sexta-feira, 6 de novembro de 2009

"HONORÁVEIS" NO YOUTUBE
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Polícia deve investigar pancadaria em
lançamento de livro sobre família Sarney
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Tumulto ocorreu na sede do Sindicato dos Bancários, em São Luís.
‘Honoráveis bandidos’ aborda a trajetória política da família Sarney.
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O lançamento do livro "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney", que estampa na capa a foto do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acabou em pancadaria e "chuva" de cadeiras na noite de quarta-feira (4), em São Luís, no Maranhão. De autoria do jornalista Palmério Dória, a obra faz uma crítica à trajetória política de Sarney e também da sua família.

Um grupo de manifestantes interrompeu a apresentação do livro, que ocorreu na sede do Sindicato dos Bancários na capital maranhense, causando a confusão.O sindicato registrou a ocorrência no Plantão Central Beira-mar da Polícia Militar. O caso foi encaminhado ao 1º Distrito de Polícia de São Luís, que terá a missão de investigar o episódio.

"A gente soube pela imprensa da ocorrência, mas esse caso deve chegar para a gente na segunda-feira (9). Assim que chegar, isso vai ser investigado. Vamos apurar o dano às instalações do sindicato para identificar os supostos agressores e supostos mandantes", esclarece a delegada-adjunta Geórgia Pereira.
Os responsáveis pelos delitos serão enquadrados pelos crimes contra o patrimônio e contra a honra. "Eles vieram preparados para tumultuar. Entraram calados e depois começaram a confusão no momento em que seria apresentado um teatro", conta o coordenador administrativo do sindicato, Cordeiro Marques. Um vídeo com cinco minutos de duração mostra homens e mulheres trocando socos, chutes e empurrões. Há ainda uma “chuva” de cadeiras no auditório do sindicato.

Um vídeo gravado em São Luís/MA durante a confusão no lançamento
do livro 'Honoráveis Bandidos', de Palmério Doria, foi parar na internet
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O ex-governador do Maranhão Jackson Lago, que foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março deste ano, e o deputado federal Domingos Dutra (PT-MA) também participaram do evento que reuniu integrantes de oposição ao governo de Roseana Sarney (PMDB). O deputado lança a suspeita de que a ação foi coordenada por aliados do presidente do Senado.

"O Sarney convocou uma tropa-de-choque para evitar o lançamento do livro. O auditório estava lotado. Quando o autor começou a fazer o discurso falando do coronelismo dos Sarney, esses estudantes começaram a jogar ovos e pedras", conta o deputado. O G1 tentou localizar o ex-governador do Maranhão, mas não obteve retorno das ligações telefônicas. Questionado sobre o caso, o presidente do Senado, José Sarney, evitou fazer comentários: "Não estou interado sobre o assunto e não tenho como comentar."

A noite de autógrafos de Dória ocorreu na sede do sindicato, porque as livrarias do Maranhão se recusaram a lançar a obra, diz a Editora Geração Editorial, responsável pela publicação do livro. O autor também considera que a ação foi coordenada por aliados de Sarney. "Ele disse que não havia lido o livro", diz Dória, argumentando que as vendas aumentaram com o episódio: "Ele é um bom marqueteiro. Em três horas, autografei 560 livros."

Em nota, o Sindicato dos Bancários do
Maranhão criticou a ação violenta.
"O ato de vandalismo provocado por 10 a 15 baderneiros, quando da ocasião de lançamento do livro 'Honoráveis Bandidos' em nossa sede, relembra os tristes fatos históricos das décadas de 50 e 60 em nosso Estado, que acreditávamos sucumbidos. Naquela época, prevalecia no Maranhão a lei da força bruta, da intolerância, em que as diferenças eram resolvidas pela pancadaria", citou a nota.

O comunicado do sindicato afirma que cadeiras e uma porta da sede foram danificadas no tumulto. "A categoria bancária se sente violentada por ter itens de seu patrimônio, conquistado com a contribuição sindical de anos e de gerações de trabalhadores, destruído, quebrado (porta principal, cadeiras, quadro).
O valor financeiro de uma nova porta para a entrada da sede de nossa entidade não nos entristece mais do que ver a instituição Sindicato dos Bancários do Maranhão, espaço democrático de tantas categorias, desrespeitada de forma desmedida pelos baderneiros." (G1)

Justiça manda HSBC reintegrar bancário

vítima de assaltos em Belo Horizonte

O Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte obteve uma grande vitória contra o HSBC conseguindo a reintegração de funcionário, demitido sem justificativa no dia 18 de março de 2009.

Ele estava em tratamento médico em razão de transtornos mentais decorrentes da violência que o vitimou em dois assaltos nas dependências do banco. Era lotado na agência Praça Sete de Belo Horizonte, e trabalhava no banco há 20 anos.

A entidade entrou com a ação de reintegração na 23ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte no último dia 29 de setembro, que proferiu sentença favorável ao funcionário no dia 9 de outubro.

No dia 4 de novembro, acompanhado pelos funcionários do HSBC e diretores do Sindicato Geraldo Rodrigues e Giovanni Alexandrino, o demitido retornou ao trabalho na agência Centro de Belo Horizonte.

Para o funcionário reintegrado, o Sindicato mais uma vez mostrou que é uma entidade séria e atuante na luta pelos direitos dos bancários. "Todo o apoio necessário e essencial para que eu fosse reintegrado, podendo voltar a exercer o direito ao trabalho, foi dado pelo Sindicato", ressalta.

A ação vitoriosa do Sindicato não só garantiu o direito do bancário como abriu precedentes para outros casos semelhantes, afirma Giovanni Alexandrino.

De acordo com Geraldo Rodrigues, a vitória mostrou a importância da sindicalização, pois somente assim o bancário pode contar com a assessoria do Sindicato na defesa de seus direitos.

"Mais uma vez, o Sindicato desenvolveu em excelente trabalho, através de seu Departamento Jurídico, que lutou para corrigir uma arbitrariedade imposta pela direção do banco.

Fonte: Seeb BH

Contraf-CUT assina protocolo de
intenções com sindicato norte-americano
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A Contraf-CUT e o Sindicato dos Bancários de São Paulo assinaram um protocolo de intenções de trabalho em conjunto com o sindicato americano United Service Workers West (SEIU), que representa mais de 2 milhões de trabalhadores.
O documento foi firmado pelos presidentes das entidades brasileiras, Carlos Cordeiro e Luiz Claudio Marcolino, e pelos diretores americanos Eddie Iny, de Los Angeles, e Rocio Saenz, de Boston.
"O momento conjuntural desta globalização econômica traz aos trabalhadores prejuízos e ainda mantém ameaças potenciais aos empregos e direitos diante desta crise financeira mundial, conclama aos principais atores representantes dos trabalhadores a buscarem alternativas internacionalizadas para enfrentarem as conseqüências e ameaças deste momento conjuntural que nos impõe o capital", destaca o documento.
O protocolo prevê construir a cooperação entre a Contraf-CUT, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e o SEIU, "para aprofundar o processo de organização dos trabalhadores do setor financeiro nos Estados Unidos, unindo a força do sindicato americano e a experiência de organização dos trabalhadores brasileiros no setor financeiro".
"Trata-se de um protocolo importante, que possibilitará a troca de experiências entre os trabalhadores dos dois países, abrindo perspectivas para a construção de acordos globais que valham para todos os trabalhadores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
Bancos brasileiros e angolanos
ampliam atuação nos lusófonos
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As operações de bancos angolanos em Portugal, Brasil, Cabo Verde e São Tomé e as parcerias dos maiores brasileiros com congêneres portugueses mostram como as instituições financeiras acompanham, no espaço lusófono, a tendência de investimentos e parcerias multilaterais.O maior banco privado angolano, o Banco Africano de Investimentos (BAI) criou em Portugal o BAI Europa e recentemente o BAI Cabo Verde.
É também parceiro da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em São Tomé e Príncipe e participa no capital do BPN Brasil, num dos exemplos mais evidentes de que já não são só os bancos portugueses que ampliam a presença nos países lusófonos.
"Para financiar as trocas comerciais, acompanhando os negócios dos clientes ou estando disponíveis para potenciais investidores", como explicou Mira Amaral à Agência Lusa, outro grande banco angolano, o Banco BIC criou em Portugal uma instituição "gêmea" de direito português.
O Banco BIC português iniciou sua atividade em maio de 2008 e tem já seis filiais, em Lisboa, Braga, Porto, Viseu, Leiria e Aveiro. Recentemente, o Banco Privado Atlântico - Europa (BPAE), de capital majoritariamente angolano, iniciou atividade em Portugal para apoiar projetos de investimento baseados no cruzamento de participações entre entidades angolanas e portuguesas.
Do Brasil, há pelo menos três bancos com presença em Portugal, sendo o mais antigo o Banco do Brasil, que atua em solo português desde a década de 1970 e que, recentemente, passou a estar integrado no BB Viena, banco onde a instituição brasileira está reunindo todas as operações na Europa.
Com esta reestruturação, "pouco muda sob o ponto de visto do atendimento" para os cerca de 22 mil clientes em Portugal, mas a instituição passa "a ter status de banco Europeu", como explicou recentemente à Agência Lusa o diretor do banco em Portugal, José Carlos Neves.
Além disso, "a junção das agências aumenta a capacidade de melhor atender os clientes corporate [empresas], já que aumenta o patrimônio líquido e assim a capacidade no atendimento a solicitações de crédito".
A estratégia adotada por outros gigantes do mercado brasileiro, Itaú e Bradesco, é estar junto aos mercados onde seus clientes estão para criar oportunidades ou apoia-los nas mais diversas ações.
O Itaú controla, através da holding Itaúsa Portugal, o Itaú Europa, um banco constituído em outubro de 1994. Além disso, ele é o segundo maior acionista do português BPI, que além das importantes operações em Angola e Moçambique, criou recentemente um fundo de investimentos para o continente africano.
O Bradesco, segundo maior banco privado brasileiro, tem, por outro lado, participação cruzada (6,1% do capital) com o Banco Espírito Santo (BES) e é também acionista do BES Investimento Brasil.
Lisboa, 6 nov (Lusa)

Comunicado da Fenae Corretora rebate falsas
acusações veiculadas pela Folha de S. Paulo

Ataque é injustificado.

Boletim Fenae Net divulga texto ao mercado segurador, em respeito aos profissionais da Fenae Corretora e aos empregados da Caixa

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Causou espanto ao conjunto do movimento associativo dos empregados da Caixa Econômica Federal o ataque absolutamente injustificado que a Folha de S. Paulo faz à Fenae Corretora de Seguros, em matéria da edição de 3 de novembro, sob o título “Minha Casa, Minha Vida privilegia corretora sindical”.

Em respeito aos profissionais que fazem da Fenae Corretora uma das maiores e mais conceituadas corretoras de seguro do país, e aos empregados da Caixa que há mais de 35 anos contribuem para o crescimento e fortalecimento desta empresa, o boletim Fenae Net divulga comunicado voltado ao mercador segurador.
Eis a íntegra do texto:
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COMUNICADO
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“O seguro de Garantia do Término
de Obras existe há mais de 10 anos.
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Durante todos esses anos, seguradoras do mercado não formataram um produto de seguro que atendesse, na plenitude, as exigências dos agentes financeiros, em especial a Caixa Econômica Federal. Isso restringiu a atuação dos corretores de seguros nesse segmento de negócio. “Com o advento do programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal, que indicava um aumento na demanda de novos contratos, a Caixa Seguros firmou acordo de cosseguro com a J. Malucelli, para melhor atender ao mercado. Essa parceria trouxe ganhos operacionais significativos. Com isso, dezenas de novos corretores, cadastrados na seguradora, passaram a operar neste segmento. O programa acabou contribuindo para o ingresso de corretores e novos seguradores nesse setor. Portanto, não existe exclusividade da Fenae Corretora.
“Quanto à afirmativa de que a Fenae Corretora é uma corretora sindical, trata-se de uma inverdade. Nem por vínculo acionário essa condição existiria, já que nossos acionistas, majoritários e minoritários, são entidades associativas, que, por impeditivo legal, não podem se filiar a nenhuma central sindical.
“A Fenae Corretora é uma sociedade anônima, de capital fechado, que tem como acionistas a Fenae Federação, as 27 associações estaduais do pessoal da Caixa e a associação dos aposentados da Caixa do Rio Grande do Sul. “Os resultados da empresa são revertidos para seus acionistas, que os transformam em investimentos em suas sedes, eventos esportivos, culturais, sociais, sócio-ambiental e prestações de serviços aos seus associados.
“A Fenae Corretora de Seguros tem 35 anos de existência e sempre atuou na prestação de bons serviços aos seus clientes. No decorrer desses anos, houve no país vários governantes de diversas tendências partidárias, inclusive militares, e jamais a Fenae Corretora precisou ou solicitou qualquer privilégio para seus negócios. Atuamos apenas naquilo que somos especializados, sempre na busca de prestar os melhores serviços e praticar preços e taxas competitivas no mercado.
“A gestão da Fenae Corretora é feita através de profissionais de mercado, respeitados e com histórico curricular que confirmam essa condição.
Todos, absolutamente todos os executivos do Grupo, desde o diretor, superintendentes, gerentes executivos nacionais e regionais, não possuem nenhum tipo de vínculo partidário ou histórico sindical.
Possuímos mais de 900 empregados, sendo uma das maiores empresas do setor há mais de 15 anos. “A única relação que mantemos com nossos acionistas é de governança, quando nos reunimos para prestar contas dos resultados da empresa e validar o planejamento estratégico do Grupo.
“A assembleia de acionistas é que indica os membros do Conselho Fiscal. Os atuais conselheiros fiscais foram indicados por já haverem exercido cargos diretivos na Fenae Federação – Fernando Neiva e Devanir Camargo – e na presidência da associação do pessoal da Caixa em Goiás – Wiliam Louzada – e não por serem filiados a partidos políticos. Estes representantes acompanham a prestação final das contas, que é feita no fechamento dos balanços contábeis, com aprovação final da assembleia de acionistas.
“Com relação ao cargo de presidente, ele é ocupado, desde a fundação da corretora, pelo presidente do acionista majoritário.
O acionista majoritário é a Fenae Federação, e os cargos de direção da Fenae Federação são eletivos.
A cada três anos os empregados e aposentados da Caixa, sócios de qualquer das associações, elegem a diretoria da Federação. O presidente não exerce nenhuma função executiva no Grupo. Não participa de eventos de mercado e tampouco consta do organograma executivo.
Tal função é exercida exclusivamente pelo diretor executivo e demais executivos da empresa”. Alexandre Siqueira Monteiro Diretor executivo da Fenae Corretora de Seguros e Administradora de Bens S/A
Marlos Guedes defendendo
Proposta de 15% na Contraf 2009!

Bandido tenta roubar banco,
mas recebe não e vai embora
Homem não identificado tentou assaltar banco na terça-feira.
Para polícia, funcionária não deveria ter confrontado o ladrão.
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Um ladrão entrou em uma agência bancária em St. Paul, no estado de Minnesota (EUA), apontou uma arma para a caixa e exigiu dinheiro.
Mas, quando a funcionária se recusou, o assaltante não a ameaçou e simplesmente foi embora, segundo reportagem do jornal "Star Tribune".
As autoridades afirmaram que o homem não identificado tentou assaltar uma agência do banco Cherokee na terça-feira.
O porta-voz da polícia de St. Paul, Paul Schnell, disse que a funcionária não deveria ter confrontado o ladrão.
De acordo com Schnell, a caixa deveria ter entregue o dinheiro, pois o bandido poderia ter tido outra reação.
Sindicato dos Bancários de São Paulo
15ª Edição
Programa Momento Bancário

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Bancos começam a receber pedidos
de ampliação da licença-maternidade
Após pressão da Contraf-CUT e dos sindicatos, os bancos começaram a receber pedidos de bancárias para a ampliação da licença-maternidade para 180 dias. Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, HSBC e Citibank já aceitam manifestações de funcionários que estão em gozo dessa licença, cuja extensão em dois meses foi conquistada durante a Campanha Nacional 2009.
A opção deve ser feita até 17 de novembro, um mês após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010.De acordo com a lei, para ter direito aos seis meses de licença, as trabalhadoras devem fazer a solicitação no primeiro mês após o nascimento do bebê. Além disso, o banco deve fazer adesão ao Programa Empresa Cidadã, instituído pela Lei nº 11.770, de 9 de setembro de 2008.
A concessão da ampliação da licença-maternidade pelos bancos está condicionada à isenção fiscal. O tema irá para votação no Orçamento da União, no Congresso Nacional, agora em dezembro, em Brasília. Se for aprovado, os bancos terão incentivo fiscal a partir de janeiro de 2010.
"A ampliação da licença maternidade é uma conquista da sociedade, pois tratamos dos cuidados e da saúde dos filhos que devem ser responsabilidade de todos, porém sabemos que nos primeiros seis meses de vida a presença da mãe é imprescindível", ressalta Rosane Alaby, diretora do Sindicato dos Bancários de Brasília.
A ampliação é uma bandeira antiga das trabalhadoras e já havia sido conquistada no Banco do Brasil, Nossa Caixa, Caixa Federal, VR, BNB, ING e Rendimento.
"Há comprovações científicas de que crianças que recebem o leite materno até os seis meses são mais saudáveis na idade adulta", completa a secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira.

AGENDA CULTURAL
NOVEMBRO

Veja o vídeo da prisão dos

bandidos do Banco Pan Americano

Aperte o play e PAN...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

PM FOI LÁ... E PAN
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Polícia frustra assalto
ao Banco PanAmericano
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Três homens armados invadiram a agência
bancária e renderam funcionários e clientes
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Uma tentativa de assalto foi frustrada pela polícia no fim da manhã desta quinta-feira (5) no Banco PanAmericano, localizado na Rua do Paz, no Centro de São Luís. Segundo informações, três homens armados invadiram a agência bancária e renderam funcionários e clientes.
Ao perceberem a ação criminosa, populares chamaram uma viatura da polícia que passava pelo local no momento do assalto.
- Por pouco eu não entro no banco, mas vi tudo o que aconteceu. Eu ia pagar uma conta, só que parei minha moto para comprar um DVD. A viatura da polícia ia passando na hora quando as pessoas pediram ajuda dos policiais- informou o motoboy Marcelo Augusto Araújo Souza ao Portal Imirante.com.
Ao perceberem a chegada da polícia, os dois bandidos começaram a atirar contra os policiais e fizeram duas pessoas reféns. O terceiro criminoso conseguiu fugir do local. Foi então que começou uma negociação entre policiais e bandidos para libertar os reféns, que eram funcionários do banco.
De acordo com o comandante do GTA, Laércio Costa, os assaltantes libertaram os funcionários após a chegada de familiares dos criminosos.
- As negociações ocorreram de forma normal apesar do nervosismo dos assaltantes. Eles reivindicaram a presença dos familiares. O irmão de um deles e o pai de outro chegaram e eles resolveram se entregar. Eles entregaram as armas e depois se entregaram. A negociação foi feita normalmente – disse o comandante.
Por telefone, o sargento Tárcio disse ao Portal Imirante.com. que a polícia conseguiu prender dois dos três bandidos e que agora, os policiais vão em busca do terceiro envolvido na tentativa de assalto ao Banco Panamericano.
O sargento disse ainda, que as duas pessoas presas serão encaminhadas à Deic, onde serão autuadas em flagrante. A informação foi confirmada pelo coronel Flavio de Jesus, comandante do CPM.
- Foram presos com três revólveres e a quantia roubada seria de R$ 26.378. Nós conferimos o dinheiro e entregamos ao delegado para fazer os procedimentos – informou o coronel Flavio de Jesus à Rádio Mirante AM. (Imirante)
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CAIXA BAIXA
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Lucro da Caixa em nove meses cai 37,9% para R$ 2 bilhões
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De janeiro a setembro do ano passado, ganho foi de R$ 3,3 bilhões.
No terceiro trimestre, ganho do banco foi de R$ 869,9 milhões.
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A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou lucro de R$ 2 bilhões de janeiro a setembro deste ano, resultado 37,9% inferior ao ganho de R$ 3,3 bilhões no mesmo período de 2008.
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No terceiro trimestre, porém, o ganho do banco foi de R$ 869,9 milhões, 20,4% acima dos R$ 722,5 milhões registrados no mesmo período de 2008.
O lucro também foi maior 23,3% maior que os R$ 705,7 milhões registrados no segundo trimestre deste ano.A receita de intermediação financeira somou R$ 25,956 bilhões em nove meses, contra R$ 23,299 bilhões no mesmo período do ano anterior.
A despesa de intermediação financeira aumentou 22,3%, para R$ 17,383 bilhões. O resultado operacional foi de R$ 2,001 bilhões, com recuo de 31,9%.
Invasão da Policia ao Citibank
da Faria Lima, em São Paulo
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Dia de Luto no HSBC do Paraná
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Os trabalhadores bancários no HSBC anteciparam o Dia de Finados e realizaram na sexta-feira, 30 de outubro, um velório em frente ao Palácio Avenida, em Curitiba, contra a PLR manipulada e o descaso com os clientes.

Lucro do Bradesco cresce e atinge
R$ 5,831 bilhões até setembro
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.INFORMATIVO
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O Bradesco divulgou nesta quarta 4 o lucro líquido acumulado no ano de R$ 5,831 bilhões, crescimento de 0,2% na comparação com o lucro líquido ajustado dos nove primeiros meses de 2008. Já no terceiro trimestre do ano foi registrado um lucro líquido de R$ 1,811 bilhão, valor aproximado ao igual período de 2008.


Os ativos totais em setembro de 2009 chegaram a R$ 485,686 bilhões, crescimento de 14,9% em relação a igual mês do ano passado.

Para o secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT e funcionário do banco, Carlindo Dias de Oliveira (Abelha), "o lucro astronômico atingido pelo Bradesco e construído com a participação dos bancários demonstra que o banco possui totais condições de atender as reivindicações dos trabalhadores".

Para Abelha, "houve evolução do lucro anual e dos ativos totais, só resta agora incluir os bancários nos planos da empresa, valorizando cada um dos cerca de 70 mil funcionários, como a implantação do auxílio educação.


O Bradesco é único dos grandes bancos no país que ainda não atendeu essa demanda dos bancários".

Seguros, previdência e crédito

O segmento de seguros do Bradesco respondeu por 34% do lucro do conglomerado financeiro no terceiro trimestre do ano. Em igual trimestre do ano passado, a fatia do braço segurador equivalia a 33% do resultado e, no segundo trimestre de 2009, a 28%. Entre abril e junho, a instituição financeira contabilizou em seu resultado o efeito da venda de parcela da participação na Visanet.

A Bradesco Seguros & Previdência, que reúne as empresas desse segmento, registrou um lucro de R$ 638 milhões entre julho e setembro, crescimento de 5,1% em relação ao registrado no segundo trimestre. No ano, esse grupo acumula um lucro de R$ 1,895 bilhão, valor 9,7% inferior ao registrado em igual mês do ano passado.

A carteira de crédito total do Bradesco (incluindo avais e fianças) somava R$ 215,536 bilhões ao final de setembro, valor 10,2% superior ao registrado em igual mês do ano passado. As operações com pessoas físicas somavam R$ 75,528 bilhões e as com empresas, R$ 140,008 bilhões, crescimentos de, respectivamente, 8,2% e 11,3%.

O patrimônio líquido (PL) em setembro de 2009 era de R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior ao registrado entre julho e setembro do ano passado. Já o retorno anualizado sobre o PL médio no terceiro trimestre ficou em 21,8%, ante 25,4%. O resultado bruto da intermediação financeira ficou em R$ 4,679 bilhões.
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Presidente do Santander diz
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que Brasil é "o país do presente"
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O presidente do Banco Santander, Emilio Botín, afirmou hoje em Londres, na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que "o Brasil se tornou uma potência mundial por méritos próprios e deixou de ser o país do futuro para se transformar no país do presente".
O Brasil "é a nona economia do mundo" e nos últimos anos, disse o banqueiro espanhol, "conseguiu combinar um forte crescimento com uma estabilidade econômica cada vez maior em termos de inflação, de déficit e de dívida".
"(O Brasil) somou a seus enormes recursos naturais um setor industrial cada vez mais forte, com tecnologia própria e maior presença internacional" e conseguiu "manter um importante setor exportador combinado com uma demanda interna cada vez mais dinâmica".
"A crise internacional está pondo a toda prova a solidez das bases sobre as quais a economia brasileira se sustenta", disse Botín durante o seminário sobre investimentos no Brasil organizado em Londres pelo jornal "Financial Times".
O presidente do Banco Santander lembrou que a economia brasileira "registrou apenas dois trimestres de quedas em sua produção e está sendo das primeiras a sair da crise".
Durante seu discurso, o banqueiro falou dos fatores que possibilitaram esse progresso e a estabilidade econômica e citou em primeiro lugar "a melhora no funcionamento e na confiabilidade de suas instituições, condição necessária para manter e atrair investimento estrangeiro".Botín elogiou o Banco Central brasileiro por "descer, em plena crise, as taxas de juros para um mínimo histórico, algo simplesmente impensável em crises anteriores".
O espanhol ainda afirmou que o setor financeiro brasileiro "é o melhor do continente" e está "entre os melhores do mundo"."Não tenho nenhuma dúvida de que, muito em breve, São Paulo será um centro financeiro de referência mundial, como o são atualmente a City londrina, Frankfurt ou Nova York", disse.
Segundo Botín, o sistema financeiro brasileiro "é muito competitivo, eficiente, tecnologicamente avançado e conta com a situação única de ter três grandes bancos públicos, fortes e bem administrados e três privados, entre eles o Banco Santander Brasil, situados entre os 30 maiores bancos do mundo por valor de mercado".
O presidente do Banco Santander afirmou que o Brasil dispõe de "um dos melhores sistemas de supervisão e regulação bancária do mundo", como prova o fato de que "seus bancos saíram imunes da crise financeira internacional, ao que também contribuiu o Banco Central do Brasil".Botín disse que, apesar de o Brasil "estar na moda hoje em dia, sempre esteve", para o Santander.
O espanhol afirmou que a empresa quer continuar aumentando seus investimentos no Brasil, que já chegam a US$ 28 bilhões.
CUT vai ao Congresso defender
aumento real nas aposentadorias
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Nesta semana, o Escritório de Brasília da CUT realiza panfletagem nos gabinetes de todos os deputados e senadores, em defesa da aprovação do acordo construído entre as centrais e o governo federal para aumento real das aposentadorias e mudanças nas regras previdenciárias. O material que será distribuído aos parlamentares é uma cartilha editada pela CUT, intitulada "Mudanças nas Aposentadorias. Saiba Mais".
"O objetivo dessa ação no Congresso é reivindicar aos parlamentares que o projeto de lei que traduz nosso acordo seja apreciado e aprovado com a maior urgência possível", explica Antonio Lisboa do Vale, diretor executivo da CUT e um dos coordenadores do Escritório de Brasília. "E também explicar e defender o conteúdo do acordo, que traz muitas melhorias e avanços em relação ao que temos hoje", completa.
Sindicato dos Bancários de São Paulo 13 edição


OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS
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Feira do Empreendedor do
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SEBRAE será aberta hoje
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Aproximadamente 300 empresários de 25 municípios do Maranhão
já confirmaram presença na Feira do Empreendedor 2009.
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Em busca de conhecimento para iniciar, diversificar ou expandir seu empreendimento, aproximadamente 300 empresários de 25 municípios do Maranhão já confirmaram presença na Feira do Empreendedor 2009, que acontece de hoje, 5 a 8 de novembro, no Multicenter Sebrae e no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana. Serão dez caravanas de todas as regiões do Estado com empresários de vários setores da economia, universitários e empreendedores em potencial.
Na expectativa dos bons ventos para os seus negócios já montados ou futuros, os caravaneiros participam intensamente da Feira, por meio de cursos, oficinas e palestras. Ao todo, serão ofertadas 150 capacitações e 400 consultorias.
Na oportunidade, os participantes vão conhecer novos equipamentos, tecnologias e experiências exitosas em todos os setores da economia (indústria, comércio e serviço), além de estabelecer contado com ramos empresariais que podem gerar novos negócios.
Da regional de Caxias, virão 40 participantes, representando os setores do comércio varejista e varejo competitivo, todos clientes de projetos trabalhados pelo Sebrae na região. O grupo integrante do projeto Desenvolvimento Integrado da Hortifruticultura Familiar no território dos Cocais, além de participar das capacitações, vai expor mais de 70 produtos derivados do caju, entre doces, cajuína, compotas e castanhas.
Também será montada uma mini agroindústria de processamento de cajuína, para apresentar aos visitantes todo o processo de fabricação dessa bebida, sem álcool, típica do Nordeste do Brasil.
De acordo com o coordenador da caravana, o gerente do Sebrae/Caxias, Erlon Salgado, “essa é uma oportunidade ímpar para quem quer ampliar seus conhecimentos, adquirir novas experiências e melhorar seus negócios”.


Quem também acredita na importância dessa feira para o empresariado maranhense é o gestor do projeto Comércio Varejista, do município de Açailândia, Reginaldo Medeiros.

“As pessoas que estão vindo da região de Açailândia, entre empresários, universitários e futuros empreendedores, estão muito animadas com a possibilidade de novos negócios. Muitos estão em busca de franquias e outros de conhecimentos para alavancar a sua empresa”, ressalta Reginaldo, que também coordena a caravana que chega em São Luís dia 4 para participar dos dois primeiros dias da feira.
Oportunidade
A Feira, maior evento de empreendedorismo do Maranhão, oferece um conjunto de oportunidades de negócios e capacitação para micro e pequenas empresas maranhenses em um ambiente dinâmico de oferta e procura. A expectativa é de R$ 2 milhões de negócios gerados nos quatro dias de evento.

Serão 600 oportunidades de negócios disponibilizadas e 100 planos elaborados para aqueles que querem iniciar um negócio. A feira deve atrair 27 mil visitantes, superando as 23.235 mil pessoas que participaram da 4ª edição do evento em 2007. (Sebrae)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Consumidores podem transferir dívidas
a outro banco com taxa melhor
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Portabilidade de crédito ainda não é muito conhecida no Brasil.
Consumidores enfrentam dificuldades para fazer valer a regra.
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Quem fez uma dívida com juros salgados pode trocar de banco se encontrar um financiamento mais em conta, mas a portabilidade de crédito ainda é pouco conhecida dos brasileiros.
Assim como no caso das operadoras de telefonia, o cliente também pode transferir seu financiamento para outro banco caso encontre condições mais interessantes.

O projeto do governo federal foi lançado em setembro de 2006 para estimular a concorrência e reduzir os custos bancários. Caso o consumidor encontre um outro banco que ofereça juros mais baixos, é possível mudar de instituição para quitar a dívida.

Na portabilidade de crédito, a vantagem é que não é cobrado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Para fazer a operação, autorizada pelo Banco Central, é preciso preencher um formulário específico no banco em que foi feito o empréstimo.

"Esse formulário é encaminhado ao banco de destino, o banco que ele [o consumidor] escolheu para trocar essa sua dívida e ter condições melhores", diz Evandro Baldin Dias, superintendente de banco.

Com isso o novo banco quita a dívida antiga do cliente e faz um novo financiamento para ele.
Em uma dívida de R$ 10 mil, por exemplo, com juros de 6% ao mês, transferida para outro banco que cobre juros de 4% ao mês, o consumidor poderia economizar mais de R$ 1.500 em um ano.

Depois de fazer um financiamento imobiliário, o engenheiro Mário Rubens Horta Celso descobriu juros mais baixos que os cobrados no banco em que fez a operação, mas até agora não conseguiu trocar de instituição.

"O agente financeiro que você procura alega ignorância do tema, diz que não existe, que não está regulamentado", diz o consumidor. "E você fica refém dessa situação."

O correntista que não conseguir fazer a portabilidade pode procurar o Procon. G1

Comissões da Câmara marcam audiência
pública com o Santander para dia 5

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público e a Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados marcaram para a próxima quinta-feira, dia 5 de novembro, às 9 horas, em Brasília, a audiência pública para ouvir o presidente do Santander Brasil, Fábio Barbosa, sobre as demissões de trabalhadores e o descaso com os aposentados do banco. A reunião atende requerimento feito, em junho, pela deputada federal e ex-senadora Emilia Fernandes (PT-RS), após ter recebido uma carta da Contraf-CUT denunciando a ocorrência de demissões, o pagamento de bônus para executivos e de PLR rebaixada para os trabalhadores, e o desrespeito com os aposentados. Além de Barbosa, estão sendo convidados a participar do debate os presidentes da Contraf-CUT, Sindicatos dos Bancários de São Paulo e Porto Alegre, Afubesp, Afabesp e o coordenador da Comissão Nacional de Aposentados do Banespa.
Expectativas
"Queremos ouvir o presidente do Santander Brasil e os representantes dos trabalhadores e das trabalhadoras e dos aposentados e das aposentadas do banco para discutir o emprego e o respeito aos direitos. Tenho observado que, assim como as demais instituições financeiras, o banco espanhol não foi afetado pela crise no Brasil, está lucrando muito e recentemente fez uma oferta de ações com a captação de R$ 14 bilhões, a maior do mundo em 2009", afirma a deputada. "Desta forma, o banco não tem motivos para demitir e sim para contratar. Lembro que, na recente greve nacional da categoria, o Banco do Brasil negociou com o movimento sindical a abertura de 10 mil novos empregos em 2010 e 2011 e a Caixa Econômica Federal, 5 mil em 2010. Qual é a contribuição do Santander para melhorar as condições de trabalho dos bancários e das bancárias e o atendimento aos clientes e à população? Por que não avançam as negociações com os aposentados e as aposentadas, cujo enorme passivo trabalhista exige uma resposta concreta do banco, para que tenham mais qualidade de vida?", pergunta Emília.
Bancários do HSBC fazem manifestação

OS DOIS LADOS DA MOEDA
Fusão Itaú Unibanco completa 1 ano
com redução de 6.062 empregos
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.A fusão entre Itaú e Unibanco anunciada há exatamente um ano, em 3 de novembro de 2008, teve a confirmação da redução de 6.062 mil trabalhadores, para 102.754, conforme mostra o balanço do banco do terceiro trimestre.
Segundo o diretor-executivo de Controladoria do banco, Silvio de Carvalho, a diminuição foi decorrente do processo de fusão, mas ele nega que tenham havido demissões. "Quando nós olhamos os dois bancos em conjunto, nós tínhamos por volta de 108 mil funcionários.
Muitas acabaram deixando o banco, outras se aposentaram, é um processo natural. Nós tivemos um plano de incentivo à aposentadoria, com mais de 1.100 adesões (...). Agora, nós também não estamos admitindo pessoas", afirmou.
Além disso, foi informada que a fusão está bastante acelerada e deve ser finalizada no final de 2010 ou, no mais tardar, no primeiro trimestre de 2011, conforme afirmou o diretor do banco em teleconferência com jornalistas.
A previsão da instituição é de que, em 2010, cerca de 150 agências do Unibanco sejam convertidas a cada mês em agências Itaú Unibanco, sob a marca Itaú --que vai prevalecer no segmento de varejo do banco.
Ao todo, cerca de mil postos passarão pela conversão, o que significa que o processo deverá ser concluído até o fim do ano que vem, afirmou Carvalho.
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Itaú Unibanco reporta lucro líquido recorrente
de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre
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Índice de eficiência mostrou melhora na comparação
trimestral; ativos consolidados atingiram R$ 612,4 bilhões
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O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou nesta terça-feira (3) seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2009, período no qual o banco contabilizou lucro líquido recorrente de R$ 2,687 bilhões, alta de 0,4% frente ao mesmo período do ano passado (R$ 2,677 bilhões).
Entre janeiro e setembro deste ano, o lucro líquido recorrente da instituição foi de R$ 7,7 bilhões, com rentabilidade anualizada de 22,2%. O patrimônio líquido consolidado totalizava R$ 48,9 bilhões no fim de setembro.
O índice de eficiência mostrou melhora na base de comparação trimestral, passando de 46,3% para 41,1% no terceiro trimestre. Vale lembrar que quanto menor este indicador, melhor, já que menor é a parcela das receitas bancárias necessárias para cobrir os custos operacionais.
Mais dados operacionais
Os ativos consolidados atingiram R$ 612,4 bilhões até 30 de setembro, superando a marca verificada um ano antes de R$ 578 bilhões. Com relação às operações envolvendo câmbio, o Itaú Unibanco fechou o terceiro trimestre com despesas de R$ 1 bilhão, devido à variação cambial.
A carteira de empréstimos e financiamentos atingiu saldo de R$ 268,7 bilhões no terceiro trimestre de 2009, correspondendo a um aumento de 1,0% em relação ao saldo do final do mês de junho de 2009.
Banco Central poderá determinar
ajuste em banco em risco
Instituições com risco de insolvência terão que apresentar plano.
Projeto de lei busca evitar falência de bancos.
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Instituições com problemas que causem risco de insolvência ou iliquidez terão que submeter, ao Banco Central (BC), um plano de ajuste de seis meses, que pode ser prorrogado por até duas vezes esse tempo, de acordo com proposta de projeto de lei sobre as falências de instituições financeiras, apresentado pela autoridade monetária.

A informação foi dada nesta segunda-feira (26) pelo chefe adjunto do Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários do BC, Carlos Donizete Macedo Maia. No seminário "Resolução de Falência de Instituição Financeira", ele explicou a parte do projeto referente às medidas preventivas, que buscam evitar que um banco chegue na situação de ser liquidado. "A instituição terá que convencer a supervisão de que o plano de ajuste apresentado é viável", disse. O plano deve conter as causas do problema, medidas para solucioná-lo, metas quantitativas e qualitativas e também o cronograma de execução.
Entre outras medidas, o BC pode decretar capitalização adicional, redução de exposição a riscos, suspensão de distribuição de dividendos, fechamento ou proibição de abertura de agências. Se essas medidas preventivas não superarem as dificuldades, o BC pode determinar outras mais duras, como a substituição de administradores "ou de membros de outro órgão societário (o que o BC entende que abrange auditorias)", a transferência de controle societário da instituição, transformação, incorporação, fusão, cisão ou outra forma de reorganização societária.
A proposta de projeto de lei, que fica em audiência pública até 18 de dezembro, também cria juridicamente o "dever de informar". Por ele, se o banco deixar de informar o que deve, ele sofrerá penas que podem ir da advertência à inabilitação de seus administradores para trabalhar no mercado financeiro.
Bancários do HSBC de São Leopoldo-RS
protestam contra PLR rebaixada
A última sexta-feira, dia 27 de novembro, foi marcada no RS pelo protesto dos bancários do HSBC em São Leopoldo. Aderindo às manifestações iniciadas em todo país, o Sindicato dos Bancários estendeu uma faixa na agência local com o slogan "Ajude o HSBC a melhorar o salário de seus funcionários!".
Os bancários ainda promoveram a arrecadação de "doações" ao banco, uma provocação à empresa, que maquiou os lucros estratosféricos para não pagar uma PLR justa aos trabalhadores.
O protesto, mesmo sendo pacífico, foi interrompido de forma arbitrária pelo banco. O Departamento de Segurança ordenou à empresa que faz a vigilância da agência, que a faixa de manifestação e a caixa de coleta de moedas fossem retiradas do local.
Os sindicalistas que participavam da ação exigiram que os materiais fossem devolvidos, mas não obtiveram sucesso.
De acordo com a diretora do Sindicato de São Leoopldo que participou da manifestação, Raquel Weingaertner, essa é uma atitude emblemática e afinada com o tratamento dado pelo HSBC aos seus funcionários.
"A postura do banco é péssima: esconder os fatos e os responsáveis por suas ações, fingindo que tudo está correndo bem", disse Raquel.
A mobilização realizada nesta sexta-feira deu continuidade à Campanha de Valorização dos Funcionários do HSBC, que cobram uma PLR justa. Fonte: Feeb-RS com Seeb São Leopoldo
LANÇAMENTO LITERÁRIO MOVIMENTA
HOJE O SINDICATO DOS BANCÁRIOS
A Comissão Organizadora do lançamento do livro “HONORÁVEIS BANDIDOS – UM RETRATO DO BRASIL NA ERA SARNEY” em São Luís, Maranhão, tem a honra de convidar você para a noite de autógrafos com a presença do autor do livro, o jornalista paraense Palmério Dória.
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Data: 04 de novembro de 2009 (quarta-feira);
Horário: 19h
Local: auditório do Sindicato dos Bancários de São Luís
Rua do Sol, 413, Centro – São Luis.
PLR
Nesta terça-feira, Caixa credita
pagamento da primeira parcela
Valor a ser depositado corresponde à regra básica da Fenaban. Restante a ser pago em março de 2010 equivale à diferença entre o que for creditado hoje e a regra específica
A primeira parcela da PLR dos empregados da Caixa Econômica Federal será creditada nesta terça-feira, dia 3 de novembro. O valor a ser depositado corresponde à regra básica negociada com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O restante a ser pago em março de 2010 equivale à diferença entre o que foi creditado em 3 de novembro e a regra específica.
De acordo com a CI Suape/Geret 095/09, o cálculo da primeira parcela da PLR foi realizado com base nas regras estabelecidas na Convenção Coletiva Nacional 2009/2010.
A parcela básica é de 90% da remuneração-base do empregado, acrescida de parcela fixa de R$ 1.024, limitada ao valor individual de R$ 5.608,90 e com teto de dispêndio global fixado no percentual de 13% do lucro líquido da empresa. No caso da parcela adicional, correspondente a 2% do lucro líquido da Caixa, o valor a ser pago será de R$ 532,90.
A CI da Suape/Geret esclarece ainda que, “considerando-se que o lucro líquido da Caixa projetado para 2009 será de R$ 2,13 bilhões, para que a regra básica da Fenaban seja cumprida e o limite do lucro líquido da empresa não seja excedido, chegou-se ao percentual de 76% a ser aplicado sobre o valor individual da parcela básica de cada empregado”.
Esse percentual, segundo a circular interna, foi calculado com base no número de empregados que fazem jus à PLR e no valor de suas respectivas remunerações em 1º de setembro de 2009, bem como na quantidade de dias trabalhados neste ano.
Os valores referentes à primeira parcela da PLR serão creditados na folha de pagamento de novembro (rubrica 2054), debitando-se o valor do Imposto de Renda (rubrica 4328) e o valor do adiantamento realizado em 3 de novembro (rubrica 3454).
A CI da Suape/Geret informa ainda que, em vista do valor devido de Imposto Renda, o qual será calculado para cada empregado na folha de novembro, o adiantamento a ser realizado em 3 de novembro corresponde a 80% do valor da primeira parcela.
Para fins de cálculo da PLR, a Caixa considerou a remuneração-base referente à situação funcional em 1º de setembro de 2009, para os empregados que se encontravam com o contrato de trabalho vigente nessa data. Os empregados desligados no ano de 2009 e os admitidos a partir de 1º de setembro deste ano vão receber a PLR em março de 2010, em parcela única.
A CI da Caixa esclarece, por fim, que “os empregados afastados na data em que foi efetuado o cálculo da PLR, 28 de outubro de 2009, devido a licença para acompanhar cônjuge (LAC), licença para tratar de interesse particular (LIP) e outros tipos de suspensão do contrato de trabalho, não vão receber o adiantamento da primeira parcela da PLR, mas exclusivamente o seu crédito na folha de pagamento de novembro”.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

HONORÁVEIS
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Bandidos assaltam banco
dentro de Secretaria
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Três homens armados invadiram a SMTT,
durante a tarde desta terça-feira.
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Mais um assalto registrado hoje em São Luís.
Três homens fortemente armados invadiram o Banco Popular, localizado nas dependências da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, que fica no bairro do Maranhão Novo.
Os criminosos roubaram dinheiro e pertences dos clientes do banco.
A polícia foi acionada, mas, quando chegou ao local os bandidos já haviam fugido. A quantia roubada pelos assaltantes ainda não foi revelada.
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Só em 2009, foram 25 assaltos
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a bancos no Maranhão
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Assista à reportagem de
Laércio Caldas, da TV Mirante: