quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


A sindicância foi instaurada pela Corregedoria com o objetivo de apurar omissões e irregularidades praticadas pelo magistrado. De acordo com o relatório da sindicância, o juiz José de Arimatéia Correia Silva teria agido com parcialidade, causando graves prejuízos a uma das partes, em favorecimento de outra, e paralisado indevidamente alguns processos. Ele teria sido responsável também pela liberação, sem pedido da parte e sem exigência de caução, de R$ 3,3 milhões num processo de indenização por danos materiais e morais (processo 26744/2008).
A Corregedoria verificou ainda que a Vara, cujo magistrado é titular, possuía processos paralisados desde 1982 e outros conclusos (prontos para sentença) desde 1998. Diante dos fatos apontados pela sindicância, os conselheiros decidiram instaurar o Processo Administrativo Disciplinar e determinaram que em 15 dias o Tribunal de Justiça do Maranhão suspenda todas as vantagens do magistrado, como: uso de carro oficial, motorista,nomeação, manutenção ou designação de servidores para cargos de confiança ou funções comissionadas, dentre outras, com exceção dos vencimentos.
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Para se defender do que considera "inverdades" e distorções assacadas contra seu governo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso distorceu fatos e enunciou inverdades sobre os seus oito anos de gestão, em artigo que publicou em vários jornais do país no domingo 7 de fevereiro, com o título 'Sem medo do passado'.
Em tom indignado diante do confronto desfavorável entre o seu governo e a atual administração, o texto de FHC manipula e omite informações e força a barra sem pudor nas análises comparativas. Ele afirma, por exemplo, que seu governo fortaleceu o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que teriam sido "libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado". "Isso não é verdade.
O governo Fernando Henrique enfraqueceu o papel do BB e da Caixa enquanto bancos públicos", rebate Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, lembrando que quando FHC assumiu seu primeiro mandato, em janeiro de 1995, o BB tinha 119.380 funcionários e a Caixa 65.076. Ao deixar o governo, em dezembro de 2002, o número de bancários havia caído drasticamente para 78.619 no BB e 55.691 na Caixa.
Em setembro de 2009, no atual governo, os dois bancos públicos federais contavam, respectivamente, com 114.432 e 82.000 trabalhadores.
"Os oito anos do governo FHC foram os mais cruéis para o funcionalismo em toda a história do banco. Foram mais de 50 mil demissões entre 96 e 98, que causaram muito sofrimento a todos trabalhadores e provocaram mais de 20 suicídios em todo o país", lembra Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
"O banco impôs uma política de congelamento salarial, pela qual o salário-base do funcionalismo teve apenas 3,73% de reajuste durante os oito anos de FHC, para uma inflação de 67,93%, segundo o Dieese.
O BB também acabou unilateralmente com o PCS em 97 e adotou uma postura antissindical truculenta que interditou o diálogo com os sindicatos e a participação dos bancários nas campanhas salariais", destaca.
Enfraquecer para privatizar
Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e membro da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), o objetivo claro era esvaziar o papel dos bancos públicos federais e prepará-los para a privatização.
O dirigente lembra que, durante o processo de privatizações do Sistema Telebrás, da Vale do Rio Doce, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e das empresas elétricas, o governo FHC encomendou um estudo para um consórcio formado pelas consultorias Booz-Allen & Hamilton e Fipe, para fazer um diagnóstico dos cinco bancos federais (BB, Caixa, BNDES, Basa e BNB).
O Relatório de Alternativas para a Reorientação Estratégica do Conjunto das Instituições Públicas Federais (IFPFs) foi apresentado ao governo em 2000, portanto na sequência das privatizações dos outros setores.
"O estudo afirmava que as instituições financeiras federais eram ineficientes e propunha várias alternativas ao governo, entre elas a fusão de bancos e a privatização pura e simples", recorda Plínio Pavão.
"A exemplo do BB, na Caixa também houve uma política de congelamento de salários, ataque às organizações sindicais e enfraquecimento do quadro funcional", salienta.Além disso, o governo tucano incentivou a privatização de bancos estaduais, muitos vendidos a preços subavaliados, entre eles Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Bandepe, Baneb e Credireal. Também foi privatizado o Meridional, um banco controlado pela União.
Favorecimento nas privatizações
A afirmação de Fernando Henrique Cardoso em seu artigo de que "libertou" o BB e a Caixa da "politicagem" é outra inverdade. Seu governo favoreceu o consórcio liderado pelo Banco Opportunity de Daniel Dantas nas privatizações do Sistema Telebrás, com o uso de recursos dos fundos de pensão, entre eles a Previ e a Funcef.
"Isso está provado no episódio conhecido como 'grampos do BNDES', em que o então diretor da Área Internacional do BB, Ricardo Sérgio de Oliveira, admite estar agindo no 'limite da irresponsabilidade'. Foi assim que Daniel Dantas assumiu o controle de várias empresas privatizadas com o dinheiro dos trabalhadores do BB e da Caixa", diz Marcel Barros.
"Para atender os interesses de Daniel Dantas na disputa com os participantes dos fundos de pensão, que eram contrários a esse favorecimento, Fernando Henrique decretou a intervenção na Previ, afastou nossos dirigentes eleitos e mudou o estatuto da entidade em 2002, no último ano de seu mandato", recorda Marcel.
A insegurança é um dos problemas do governo Serra. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo publicou no "Diário Oficial" do Estado, o balanço de crimes registrados durante o último trimestre do ano de 2009. Um dos destaques é o roubo, crime que, no acumulado do ano passado, cresceu 18% em relação a 2008.
Os dados mostram que foram registrados 257.004 roubos em todo o Estado em 2009, contra os 217.967 registrados um ano antes. Apesar disso, o último trimestre de 2009 registrou o menor índice do ano, com o registro de 58.446 roubos --nos trimestres anteriores os índices foram todos superiores aos 64 mil roubos.
Além do roubo, outros crimes também registraram aumentos em 2009. O latrocínio (roubo seguido de morte) teve crescimento de quase 14% em relação ao ano de 2008. Foram 304 casos registrados no ano passado, contra 267 em 2008. Apesar disso, assim como os casos de roubo, o último trimestre de 2009 mostrou redução em comparação aos meses anteriores.
Já o homicídio doloso (com intenção de matar) totalizou 4.557 casos em 2009, número 3% maior do que os 4.426 registrados no ano anterior. Já na comparação do último trimestre de 2009 com o mesmo período de 2008, apenas na cidade de São Paulo, a secretaria aponta uma queda de 2,7% nos casos.
Ao todo, foram registrados, no último semestre de 2009, 328 casos de homicídio doloso na cidade de São Paulo, 303 na região metropolitana - sem contar a cidade de São Paulo - e 538 no interior do Estado.
Outro destaque é o numero de estupros registrados no último semestre de 2009, que foi de 2.338 casos em todo o Estado. O número é muito maior do que o apontado pelo balanço do último trimestre de 2008, quando foram registrados 925 casos. Apesar disso, não é possível fazer uma comparação entre os dados, uma vez que a lei do estupro mudou neste período e passou a incluir crimes desconsiderados antes.
A avaliação do número real de crimes é fundamental, segundo a Secretaria de Segurança Pública, para planejar o combate à criminalidade. "São os números levados em consideração para a distribuição de efetivos, viaturas, armas, equipamentos, recursos humanos e materiais. A Secretaria também se baseia nos dados da criminalidade quando planeja os investimentos em segurança pública." Fonte: Folha Online
Sheila D'Amorim
É o caso do valor pago às lojas ou concessionárias para simular e oferecer vários financiamentos aos clientes. A taxa, sem valor fixo, foi incluída numa planilha padrão criada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e que deverá ser entregue aos clientes que forem financiar sua compra.
Para a Febraban, é um "aprimoramento" das regras do BC. O setor de veículos é o primeiro, mas não será o único a ter custos discriminados.
A Folha apurou que a decisão, que vinha sendo debatida havia vários meses, gerou uma grande polêmica interna com entidades ligadas às revendedoras. Apesar das resistências, a federação iniciou, na quarta-feira, um projeto piloto em Taubaté (SP) para ensinar 200 profissionais, que lidam com essas operações, a preencherem os novos formulários.
Procurado pela Folha, o presidente da Fenabrave (Federação nacional da distribuição de veículos automotores), Sérgio Rese -que, segundo duas pessoas envolvidas nos debates, teria resistido à implementação da planilha-, negou que seja contrário à medida.
Ele afirmou que não participou da elaboração da planilha e, por isso, não poderia comentar. Para ele, a divulgação do CET está implementada há anos. Irritado, afirmou: "Tudo o que vier para beneficiar o consumidor é bem-vindo".
Em resposta a email enviado pela Folha questionando as entidades que participaram da discussão, a Febraban confirmou que o aprimoramento da regra foi feito "em conjunto com os agentes envolvidos no processo".
Concorrência
A polêmica envolve um mercado em crescimento. O crédito para aquisição de veículos representava 33,5% do total de crédito concedido às pessoas físicas até novembro de 2009, segundo dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Cerca de 60% das vendas nessa área são financiadas.
Para o presidente da entidade, Luiz Montenegro, "todos vão ganhar". Ele diz que essa padronização começará no segmento de veículos, mas irá se estender. "Eletroeletrônicos, crédito pessoal, tudo deverá seguir o mesmo formato."
O documento da Febraban traz detalhes do comprador, do veículo, dos impostos e dos serviços financeiros incluídos no financiamento (como confecção de cadastro e tarifa para avaliação de um carro usado). Além disso, relaciona os "pagamentos a terceiros", o que inclui serviços prestados pela concessionária/lojista para "acesso às opções/cotações/simulações de financiamento".
"É um valor pago pela venda do financiamento, e não do carro", explica a procuradora do Ministério Público Federal, Walquíria Quixadá. Juntamente com o BC e o DPCD (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça), ela participou dos debates para divulgação do CET e também da formulação da nova planilha da Febraban.
Ela diz que os bancos "não estão de santos na história", mas afirma que a autorregulação favorecerá a concorrência.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão condenou o Banco do Brasil (BB) a pagar indenização de R$ 130 mil por danos morais e materiais a um representante comercial, prejudicado pelo saque irregular de R$ 90 mil. Em maio de 1999, o representante comercial do ramo da construção civil, I.H.A.M. foi procurado pelo suposto agente de seguradora, Carlos Oliveira, que dizia possuir uma carga de forro de PVC disponível para ser vendida pela metade do preço de custo, mediante leilão, na cidade de Apucarana, no estado do Paraná.
Para arrematar a mercadoria, o representante deveria se deslocar até a cidade paranaense, levando a documentação de sua empresa. Ao chegar à Apucarana para efetuar o negócio, em junho de 1999, tomou conhecimento que se tratava do conhecido “golpe do chute”, no qual a vítima é um possível comprador de mercadoria apreendida pela Receita Federal e oferecida em leilão a preço abaixo do mercado.
Extorsão e seqüestro
O representante, atraído pela falsa negociação, foi vítima de extorsão mediante seqüestro. Os golpistas o ameaçaram de morte e exigiram o depósito de R$ 90 mil em nome de Shirley Janólio de Oliveira, correntista do Banco do Brasil .
Como não era correntista do BB, a vítima ligou para um irmão em São Luís e pediu que depositasse a quantia exigida numa agência do banco em Maringá, no Paraná. Apesar de ter desconfiado do tom de voz trêmulo da vítima, o irmão correntista atendeu ao pedido.
Segundo o advogado do apelante, Sidney Rocha, o saque integral do dinheiro foi feito na conta da quadrilha em Maringá, em menos de duas horas depois de depositado em São Luís. “É um caso típico de negligência dos prepostos do banco, que também deixaram de verificar que se tratava de conta que não movimentava regularmente grandes quantias”, disse o advogado.
Rocha cita que “o artigo 16 da Resolução 2.878 do Banco Central veda à instituição financeira a liberação de valores acima de R$ 5 mil, sem que haja uma solicitação prévia para saque de pelo menos quatro horas. Como se verifica, existe regulamentação própria imposta pelo Banco Central para que as instituições financeiras evitem e se acautelem com medidas de controle interno que importe em maior segurança nas transações financeiras”, defendeu.
Dano reflexo
Na decisão inédita, a Câmara acolheu, no dia 26 de janeiro, o voto vista do desembargador Marcelo Carvalho, atribuindo a existência de dano moral “reflexo” ou “ricocheteado” na relação de consumo entre as partes, mesmo a vítima não sendo correntista do Banco. Nessa categoria estão os danos gerados a partir de acontecimento envolvendo determinada pessoa, mas com o poder de causar sofrimento em diversas outras não diretamente envolvidas.
Em seu voto, o magistrado defende que os transtornos decorrentes da equivocada conduta do Banco se refletiram a partir da ação criminosa que submeteu o apelante à extorsão mediante sequestro.
“Nesse caso, é cediço que um ato danoso repercute de várias maneiras na vida das pessoas, gerando uma multiplicidade de consequências que se irradiam, muitas vezes, para além do âmbito patrimonial do indivíduo diretamente atingido, violando também seu patrimônio imaterial”, conclui.
O desembargador prossegue, acrescentando que, “com efeito, na espécie dois fatos relevantes causaram transtornos ao apelante: a extorsão mediante sequestro e os efeitos da privação da quantia retirada pelos criminosos. Entendo, conforme antes asseverado, que a conduta do Banco/apelado merece reprimenda. É que se revela importante entender que o dano moral é agressão à dignidade humana e no presente caso, verifico que o evento é bastante para caracterizá-lo”. (Portal Maranhão Hoje)
A agência Oswaldo Cruz, localizada na avenida Paulista, está paradas desde a última quinta-feira por conta de uma tentativa de assalto ocorrida na noite de quarta, dia 3. Ladrões tentaram roubar a unidade e danificaram diversos equipamentos, tornando inviável a realização do trabalho dos bancários. Segundo Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, a agência está sem câmeras de segurança e, como o cofre foi arrombado, o gerente queria que os caixas trabalhassem com o dinheiro na gaveta, aumentando ainda mais os riscos.
"Nem os telefones estavam funcionando, os funcionários estavam usando o próprio celular para trabalhar", afirma Jair. O movimento sindical impediu a abertura da agência até que os problemas sejam resolvidos e cobrou do banco a contratação de mais um vigilante para reforçar a segurança durante o processo de reforma, que vai até o dia 16 de março.
Na agência Ana Rosa, no bairro da Vila Mariana, o ar condicionado não está funcionando por conta das reformas, o que causa grande desconforto para funcionários e clientes. Além disso, as condições de segurança também não são as adequadas durante as obras. "Já havíamos conversado com o banco, que afirmou que resolveria estes problemas até hoje, mas isso não aconteceu", lamenta Jair Alves. "Negociamos com a empresa a resolução dos problema até essa semana e a contratação de um terceiro vigilante durante a reforma", afirma.
Fonte: Contraf-CUT, com Seeb SP
A reivindicação da representação nacional dos empregados é de jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial. Na última reunião, a CEE/Caixa denunciou as más condições de trabalho nas agências e áreas-meio da empresa, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades.
Em preparação ao encontro com a empresa, a CEE/Caixa se reúne no dia 9 de fevereiro, às 16 horas, na sede da Fenae, em Brasília.
O BB Estilo é um moderno conceito de relacionamento bancário que proporciona atendimento personalizado, completa assessoria financeira, além de produtos e serviços diferenciados para clientes com renda a partir de R$ 6 mil e/ou investimento superior a R$ 100 mil.
A solenidade também contou com a presença do Prefeito João Castelo; o superintendente do BB, Avelar Matias; o gerente da nova agência estilo José Firmino Rocha e Silva, entre outras autoridades.
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Acompanhado da primeira-dama do município, Gardênia Gonçalves, o prefeito participou da solenidade de desenlace da fita de inauguração da nova agência e conheceu as novas instalações do BB Estilo. Na oportunidade, Castelo destacou o papel relevante que o Banco do Brasil desempenha em prol da população brasileira e da economia do país.
“O Banco do Brasil tem muitos anos de trabalho sério e eficiente prestado à sociedade brasileira, tanto na área econômica quanto social. Dessa forma, eu fico feliz em saber que o banco está se modernizando para atender com mais qualidade e conforto seus clientes, principalmente os de São Luís, afinal a Prefeitura é um parceiro do BB”, destacou Castelo.
Estiveram presentes ainda no evento os secretários municipais de Governo, Albertino Leal; de Fazenda, José Mário Bittencourt; o procurador-geral do município, Francisco Coelho; e o vereador José Joaquim (PSDB). O gerente da agência Estilo, Firmino Rocha, agradeceu a presença do prefeito João Castelo e explanou um pouco dos serviços que serão oferecidos pela agência Estilo na capital.
“Teremos um atendimento especializado ao segmento de alta renda, uma exigência do mercado para clientes que buscam instituições financeiras que ofereçam estratégias abrangentes e visão completa do relacionamento integrada a produtos personalizados”, explicou.
O BB Estilo é um moderno conceito de relacionamento bancário que oferece atendimento personalizado, completa assessoria financeira, além de produtos e serviços diferenciados para clientes com renda a partir de R$ 6 mil e/ou investimento superior a R$ 100 mil.
Além de ambientes diferenciados de atendimento, que oferecem conforto, segurança e discrição, os clientes BB Estilo contam ainda com produtos exclusivos em previdência, cartões de crédito, investimentos, seguros e soluções em crédito.
A proposta de regulação baseia-se em compromisso assumido pelos líderes do G20, no encontro de Londres, em abril do ano passado, e reforçado na reunião do mesmo comitê de países desenvolvidos e em desenvolvimento, realizada em Pittsburgh, nos Estados Unidos.
De acordo com nota divulgada pelo BC, os fundamentos da proposta em discussão voltam-se para o “fortalecimento do sistema financeiro e implementação coordenada de padrões de regulação prudencial para gestão de riscos”.

O encontro tratou de uma série de questões pendentes do processo."Conseguimos elucidar algumas questões e vamos continuar discutindo para tentar resolver algumas pendências. Enquanto isso, é importante que os trabalhadores fiquem atentos e denunciem aos sindicatos qualquer abuso, desrespeito ou descumprimento de alguma regra da transição", afirma Eduardo Araújo, representante da Contraf-CUT na mesa temática de incorporações.
Uma rodada de negociação permanente ficou agendada para o dia 10 de fevereiro, próxima quarta-feira.
A pauta do encontro inclui temas que têm divergência de interpretação, como tempo de experiência, habitualidade, VCPI, que queremos que seja VCP, e assistência médica e previdência.
Veja abaixo os principais pontos do debate desta sexta:
Folha de Pagamento
O holerite, que passou a se chamar espelho, está gerando uma série de confusões entre os funcionários originários da Nossa Caixa.
Os representantes dos trabalhadores solicitaram uma reunião com a área de folha de pagamento do BB (Dipes) para elucidar estes pontos e esclarecer as dúvidas dos bancários.
Nomeações
As entidades sindicais receberam reclamações de bancários oriundos da Nossa Caixa de várias regiões manifestando desconfiança em relação às nomeações.
Os dirigentes sindicais reivindicaram transparência no processo.
Dessa forma, será feita uma reunião com o BB para dissecar as nomeações feitas até o momento e tornar o processo mais claro para os bancários.
PCS da Nossa Caixa
O banco informou que irá acertar ainda em fevereiro a evolução no PCS dos funcionários oriundos da Nossa Caixa que fizeram aniversário em novembro e daqueles que decidiram não migrar e fizeram aniversário em dezembro e janeiro.
PABs
O BB confirmou que deverá transformar em agências os Postos de Atendimento Bancários (PABs) que tenham porte para tanto. Os PABs com menos movimento permanecerão na mesma situação.
O banco informou ainda que não tem nenhum plano para o fechamento de PABs.
Remoções
Os representantes do banco informaram que 1.084 pessoas que pediram remoção para outras áreas (auxiliares administrativos) já foram transferidas. Para os trabalhadores que pediram transferência e ainda não foram removidos, ainda está valendo o prazo de 60 dias dado pelo banco para efetivar a migração da área.
Além disso, a empresa garantiu que todos os funcionários que se inscreveram no SACR (sistema de transferência automática) terão suas vagas asseguradas.
Após o término das transferências internas, as vagas remanescentes serão preenchidas com a convocação de novos concursados.
Vagas
O banco esclareceu uma falha no sistema SACR no que diz respeito ao número de vagas informado pelo programa. O problema é que o sistema não considera como vagas preenchidas os casos de funcionários que não assinaram o termo de opção. Dessa forma, muitas vezes o programa mostra mais vagas do que realmente existem numa determinada área.
Os representantes dos bancários solicitou que o banco corrija o sistema para que os trabalhadores não corram mais risco de engano quando solicitarem uma vaga.
FGTS
A Caixa Econômica Federal abriu uma nova conta de FGTS para os trabalhadores oriundos da Nossa Caixa para adequar a conta ao CNPJ do BB. Por conta disso, os trabalhadores que vierem a se aposentar ou se desligar do banco devem solicitar levantamento dos depósitos tanto do BB quanto da Nossa Caixa nas agências da CEF.
Férias
Os dirigentes sindicais levaram até a mesa temática reclamações dos bancários a respeito do pagamento de férias. Os representantes do BB esclareceram que o banco adota um critério diferente do da Nossa Caixa para o pagamento das férias.
O banco faz uma antecipação do pagamento usando como base de cálculo o salário liquido do trabalhador do mês anterior ao período de férias e faz o acerto no mês subseqüente a sua volta. "Essa mudança de cálculo tem causado confusão entre os trabalhadores, mas todos receberão o valor total de suas férias", diz Eduardo Araújo.
Caixas
Com relação aos caixas, ainda não está totalmente finalizada a sua dotação.
Porém, o BB afirma que, com a implantação do projeto BB 2.0, haverá aumento da quantidade de caixas. "Nós já cobramos do banco que os atuais caixas eventuais 'permanentes' sejam efetivados nessas novas vagas previstas no projeto", diz Eduardo.
Hora Extra
Os dirigentes receberam denúncias de que existem trabalhadores fazendo hora-extra sem marcar ponto e sem pagamento. Os representantes dos trabalhadores cobraram do banco que emita uma orientação correta aos gestores sobre o manuseio do SISBB. Além disso, os sindicatos irão acompanhar e denunciar os gestores que agirem de forma errada.
Fonte: Contraf-CUT
VERGONHA
AGENCIA DO BANCO EM GUARULHOS ...
DERESPEITO TOTAL...
ESPERO QUE ALGUEM TOME ALGUMA ATITUDE
domingo, 7 de fevereiro de 2010
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Eu fiquei mais de duas horas no banco do brasil para ser atendido!
A PIOR AGÊNCIA DE BRASÍLIA!
Embalada por essa mistura de ritmos que está contagiando a cidade, a AABB São Luís já começa a viver também o período momesco. O pontapé inicial foi dado com a realização do Reveillon Ouro, ocorrido no parque aquático do clube, na virada ano.
Salão da AABB preparado para o V “Baile Ouro”
No entanto, a expectativa maior está reservada para o dia 12 de fevereiro, a partir das 22h, na Sexta Especial, quando será realizado o tradicional e concorrido Baile Ouro, com a participação confirmada do grupo Bicho Terra, da cantora Tereza Cantu e banda Mákina de Descascar Alho. Um baile em dose tripla para folião nenhum ficar parado.
Agora, para participar desse baile, o sócio-folião terá que adquirir seu abadá na secretaria do clube.
Vale lembrar que o sócio terá direito a entrada gratuita para participar dos vesperais carnavalescos que acontecerão nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, sempre a partir das 16h, no salão principal da AABB São Luís.
"Em meio a essa onda de violência que assusta a todos, a direção da Associação pode se dar ao luxo de garantir, ao seu corpo de sócios e demais convidados, um carnaval tranqüilo, seguro e, ainda por cima, muito animado", assegurou o vice-presidente social do clube, Domingos Gama, que espera contar com a participação expressiva dos associados e seus convidados no carnaval já batizado de "AABB Folia".

