quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Contraf-CUT e Caixa retomam hoje
negociações sobre jornada de trabalho
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A Contraf-CUT e a Caixa Econômica Federal retomam hoje, quarta-feira, dia 10, as negociações da mesa permanente sobre jornada de trabalho.
O encontro será em Brasília, às 11h, e dará continuidade à discussão iniciada no dia 22 de janeiro.A reivindicação da representação nacional dos empregados é de jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial.
Na rodada do último dia 22 de janeiro, a Contraf/CUT - CEE/Caixa denunciou as más condições de trabalho nas agências e áreas-meio da empresa, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades.
A carência de mão de obra traz, em consequência, a extrapolação constante da jornada de trabalho. Em preparação ao encontro com a empresa, a CEE/Caixa se reúne no dia 9 de fevereiro, às 16 horas, na sede da Fenae, em Brasília.
Fonte: Contraf-CUT, com Fenae
Negociação sobre jornada de
trabalho Caixa será retomada hoje
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A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e a Caixa se reúnem hoje, ás 11h, em Brasília, para retomar as discussões sobre a jornada de trabalho, iniciadas em 22 de janeiro.
A reivindicação da representação nacional dos empregados é de jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial. Na última reunião, a CEE/Caixa denunciou as más condições de trabalho nas agências e áreas-meio da empresa, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades. A carência de mão de obra traz, em consequência, a extrapolação constante da jornada de trabalho.
A preparação ao encontro com a empresa, a CEE/Caixa rolou ontem, às 16 horas, na sede da Fenae, em Brasília.
Ações de bancos brasileiros são
as mais rentáveis das Américas
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Ações de nove bancos brasileiros ficaram entre as 25 mais rentáveis da América Latina e dos Estados Unidos em 2009, segundo estudo da Economática.
A liderança ficou com os papéis do BicBanco. Além dos nove brasileiros, na lista dos 25 mais rentáveis há outros nove dos EUA, três do Chile, dois da Colômbia e dois do México.
Saldo da poupança tem 2º melhor resultado em 2009 e soma R$ 30,4 biIbovespa só supera ganhos no Chile e EUA na década, diz estudo
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Bovespa foi investimento mais
rentável do ano; dólar foi o pior
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O BicBanco, voltado para médias empresas, teve retorno de 535,7% em 2009, seguido pelo Panamericano, com 483,5%.
Entre as 25 ações, 14 tiveram rentabilidade superior a 100%. A ação com a menor rentabilidade em 2009 da amostra é a do banco dos EUA First Horizon National Corp, com 30,7%. O banco latino com menor rentabilidade da amostra é o Nossa Caixa, com 34%, na 23ª colocação.
Para a analise foram consideradas somente ações com presença superior a 70% nos pregões e volume médio diário maior que US$ 1 milhão por dia em 2009. A rentabilidade percentual foi calculada com todas as cotações em dólares.
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Maiores rendimentos de 2009:
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1º BicBanco PN (Brasil) - alta de 535,7%
2º Panamericano PN (Brasil) - alta de 483,5%
3º Banrisul (Brasil) PNB - alta de 277,7%
4º Banco do Brasil ON (Brasil) - alta de 191,2%
5º Compartamos O (México) - alta de 190,8%
6º American Express Com (Estados Unidos) - alta de 126,2%
7º Itaú Unibanco PN (Brasil) - alta de 124,1%
8º Bradesco PN (Brasil) - alta de 122,1%
9º Itaú Unibanco ON (Brasil) - alta de 111,9%
10º Bradesco ON (Brasil) - alta de 107,5%
Contraf-CUT e BB prosseguem as
negociações permanentes nesta quarta-feira
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A Contraf-CUT faz nesta quarta-feira 10 mais uma rodada das negociações permanentes com o Banco do Brasil, para discutir o BB 2.0, o assédio moral, a Comissão de Conciliação Prévia (CCP) e a implantação do Plano Odontológico, além de dar continuidade ao debate sobre os problemas pendentes dos bancários incorporados da Nossa Caixa.
"Com o BB 2.0 o banco faz mais uma reestruturação da rede de atendimento, mantendo a segmentação de clientes mas privilegiando os de maior renda", critica Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília e membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.
O calendário de negociações permanentes e das mesas temáticas foi definido pela plenária nacional dos dirigentes sindicais do Banco do Brasil, realizada pela Contraf-CUT no dia 15 de dezembro, em São Paulo.
No dia 28 de janeiro foi instalada a mesa temática sobre as incorporações (salários, planos de saúde e previdência e outros direitos dos funcionários dos bancos adquiridos pelo BB).
As discussões continuaram no dia 5 de fevereiro e prosseguem nesta quarta.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CUT e demais centrais pressionam
pela redução da jornada de trabalho
O presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer (PMDB), se reúniu com representantes das seis centrais sindicais (CUT, Força Sindical, CGTB, Nova Central, UGT e CTB), em Brasília. Na pauta do encontro, a tentativa dos sindicalistas de estabelecer uma data para votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 231/1995, que prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e o aumento da hora extra de 50% para 75%.
As centrais lutam para colocar a proposta em votação ainda no primeiro semestre deste ano porque depois o Congresso estará vazio por conta do período eleitoral.
O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), chegou até admitir no final do ano passado a possibilidade de negociar a desoneração da folha de pagamento e o valor pago pelas horas extras em troca da aprovação da matéria.
Os sindicalistas, que na semana passada fizeram uma vigília em frente ao Congresso na volta das atividades legislativas para pressionarem os parlamentares, garantem que a redução da jornada criará dois milhões de empregos diretos.
A estimativa foi feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Para chegar ao montante, o Dieese considerou o número de pessoas com contrato de 44 horas semanais, em 2005, que somavam 22.526.000.
Ao diminuir quatro horas de cada uma delas, a entidade calculou que seriam gerados dois milhões de empregos. Empresários na contramãoJá a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou nota nesta terça-feira (9) para se posicionar contra a PEC.
A entidade ressaltou que a redução da jornada de 48 para 44 horas, estabelecida na Constituição de 88, não criou novos postos de trabalho. "A realidade é indiscutível: de 2003 a 2009, o Brasil reduziu a taxa de desemprego de 12,3% para 8,1%, por meio do crescimento econômico e não por alterações na jornada de trabalho", observou Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
Skaf acredita que, além de não criar emprego, a medida comprometeria a competitividade brasileira, com a chance de reduzir os níveis de produção, as exportações e provocar o aumento de preços em produtos, bens de consumo e serviços.
Para o presidente da CUT, Artur Henrique, trata-se "do velho discurso empresarial da década de 80, quando foi a última vez que tivemos a redução da jornada legal de trabalho no Brasil".
Ele lembra que os ganhos de produtividade obtidos pelas empresas nos últimos 20 anos superam de longe um eventual aumento de custos.
"As empresas, de todos os setores, ganharam muito, bateram recordes de lucros, pagaram dividendos recordes em 2009. Isso foi conquistado pelo aumento da produtividade, que não foi repassado para o conjunto dos trabalhadores.
A participação do trabalho na renda nacional continua pequena", afirma Artur.
Fonte: Valor Econômico e Rede Brasil Atual
INDENIZAÇÃO DO BB
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CNJ afasta juiz titular da
5ª Vara Cível de São Luís
A decisão foi tomada por unanimidade
na sessão plenária desta terça-feira
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu afastar preventivamente de suas funções o juiz José de Arimatéia Correia Silva. Além disso, o Conselho vai instaurar Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para verificar supostas irregularidades cometidas pelo magistrado que é titular da 5ª Vara Cível da Comarca de São Luís (MA). A decisão foi tomada por unanimidade na sessão plenária desta terça-feira (09). Os conselheiros analisaram a sindicância (0001569-51.2009.2.00.0000) instaurada pela Corregedoria Nacional de Justiça e relatada pelo ministro Gilson Dipp.
A sindicância foi instaurada pela Corregedoria com o objetivo de apurar omissões e irregularidades praticadas pelo magistrado. De acordo com o relatório da sindicância, o juiz José de Arimatéia Correia Silva teria agido com parcialidade, causando graves prejuízos a uma das partes, em favorecimento de outra, e paralisado indevidamente alguns processos. Ele teria sido responsável também pela liberação, sem pedido da parte e sem exigência de caução, de R$ 3,3 milhões num processo de indenização por danos materiais e morais (processo 26744/2008).
Em outra ação (processo n. 1086/2000), o magistrado determinou o bloqueio online de R$ 1,4 milhão do Banco do Brasil.
Pelo não cumprimento da decisão, o magistrado determinou multa de R$ 15 mil por hora, caso o valor não fosse bloqueado.
A Corregedoria verificou ainda que a Vara, cujo magistrado é titular, possuía processos paralisados desde 1982 e outros conclusos (prontos para sentença) desde 1998. Diante dos fatos apontados pela sindicância, os conselheiros decidiram instaurar o Processo Administrativo Disciplinar e determinaram que em 15 dias o Tribunal de Justiça do Maranhão suspenda todas as vantagens do magistrado, como: uso de carro oficial, motorista,nomeação, manutenção ou designação de servidores para cargos de confiança ou funções comissionadas, dentre outras, com exceção dos vencimentos.
Além disso, o CNJ vai encaminhar cópias da sindicância à Ordem dos Advogados do Brasil, seção Maranhão, e à Ordem dos Advogados do Brasil Nacional para que as entidades avaliem a conduta dos advogados beneficiados com as decisões do magistrado. As informações são do CNJ
Candidatura de Flávio Agora vai!
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Resolução do PCdoB
sobre a tática eleitoral
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PCdoB define seu projeto eleitoral
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Reunidos neste final de semana em São Paulo, os integrantes do Comitê Central do PCdoB aprovaram um documento no qual traçam as diretrizes do projeto eleitoral do Partido para 2010.
O texto salienta que o processo "exige ampla unidade de forças políticas e sociais em torno de uma candidatura e na elaboração programática que a sustente".
Esta candidatura única, segundo o documento, deve dar "continuidade ao projeto político iniciado em 2002 com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva".
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Veja abaixo a íntegra da resolução
do Comitê Central do PCdoB
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Examinando o quadro político brasileiro neste período que antecede as eleições gerais de 2010 o PCdoB decide:
Lutar para garantir a vitória do empreendimento político das forças progressistas da Nação dando continuidade ao projeto político iniciado em 2002 com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente do Brasil.
Esta luta, que se dá em situação favorável, visa impedir o retrocesso neoliberal, aprofundando as mudanças na construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento, para que o Brasil continue trilhando o caminho da soberania nacional, da democracia, da valorização do trabalho e da integração regional. Este processo exige ampla unidade de forças políticas e sociais em torno de uma candidatura e na elaboração programática que a sustente;
2) Lutar para ampliar significativamente a bancada comunista na Câmara dos Deputados a fim de que o Partido possa ter maior presença e projeção no quadro político brasileiro;
3) Lutar para que sejam eleitos senadores comunistas e assim se configure o fato inédito da existência uma bancada comunista no Senado da República;
4) Apoiar o Partido no Maranhão na luta para viabilizar a candidatura de Flávio Dino ao governo daquele Estado, considerando as circunstâncias eleitorais no âmbito nacional;
5) Lutar para que se amplie de forma expressiva a presença dos comunistas nas Assembléias Legislativas e na Câmara Legislativa do DF com a eleição de deputados estaduais e distritais comunistas;
6) Impulsionar ampla mobilização popular e social visando assegurar um maior protagonismo do povo no atual contexto político. Neste sentido, é de fundamental importância a mobilização dos comunistas em torno da preparação e da realização da CONCLAT e da Assembléia Nacional dos Movimentos Sociais;
7) Reforçar a tarefa partidária para o êxito da participação das mulheres nas candidaturas nas Assembléias Estaduais e na Câmara Federal visando assegurar a cota mínima de 30%.Finalmente, o Comitê Central conclama os militantes e filiados, o conjunto das organizações partidárias a se empenhar com entusiasmo para dotar o Partido das condições e apoios necessários ao êxito de seu projeto eleitoral e contribuir com a nova vitória do povo na sucessão presidencial.
São Paulo, 7 de fevereiro de 2010
http://deputadoflaviodino.blogspot.com/
Momento Bancário
38
A Comunicação nos
Sindicatos Bancários

Contraf-CUT se reúne com Banco da
Amazônia e defende agência Porto Alegre
Crédito: Seeb Porto Alegre A Contraf-CUT entregou carta ao presidente do Conselho de Administração do Banco da Amazônia, Luiz Fernando Pires, em Brasília, solicitando a revogação da decisão de fechamento da agência do banco em Porto Alegre.
A medida descabida foi tomada pelo Conselho e está na contramão da política de desenvolvimento do governo federal, que é de fortalecimento dos bancos públicos.
A entrega foi feita por Miriam Fochi, secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT, e por Marilza Speroto, diretora da Contraf-CUT.
"Manifestei ao presidente do Conselho a visão do movimento sindical de que o momento é de expandir as atividades do banco e não de fechar agências, a fim de fortalecer a instituição enquanto banco público", afirma Miriam. Pires, que é funcionário cedido do BB para a Receita Federal, concordou com a premissa de defesa das instituições públicas, mas frisou que a estratégia do Banco da Amazônia é de concentrar a sua atuação na região Norte do País. Além disso, alegou que a agência em questão está deficitária.
Ele recebeu a carta da Contraf-CUT e se comprometeu a apresentá-la ao Conselho para avaliação de todos os integrantes. Na correspondência, a Confederação manifesta sua "surpresa e insatisfação diante da decisão unilateral deste Conselho de fechamento da agência Porto Alegre que, se vier a ser efetivada, reduzirá ainda mais a área de atuação do banco no País e trará sérios problemas para os funcionários e clientes atingidos".
A entidade nacional dos bancários destaca que a medida, assim como a recente extinção da agência Rio de Janeiro, "está na contramão da política de desenvolvimento econômico e social do governo federal, que é de fortalecimento dos bancos públicos para ampliar o crédito e melhorar a prestação de serviços aos clientes e usuários".
A Associação dos Empregados dos Banco da Amazônia (Aeba) também divulgou nota de repúdio à decisão de fechamento de agência Porto Alegre.
O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, por sua vez, enviou carta aos presidentes do banco e do Conselho de Administração, propondo igualmente a manutenção da unidade.
Contraf-CUT rebate FHC e recorda
política de desmonte do BB e Caixa

Para se defender do que considera "inverdades" e distorções assacadas contra seu governo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso distorceu fatos e enunciou inverdades sobre os seus oito anos de gestão, em artigo que publicou em vários jornais do país no domingo 7 de fevereiro, com o título 'Sem medo do passado'.

Em tom indignado diante do confronto desfavorável entre o seu governo e a atual administração, o texto de FHC manipula e omite informações e força a barra sem pudor nas análises comparativas. Ele afirma, por exemplo, que seu governo fortaleceu o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que teriam sido "libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado". "Isso não é verdade.

O governo Fernando Henrique enfraqueceu o papel do BB e da Caixa enquanto bancos públicos", rebate Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, lembrando que quando FHC assumiu seu primeiro mandato, em janeiro de 1995, o BB tinha 119.380 funcionários e a Caixa 65.076. Ao deixar o governo, em dezembro de 2002, o número de bancários havia caído drasticamente para 78.619 no BB e 55.691 na Caixa.

Em setembro de 2009, no atual governo, os dois bancos públicos federais contavam, respectivamente, com 114.432 e 82.000 trabalhadores.

"Os oito anos do governo FHC foram os mais cruéis para o funcionalismo em toda a história do banco. Foram mais de 50 mil demissões entre 96 e 98, que causaram muito sofrimento a todos trabalhadores e provocaram mais de 20 suicídios em todo o país", lembra Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

"O banco impôs uma política de congelamento salarial, pela qual o salário-base do funcionalismo teve apenas 3,73% de reajuste durante os oito anos de FHC, para uma inflação de 67,93%, segundo o Dieese.

O BB também acabou unilateralmente com o PCS em 97 e adotou uma postura antissindical truculenta que interditou o diálogo com os sindicatos e a participação dos bancários nas campanhas salariais", destaca.

Enfraquecer para privatizar

Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e membro da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), o objetivo claro era esvaziar o papel dos bancos públicos federais e prepará-los para a privatização.

O dirigente lembra que, durante o processo de privatizações do Sistema Telebrás, da Vale do Rio Doce, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e das empresas elétricas, o governo FHC encomendou um estudo para um consórcio formado pelas consultorias Booz-Allen & Hamilton e Fipe, para fazer um diagnóstico dos cinco bancos federais (BB, Caixa, BNDES, Basa e BNB).

O Relatório de Alternativas para a Reorientação Estratégica do Conjunto das Instituições Públicas Federais (IFPFs) foi apresentado ao governo em 2000, portanto na sequência das privatizações dos outros setores.

"O estudo afirmava que as instituições financeiras federais eram ineficientes e propunha várias alternativas ao governo, entre elas a fusão de bancos e a privatização pura e simples", recorda Plínio Pavão.

"A exemplo do BB, na Caixa também houve uma política de congelamento de salários, ataque às organizações sindicais e enfraquecimento do quadro funcional", salienta.Além disso, o governo tucano incentivou a privatização de bancos estaduais, muitos vendidos a preços subavaliados, entre eles Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Bandepe, Baneb e Credireal. Também foi privatizado o Meridional, um banco controlado pela União.

Favorecimento nas privatizações

A afirmação de Fernando Henrique Cardoso em seu artigo de que "libertou" o BB e a Caixa da "politicagem" é outra inverdade. Seu governo favoreceu o consórcio liderado pelo Banco Opportunity de Daniel Dantas nas privatizações do Sistema Telebrás, com o uso de recursos dos fundos de pensão, entre eles a Previ e a Funcef.

"Isso está provado no episódio conhecido como 'grampos do BNDES', em que o então diretor da Área Internacional do BB, Ricardo Sérgio de Oliveira, admite estar agindo no 'limite da irresponsabilidade'. Foi assim que Daniel Dantas assumiu o controle de várias empresas privatizadas com o dinheiro dos trabalhadores do BB e da Caixa", diz Marcel Barros.

"Para atender os interesses de Daniel Dantas na disputa com os participantes dos fundos de pensão, que eram contrários a esse favorecimento, Fernando Henrique decretou a intervenção na Previ, afastou nossos dirigentes eleitos e mudou o estatuto da entidade em 2002, no último ano de seu mandato", recorda Marcel.

"E para desfazer esses acordos de acionistas nocivos aos fundos de pensão engendrados no governo FHC, o movimento sindical e os dirigentes eleitos da Previ e da Funcef tiveram de travar uma batalha jurídica e política fenomenal, que durou quase uma década", conclui.
Fonte: Contraf-CUT
No governo Serra, roubos crescem 18%
em São Paulo e somam 250 mil em 2009

A insegurança é um dos problemas do governo Serra. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo publicou no "Diário Oficial" do Estado, o balanço de crimes registrados durante o último trimestre do ano de 2009. Um dos destaques é o roubo, crime que, no acumulado do ano passado, cresceu 18% em relação a 2008.

Os dados mostram que foram registrados 257.004 roubos em todo o Estado em 2009, contra os 217.967 registrados um ano antes. Apesar disso, o último trimestre de 2009 registrou o menor índice do ano, com o registro de 58.446 roubos --nos trimestres anteriores os índices foram todos superiores aos 64 mil roubos.

Além do roubo, outros crimes também registraram aumentos em 2009. O latrocínio (roubo seguido de morte) teve crescimento de quase 14% em relação ao ano de 2008. Foram 304 casos registrados no ano passado, contra 267 em 2008. Apesar disso, assim como os casos de roubo, o último trimestre de 2009 mostrou redução em comparação aos meses anteriores.

Já o homicídio doloso (com intenção de matar) totalizou 4.557 casos em 2009, número 3% maior do que os 4.426 registrados no ano anterior. Já na comparação do último trimestre de 2009 com o mesmo período de 2008, apenas na cidade de São Paulo, a secretaria aponta uma queda de 2,7% nos casos.

Ao todo, foram registrados, no último semestre de 2009, 328 casos de homicídio doloso na cidade de São Paulo, 303 na região metropolitana - sem contar a cidade de São Paulo - e 538 no interior do Estado.

Outro destaque é o numero de estupros registrados no último semestre de 2009, que foi de 2.338 casos em todo o Estado. O número é muito maior do que o apontado pelo balanço do último trimestre de 2008, quando foram registrados 925 casos. Apesar disso, não é possível fazer uma comparação entre os dados, uma vez que a lei do estupro mudou neste período e passou a incluir crimes desconsiderados antes.

A avaliação do número real de crimes é fundamental, segundo a Secretaria de Segurança Pública, para planejar o combate à criminalidade. "São os números levados em consideração para a distribuição de efetivos, viaturas, armas, equipamentos, recursos humanos e materiais. A Secretaria também se baseia nos dados da criminalidade quando planeja os investimentos em segurança pública." Fonte: Folha Online

Presidente do BC diz que regular
ganhos de executivos evita danos
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O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, defendeu a regulamentação de salário de executivos do sistema financeiro. A medida foi anunciada ontem pelo BC.
"A ideia é muito simples. É meramente evitar que, para aumentar o ganho de curto prazo e inflacionar sua própria remuneração, os executivos do sistema financeiro assumam riscos que depois sejam negativos para a economia, para o país, para o setor público e para o próprio sistema financeiro", afirmou.
O Banco Central colocou em audiência pública proposta de resolução para regulamentar a remuneração de administradores e empregados de instituições financeiras.
A norma prevê uma política de remuneração variável que deve levar em conta os riscos, o resultado geral da instituição e a capacidade de fluxo de caixa.
Para Meirelles, a medida deve "fazer com que os executivos estejam com seus ganhos relacionados aos resultados de longo prazo das suas ações".
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também defendeu a medida. "Sou favorável à regulamentação que foi feita porque não tira o ganho, não diminui o ganho, apenas difere no tempo, de modo que eles não se apropriem do ganho, independente da consequência das ações que tiveram", afirmou.
O ministro afirmou ainda que esse assunto foi "longamente" debatido no G20 (grupo dos principais países ricos e emergentes), durante o encontro em Davos, na Suíça. Meirelles afirmou ainda que o Brasil tem sido um dos primeiros países a implementar mudanças discutidas no G20.
Fonte: Folha Online
Caixa recua e anula decisão de fracionar
jornada de trabalho de seis horas
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A Caixa Econômica Federal divulgou circular interna nesta quinta-feira 4 de fevereiro anulando a decisão anunciada no dia 29 de janeiro de permitir a ampliação em 45 minutos do descanso diário regulamentar de 15 minutos, com a consequente compensação desse tempo ao final da jornada.
A Caixa fez o recuo três dias depois de a Contraf-CUT denunciar a iniciativa da empresa como uma tentativa unilateral de flexibilizar a jornada de trabalho, violando o acordo aditivo à Convenção Coletiva da categoria.
"Em face do retorno à mesa permanente de negociação das discussões sobre a opção de ampliação do intervalo na jornada de 6h, torna-se nula a CI SUAPE/GERET 008/2010", afirma a Caixa na circular interna, acrescentando que serão desconsideradas as adesões que já haviam sido feitas.
Fonte: Contraf-CUT
Bancos vão divulgar cobrança do
lojista no financiamento de veículos
Folha de São Paulo
Sheila D'Amorim
Os bancos compraram uma briga com as revendedoras de veículos devido à divulgação de dados detalhados sobre o custo efetivo total (CET) das operações de financiamento de automóveis. Na esteira da determinação do Banco Central, implementada em março de 2008, para que as instituições financeiras discriminem juros, taxas, tarifas e impostos incidentes nas operações, os bancos querem deixar claro as despesas de terceiros que são embutidas nas transações e repassadas ao consumidor.

É o caso do valor pago às lojas ou concessionárias para simular e oferecer vários financiamentos aos clientes. A taxa, sem valor fixo, foi incluída numa planilha padrão criada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e que deverá ser entregue aos clientes que forem financiar sua compra.

Para a Febraban, é um "aprimoramento" das regras do BC. O setor de veículos é o primeiro, mas não será o único a ter custos discriminados.

A Folha apurou que a decisão, que vinha sendo debatida havia vários meses, gerou uma grande polêmica interna com entidades ligadas às revendedoras. Apesar das resistências, a federação iniciou, na quarta-feira, um projeto piloto em Taubaté (SP) para ensinar 200 profissionais, que lidam com essas operações, a preencherem os novos formulários.

Procurado pela Folha, o presidente da Fenabrave (Federação nacional da distribuição de veículos automotores), Sérgio Rese -que, segundo duas pessoas envolvidas nos debates, teria resistido à implementação da planilha-, negou que seja contrário à medida.

Ele afirmou que não participou da elaboração da planilha e, por isso, não poderia comentar. Para ele, a divulgação do CET está implementada há anos. Irritado, afirmou: "Tudo o que vier para beneficiar o consumidor é bem-vindo".

Em resposta a email enviado pela Folha questionando as entidades que participaram da discussão, a Febraban confirmou que o aprimoramento da regra foi feito "em conjunto com os agentes envolvidos no processo".

Concorrência

A polêmica envolve um mercado em crescimento. O crédito para aquisição de veículos representava 33,5% do total de crédito concedido às pessoas físicas até novembro de 2009, segundo dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Cerca de 60% das vendas nessa área são financiadas.

Para o presidente da entidade, Luiz Montenegro, "todos vão ganhar". Ele diz que essa padronização começará no segmento de veículos, mas irá se estender. "Eletroeletrônicos, crédito pessoal, tudo deverá seguir o mesmo formato."

O documento da Febraban traz detalhes do comprador, do veículo, dos impostos e dos serviços financeiros incluídos no financiamento (como confecção de cadastro e tarifa para avaliação de um carro usado). Além disso, relaciona os "pagamentos a terceiros", o que inclui serviços prestados pela concessionária/lojista para "acesso às opções/cotações/simulações de financiamento".

"É um valor pago pela venda do financiamento, e não do carro", explica a procuradora do Ministério Público Federal, Walquíria Quixadá. Juntamente com o BC e o DPCD (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça), ela participou dos debates para divulgação do CET e também da formulação da nova planilha da Febraban.

Ela diz que os bancos "não estão de santos na história", mas afirma que a autorregulação favorecerá a concorrência.
Consumidor deve ficar atento
à variação dos juros bancários
As diferenças nas tarifas dos bancos continuam assustadoras.
Pelo menos essa é a constatação do Sindicato dos Bancários da Bahia ao fazer uma comparação das taxas no site do Banco Central.
Apesar de ter direito a alguns serviços básicos gratuitos, o cliente deve ficar atento às taxas de serviços como crédito pessoal e cheque especial que variam muito entre as instituições financeiras.
Na operação de crédito pessoal, as menores taxas foram registradas nos bancos públicos, Caixa (2,1%) e o Banco do Brasil (2,33%). Já as maiores foram verificadas no Itaú (4,05%), HSBC (4,53%) e Bradesco (4,66%). Para se ter uma idéia, são estes três bancos que aparecem no ranking dos campeões em reclamação feitos do BC, no mês de dezembro.
O cheque especial, que representa tanta dor de cabeça para os clientes, também tem variações significativas entre os bancos. Mais uma vez, a Caixa registra o menor valor com 6,21% e entre os maiores bancos do país, o HSBC tem o maior índice com 9,02%.
O consumidor que deseja abrir uma conta ou trocar de banco deve ficar atento às taxas. Mesmo pagando mais caro, o Sindicato recomenda a atenção em outros itens como atendimento, principalmente, pelas longas filas. Problema ainda presente nas agências bancárias, devido ao quadro deficiente de funcionários.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Banco do Brasil condenado
a indenizar cliente
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão condenou o Banco do Brasil (BB) a pagar indenização de R$ 130 mil por danos morais e materiais a um representante comercial, prejudicado pelo saque irregular de R$ 90 mil.
O saque foi feito por sequestradores da vítima, irmão de cliente da instituição, antes do prazo legal previsto em lei para liberação de altas quantias por estabelecimentos bancários.

Em maio de 1999, o representante comercial do ramo da construção civil, I.H.A.M. foi procurado pelo suposto agente de seguradora, Carlos Oliveira, que dizia possuir uma carga de forro de PVC disponível para ser vendida pela metade do preço de custo, mediante leilão, na cidade de Apucarana, no estado do Paraná.

Para arrematar a mercadoria, o representante deveria se deslocar até a cidade paranaense, levando a documentação de sua empresa. Ao chegar à Apucarana para efetuar o negócio, em junho de 1999, tomou conhecimento que se tratava do conhecido “golpe do chute”, no qual a vítima é um possível comprador de mercadoria apreendida pela Receita Federal e oferecida em leilão a preço abaixo do mercado.

Extorsão e seqüestro

O representante, atraído pela falsa negociação, foi vítima de extorsão mediante seqüestro. Os golpistas o ameaçaram de morte e exigiram o depósito de R$ 90 mil em nome de Shirley Janólio de Oliveira, correntista do Banco do Brasil .

Como não era correntista do BB, a vítima ligou para um irmão em São Luís e pediu que depositasse a quantia exigida numa agência do banco em Maringá, no Paraná. Apesar de ter desconfiado do tom de voz trêmulo da vítima, o irmão correntista atendeu ao pedido.

Segundo o advogado do apelante, Sidney Rocha, o saque integral do dinheiro foi feito na conta da quadrilha em Maringá, em menos de duas horas depois de depositado em São Luís. “É um caso típico de negligência dos prepostos do banco, que também deixaram de verificar que se tratava de conta que não movimentava regularmente grandes quantias”, disse o advogado.

Rocha cita que “o artigo 16 da Resolução 2.878 do Banco Central veda à instituição financeira a liberação de valores acima de R$ 5 mil, sem que haja uma solicitação prévia para saque de pelo menos quatro horas. Como se verifica, existe regulamentação própria imposta pelo Banco Central para que as instituições financeiras evitem e se acautelem com medidas de controle interno que importe em maior segurança nas transações financeiras”, defendeu.

Dano reflexo

Na decisão inédita, a Câmara acolheu, no dia 26 de janeiro, o voto vista do desembargador Marcelo Carvalho, atribuindo a existência de dano moral “reflexo” ou “ricocheteado” na relação de consumo entre as partes, mesmo a vítima não sendo correntista do Banco. Nessa categoria estão os danos gerados a partir de acontecimento envolvendo determinada pessoa, mas com o poder de causar sofrimento em diversas outras não diretamente envolvidas.

Em seu voto, o magistrado defende que os transtornos decorrentes da equivocada conduta do Banco se refletiram a partir da ação criminosa que submeteu o apelante à extorsão mediante sequestro.

“Nesse caso, é cediço que um ato danoso repercute de várias maneiras na vida das pessoas, gerando uma multiplicidade de consequências que se irradiam, muitas vezes, para além do âmbito patrimonial do indivíduo diretamente atingido, violando também seu patrimônio imaterial”, conclui.

O desembargador prossegue, acrescentando que, “com efeito, na espécie dois fatos relevantes causaram transtornos ao apelante: a extorsão mediante sequestro e os efeitos da privação da quantia retirada pelos criminosos. Entendo, conforme antes asseverado, que a conduta do Banco/apelado merece reprimenda. É que se revela importante entender que o dano moral é agressão à dignidade humana e no presente caso, verifico que o evento é bastante para caracterizá-lo”. (Portal Maranhão Hoje)
Caixa Alta
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A Caixa Econômica Federal encerrou o mês de janeiro de 2010 com uma captação líquida positiva de R$ 1,1 bilhão em poupança, 41,4% a mais do que janeiro do ano passado.
Com este resultado, a CAIXA atingiu o montante de R$ 110 bilhões em depósitos na modalidade, o que representa 34,07% de participação no mercado.
Agências do Itaú Unibanco paralisam em
SP por mais segurança durante reforma
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Duas agências do Itaú Unibanco em São Paulo não abriram na manhã desta segunda-feira, 8, por falta de condições de trabalho e segurança. As duas agências estão passando por processos de reforma, o que gera desconforto e aumenta a insegurança para funcionários e clientes.

A agência Oswaldo Cruz, localizada na avenida Paulista, está paradas desde a última quinta-feira por conta de uma tentativa de assalto ocorrida na noite de quarta, dia 3. Ladrões tentaram roubar a unidade e danificaram diversos equipamentos, tornando inviável a realização do trabalho dos bancários. Segundo Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, a agência está sem câmeras de segurança e, como o cofre foi arrombado, o gerente queria que os caixas trabalhassem com o dinheiro na gaveta, aumentando ainda mais os riscos.

"Nem os telefones estavam funcionando, os funcionários estavam usando o próprio celular para trabalhar", afirma Jair. O movimento sindical impediu a abertura da agência até que os problemas sejam resolvidos e cobrou do banco a contratação de mais um vigilante para reforçar a segurança durante o processo de reforma, que vai até o dia 16 de março.

Na agência Ana Rosa, no bairro da Vila Mariana, o ar condicionado não está funcionando por conta das reformas, o que causa grande desconforto para funcionários e clientes. Além disso, as condições de segurança também não são as adequadas durante as obras. "Já havíamos conversado com o banco, que afirmou que resolveria estes problemas até hoje, mas isso não aconteceu", lamenta Jair Alves. "Negociamos com a empresa a resolução dos problema até essa semana e a contratação de um terceiro vigilante durante a reforma", afirma.

Fonte: Contraf-CUT, com Seeb SP
Negociação sobre jornada de trabalho
Caixa será retomada na quarta-feira
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A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e a Caixa se reúnem nesta quarta-feira (10/2), ás 11h, em Brasília, para retomar as discussões sobre a jornada de trabalho, iniciadas em 22 de janeiro.

A reivindicação da representação nacional dos empregados é de jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial. Na última reunião, a CEE/Caixa denunciou as más condições de trabalho nas agências e áreas-meio da empresa, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades.
A carência de mão de obra traz, em consequência, a extrapolação constante da jornada de trabalho.

Em preparação ao encontro com a empresa, a CEE/Caixa se reúne no dia 9 de fevereiro, às 16 horas, na sede da Fenae, em Brasília.
A NOTÍCIA DO GOVERNO...
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São Luís ganha a primeira
agência Estilo do BB
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Inaugurada a primeira agência Estilo do BB em São Luís Os secretários Chefe da Casa Civil, João Guilherme de Abreu, e o de Estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, participaram, na sexta-feira (5), da inauguração da Agência Estilo do Banco do Brasil, em São Luís.

Localizada na Avenida dos Holandeses é a primeira no modelo Estilo instalada na capital maranhense. A meta da agência é oferecer aos seus clientes um ambiente diferenciado com maior conforto, segurança e descrição.

O BB Estilo é um moderno conceito de relacionamento bancário que proporciona atendimento personalizado, completa assessoria financeira, além de produtos e serviços diferenciados para clientes com renda a partir de R$ 6 mil e/ou investimento superior a R$ 100 mil.

Criado em 2004, o BB Estilo consolidou-se principalmente nos últimos dois anos e, atualmente, atende cerca de 400 mil clientes em 54 agências Estilo e 440 espaços Estilo no País.

A solenidade também contou com a presença do Prefeito João Castelo; o superintendente do BB, Avelar Matias; o gerente da nova agência estilo José Firmino Rocha e Silva, entre outras autoridades.

Depois do corte da fita de inauguração, com a participação do secretário João Guilherme de Abreu, os convidados conheceram as instalações da nova agência e participaram de um coquetel. http://www.ma.gov.br/imprensa/?Id=7133
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E DA PREFEITURA...
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João Castelo participa de inauguração
da agência Estilo do Banco do Brasil
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O prefeito de São Luís, João Castelo, participou da cerimônia de inauguração da agência Estilo do Banco do Brasil, a primeira do segmento de atendimento personalizado no Estado, localizada na avenida dos Holandeses (Calhau).

Acompanhado da primeira-dama do município, Gardênia Gonçalves, o prefeito participou da solenidade de desenlace da fita de inauguração da nova agência e conheceu as novas instalações do BB Estilo. Na oportunidade, Castelo destacou o papel relevante que o Banco do Brasil desempenha em prol da população brasileira e da economia do país.

“O Banco do Brasil tem muitos anos de trabalho sério e eficiente prestado à sociedade brasileira, tanto na área econômica quanto social. Dessa forma, eu fico feliz em saber que o banco está se modernizando para atender com mais qualidade e conforto seus clientes, principalmente os de São Luís, afinal a Prefeitura é um parceiro do BB”, destacou Castelo.

Estiveram presentes ainda no evento os secretários municipais de Governo, Albertino Leal; de Fazenda, José Mário Bittencourt; o procurador-geral do município, Francisco Coelho; e o vereador José Joaquim (PSDB). O gerente da agência Estilo, Firmino Rocha, agradeceu a presença do prefeito João Castelo e explanou um pouco dos serviços que serão oferecidos pela agência Estilo na capital.

“Teremos um atendimento especializado ao segmento de alta renda, uma exigência do mercado para clientes que buscam instituições financeiras que ofereçam estratégias abrangentes e visão completa do relacionamento integrada a produtos personalizados”, explicou.
O BB Estilo é um moderno conceito de relacionamento bancário que oferece atendimento personalizado, completa assessoria financeira, além de produtos e serviços diferenciados para clientes com renda a partir de R$ 6 mil e/ou investimento superior a R$ 100 mil.

Além de ambientes diferenciados de atendimento, que oferecem conforto, segurança e discrição, os clientes BB Estilo contam ainda com produtos exclusivos em previdência, cartões de crédito, investimentos, seguros e soluções em crédito.
BC abre audiência pública para limitar
salários dos executivos dos bancos
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O Banco Central anunciou a abertura de audiência pública, pelo prazo de 90 dias, para discussão de uma proposta de resolução sobre a política de remuneração de administradores e empregados de instituições financeiras.
A proposta de regulação baseia-se em compromisso assumido pelos líderes do G20, no encontro de Londres, em abril do ano passado, e reforçado na reunião do mesmo comitê de países desenvolvidos e em desenvolvimento, realizada em Pittsburgh, nos Estados Unidos.
De acordo com nota divulgada pelo BC, os fundamentos da proposta em discussão voltam-se para o “fortalecimento do sistema financeiro e implementação coordenada de padrões de regulação prudencial para gestão de riscos”.
A idéia é implementar padrões internacionais robustos para a política de remuneração, de modo a desencorajar práticas que levem a riscos excessivos.
Momento Bancário
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Bancários retomam debate com BB
sobre incorporação da Nossa Caixa
Em nova rodada de negociações entre o movimento sindical e a Unidade de Gestão da Transição do Banco do Brasil (UGT) ficou definido os novos rumos do processo de incorporação da Nossa Caixa.
O encontro tratou de uma série de questões pendentes do processo."Conseguimos elucidar algumas questões e vamos continuar discutindo para tentar resolver algumas pendências. Enquanto isso, é importante que os trabalhadores fiquem atentos e denunciem aos sindicatos qualquer abuso, desrespeito ou descumprimento de alguma regra da transição", afirma Eduardo Araújo, representante da Contraf-CUT na mesa temática de incorporações.
Uma rodada de negociação permanente ficou agendada para o dia 10 de fevereiro, próxima quarta-feira.
A pauta do encontro inclui temas que têm divergência de interpretação, como tempo de experiência, habitualidade, VCPI, que queremos que seja VCP, e assistência médica e previdência.
Veja abaixo os principais pontos do debate desta sexta:
Folha de Pagamento
O holerite, que passou a se chamar espelho, está gerando uma série de confusões entre os funcionários originários da Nossa Caixa.
Os representantes dos trabalhadores solicitaram uma reunião com a área de folha de pagamento do BB (Dipes) para elucidar estes pontos e esclarecer as dúvidas dos bancários.
Nomeações
As entidades sindicais receberam reclamações de bancários oriundos da Nossa Caixa de várias regiões manifestando desconfiança em relação às nomeações.
Os dirigentes sindicais reivindicaram transparência no processo.
Dessa forma, será feita uma reunião com o BB para dissecar as nomeações feitas até o momento e tornar o processo mais claro para os bancários.
PCS da Nossa Caixa
O banco informou que irá acertar ainda em fevereiro a evolução no PCS dos funcionários oriundos da Nossa Caixa que fizeram aniversário em novembro e daqueles que decidiram não migrar e fizeram aniversário em dezembro e janeiro.
PABs
O BB confirmou que deverá transformar em agências os Postos de Atendimento Bancários (PABs) que tenham porte para tanto. Os PABs com menos movimento permanecerão na mesma situação.
O banco informou ainda que não tem nenhum plano para o fechamento de PABs.
Remoções
Os representantes do banco informaram que 1.084 pessoas que pediram remoção para outras áreas (auxiliares administrativos) já foram transferidas. Para os trabalhadores que pediram transferência e ainda não foram removidos, ainda está valendo o prazo de 60 dias dado pelo banco para efetivar a migração da área.
Além disso, a empresa garantiu que todos os funcionários que se inscreveram no SACR (sistema de transferência automática) terão suas vagas asseguradas.
Após o término das transferências internas, as vagas remanescentes serão preenchidas com a convocação de novos concursados.
Vagas
O banco esclareceu uma falha no sistema SACR no que diz respeito ao número de vagas informado pelo programa. O problema é que o sistema não considera como vagas preenchidas os casos de funcionários que não assinaram o termo de opção. Dessa forma, muitas vezes o programa mostra mais vagas do que realmente existem numa determinada área.
Os representantes dos bancários solicitou que o banco corrija o sistema para que os trabalhadores não corram mais risco de engano quando solicitarem uma vaga.
FGTS
A Caixa Econômica Federal abriu uma nova conta de FGTS para os trabalhadores oriundos da Nossa Caixa para adequar a conta ao CNPJ do BB. Por conta disso, os trabalhadores que vierem a se aposentar ou se desligar do banco devem solicitar levantamento dos depósitos tanto do BB quanto da Nossa Caixa nas agências da CEF.
Férias
Os dirigentes sindicais levaram até a mesa temática reclamações dos bancários a respeito do pagamento de férias. Os representantes do BB esclareceram que o banco adota um critério diferente do da Nossa Caixa para o pagamento das férias.
O banco faz uma antecipação do pagamento usando como base de cálculo o salário liquido do trabalhador do mês anterior ao período de férias e faz o acerto no mês subseqüente a sua volta. "Essa mudança de cálculo tem causado confusão entre os trabalhadores, mas todos receberão o valor total de suas férias", diz Eduardo Araújo.
Caixas
Com relação aos caixas, ainda não está totalmente finalizada a sua dotação.
Porém, o BB afirma que, com a implantação do projeto BB 2.0, haverá aumento da quantidade de caixas. "Nós já cobramos do banco que os atuais caixas eventuais 'permanentes' sejam efetivados nessas novas vagas previstas no projeto", diz Eduardo.
Hora Extra
Os dirigentes receberam denúncias de que existem trabalhadores fazendo hora-extra sem marcar ponto e sem pagamento. Os representantes dos trabalhadores cobraram do banco que emita uma orientação correta aos gestores sobre o manuseio do SISBB. Além disso, os sindicatos irão acompanhar e denunciar os gestores que agirem de forma errada.
Fonte: Contraf-CUT
Calendário de balanços: Bradesco
e Redecard abrem temporada
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O Bradesco, a Santos Brasil e a Redecard inauguraram nesta semana a temporada de balanços referentes ao quarto trimestre e do ano de 2009.
O grupo de transporte e logística abriu a agenda após o fechamento do mercado. A agenda fica por conta do segundo maior banco privado do País.
Em 2008, o Bradesco informou um ganho de 5,8% no lucro recorrente em relação ao ano anterior, para R$ 7,625 bilhões - o que representa uma rentabilidade de 23,8% sobre o patrimônio líquido médio, importante indicador de retorno dos bancos.
O lucro líquido contábil do banco, no entanto, caiu 4,9% em 2008, para R$ 7,620 bilhões.A Redecard, credenciadora de cartões, encerra a programação da semana na sexta-feira, ao divulgar seus resultados do trimestre e do ano antes da abertura do mercado.
Muitas companhias abertas ainda não divulgaram a data para publicar seus balanços. O prazo legal para entrega das demonstrações financeiras termina em 31 de março.
O serviço AE Empresas e Setores, da Agência Estado, divulga o Calendário de Balanços do quarto trimestre e do ano de 2009, com as datas previstas para o anúncio das informações.
Os dados foram obtidos com as companhias e na Bovespa.
O AE Empresas e Setores também informa as datas programadas para teleconferências e reuniões com analistas.
Bradesco expande biometria
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para reforçar segurança
em caixas eletrônicos
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Em 2010, empresa investirá 250 milhões reais nessa tecnologia, que substitui as senhas convencionais em transações bancárias nos terminais.
O Bradesco decidiu expandir o uso da biometria nos seus caixas eletrônicos para reforçar a segurança durante as transações.
A instituição financeira estima que até o final de 2011 aproximadamente 70% dos seus ATMs estejam equipados com leitores que reconhecem os correntistas pelas veias da palma da mão.
Para atingir essa meta, o Bradesco investirá este ano 250 milhões reais na compra de mais oito mil terminais equipados com o sistema PalmSecure, desenvolvido pela fabricante japonesa Fujitsu.
A tecnologia permite que os correntistas sejam identificados e autentiquem transações bancárias por meio da característica vascular da mão, capturada pelo sensor infravermelho do dispositivo.
Atualmente, segundo o vice-presidente de TI do Bradesco, Laércio Albino César, esse sistema está presente em 40% dos caixas eletrônicos do banco espalhados pelo Brasil. Ou seja, 12.500 dos 30.650 dos ATMs instalados em agências estão equipados com leitores da tecnologia de biometria adotada pelo banco.Albino prevê chegar ao final de 2011 com uma base de 20 mil terminais eletrônicos equipados com o dispositivo PalmSecure.
Com a disseminação da tecnologia, o Bradesco espera poder substituir as senhas convencionais durante as operações nos terminais de autoatendimento.“Pensamos em eliminar as senhas porque constatamos que o reconhecimento biométrico é seguro. Em mais de dois anos, não registramos nenhum caso de fraude”, garante Albino.
Adesão dos clientes
O Bradesco iniciou os testes dos terminais eletrônicos com leitura biométrica da palma da mão em maio de 2006. Depois da experiência, na sede do banco, na Cidade de Deus em Osasco, a instituição estendeu a tecnologia para outras regiões.
Entretanto, para ser reconhecido biometricamente durante as transações nos ATMs, o correntista precisa fazer um cadastro em sua agência. De acordo com Albino, 1,5 milhão dos 22 milhões de clientes do Bradesco já aderiram ao sistema de autenticação.
A expectativa do banco é de que até final de 2011 esse número aumente para 5 milhões.
Segundo Albino, boa parte dos clientes que se cadastraram para usar a biometria nos ATMs são aposentados que se sentem mais à vontade com a tecnologia por não precisarem mais decorar as senhas de letras, solicitada nas operações pelos terminais.
Além de ser mais segura que o uso de senha convencional, o executivo do Bradesco destaca que a biometria reduz o tempo gasto para realização das transações nos terminais, o que contribui para diminuir o tamanho das filas.
Interesse da Alemanha pelo modelo
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) discute há algum tempo com seus associados o uso da biometria nos serviços bancários para aumentar a segurança. Entretanto, a instituição avalia outros métodos, além do adotado pelo Bradesco. Porém, ainda não há um consenso no setor sobre qual a tecnologia mais adequada.
No caso do Bradesco, Albino afirma que não há planos de implantação de outras tecnologias de biometria.
“O Bradesco já definiu a leitura da palma da mão como a mais correta e casou com ela. Fizemos grandes investimentos nesse sistema, que já era adotado no Japão. Consideramos esse sistema o mais adequado”, diz o executivo.
O vice-presidente de TI do Bradesco afirma que uma demonstração de que o banco está no caminho certo é o fato de a Alemanha estar interessada em conhecer a experiência do banco brasileiro. Um especialista da instituição fará uma exposição sobre projeto do Bradesco naquele país para a associação de bancos local, que poderá vir a adotar o modelo.
BANCO DO BRASIL DE GUARULHOS
VERGONHA
AGENCIA DO BANCO EM GUARULHOS ...
DERESPEITO TOTAL...

ESPERO QUE ALGUEM TOME ALGUMA ATITUDE

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Espera no BB de Brasília
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Eu fiquei mais de duas horas no banco do brasil para ser atendido!
Dia de pagamento e só dois caixas funcionando e lentamente!
Não pude filmar todo o tempo pois fui impedido.
A PIOR AGÊNCIA DE BRASÍLIA!


Banco Central quer mais controle
sobre ganhos de executivos dos bancos
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O Banco Central aumentará o controle sobre o pagamento de bônus e salários para executivos de bancos brasileiros. Não haverá limitação de valores, mas os ganhos vão depender mais do desempenho das instituições no médio e longo prazo.
O objetivo é evitar que administradores e funcionários com cargos de decisão assumam altos riscos para aumentar sua própria remuneração, como aconteceu com diversos bancos estrangeiros, acelerando a eclosão da crise financeira mundial.
As regras, que entram hoje em audiência pública para receber sugestões, seguem recomendações do G20 (que reúne 19 das maiores economias globais e a União Europeia). Reino Unido e países da zona do euro já iniciaram essas mudanças.
Uma das medidas previstas é o parcelamento do pagamento desses bônus de performance por ao menos três anos.
Ninguém receberá, por exemplo, mais de 60% dessa remuneração extra em um único ano. Assim, se o banco tiver bons resultados no curto prazo por causa de operações arriscadas, mas registrar prejuízo nos anos seguintes, o ganho será afetado.
O BC quer que no mínimo 50% desse bônus esteja relacionado com o preço das ações. Com isso, a remuneração futura continuará dependendo da performance.
Em bancos de capital fechado, o referencial será o valor contábil da cota.
Segundo Silvia Marques, do BC, não haverá limite financeiro ou percentual a ser pago.
"Haverá uma limitação temporal, para que você não descapitalize a instituição financeira sem saber qual serão os seus resultados nos anos seguintes."
Não há prazo para implementação da medida. A audiência pública acaba em maio. Depois, será regulamentada. A expectativa é que valha para os pagamentos referentes a 2011.
A norma prevê ainda que executivos com mais responsabilidades demorem mais a receber o total dos ganhos. Outra medida é evitar que pessoas com função de controlar riscos tenham seus ganhos vinculados aos resultados dessas operações.
Elas também não poderão estar ligadas só ao desempenho individual, mas dependerá dos resultados da sua área e da instituição como um todo.
O BC diz que não encontrou no Brasil pagamentos excessivos, ao contrário dos EUA, onde gestores de bancos socorridos tiveram bônus milionários.
A partir deste ano, os bancos brasileiros de capital aberto já terão de informar quanto pagam aos principais executivos. O governo quer regras mais claras sobre as políticas de remuneração e que os bancos mostrem que podem suportar essas despesas com o fluxo de caixa previsto para os anos seguintes.
Em 2008 (último dado disponível), os bancos brasileiros pagaram aos executivos R$ 155 milhões em bônus e remuneração variável. Consultada, a Febraban disse que só se pronunciará após tomar conhecimento da íntegra das propostas. (Folha)
Caixa mira captação externa
para ampliar crédito de longo prazo
A forte demanda das empresas por crédito para investimentos de longo prazo está levando a Caixa Econômica Federal a se preparar para levantar recursos no mercado de capitais.
O banco controlado pelo governo federal planeja captar R$ 3 bilhões, com prazo de oito anos, em Letras Financeiras - instrumento de longo prazo de bancos criado no final do ano pelo governo brasileiro.
A meta é fazer isso até o final de março, tão logo saia a regulamentação do Conselho Monetário Nacional", disse à Reuters o vice-presidente de Finanças da Caixa, Marcio Percival.
"A ideia é ter 'funding' adequado para empresas brasileiras com operações no exterior e que precisam de crédito para investimentos", explicou. De acordo com o executivo, a iniciativa foi motivada pela forte demanda corporativa para crédito de prazo mais longo. Atualmente, os empréstimos da Caixa para empresas têm perfil mais curto, destinados sobretudo a capital de giro. A Caixa também deve começar a operar com linhas de adiantamentos sobre contratos de câmbio (ACC).
De acordo com Percival, esse é um desdobramento da crise, já que muitas empresas que precisavam de liquidez tiveram as portas fechadas por bancos privados que, temendo o aumento da inadimplência, recusaram a renovação de linhas de crédito.
"Muitas empresas migraram para nós buscando, primeiro, capital de giro, depois recursos para investimentos mesmo", disse.
Em 2009, a carteira de crédito para pessoa jurídica da instituição deu um salto de 65%. Hoje, contou Percival, há cerca de R$ 4 bilhões em pedidos de crédito para companhias em análise na Caixa. Devido à manutenção do forte ritmo de crescimento dos empréstimos verificado em 2009, a Caixa já elevou a previsão de expansão da carteira total neste ano, de 30% para 35%.
No ano passado, o aumento do crédito foi de 55,3%, para R$ 124,3 bilhões. Com isso, o banco estatal espera elevar sua fatia dos atuais 8,8% para 10% do mercado de crédito no país até dezembro. "Nosso market share era de 6,5% em setembro de 2008, quando a crise começou", citou Percival.
Boom mantido
No setor imobiliário, carro-chefe das operações do banco, o plano é que a carteira total suba dos R$ 47 bilhões de dezembro passado para R$ 60 bilhões no fim deste ano.
A Caixa é a operadora do programa do governo de habitações populares "Minha Casa, Minha Vida".
Para ampliar a carteira no setor, o banco estuda formar parcerias com empresas do ramo imobiliário, semelhantes à anunciado nesta sexta-feira com a Lopes, em que esta atua correspondente para intermediar a contratação de financiamentos para a compra de imóveis. O banco também está costurando parcerias com grandes redes varejistas para ampliar seus pontos de presença e ficar em pé de igualdade com concorrentes privados como Itaú Unibanco e Bradesco.
A Caixa também deve inaugurar cerca de 200 agências em 2010, que se somarão às cerca de 2,2 mil atuais. Para que o ritmo de expansão no financiamento ao consumo prossiga, o banco deve manter as atuais taxas de juros, a despeito das expectativas de aumento da Selic, hoje em 8,75% ao ano.
"Não vamos ser influenciados por essa pressão de curto prazo", disse, em referência ao movimento habitual dos bancos de elevar preventivamente as taxas quando há expectativa de aumento do juro básico. No entanto, o executivo admitiu que a decisão poderá ser revista mais adiante, caso a Selic venha mesmo a subir. Fonte: Folha Online com Reuters
AABB apresenta
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o V Baile Ouro
A Ilha do Amor está em clima de carnaval. A agitação dos foliões pode ser sentida na cidade inteira. Os tradicionais circuitos carnavalescos da grande São Luís - Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade - estão sendo movimentados por bandas e blocos com os mais variados ritmos do que existe de melhor no carnaval maranhense.
Embalada por essa mistura de ritmos que está contagiando a cidade, a AABB São Luís já começa a viver também o período momesco. O pontapé inicial foi dado com a realização do Reveillon Ouro, ocorrido no parque aquático do clube, na virada ano.
Salão da AABB preparado para o V “Baile Ouro”
No entanto, a expectativa maior está reservada para o dia 12 de fevereiro, a partir das 22h, na Sexta Especial, quando será realizado o tradicional e concorrido Baile Ouro, com a participação confirmada do grupo Bicho Terra, da cantora Tereza Cantu e banda Mákina de Descascar Alho. Um baile em dose tripla para folião nenhum ficar parado.
Agora, para participar desse baile, o sócio-folião terá que adquirir seu abadá na secretaria do clube.
Os preços são os seguintes: sócio (R$ 25) e não-sócio (R$ 40).
Vale lembrar que o sócio terá direito a entrada gratuita para participar dos vesperais carnavalescos que acontecerão nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, sempre a partir das 16h, no salão principal da AABB São Luís.
Para os não-sócios que desejarem participar a entrada é R$ 10. Nos três dias de folia do circuito abebeano, a animação será de Tereza Cantu.
"Em meio a essa onda de violência que assusta a todos, a direção da Associação pode se dar ao luxo de garantir, ao seu corpo de sócios e demais convidados, um carnaval tranqüilo, seguro e, ainda por cima, muito animado", assegurou o vice-presidente social do clube, Domingos Gama, que espera contar com a participação expressiva dos associados e seus convidados no carnaval já batizado de "AABB Folia".
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Bancários do Santander conquistam
avanços no aditivo e melhoria do PPR
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Após cinco meses de negociações e uma jornada nacional de mobilizações, o Santander apresentou para a Contraf-CUT, entidades sindicais e Afubesp, em São Paulo, uma nova proposta de aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010 e de acordo do Programa de Participação nos Resultados (PPR).
Houve avanços significativos, principalmente com o aumento do PPR, cujo valor cresceu quase 80%, passando de R$ 700 pagos no ano passado para R$ 1.250, além de garantir no mínimo R$ 1.350 para o ano que vem.
O banco propõe aditivo e PPR com validade por dois anos para todos os trabalhadores do Grupo Santander no Brasil. No ano passado haviam sido firmados dois aditivos: um para o Santander e outro para o Real, este com menos direitos.
Já o acordo de PPR só abrangia o Santander.
ADITIVO
Para o novo e unificado aditivo, serão mantidas todas as cláusulas do Santander, com a correção dos valores fixados, como o auxílio-educação, pelo reajuste de 6% obtido pelos bancários na campanha salarial de 2009 e pelo índice que vier a ser conquistado pela categoria em 2010.
Veja os principais avanços: