terça-feira, 10 de novembro de 2009
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Até o dia 20 de novembro, impreterivelmente, os sindicatos de bancários filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) devem indicar seus representantes para os comitês de acompanhamento da rede credenciada do Saúde Caixa, com igual número de titulares e suplentes.
Centrais sindicais promovem amanhã uma manifestaçãoA classe trabalhadora se preparar para mais uma edição da Marcha à Brasília.
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"O abuso das empresas no uso do interdito cria um clima de ditadura patronal que impede as manifestações legítimas dos trabalhadores", denuncia Adi dos Santos, presidente da CUT São Paulo.
Interdito proibitório é uma ação jurídica preventiva que um proprietário pode usar desde que prove ter informações seguras sobre o risco a que estaria exposto.
Dos anos 1990 para cá, a ação tem sido usada seguidamente por empresas para inviabilizar as mobilizações dos trabalhadores e das entidades sindicais.
Desnecessário - Os interditos têm impedido a colocação de faixas ou carros de som num raio de 500 metros do evento e a apreensão de pessoas ou objetos por meio de força policial. O não cumprimento das determinações pode levar a multas de R$ 1 milhão.
Adriana Terra, coordenadora do Departamento Jurídico do Sindicato, entende que o interdito proibitório coloca uma mordaça nos trabalhadores e sindicatos e é desnecessário.
"A lei de greve já disciplina as questões ligadas ao movimento e prevê a apuração de eventuais abusos e ilícitos", explica.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Se ficássemos na ilha que a direção do Sindicato dos Bancários do Maranhão deseja, estaríamos fora desse reajuste.
Marcos Nogueira diz que sabotagem ao livro de Palmério
O jornalista Marcos Nogueira escreveu ontem, em seu blog, que a baderna que ocorreu em São Luís, no lançamento do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”, realizado no Sindicato dos Bancários, foi um ataque fascista de pseudoestudantes secundaristas ligados ao PMDB do Maranhão.
De acordo com o jornalista, o agenciador da bagunça foi o ex-líder secundarista Ruy Pires. “Ele recebeu a missão de tentar empastelar o lançamento do livro HB, a mando de João Alberto e com financiamento de Ricardo Murad. Pires contatou Islane Vieira, presidente da União Municipal de Estudantes Secundaristas de São Luís, UMES, que arregimentou outros secundaristas ligados à UMES; e Ana Paula Ribeiro, ex-presidente da Fesma (Federação de Estudantes do Maranhão), que arregimentou alguns jovens moradores do bairro do São Raimundo”, afirma Marcos Nogueira.
Para ele, o que aconteceu foi uma ação organizada a pedido de João Alberto e financiada por Ricardo Murad, tendo cinco viaturas da Polícia Militar estrategicamente estacionadas numa rua próxima à Rua do Sindicato dos Bancários.
“Está na cara que foi uma ação planejada dentro do Palácio dos Leões com o objetivo fascista de impedir a liberdade de expressão e calar dois jornalistas sexagenários que escreveram uma obra-prima sobre esses Honoráveis Bandidos que saqueiam sem dó o Maranhão”, declarou Nogueira.

Diretor de 'Tropa de Elite' deve começar a gravar no 2º semestre de 2010. Filme fala de relações políticas e problemas sociais, diz especialista. José Padilha é diretor do filme "Nunca antes na história deste país".
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Uma história de ficção, que se passa em Brasília e tem como pano de fundo o maior escândalo político do governo Lula: o mensalão, suposto esquema de compra de apoio ao governo no Congresso. “Nunca antes na história deste país”, filme de José Padilha, o mesmo diretor de "Tropa de Elite", tem previsão de ser filmado no segundo semestre de 2010 e deve chegar às salas de cinema do país em 2011. O filme foi um dos escolhidos no edital de seleção pública de projetos cinematográficos 2009 do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco vai liberar R$ 1 milhão para a produção da trama.
O G1 conversou com um dos integrantes da comissão avaliadora dos projetos patrocinados pelo BNDES neste ano. Responsável pelo Cine PE, o produtor Alfredo Bertini foi um dos profissionais encarregados pela análise do projeto. Ele conta que o filme de Padilha se passa em Brasília, relata o esquema de caixa dois em campanhas e de compra de votos de parlamentares - batizado de mensalão - e conta com sequências paralelas que relatam problemas sociais do país. “O filme fala dessa história do mensalão. É uma ficção que envolve a relação entre o poder Legislativo e o poder Executivo, fala dos patrocinadores de campanha dos políticos. A trama se passa em Brasília e é intercalada por uma história paralela que fala um pouco dos problemas sociais do país”, relata Bertini.
Justiça
Os nomes dos personagens da trama são todos fictícios. Na vida real, o esquema do mensalão foi revelado em 2005 e é a maior causa em julgamento nos 200 anos de existência do Supremo Tribunal Federal (STF). Sem previsão de ser levado ao plenário da Suprema Corte, o processo está prestes a completar dois anos tramitando no STF e já acumula quase 100 volumes e mais de 170 anexos – um calhamaço superior a 30 mil páginas e 150 quilos que exige três carrinhos elétricos para ser transportado.
Desde 12 de novembro do ano passado, quando foi protocolado, todos os 40 réus - alguns deles personagens ilustres da política nacional - e as 41 testemunhas de acusação já prestaram depoimento. Pelo menos 34 advogados atuam na defesa dos réus do mensalão. Na fase atual, o STF está concentrado sobre as testemunhas de defesa, cerca de 600.
domingo, 8 de novembro de 2009
Com quase 30 milhões fora da pobreza
hoje classe média é maioria no Brasil
Em entrevista para o programa Bom Dia Ministro, transmitido ao vivo via satélite para emissoras de rádio de todo o Brasil, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, analisou o andamento das obras do PAC, que já totaliza mais de 33% de ações concluídas e 58% em ritmo adequado de andamento. Também abordou o conjunto de medidas do governo federal para a Copa de 2014, o Pré-sal e a crise econômica mundial. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.
Desigualdades
As desigualdades no País estão sendo reduzidas de forma muito significativa. Consideramos que uma nova classe média surgiu no governo Lula, vinda daquelas pessoas que estavam em uma situação de pobreza. Então, quase 30 milhões de pessoas saíram de uma situação de pobreza e chegaram à condição atual, com a classe média sendo a grande majoritária no Brasil. Para a gente lembrar, em 2003 algo como 49,4% do Brasil era de classe média.
Hoje, temos uma situação completamente diferente: quase 53% é classe média. Isso significa que o País está numa nova situação. Ele criou um mercado interno poderoso, responsável por termos sido o país que por último entrou na crise e estamos sendo os primeiros a sair dela. O mercado interno funcionou como uma espécie de âncora. Garantindo que não se tivesse uma queda no emprego como os Estado Unidos e Europa. O número de empregos está aumentando. Vamos criar algo como um milhão de novos empregos em 2009.
Crise Econômica Internacional
Eu avalio de uma maneira muito otimista. E acho que não sou só eu não. Pelo menos as grandes revistas e jornais internacionais, como o The Economist, o Financial Times, o Le Monde, todos eles reconhecem que o Brasil é um país diferenciado. E eu acho que conseguimos isso pela política que o presidente Lula encaminhou para o País. Tivemos um sucesso extraordinário. Primeiro, nas medidas anticíclicas que tomamos.
No passado, quando havia uma crise internacional lá fora o Brasil quebrava e recorria ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que impunha uma lista de condições. Primeiro, parar de investir. Tudo que não fizemos foi parar de investir. Primeiro porque não dependemos do FMI mais. Acabamos com essa dependência que era nefasta, porque só ampliava a crise. Eles receitavam isso para nós, mas deste remédio eles definitivamente não tomavam. Então, passamos a investir. Definimos que a Petrobras manteria seus investimentos.
Passamos 100 bilhões para o BNDES, fizemos um programa habitacional de magnitude, que é o "Minha Casa, Minha Vida", com o objetivo de construir um milhão de moradias, e colocamos nossos bancos públicos - Banco do Brasil e Caixa Econômica - para garantir o crédito para as empresas. No meio da crise reduzimos juros. Hoje o Brasil pode dizer que estávamos certos: fomos os últimos a entrar e somos os primeiros a sair da crise. No ano que vem, vamos fechar esse último trimestre com uma taxa projetada de crescimento de quase 6%. O Brasil acelerou outra vez.
Fonte: Em Questão
sábado, 7 de novembro de 2009
Detalhe: o Jaracati Shopping vai ganhar ainda um posto do Viva Cidadão e adquiriu recentemente o terreno ao lado onde deverá ampliar suas lojas. Estão previstas a C&A, Renner, Riachuelo e Marisa.
O Superintendente do Jaracati Shopping, Eduardo Aquino, comemora os bons resultados: “Somos um espaço cheio de opções para todas as idades”.
Os bancários do Itaú Unibanco estiveram reunidos com a direção do banco para discutir a unificação do plano de saúde e cobrar, mais uma vez, a igualdade de direitos entre os trabalhadores no processo de fusão. A empresa apresentou um esboço do que será o novo plano, denominado Plano de Saúde Itaú.

Os irmãos Leonardo Fialho de Araújo (19 anos), e Henrique Fialho de Araújo (23 anos), foram presos em uma casa situada à rua João Lisboa, 903, na Vila Redenção, na periferia.
No local foram apreendidos dois revólveres calibre 38 municiados, duas motocicletas (Yamaha XTZ de placa HPR-4360 e uma Honda Biz NHG-9332, ambas de Imperatriz) várias peças de roupas, três capacetes, a descarga de uma terceira motocicleta e pouco mais de R$ 600.00.
O capitão da PM que comandou a operação, Janilson Lindoso, informou que há suspeitas de que a dupla tenha sido a mesma que perseguiu e tomou de assalto a importância de R$ 7.000.00 de Adão Milton Quadro na manhã de hoje. A vítima ainda arrancou pela contramão com o carro até ser dominada pelos motoqueiros na Avenida Bernardo Sayão, na Nova Imperatriz.
O delegado Lúcio Reis disse que recentemente concluiu um inquérito em que enviou à Justiça com pedido de prisão preventiva dos irmãos sobre quem pesam acusações de vários assaltos conhecidos por “Saidinha de Banco” e em comércios.
Reis revelou que Leonardo e Henrique são acusados de pertencer a uma quadrilha formada por sete pessoas que vem agindo na cidade há vários dias.
Os acusados não quiseram comentar sobre as prisões e nem sobre a festa que estava sendo realizada na casa em que estavam antes da chegada da PM. (Imirante)
Para a diretora do Sindicato e funcionária da Nossa Caixa Raquel Kacelnikas, a decisão dos bancários foi acertada, pois do contrário o banco poderia continuar aproveitando-se das brechas da Justiça para protelar ainda mais o pagamento.
Segundo Raquel, embora a decisão da Justiça em favor dos bancários já tenha sido tomada em última instância, a Nossa Caixa ainda pode recorrer dos valores da correção monetária, o que poderia atrasar em pelo menos mais três anos o pagamento da dívida com os funcionários.
O bancário aposentado Cláudio Roberto Cecotti também considera o acordo bom. "Se não aceitássemos, o processo não se finalizaria nunca. É assim que funciona nossa Justiça", diz. Para Cecotti, o Sindicato atuou bem durante a tramitação da ação e na negociação para o acordo.









