivindicações
que os bancários vão levar à mesa de negociação
na campanha nacional deste ano:

Aumento Real de Salários
- Reajuste de 10% (inflação mais 5% de aumento real).
Aplicação sobre as verbas salariais e outras verbas
cuja reivindicação não é maior que este índice.
PLR Maior e Contratação da Remuneração Total
- PLR: Três salários + valor fixo de R$ 3.850,00.
Plano de Cargos e Salários (PCS)
- PCS para todos, reajustado anualmente em 1%.
A partir do quinto ano, reajuste de 2%;
promoção de nível a cada 5 anos; e treinamento
- 60 dias para ocupar nova função/cargo.
Valorização dos Pisos
- Escriturário: R$ 2.047,00 (salário mínimo do Diesse).
- Portaria: R$ 1.432,90.
- Caixa: R$ 2.763,45.
- Primeiro Comissionado: R$ 3.477.88.
- Primeiro Gerente: R$ 4.605,73.
14º Salário
- Pagamento do 14º Salário no mês de celebração da convenção coletiva
para todos inclusive os afastados por qualquer motivo.
Auxílio-refeição
- R$ 19,25 por dia, ressalvadas situações mais favoráveis, extensivo a todos, inclusive afastados. Cesta-alimentação
- Auxílio cesta alimentação no valor de um salário mínimo (R$ 465,00),
extensivo aos afastados e aposentados.
Auxílio-creche/babá
- Reembolso até um salário mínimo R$ 465,00 para cada filho,
inclusive adotados, com até 8 anos e 11 meses.
Auxílio educacional
- Auxílio-Educação aos funcionários cursando ensino médio
ou que ingressarem em curso superior da seguinte fora:
1º ano, 50% do valor mensalidade;
2º ano, 60%; 3º ano, 70%; 4º ano, 80%; e 5º ano, 90%.
Saúde e condições trabalho
- Combate ao Assédio Moral/Violência Organizacional.
- Fim das Metas Abusivas.
- Eliminação de Riscos.
- Manutenção de salários e Isonomia para os afastados-saúde.
Emprego
- Novas contratações e fim das terceirizações.
- Garantia no emprego inclusive nos processos de fusão/aquisição.
- Ratificação da Convenção 158 (contra a demissão imotivada).
- Jornada de 5 horas para todos, inclusive comissionados.
Outras questões
- Segurança Bancária.
- Licença-maternidade de 6 meses.
- Previdência complementar para todos.
Cadê a responsa,
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Banqueiro?
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Campanha Nacional começa nesta
segunda com passeata em São Paulo
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Sob o mote Cadê a responsa, Banqueiro?, a Campanha Nacional 2009 começa oficialmente hoje segunda-feira, dia 10, com uma passeata dos bancários pelas ruas do Centro Velho de São Paulo e com a entrega da pauta de reivindicações pelo Comando Nacional dos Bancários para a federação dos bancos (Fenaban).
A passeata está marcada para começar às 10h30, na Praça do Patriarca e vai em direção à Avenida Paulista, coração do sistema financeiro do Brasil.
No caminho, os bancários vão fazer a distribuição de um folder com as reivindicações e de uma carta caça-palavras para os clientes.
As atividades precedem a entrega das exigências aos bancos, definidas pela 11ª Conferência Nacional em julho.
A reunião está marcada para 15h, na Fenaban.
Os trabalhadores querem reajuste salarial de 10% (reposição da inflação mais aumento real), PLR de três salários + R$ 3.850, fim das metas abusivas e do assédio moral, plano de carreiras, cargos e salários (PCCS), valorização dos pisos e das verbas e mais segurança nas agências para bancários e clientes.
"Os bancários que trabalharam arduamente, visto que o crédito mais uma vez puxou o resultado dos bancos, não abrem mão de aumento real de salário, mudanças na PLR e melhores condições de trabalho", disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato, que integra o Comando Nacional.
"E para conquistar o que merecem, os bancários devem se unir ainda mais e participar ativamente das manifestações, assembléias, ler a Folha Bancária, o site, enfim, fazer uma mobilização muito forte". Fonte: Seeb São Paulo

domingo, 9 de agosto de 2009

Presente do Dia dos Pais
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“Fui muito abençoado neste dia dos pais.
Na véspera, sábado (08-08-09), às 13h
recebí o maior de todos os presentes,
a chegada do meu CÉSAR FILHO.
Nasceu bem de saúde, com 4,165 kg, 52 cm.
Está tudo bem com o nenê e com minha amada Kênia,
a mãe mais coruja do mundo.
Nossa família está maior e mais feliz”.
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A frase acima é do companheiro pinheirense César Soares,
que neste Dia dos Pais, não poderia ter ganho melhor presente.
César Soares, feliz com a chegada do primeiro filho, César Filho
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Fonte: blog de Robert Lobato (Jornal Pequeno)
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A Equipe do Blog bancariosmacutctb também
parabeniza o nosso companheiro bancário e
seguidor deste blog, César Soares, pelo nascimento
do primogênito e claro, pelo transcurso do Dia dos Pais.
Porto Seguro acerta a
venda para o Bradesco
Aquisição vem sendo negociada há meses,
mas presidente nega a venda do controle
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O Bradesco deve anunciar em breve a compra da seguradora Porto Seguro.
De acordo com um executivo da Porto Seguro, depois de meses de negociações os executivos do banco e o controlador da Porto Seguro, Jayme Garfinkel, teriam acertado as condições da aquisição.
O contrato prevê que o Bradesco compre imediatamente 34% das ações da seguradora e assuma o direito de adquirir outros 17%, que lhe dariam o controle da empresa em um prazo de cinco anos.
A aquisição do controle da seguradora era uma exigência do Bradesco para fechar a compra. O prazo fixado na proposta para que o banco assuma o comando da companhia teria resolvido a pendência.
De acordo com executivos próximos a Garfinkel, a decisão de venda já está tomada e restam apenas alguns acertos contratuais para que seja anunciada.
Pelo acordo, durante esses cinco anos de transição, a Bradesco Seguros ficaria responsável pela área de saúde, em que é líder de mercado, e a Porto Seguro cuidará do setor de automóveis, sua especialidade.
Garfinkel, no entanto, nega que tenha interesse em negociar o controle de sua companhia. "Isso está fora de questão. Não vou vender o controle nem agora nem em cinco anos. Não existe essa possibilidade", afirmou o controlador da Porto Seguro, que é presidente executivo e também presidente do conselho da seguradora.
De acordo com Garfinkel, as negociações com o Bradesco continuam, mas não envolvem a venda do controle acionário da Porto Seguro.
Ele diz que algum executivo da companhia pode ter feito uma confusão. "Recentemente começamos a definir regras para aposentadoria compulsória para os membros do conselho e levantamos a hipótese de fixar em 68 anos a idade máxima", afirma.
Em cinco anos Garfinkel completa exatamente 68 anos.
O Bradesco também nega que tenha acertado a compra da empresa.
QUE O DIA DOS PAIS.
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SEJA EXEMPLAR PRA
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VOCÊ E SUA FAMÍLIA!

http://www.youtube.com/watch?v=mvwdR2zF8pQ



10º CONCUT escolhe
Direção Executiva
Artur Henrique é reeleito presidente da CUTO urbanitário Artur Henrique é reeleito presidente da Central
Única dos Trabalhadores (CUT), para o período 2009-2012.
Secretária de Combate ao Racismo é a maranhense
Maria Julia Nogueira (Seguridade Social- MA).

Ele foi escolhido na tarde desta sexta, dia 7, pelos 2.461 delegados e delegadas que participaram do 10º Congresso Nacional da entidade.
Trabalhador da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), formado em Sociologia pela PUC Campinas e originário do SinergiaSP-CUT (Sindicato dos Eletricitários de Campinas), Artur ocupa a Presidência da CUT desde junho de 2006, quando foi eleito pela primeira vez. Ele tem 48 anos.

Presidente da CUT Artur Henrrique
O Congresso também elegeu a Executiva Nacional.
Vice-presidente: José Lopez Feijóo (metalúrgico-SP)
Secretário-geral: Quintino Severo (metalúrgico-RS)
Secretário de Administração e Finanças: Vagner Freitas (bancário-SP)
Secretária de Comunicação: Rosane Bertotti (agricultora familiar-SC)Secretário de Política Sindical e Organização: Jacy Afonso de Melo
Secretário de Relações Internacionais: João Felício (professor-SP)
Secretária de Relações do Trabalho: Denise Motta Dau (trabalhadora pública da Seguridade Social-SP)
Secretário de Formação: José Celestino (professor-MG)
Secretária da Mulher Trabalhadora: Rosane da Silva (trabalhadora do setor de vestuário-RS)
Secretário de Políticas Sociais: Expedito Solaney (bancário-PE)
Secretário da Saúde do Trabalhador: Manoel Messias (comunicação-PE)
Secretária da Juventude: Rosana Sousa de Deus (química-SP)
Secretária de Meio Ambiente: Carmem Helena Foro (trabalhadora rural-PA)
Secretária de Combate ao Racismo: Maria Julia Nogueira (Seguridade Social- MA).

Diretores (as) executivos:
Julio Turra (professor-SP)
Elisângela dos Santos Araújo (agricultora familiar-BA)
Adeilson Ribeiro Telles (professor-RJ)
Rogério Pantoja (urbanitário-AP)
Dary Beck Filho (petroleiro-RS)
Junéia Martins Batista (servidora municipal- SP)
Valeir Ertle (comércio e serviços-SC)
Aparecido Donizeti da Silva (químico- SP)
Jasseir Alves Fernandes (trabalhador rural-ES)
Antonio Lisboa Amâncio do Vale (educação-DF)
Pedro Armengol (administração pública-DF)
Shakespeare Martins de Jesus (metalúrgico-MG)

Funcef e Petros cobiçam
10% da Camargo em Jirau
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Os fundos de pensão dos funcionários da Petrobras e da Caixa Econômica Federal (CEF) fazem uma nova ofensiva para participar dos projetos hidrelétricos do Rio Madeira, em Rondônia. Petros e Funcef, depois de uma tentativa frustrada de entrar no grupo controlador da usina Santo Antônio, agora estão avaliando a compra dos 9,99% do grupo Camargo Corrêa na hidrelétrica de Jirau.
O grupo construtor e industrial paulista está presente no empreendimento por meio da Energia Sustentável do Brasil, que controla e vai operar a hidrelétrica.
O grupo franco-belga GDF Suez é o principal acionista, com 50,1% do capital. Os demais 40% estão em divididos meio a meio pelas estatais Eletrosul e Chesf, subsidiárias da Eletrobrás.
Na época da formação do consórcio para disputar Jirau, foi firmado um acordo entre GDF Suez, Camargo e seus sócios estatais que previa uma permanência temporária do grupo na concessionária. O grupo, que ficou responsável pela obra, entretanto tinha o direto de preferência de transferir a parcela à CPFL Energia, sua controlada.
A distribuidora de energia, por se tratar de participação minoritária e devido a seus padrões de retorno, não teve interesse no ativo.A saída da construtora tem prazo definido: 180 dias desde 3 de junho, quando a usina obteve a licença de instalação.
O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, confirmou que está analisando o investimento junto com Petros, mas disse que ainda não tem definido quanto valeria o ativo. O fundo contratou a LCA Consultoria para assessorá-lo na avaliação.
A obra de Jirau foi iniciada este ano e há intenção de ficar pronta início de 2012. Com investimento total de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões, o projeto obteve recentemente o maior financiamento a uma única obra da história do BNDES, no valor de R$ 7,2 bilhões - 60% a 72% do desembolso total.
A usina terá capacidade de 3.450 MW, com 46 turbinas, informa a empresa.Segundo fontes do setor, o valor do negócio poderia ficar em torno de R$ 300 milhões. Mas como a usina está em fase inicial de instalação, a grande parte do dinheiro seria na forma de aporte na obra da hidrelétrica.
A construtora receberia o correspondente ao seu gasto até a venda.Segundo Lacerda, a avaliação da LCA levará em conta o fluxo de caixa futuro da Energia Sustentável, outros dados financeiros e padrão de governança.
"Temos prazo", diz. Segundo ele, já faz um bom tempo que o fundo se interessou pelo ativo e quer resolver o negócio o mais breve possível.O presidente da Petros, Wagner Pinheiro, disse ao Valor que provavelmente a parte da Camargo deve ser dividida os dois fundos. Isso daria participação de 4,99% a cada um.
Por fatia semelhante, segundo apurou o Valor, o fundo FI-FGTS pagou cerca de R$ 150 milhões ao banco Santander, que se desfez de 50% de sua parte na Santo Antônio Energia, que constrói Santo Antônio. Pinheiro, da Petros, frisou que o investimento ainda está em fase de análise. Procurada, a Camargo Corrêa não quis se pronunciar sobre a operação de venda.
Os fundos são investidores estratégicos de longo prazo, com folga para aplicar em renda variável.
As primeiras tentativas de participarem das usinas do Madeira ocorreram antes do leilão de Santo Antonio, em dezembro de 2007. Na ocasião, procuraram os três consórcios credenciados na disputa.
O plano era ter o correspondente a 10% cada um. Depois, tentaram de novo, mas sem sucesso. Jirau foi leiloada em maio de 2008. Fonte: Valor Econômico
TALENTO À PRÊMIO
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Vem aí o 9º Festival
de Música dos Bancários As inscrições para o 9° Festival de Música dos
Bancários foram prorrogadas até 30 de setembro.
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O evento tem o objetivo de incentivar a criação musical, revelar novos talentos e despertar a sensibilidade artística.
Os bancários podem participar com até duas músicas inéditas, em português, com temática e estilo livres.
As eliminatórias e semifinais acontecem no Raul Seixas – Espaço Cultural, na sede do Sindicato dos Bancários da Bahia, nas Mercês.
Este ano, o grande diferencial é que os bancários intérpretes podem participar com músicas de compositores não bancários.
Para se inscrever os interessados devem entregar as composições em envelope lacrado, com nome completo, título da música e endereço residencial para avenida Sete de Setembro, 1.001, Mercês, CEP 40.060.00 – Salvador, Bahia, com o título Festival de Música dos Bancários.
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O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site:
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As composições classificadas para a Etapa Final serão gravadas em mídia digital para lançamento do CD Festival de Música dos Bancários-9ª edição
– O 1º lugar ganhará um prêmio de R$ 2.000,00
– O 2º lugar ganhará um prêmio de R$ 1.500,00
– O 3º lugar ganhará um prêmio de R$ 1.000,00
– A Melhor Letra e o Melhor Intérprete ganharão um violão e um microfone, respectivamente.
– O Melhor Instrumentista ganhará um curso teórico/prático de composição e improviso;
– A Melhor Música do Júri Popular vai ganhar uma caixa amplificada.
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Mais informações podem ser obtidas pelos telefones:
(71) 3329-2333 / 7169
ou pelo e-mail
Sindicatos preparam atos para lançar
campanha salarial 2009 da categoria bancária
Nesta semana, diversos sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) realizam atos para marcar o lançamento da campanha nacional salarial de 2009 da categoria bancária, abrangendo em mesa única os trabalhadores das instituições financeiras públicas e privadas.
Os atos servirão para esquentar as baterias da entrega pelo Comando Nacional dos Bancários da pauta de reivindicações à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), marcada para a segunda-feira, dia 10 de agosto, às 15h, em São Paulo (SP).
Conforme aprovado na 10ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, evento realizado de 25 a 29 de julho, o formato de negociação da campanha salarial deste ano será o de mesa única para reivindicações gerais e mesas concomitantes para as questões específicas de cada banco. Neste ano, os bancários reivindicam reajuste salarial de 10% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR de três salários mais R$ 3.850, fim das metas abusivas e do assédio moral, Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), valorização dos pisos salariais e das verbas, além de mais segurança nas agências para bancários e clientes.



Exploração por Metas

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"Sei

Não é nossa culpa

Nascemos já com uma bênção

Mas isso não é desculpa

Pela má distribuição

Com tanta riqueza por aí, onde é que está

Cadê sua fração

Com tanta riqueza por aí, onde é que está

Cadê sua fração

Até quando esperar

A plebe ajoelhar

Até quando esperar

A plebe ajoelhar

Esperando a ajuda do divino Deus"

(PLEBE RUDE)


HSBC lucra US$ 3,35 bi
no primeiro semestre.
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No Brasil, US$ 214 milhões
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Maior banco europeu, o britânico HSBC elevou em 39% as provisões para perdas com crédito e teve lucro líquido de US$ 3,35 bilhões no primeiro semestre.
Com a recuperação dos mercados, o resultado com títulos e ações mais do que dobrou e surpreendeu analistas. As ações subiram 4,97%.
"As condições operacionais no setor financeiro seguem melhorando à medida que as políticas do governo começam a ter efeito", disse o presidente do HSBC, Stephen Green.
No Brasil, o HSBC lucrou US$ 214 milhões no primeiro semestre, sem considerar o pagamento de impostos, valor 67,5% menor do que em 2008.
Em dólares, a carteira de crédito encolheu 15% ante junho de 2008. Fonte: Folha de São Paulo
FELIZ DIA DOS PAIS
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Conselhos ao filho adulto
Sebastião dias
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Por favor filho querido me escute pense bem
Seu velho pai quer lhe dá o valor que você tem
Você está na idade de alcançar a liberdade
De fazer sua vontade e tornar-se homem também
Tem umas coisas meu filho que eu queria lhe dizer
Lhe eduquei como podia já cumprir com meu dever
Você agora decida o futuro lhe convida
Eu gerei deus deu-lhe a vida é você quem vai viver
Queira espinho no começo aguarde flores no fim
Respeite o seu semelhante siga o bom deixe o ruim
Por onde você passar reconheça o seu lugar
Pra ninguem se envergonhar de um filho meu
E nem de mim
Defenda a moral sem sangue ajude a quem precisar
Quando tiver precisão peça um pão pra não roubar
Ouça o velho ame o menor pense em deus faça
O melhor
Coma e vista do suor que seu rosto derramar
Não queira ouro roubado nem amor por fantasia
Escolha a mulher sincera para sua companhia
Faça meu filho o que eu fiz veja como eu sou feliz
Só casei com quem eu quis e sua mãe com quem queria
O mundo tem dois caminhos um é certo o outro errado
Na escolha de um deles é preciso ter cuidado
Se você não escolheu um deles pra ser o seu
quiser seguir o meu o exemplo é o meu passado
Mesmo na maior idade eu quero estar sempre contigo
Lhe ensinando bons caminhos lhe livrando do perigo
Estando perto ou distante não lhe deixo um só instante
Porque de agora em diante além de pai sou amigo
Corra o mundo faça amigos conheça o que eu conheci
Transmita o que eu lhe ensinei conquiste o que e
ConseguiAproveite a juventude ame a paz honre a virtude
Quando quiser quem lhe ajude seu velho pai está aqui.

sábado, 8 de agosto de 2009

Cesta básica fica mais barata
em 15 capitais, aponta Dieese
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A cesta básica ficou mais barata em 15 das 17 capitais pesquisadas em julho, em comparação como o mesmo mês de 2008, apontou o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Já em relação a junho, 3 das 17 capitais apresentaram aumento de preços:
Manaus (0,75%),
Brasília (0,69%)
Belém (0,05%).
Nas outras 14 localidades houve retrações: Goiânia (-8,11%), Rio de Janeiro (-3,78%), Fortaleza (-3,47%) e Curitiba (-3,19%).
Com base no valor da cesta mais cara (ainda Porto Alegre, com R$ 237,45) e, levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.
Para julho, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 1.994,82, o que significa 4,29 vezes o mínimo em vigor, de R$ 465,00.
Com a queda dos preços na maior parte das capitais pesquisadas, o valor ficou menor do que o mínimo necessário para junho, que chegava a 2.046,99.
Tanto para o período de janeiro a julho deste ano, quanto para os últimos 12 meses, o custo da cesta básica caiu na maioria das capitais pesquisadas.
Neste ano, as maiores reduções foram verificadas no Rio de Janeiro (-11,64%) e em Aracaju (-10,25%).
As altas mais expressivas foram em Recife (3,64%); Salvador (1,37%) e Belém (1,34%). Nos últimos doze meses, as maiores reduções foram localizadas em Curitiba (-15,39%), Belo Horizonte (-13,14%), Aracaju (-11,77%) e Rio de Janeiro (-11,77%).
Apenas Salvador apresentou variação positiva (alta de 0,03%) para este período.
A capital paulista registra a segunda cesta básica mais cara do país, R$ 227,17, e Vitória registrou o terceiro custo mais elevado (R$ 223,11).
As cidades mais baratas foram Aracaju (R$ 173,47), Fortaleza (R$ 182,12) e João Pessoa (R$ 183,67). O resultado representa uma queda expressiva na comparação os números de julho de 2008, quando o comprometimento da jornada chegava a 117 horas e 08 minutos.
As capitais que não fazem parte da pesquisa do Dieese são: Porto Velho, Teresina, São Luis, Macapá, Maceió, Palmas, Rio Branco e Boa Vista.
Fonte: Folha Online
Coletivo Nacional propõe criação de
NR de Segurança no Ramo Financeiro
O Coletivo Nacional de Segurança Bancária propôs a criação de uma Norma Regulamentadora (NR) de Segurança no Ramo Financeiro.
A proposta foi aprovada por consenso e agora será encaminhada para a direção da Contraf-CUT e para a Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV).
"Queremos a construção de uma NR para as instituições financeiras que operam com numerário nas suas dependências, como forma de responsabilizá-las, juntamente com as empresas de segurança privada", destaca o secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional, Ademir Wiederkehr.
"O objetivo é assegurar condições de segurança no trabalho, a fim de proteger a integridade física, mental e a própria vida dos trabalhadores, clientes e usuários, diante dos riscos da atividade e das sucessivas ocorrências de assaltos e seqüestros que provocam mortes, feridos e pessoas traumatizadas", salienta.
"Trata-se de mais uma iniciativa na luta que travamos pela proteção dos trabalhadores e usuários que se deparam com riscos cada mais maiores e o descaso das instituições financeiros em investir na segurança, sob a ótica da valorização da vida em detrimento do patrimônio", salienta o diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, Leonardo Fonseca.
"A NR será importante para nós, mas certamente deverá levar algum tempo, diante do longo processo de estudos, debates e embasamentos técnicos previstos na legislação", ressalta.
Os caminhos para a NR
Após aprovação da Contraf-CUT, a proposta de NR deve ser enviada para a CUT e posterior encaminhamento ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), conforme determinam as normas legais.
Segundo o secretário de saúde da Contraf-CUT, Plínio Pavão, a normatização sobre SST (Segurança e Saúde do Trabalhador) no âmbito do MTE tem que passar obrigatoriamente pela CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) composta por representantes do Governo Federal, dos trabalhadores (centrais sindicais) e dos patrões (confederações patronais).
"Quando se propõe uma nova NR é formado um GTE (Grupo Técnico de Estudos), sob responsabilidade do DSST (Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador) do MTE, que irá elaborar um texto-base, o qual irá, quando finalizado, ser submetido a consulta pública", explica.
Para o GTE, não existe um padrão de formação. O DSST define quem ele vai procurar, de acordo com as especificidades do tema. Algumas vezes ele faz somente com técnicos do próprio Ministério e da Fundacentro, por exemplo. Às vezes, ele amplia e coloca representantes de empresas e trabalhadores também. Isso depende de um debate que se faz no âmbito da CTPP.
"Após a conclusão da consulta pública, o pessoal do DSST remete para a discussão na CTPP, que irá colocar na pauta, ou seja, entra em uma fila. No caso, como é um tema bastante específico e profundo, entrando na pauta, irá ser formado um GTT (Grupo Tripartite Paritário)", esclarece Plínio.
"Aí é que é o momento mágico, pois tudo que for possível avançar (e só se avança na base de consenso) é referendado pela CTPP no final (prazo de 180 dias, prorrogável por mais 60 dias). O que não for consensuado é arbitrado pelo ministro, porém dificilmente o ministro irá arbitrar uma norma inteira. Ele arbitra alguma coisa como 10% da norma", completa.
"Todo esse processo pode ser bem longo, talvez algo em torno de dois anos ou mais até, e no fim pode não dar em nada, mas acho que vale a pena tentar", conclui o dirigente da Contraf-CUT.Fonte: Contraf-CUT
UTILIDADE PÚBLICA
PIRATAS VIRTUAIS CONTINUAM O ATAQUE!
Agora, pedindo para o usuário instalar
o componente adicional de segurança.


Detalhe: O e-mail está em nome de cadastrado@atendimento.com.br, mas é criado a partir de um provedor gratuito, conforme circulado. Fique ligado.
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O QUE ALERTA O BANCO DO BRASIL

Cadastramento de Computadores
O Cadastramento de Computadores é uma solução que torna mais seguras as transações que você realiza no Auto-atendimento BB pela Internet.
A adesão ao Cadastramento de Computadores não é obrigatória, mas os limites para transações financeiras pela Internet são maiores para quem adere a essa solução.Seu computador, depois de cadastrado, é reconhecido pelo sistema do Banco, evitando que terceiros possam movimentar sua conta pela Internet a partir de outros computadores.
Normalmente o cadastramento de computadores é realizado uma única vez para cada máquina, entretanto, em algumas situações, o recadastramento será necessário.
São elas:
- computadores cadastrados e não utilizados por mais de 180 dias;
- troca de componentes de hardware (substituição de placa mãe, disco rígido etc) e
- formatação do disco rígido.
Toda a comunicação a este respeito é feita na página do BB e NUNCA por e-mail ou telefone.
Para cadastrar seu computador, primeiro você precisa acessar sua conta pela Internet e seguir o menu indicado no site do BB. Siga os passos indicados, aceite o Termo de Uso e anote o Código de Cadastramento que será apresentado ao final em seu computador.
Para concluir o cadastramento é só informar esse Código em um dos seguintes canais:
- Caixas Eletrônicos BB;
- em outro computador já cadastrado;
- em seu celular autorizado;- na CABB (nesse caso, por motivo de segurança, o cadastramento será concluído em até duas horas após o contato com a CABB); ou
- em uma agência BB.
Pronto! agora você estará muito mais seguro ao fazer seus pagamentos e transferências no Auto-atendimento BB pela Internet. Fique ligado. www.bb.com.br
HSBC gasta bilhões para premiar executivos
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O diretor do Sindicato Marcelo Rodrigues critica a direção do HSBC por gastar bilhões com os executivos e não valorizar os funcionários da empresa.
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O HSBC divulgou, o lucro mundial no semestre. Uma das instituições financeiras que mais reclamou ter sofrido com a crise internacional lucrou US$5 bilhões no primeiro semestre deste ano em todo o mundo. O resultado superou as expectativas dos especialistas. O banco anunciou que deve retornar a pagar os “bônus” para os executivos da empresa e que deverá gastar este ano em torno de 4 bilhões de libras esterlinas, cerca de US$6,7 bilhões com a benesse.
“Enquanto gasta uma fortuna com o alto escalão, a direção do HSBC desconta da remuneração variável o que foi pago na PLR dos gerentes impondo metas absurdas e trata os funcionários, que são os que produzem a riqueza da empresa, com desprezo e desrespeito.
A desculpa da crise só é usada na hora de negociar com os trabalhadores”, denuncia o diretor
do Sindicato Marcelo Rodrigues. http://www.bancariosrio.org.br/uploads/bancarios/264_bancarios_Ban4239.pdf